Escravo Familiar: Capítulo 56 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 04)
Durante a madrugada, o céu negro encheu-se de nuvens pesadas de água que vinham da direção sul da cidade, e se agruparam no céu acima do sítio, movendo-se lentamente de um lado e só outro, e se encontrando entre si, fazendo estrondosos trovões ressoarem no céu.
— KABRUUUUUMMMM!
Junto a eles, as primeiras gotas pesadas e grossas de chuva começaram a cair, batendo de encontro com as telhas dos telhados da casa, das reservas dos animais, e de encontro com as janelas da casa, escorrendo lentamente pelos vidros e calhas até os parapeitos, empoçando-se ali até transbordarem e voltarem a escorrer pelo resto da parede da casa, até o gramado ressecado do quintal.
TIM! TIM!
O vento lá fora soava, fazendo um barulho alto, soprando cada vez mais intenso, e ultrapassava os pequenos vãos das portas e janelas da casa, invadindo o ambiente e se misturando ao ambiente quente e aconchegante. Do lado de fora, as árvores chacoalhavam fortemente, balançando seus frutos, suas folhas no quintal, junto das flores no jardim mal cuidado.
VUUUUUUU!!
Frrrrrrrrrrr!
Na cama, junto a mim, papai inconsciente aproximou mais o seu corpo nu do meu e apertou-me mais forte em seus braços musculosos de encontro ao seu peito, debaixo do grosso cobertor que nos cobria, para proteger meu corpo nu do vendaval que entrava sorrateiramente pelas frestas da janela.
Do lado de fora da casa, as telhas sacudiam, correndo o risco de destelhar a casa e saírem voando pelo sítio, causando várias destruições, caso o vento aumentasse ainda mais sua velocidade.
Nos espaços e divisórias dos animais do sítio, a coisa era mais trágica: as galinhas e os galos se agitavam no galinheiro com medo do temporal que começava a se formar e se agrupavam em filas nos poleiros para se protegerem do vendaval.
Nas baias, os cavalos se afastavam dos cercados e se recolhiam ao fundo dos estábulos, recostados nos fenos, para tentarem se aquecer e se manter fora do alcance do vento descomunal do fim da madrugada.
Na asnoaria, os burros e burras se aninhavam para se protegerem e se aquecerem, enquanto se acariciavam e zurravam baixo, comunicando-se uns com os outros, indicando para que todos se agrupassem para passar a madrugada aquecidos.
No curral, as vacas e os bois mugiam, deslocando-se para o mais perto das árvores para se protegerem em grupo do imenso vendaval.
E das gotas grossas de água que batiam no telhado, surgiu a garoa, que molhou a terra seca provocada pelos dias escaldantes da semana, transformando-a em uma terra fofa, macia e aromática, que o vento levava para o céu, deixando o cheiro entrar pelos vãos das janelas e nos invadir úmido por nossas narinas, nos causando a sensação de paz e bem-estar, acalmando nossos corpos quentes e suados e limpando o ar quente e tórrido que há dias nos invadia.
Lá fora, no céu, as nuvens fecharam mais o tempo; vindas do sul da cidade, se alocaram acima de nossas cabeças no sítio, no céu que perdeu o brilho quente do sol, e começaram a se esbarrar, criando os maiores trovões e relâmpagos já vistos.
BARUUUUUMMMM! Brrrr!!
Com as nuvens pesadas se chocando, a chuva começou a cair, fina, e evoluía rapidamente para uma chuva moderada, até se transformar em uma chuva densa e pesada, que caiu com toda sua força do céu.
Chuaaaaaaaaaaa! Chuaaaaaaaaaaa! Chuaaaaaaaaaaa!
Os animais lá fora começaram a ficar mais agitados e se agrupavam cada vez mais por medo da chuva, dos trovões e relâmpagos, e a chuva, que parecia ser apenas uma tempestade passageira, manteve-se firme e perdurou durante a noite inteira.
CHUAAAAAAAAAAA!!!!
Na manhã do dia seguinte, a chuva ainda caía, branda, e meu corpo começou a despertar lentamente. Abri meus olhos com preguiça e alisei o corpo de papai, que se encontrava de barriga para cima, roncando baixo, e que tinha me puxado para seu peito definido.
Brinquei com a penugem do seu peito, sem me preocupar com nada ou pensar em nada, até que, vindo do quintal, escutei meu tio aos gritos:
— Luke, venha para cá, anda, saia da chuva! Lukeeee!
Mexi-me na cama com cuidado e retirei o braço de papai das minhas costas sem acordá-lo, e levantei-me com preguiça e fui direto para a janela do quarto. Afastei uma parte da cortina e olhei para fora; Luke corria pelo quintal enlamaçado de um lado para o outro, brincando na chuva que ainda caía.
Junto a ele estava meu tio Chico, que corria atrás dele de um lado para o outro, seguindo seus movimentos, tentando a todo custo pegá-lo, com uma aparência de irritado, que, conforme se deslocava na lama, escorregou várias vezes durante o percurso e acabou caindo na lama. Levantava-se ainda mais irritado e voltava a correr atrás do Luke, berrando seu nome.
— Lukeeeee, seu filho da puta, volta aqui!
Algumas vezes, Luke olhava para trás enquanto corria com a língua para fora e deixava ele quase o alcançar, e voltava a dar pinotes pelo sítio, latindo, achando que meu tio estava querendo brincar com ele.
Olhando da janela, dei risadas baixas para não acordar papai, me divertindo com a cena, até que, depois de muito custo e titio estar que nem um porco banhado na lama, ele conseguiu alcançar o Luke e o ergueu nos braços, colocando-o em seguida de encontro ao seu peito, e saiu correndo para o canil.
Prendeu o cachorro novamente, brigando com ele, e conferiu mais de uma vez se a trava de segurança do portãozinho estava trancada. Virou-se de volta para a casa e caminhou pela chuva que parecia querer novamente aumentar.
Me virei para trás, saindo da janela do quarto, e, sem fazer barulho, andei até a porta, abri e fui para o corredor, encostando-a em seguida atrás de mim. Desci as escadas e peguei meu tio ainda na porta, retirando suas roupas encharcadas.
Sorrindo, fiquei olhando-o enquanto ele esbravejava e tirava suas roupas ensopadas:
— Cachorro do caralho, olha só, estou todo molhado e sujo. Ele passou a camiseta pela cabeça e jogou no chão, depois segurou no cós da bermuda e desceu-a com rapidez, pisando em cima para retirá-la dos tornozelos. Em seguida, fez a mesma coisa com a cueca e, quando ia levantar os pés para retirar a cueca dos tornozelos, sentiu minha presença e levantou a cabeça e me fitou sorrindo:
— Sobrinho, já acordado? Perguntou-me.
Olhei-o da cabeça aos pés, admirando seu corpo estilo paizão, e salivei por sua piroca mole que balançava no meio das suas pernas, e disse:
— Sim, titio, acordei com seus berros gritando o Luke. Ele te deu um trabalhão; vi tudo pela janela do quarto. Eu disse, fixando meus olhos naquele cacete reto branco que estava com a cabeça saindo pela pele.
— Ah, cachorro do caralho, acho que ontem, quando fomos trancar os animais, não prestei atenção direito na fechadura do canil e deixei somente encostada. O safado deve ter empurrado com as patas e dado um pinote para fora do canil. Pega pro tio uma toalha, por favor, sobrinho? Ele disse, olhando-me, sorrindo, com as mãos na cintura, fitando-me. Depois, quando viu que não reagi, estendeu o braço direito na minha direção e tocou o meu ombro, chamando minha atenção.
— Sobrinho? Tá prestando atenção?
Me recompus, voltando a olhar seu rosto e me atrapalhando, sendo pego no flagra por estar salivando pela pica do meu tio. Eu disse:
— Ah, claro, tio, espere aí!
Saí da sua frente, tropeçando, e fui para o banheiro do andar térreo da casa, enquanto meu tio ria da minha situação.
Entrei acendendo a luz do banheiro e peguei a toalha do aparador e voltei para a porta da sala, onde meu tio se encontrava me esperando.
Entreguei a toalha para ele, desviando os olhos do seu cacete, que estava ficando meia bomba, e meu tio pegou a toalha, sorrindo para mim, e logo começou a se secar, começando pelos seus cabelos, rindo da situação.
Fiquei um pouco desconcertado por estar descaradamente manjando a rola dele, mas, porra, eu não sou de ferro, e já chupei e sentei naquela pica centenas de vezes desde a iniciação; nem faz sentido eu estar todo desconcertado daquele jeito.
Enquanto se secava, meu tio não parou um segundo sequer de me fitar e, gargalhando, disse:
— Hahaha! Sobrinho, não me diga que você está envergonhado de ver seu titio, que já te fodeu várias vezes, pelado. Você já viu, chupou e quicou várias vezes nessa porra, e está aí todo desconcertado! Cadê aquela minha putinha safada? Cadê? Ele disse brincando comigo.
— Porra, tio, é que exatamente agora não vim preparado para dar para o senhor, então é estranho! Eu disse, ficando vermelho.
— Estranho, por quê? E está vermelho por quê? Como já disse, sempre estamos fodendo. Quer saber, não sei se seu pai vai nos matar ou não, mas como eu posso te submeter, por eu ser macho, então ajoelhe-se, vou tirar essa sua vergonha agora, anda, de joelhos! Ele ordenou.
Ajoelhei-me aos pés daquele macho viril, coloquei minhas mãos para trás, sem precisar ser ordenado, e meu tio jogou a toalha para o pequeno corredor de entrada da casa, segurou sua pica dura na mão direita e alisou-a para cima e para baixo, enquanto eu me curvava e começava a lamber o dorso veiado dos seus deliciosos pés e dos seus dedos úmidos, que exalavam um chulé fraco de macho.
Ele balançou seus dedos dos pés para cima e para baixo enquanto minha língua os acariciava, lavando-os com minha saliva, e logo o ergueu e pisou na minha nuca, fazendo eu beijar o chão que ele pisava. Esfregou um pouco seu delicioso pezão chulezento na minha cabeça, abaixou-se e, segurando na minha cabeça, moveu-a para o outro pé.
Fiz os mesmos movimentos, cheirando-o e lambendo a pele macia e úmida, até ele voltar a pisar na minha nuca e massagear minha cabeça com o pé. Abaixou-o na minha frente e mandou:
— Levante-se, mas mantenha-se de joelhos, só deixe seu delicado rosto na altura da minha virilha; titio vai te dar o que você mais gosta.
Me ergui lentamente, ainda com as mãos para trás, mantendo-me de joelhos no chão, e olhei para seu cacete duro no meio das pernas. Aproximei o nariz e a boca e o cheirei, sorvendo o cheiro de pica molhada e limpa que estava há minutos dentro de uma cueca encharcada, da base grossa até a deliciosa cabeça rosada.
— Fssssssssssssss!
— Hahaha! Ele riu alto: — Minha bichinha gosta de cheiro de rola molhada e suada, é?
Meu corpo estremeceu, caralho, não acredito no que ele disse-me: "MINHA BICHINHA..." Aquilo mexeu comigo. Sim, eu sou uma bixinha, mas minha maior devoção é ao meu papai, meu dono, que se encontrava agora dormindo lá em cima.
Ainda cheirando seu cacete duro, olhei fixamente nos seus olhos e disse:
— Sim, meu homem, adoro o cheiro da sua rola grossa molhada; é um dos cheiros mais gostosos que já senti na vida.
— Melhor do que o do seu senhor? Ele perguntou-me.
— Nunca! Respondi: — Não existe cheiro e sabor melhores do que o cheiro e o gosto da pica grossa do meu papai.
— Que pena para mim, mas, já que você comentou do sabor, prove mais uma vez o gosto da minha rola. Eu sei que você gosta e sei que te faz feliz.
Meu tio disse, e, quando cheguei novamente à ponta da sua pica, em vez de voltar cheirando, eu a engoli até a base, fazendo ele urrar grosso e alto.
— Hãããããã! Gostosa!
Bati meus lábios na sua pelve, e titio acariciou minha careca com mais força, levou a segunda mão para junto da minha cabeça e, tomando o controle da minha mamada, fodeu seu pau com a minha boca molhada.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
No andar de cima, a mais ou menos um metro de distância, papai acordava, se revirando na cama, passando a mão em busca do meu corpo. Tateou por toda a cama e começou a me chamar pelo meu nome, virando-se de um lado para o outro.
— Pedro? Filho? Está no banheiro? Perguntou alto para o quarto vazio.
Levantou-se da cama, jogando o cobertor para o lado, pelado, e foi em direção ao banheiro da suíte.
Abriu a porta, acendendo a luz apagada, e não me achou. Entrou no banheiro e foi para a privada, levantou a tampa e apontou o cacete semiduro para a água e despejou seu delicioso mijo concentrado na privada.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Depois deu descarga, apagou a luz do banheiro e voltou ao quarto.
Sua mente ficou nebulosa, e, cobrando-se, começou a pensar no que ele odiava que eu fizesse, e que já havia acontecido mais de uma vez.
"Que essa putinha não esteja com um macho, que essa putinha não esteja com um macho sem minha permissão, senão vai tomar uma surra!"
Sem se importar em colocar uma roupa, papai pegou somente seu cinto na calça jeans dentro do guarda-roupa, foi para a porta do quarto e abriu-a, saindo para o corredor. Andou até o topo da escada, balançando o cinto, olhou para baixo no térreo, segurando-se no parapeito, mordendo os lábios, e viu eu de joelhos aos pés do meu tio Chico, chupando sua rola grossa e dura com maestria, enquanto meu tio Chico deixava sua cabeça cair para trás, de olhos fechados, de boca aberta, gemendo baixo, enquanto acariciava minha careca.
Na hora, meu pai ficou puto, muito irritado por eu estar ali. Ele fechou a cara e segurou forte no parapeito da escada, brandindo o cinto, mas, nos surpreendendo, abaixou a cabeça e o cinto, respirou fundo e pensou:
"Porra, puta do caralho, pensei que já estava fazendo a merda do café da manhã de novo. Tá legal que acabei de pensar em bater nele se estivesse com outro macho, mas é a função dele, e estamos há dias fodendo juntos, então não sei por que estou surtando. Calma, João Batista, acalme-se e observe; seu filho está fazendo somente o que foi destinado a ele fazer."
Ergueu a cabeça de novo, enquanto meu tio Chico levantou a cabeça e abriu os olhos, olhando fixamente para a escada e encontrando papai no topo. Titio extremeceu de medo quando fitou papai, esperando sua reação explosiva, e se imobilizou, fazendo eu parar a chupeta.
Olhei para cima com um olhar de "não está gostando?", e ele olhou de meu pai para mim, e de mim para meu pai. Virei minha cabeça para o topo da escada, girando meu tronco, e vi papai no topo da escada, olhando fixamente para nós sem dizer nada.
Fiquei estático e esperei o esporro, ainda com o cacete de titio na boca, que não veio. Papai, então, começou a descer lentamente a escada até chegar a nós com o rosto sem expressão. Quando terminou de descer os degraus, deu cinco passos, ficando atrás de mim. Levou a mão direita para minha cabeça e a alisou, fazendo eu estremecer. Com a esquerda, levou-a para a nuca do meu tio Chico e puxou-o para frente, grudando sua testa na dele, e, ofegando baixo, disse:
— Ainda bem que essa puta tá com você e não fazendo o café, porque se eu pegar ele de novo mexendo na cozinha, eu castro ele.
Meu tio e eu rimos, desfazendo-nos da tensão, e meu pai puxou-o para um beijo de língua ardente, ainda acariciando minha cabeça careca.
Voltei a mamar o pauzão do meu titio, e os dois começaram a se pegar, ali na entrada da casa.
Papai também precisava de minha atenção e já estava bem duro. Aproximou mais sua virilha do meu rosto, oferecendo sua pica dura e reta. Segurei-a na mão e comecei a punheta-lo enquanto ainda chupava a pica de titio.
Papai ficou com ciúmes de que só te dava uma punheta, e segurou no topo da minha cabeça sem parar um segundo de beijar seu irmão de língua, e retirou a minha boca da pica do meu tio, empurrando e segurando minha cabeça para trás, e me direcionou, me puxando para sua vara.
Abocanhei minha vara preferida, sentindo o gosto de papai, o gosto da vida, o gosto do meu dono, e chupei ainda melhor do que fiz com titio, demonstrando para ele que, por mais que eu chupasse outros paus, era a dele que eu pertencia.
Papai gemeu gostoso na boca do meu tio, me olhando de cima para baixo. Fitando-me, segurou no meu maxilar e ergueu meu rosto para ele, fazendo eu olhar fundo em seus olhos.
Seu semblante não me deixava dúvidas e ele dizia sem proferir palavras: "EU SOU SEU DONO, SEU PAI, E ESSE CARALHO NA SUA BOCA É O QUE VOCÊ DEVE VENERAR PRO RESTO DA SUA VIDA!"
Chupei com mais força, sentindo que era aquilo que meu pai queria, sugando o mais forte que minha boca conseguia. Mas logo ele se desvencilhou da boca do meu tio, segurou com as duas mãos na minha cabeça e olhou profundamente nos meus olhos com a boca entreaberta em um "O", e socou, socou, socou fundo na minha garganta, fazendo eu revirar os olhos, babar e gemer guturalmente. Seu caralho vibrou anunciando o gozo e ele afundou meu rosto na sua virilha, enfiando seu pau bem fundo na minha garganta. Curvou-se um pouco em cima de mim e gozou, apertando os olhos, enquanto eu me virava para não sufocar com sua gala.
— Aaaaaaah! Aaaaaaah! Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Seu corpo tremeu forte enquanto ele se curvava em cima de mim, despejando as últimas gotas do seu mel.
Levei minhas mãos até sua bunda e apertei suas nádegas até papai me soltar.
Quando a última gota saiu, papai voltou a se endireitar e tirou seu pau da minha boca, ofegando.
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Olhei para cima, terminando de engolir o resto da porra de papai e limpando seu pau, que queria amolecer, mas não deixei.
Levantei-me sem ser ordenado e abracei os dois pela cintura, e pedi:
— Agora quero que me fodam juntos, uma dupla penetração, quero sentir os dois brigando com os paus dentro do meu cuzinho.
Papai e titio riram e me deram um tapinha leve na minha cara. Em seguida, papai indicou que nós saíssemos da entrada e fôssemos para a sala de estar no outro cômodo.
Virei-me de costas para papai e titio e andei pelado na frente deles, enquanto as roupas de titio ficaram amontoadas no hall de entrada.
Os dois vieram atrás de mim e me empurraram para o sofá. Caí no meio dele de joelhos e com a bunda empinada. Meu pai foi para o assento do lado direito do sofá e se sentou, puxando minha cabeça de volta para o seu pau. Voltei a chupá-lo enquanto meu pai indicava, sem dizer nada, o meu cu para que meu tio me fodesse.
Titio sorriu e se aproximou da minha bunda, segurando seu pau duro, alisando-o, se preparando para me invadir.
Empinei bem minha bunda para ele e senti uma porção de saliva pingar bem no olho do meu cuzinho grossa, e ele logo em seguida espalhou e introduziu uma porção dela para dentro do meu cu com o dedo indicador, bem fundo.
Rodou o dedo de um lado para o outro, depois escorregou-o um pouco para fora, deixou mais uma porção de saliva cair no meu cu e enfiou o segundo dedo junto ao primeiro, rodando e fazendo movimentos leves de entrar e sair.
Gemi baixo com a boca recheada da rola de papai, enquanto ele me preparava para me comer. Retirou seus dedos e, segurando na base da sua rola, apontou a cabeça na entrada e começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixinho, sentindo a pressão, e permitindo que seu pau deslizasse para dentro de mim.
Ele foi entrando com calma, com jeitinho, rebolando, até que ele estivesse todo dentro. Esperou um minuto, sentindo meu cu morder seu pau várias vezes, e começou a bombar lentamente.
PLOC, PLOC, PLOC…
Ele sorriu para papai e papai afundou minha cara na sua virilha, enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas, me fodendo sem pena, gemendo alto de prazer.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! FSSSSS! Aaaaaaaaaaaah! Cu gostoso!
PLAFT!
Me deu um tapa na bunda, socando ainda mais fundo, mais rápido e mais forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— AAAh, escravinho, que delícia! Ele disse e me puxou para cima, grudando meu corpo no seu, e retirando a pica de papai da minha boca.
— Seu guloso, e quanto a mim? Perguntou papai para meu tio, indignado.
— Ah, irmãozinho! Ãããh! Que delícia! Você, huuuuuuuuuum! Vai, ah, caralho, erguer as pernas dessa bicha na altura do seu quadril, toma puta!
— Hããããã! Gemi com a estocada mais bruta.
— E ele vai entrelaçá-la na sua cintura, Huuuuuuuuuum! Depois, comigo parado e ainda dentro dele, você vai introduzir seu pau junto ao meu, e faremos uma DP nessa cadela.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOCC.
Papai se levantou do sofá e meu tio parou de meter no meu rabo. Depois ele saiu de dentro de mim, fazendo eu sentir um vazio, e me colocou de pé no chão.
Em seguida, papai me pegou no colo e, quando entrelacei as pernas na sua cintura, ele ajeitou o pau na entrada do meu cu e me penetrou até quase a metade.
— Huuuuuuuuuum! Gemi. Me agarrando a ele.
Ele esperou titio se posicionar e senti seu cacete bater na minha entrada junto ao do papai, procurando caminho.
— Força um pouco seu cu para fora, escravinho, como se você fosse cagar; isso vai ajudar.
Fiz o que me pediu e comecei a forçar. O pau do titio estava bem rente ao de papai, e ele começou a forçar com cuidado, e seu pau foi entrando lentamente com dificuldade por falta de uma boa lubrificação, mas com persistência.
— Haaaaaiiiinnn, tiiiioooo, taaa dooeenndooo!
O pau dele travou e não conseguiu mais entrar, então ele o retirou com cuidado, saiu da sala e subiu para seu quarto.
Quando voltou, estava com um frasco de lubrificante bem denso, pediu para papai tirar seu caralho de dentro de mim e passou um pouco de lubrificante no cacete dele, um pouco de lubrificante no meu cuzinho, enfiando uma grande porção dentro dele, e um pouco no seu cacete.
Pediu para papai me colocar na mesma posição anterior e colocar um pouco menos da metade da pica no meu cu.
O lubrificante geladinho refrescou meu cuzinho ardido, e papai foi colocando com cuidado seu pau até a metade no meu cu novamente. Em seguida, meu tio tentou novamente colocar o seu junto do dele.
Meu cu foi se abrindo com mais facilidade e maciez por conta do lubrificante, e o pau de titio venceu a dificuldade de me penetrar e se alojou até a metade, fazendo nós três gemermos muito alto.
— Hãããããããããããã!
Seu caralho se acomodou dentro de mim junto ao do meu pai. Fiquei mole naquele momento nos braços do meu dono e me agarrei ao seu corpo definido.
Papai me segurou mais forte e titio começou a me beijar no pescoço para me distrair do desconforto.
Papai se inclinou para frente, grudando-se aos meus lábios em um beijo ardente, e os dois esperaram.
Quando meu cu relaxou de vez e mordiscava os dois paus com delicadeza, eles começaram a se movimentar juntos. Para dentro e para fora, rebolando suavemente, fazendo eu gemer de intenso prazer e me agarrar mais no pescoço de papai.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
— Huuuuuuuuuum!
— Hãããããããããããã!
— Caralho, que gostoso! Papai falava gemendo grosso junto a titio.
— Huuuuuuuuuum!!
— Hãããããããããããã!!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT...
Os paus e meu cuzinho se esquentavam e ardiam em calor, nossos corpos começaram a se lavar com o suor, o cheiro de sexo ardente tomava conta da sala e da casa, e nos entregávamos de corpo e alma um para o outro, gemendo alto, forte, batendo nossas peles uma nas outras com força, até que, urrando forte, nós três gozamos, nos sujando.
— Hãããããã CARALHO, OOOIOH! VOU GOZAR!
— EU TAMBÉM!
Gritaram papai e titio, e eu, delirando, caí no corpo de papai, quase desmaiando. Os dois deram uma baita fincada forte no meu cu, e nós três gozamos juntos, tremendo forte e se apertando.
— Aaaaaaaaaaaah!!!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Meu corpo tremia como uma fúria que eu nunca vi, e nós três desabamos um em cima do outro no sofá, comigo grudado no peito de papai e titio nas minhas costas, beijando o meu ombro.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Depois que recobramos o fôlego, papai olhou no relógio da parede da sala. O relógio indicava 9:00.
— Porra! Olha a hora, disse meu tio! E, quando ele terminou de falar, a porta do quarto em que meus irmãos dormiam rangeu, abrindo-se.
Papai e titio pensaram rápido e papai me juntou nos braços, e nós três pelados corremos para o banheiro, recolhendo o lubrificante de cima da mesa de centro. Titio passou a mão no sofá para retirar o nosso gozo que escorreu e entramos no banheiro social do térreo, que ficava a cinco passos da sala de estar onde estávamos.
Entramos e trancamos a porta. Papai me colocou no chão e titio acendeu a luz. Abri o box e o chuveiro na temperatura morna, e entramos nós três juntos debaixo, nos beijando, nos sarrando, e deixando que a água lavasse nosso suor de pós-foda.
Olhei para baixo quando senti um ardorzinho no cuzinho e vi a água rosada. Papai olhou na minha direção e, vendo a cor da água, ficou um pouco preocupado.
— Vixe, faz tempo que você não faz DP, querido. Quando sairmos, vou te dar um analgésico e vai ficar tudo bem.
Balancei afirmativamente a cabeça e continuamos o banho. Logo depois desligamos o chuveiro e nos secamos com a mesma toalha. Em seguida, ainda dentro do banheiro, escutamos meus irmãos na sala de estar indo para a cozinha, conversando e chamando por meu pai.
— ... Pai? ...
Ficamos quietos dentro do banheiro para não alarmar, porque senão teríamos que explicar por que nós três estávamos juntos no banheiro e por que não convidamos os dois para a nossa festinha, e aí viraria um bate-boca desnecessário.
Quando escutamos a voz dos dois se distanciar, saímos às pressas do banheiro para que eles não nos vissem e questionassem ou insinuassem nada, e subimos os três para os quartos do andar de cima a passos rápidos e silenciosos para não chamar atenção.
Quando terminamos de subir a escada, titio deu um beijo na minha boca e na boca de papai, e se virou para seu quarto, caminhando, abriu a porta e entrou no quarto sem fazer barulho. Eu e papai corremos para nosso quarto.
Entramos fechando e trancando a porta, e fomos direto colocar uma roupa.
Entrei na frente de papai e fui direto para minha mala separar uma roupa. Papai fez o mesmo com a dele, me orientando depois sobre os próximos passos do nosso dia.
— Bom, meu amor, depois do café provavelmente vamos dar uma olhada nos animais. A chuva da noite foi bem forte e precisamos verificar se tudo está bem e alimentar os animais.
— Claro, papai! Eu ajudo.
Continuamos nos arrumando e papai coçou a garganta e falou com um tom severo:
— Hum-hum! Você quase me fez te bater hoje de novo, putinha! Deu-me um susto danado.
— Ai, papai, não exagere! Sei que você não quer que eu faça o trabalho doméstico. Falei, continuando a me vestir.
— Assim que eu gosto. Papai falou e me puxou para si, depositando um beijo na minha testa.
Me soltou logo em seguida, e terminamos de colocar nossas roupas. Papai pegou um analgésico dentro da sua mala e me entregou, dizendo:
— Vai na pia do banheiro e coloque o comprimido na boca com um pouco de água e engula isso.
Fiz o que papai me mandou fazer, entrando no banheiro, e fui direto para a pia. Abri a torneira e enchi as mãos em concha com água e tomei, engolindo junto com o comprimido. Depois desliguei a torneira, sequei a boca na toalha de rosto e voltei para o quarto. Em seguida, papai pegou na minha mão e saímos do quarto, voltando para o andar de baixo, e fomos para a cozinha atrás dos chifrudos dos meus irmãos e de titio.
Saímos para o corredor, e titio estava saindo do quarto dele, quando nos viu, sorriu para nós, aproximou-se de papai e rapidamente grudou sua boca na dele, dando um novo beijo de língua.
Soltou-o e me puxou, repetindo o mesmo movimento rapidamente para não sermos pegos pelos meus irmãos. Sorrimos e juntos descemos as escadas, tentando ao máximo não dar bandeira do que aconteceu logo cedo.
Entramos na cozinha, e meus irmãos conversavam amenidades, e, ao nos verem, meu irmão Juan, que é mais ciumento, disse:
— Ah! As princesas acordaram? Pensei que tinham morrido lá em cima.
— Cala a boca, Juan, tu não sabe de nada. Disse papai para meu irmão.
Meu irmão nos olhou e fez uma cara de desconfiado, coçando a barba crespa e ruiva, semi-cerrando os olhos para nós, e comentou:
— Ah! Vocês não estavam dormindo, seus safados, pilantras. Vocês três estavam fodendo e não chamaram nós dois. Tá vendo, Thiago? Fomos excluídos.
— Cala a boca, você não sabe de nada! Disse papai para meu irmão, rindo, passando por ele e indo para o armário pegar algo para tomar café da manhã e preparar o café preto.
Meu tio riu discretamente, mas não comentou nada. Arrumamos nosso café, colocando na mesa pão francês, bolachas, sucos, café e um bolo de laranja sem cobertura, que meu tio tinha pedido via iFood, e nos sentamos todos juntos para tomarmos o café da manhã.
Logo que meu tio se sentou, pegou um pão francês e a margarina, e começou a preparar o pão. Aproveitou que estávamos todos juntos e disse:
— Hoje de manhã, na chuva torrencial que caía lá fora, eu fui até o galinheiro para verificar como as coisas estavam e observei que as galinhas colocaram pelo menos uns três ovos em cada ninho. Na hora eu não estava preparado para recolhê-los, então deixei para depois do café. Vocês podem, por gentileza, me ajudar a selecionar e escolher os ovos? Preciso de ajuda; o processo não será só pegar os ovos de dentro dos ninhos, precisamos verificá-los se não estão galados.
Os que estiverem galados, deixaremos nos ninhos para serem chocados, já que estão fecundados, e os que não estiverem, traremos para nosso consumo. Tudo bem para vocês?
Sorri safadamente quando escutei que os ovos poderiam estar "galados". Já pensei logo no gozo, no leitinho do galo sendo despejado dentro do ovo, e querendo que fosse despejado dentro de mim.
Papai olhou para mim sorrindo e me deu um esbarrão dizendo:
— Para com a safadeza, putinha, sua gala é a que sai do nosso pau!
— Ah, papai, mas quero a dos galos também! Não desperdiço nenhum tipo de leite, até o do galo eu quero.
Todos deram risadas e papai me abraçou, dando um beijo no topo da minha cabeça.
— Certo, Chico. Assim que terminarmos nosso café, nós nos preparamos para isso, ok? Disse papai.
— Claro, e se vocês não souberem como identificar os ovos, não se preocupem, é fácil e eu ensino como.
Sorrimos e começamos a zuar uns aos outros sobre quem sabe identificar a porra de um galo, e meu irmão Juan disse que eu tinha especialidade em identificar porra de macho. Rimos mais ainda e continuamos nosso café da manhã.
Depois de terminarmos de comer, papai e titio retiraram a mesa do café e limparam a pia e a mesa. Logo em seguida, fomos para o lado de fora da casa e nos encaminhamos para o quartinho da bagunça, onde meu tio guardava toda a ferramenta do sítio, e que já havíamos ido lá uma vez para pegar a roupa de montaria.
Titio destrancou a porta de madeira e acendeu a luz do cômodo, revelando a bagunça organizada. Entrou no quartinho e se agachou para pegar uma caixa de papelão pequena na última prateleira, onde guardavam os ovoscópios.
Levantou-se quase caindo, abriu a caixa, distribuiu um para cada e devolveu a caixa vazia na prateleira acima. Apagou a luz e nos expulsou do quartinho, fechando e trancando a porta.
Depois fomos andando rumo aos galinheiros, guiados pelo meu tio. Passamos por Luke no caminho, e ele latiu e pulou dentro do canil. Meu tio parou, passou a mão em volta do corpo do cachorro, o retirou de dentro do cercado e o soltou na nossa frente.
Luke correu, abanando o rabo na nossa frente, se divertindo com uma borboleta que voava na sua frente e nos seguiu até o galinheiro.
Quando paramos, titio destrancou a tela de proteção e nós cinco entramos, deixando, é claro, Luke do lado de fora.
— Olá, meninas e meninos, viemos recolher os ovos dos senhores. Peço licença. Disse meu tio para as galinhas e os galos.
Eu olhava tudo, verificando cada detalhe. O local era feito de cimento, cheio de puleiros, era grande e continha bastante galos e galinhas. Em uma das laterais, continha vários sacos de ração para galinha e algumas ferramentas de uso de manutenção das madeiras.
Meu tio tinha feito um puleiro em formato de cascata, com vários níveis e tamanhos, com ninhos grandes que comportavam até duas galinhas por vez.
Algumas das galinhas do sítio encontravam-se em alguns desses ninhos, deitadas cacarejando, enquanto outras passeavam de um lado para o outro no chão do galinheiro, voando baixo quando precisavam subir ou descer dos ninhos e do puleiro.
Titio pegou os ovoscópios portáteis, que pareciam-se muito com as lanternas comuns, mas que tinham uma luz especial que permitia ver o interior dos ovos, e nos entregou um a cada um.
Em seguida, nos mostrou como tínhamos que fazer e o que buscar, e, se o ovo tivesse galado (fecundado), deixaríamos nos ninhos para serem chocados.
Começamos o processo retirando os ovos de baixo de algumas galinhas, quando necessário, e separando o que dava para ser consumido e o que deixaríamos para ser chocados.
Era por volta das 10:00 naquele momento, e o dia estava ameno. A chuva da madrugada havia parado, mas o sol não quis dar as caras. O galinheiro estava meio úmido, com partes do chão empoçado e outras somente com manchas de infiltração.
Mas, como meu tio era muito caprichoso, fez um bom galinheiro com uma ótima proteção contra as chuvas e o sol escaldante.
O telhado foi feito com claras boias pequenas, que permitiam a entrada da luz solar, mas que não deixavam que os raios UVB E UVA ultrapassassem pelas telhas.
Continuamos a recolher e a separar os ovos, e papai já começava a planejar sacanagem. Ele, de vez em quando, ria sozinho, olhando os ovos enquanto separava, e me chamou:
— Pedro, vem aqui, filho!
Parei de pegar os ovos de um dos ninhos e me aproximei de papai.
— Oi, papai! Falei
— Você sabe que isso aqui é proteína pura, não sabe? Balancei afirmativamente minha cabeça e papai pegou um ovo, levantou a cabeça para cima e o quebrou na sua boca, engolindo-o em seguida.
Observei sem dizer nada, e meus irmãos e meu tio só o observavam de canto de olho, com sorriso nos lábios.
— Quer experimentar? Perguntou papai, jogando a casca do ovo no chão e pegando outro, mas dessa vez um galado no ninho de uma das galinhas.
Balancei afirmativamente minha cabeça e me aproximei de papai.
— Fique de joelhos, querido, e abra a boca. Papai vai depositar um ovo dentro dela para você.
Ajoelhei-me no chão de terra batida e abri minha boca. Papai levou a mão com o ovo galado até próximo da minha boca e o quebrou, fazendo-o cair na minha língua.
Titio olhou para o ovo e viu a gala do galo descendo junto à clara até minha boca, e fez uma careta para meu pai como se dissesse: "Esse não!".
Papai jogou a casca do ovo no chão e, sorrindo, disse:
— Não engole ainda, quero turbinar esse ovo.
Fiquei com a boca aberta e esperei sem engolir, sentindo o ovo mexer na minha boca, querendo escorrer para minha garganta.
Papai então abaixou a lanterna, colocando-a no chão, segurou no cós da sua calça de moletom e colocou o seu cacete meia-bomba para fora e alisou-o até ficar duro.
Meus irmãos e titio pararam de recolher os ovos e só observaram. Papai, masturbando-se, aproximou a cabeça da rola da minha boca e segurou minha cabeça com a mão esquerda, imobilizando meus movimentos, e começou a penetrar minha boca, empurrando o ovo cru junto com a rola, até minha garganta.
Fechei meus lábios em volta da rola de papai, fazendo-o gemer, e o ovo se misturou, clara com gema, em volta da rola do papai.
— Huuuuuuuuuum!
Em seguida, com papai com o olhar fixo no meu, começou a bombar lentamente na minha boca, gemendo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Haauuummm!! Haauuummm!!!
O pau de papai ia para frente e para trás na minha boca, empurrando um pouco do ovo para dentro da minha garganta toda vez que sua pica encostava nela.
Papai vibrava de excitação e êxtase e rebolava, movimentando-se para frente e para trás com calma, gemendo grosso e fechando seus olhos.
PLOC... PLOC.... PLOC... PLOC...
Abriu bem suas pernas e baixou um pouco seu quadril, e se movimentou como um stripper na minha boca, rebolando, gemendo alto, assustando as galinhas e os galos, até que jorrou lentamente sua porra, que se misturou ao resto do ovo cru, deixando um gosto exótico na minha boca.
— Hãããããã! Pfff!
Foi diminuindo as estocadas até parar, e depois retirou a rola babada e suja de ovo da minha boca, dando-a para eu limpar.
Lambi ela toda, sorvendo toda a proteína do ovo e de papai.
Meus irmãos, nos olhando, disseram:
— Sacanagem isso aí, pai! Você já transou com ele hoje, que nós sabemos; agora queremos a nossa vez! Disse meu irmão Juan.
Papai sorriu, abaixou-se e me deu um belo beijo de língua, sorvendo o gosto e o resíduo da sua porra misturada ao ovo, e saiu da minha frente.
Meu tio tremia de excitação nos vendo, e papai foi para o seu lado, passou a mão atrás do seu pescoço, enquanto meus irmãos se aproximavam de mim e me colocavam de quatro no galinheiro, e puxou meu tio para um beijo de língua, compartilhando o mesmo gosto que eu senti.
O corpo do meu tio vibrou forte de excitação, e os dois se amaçaram por alguns segundos, depois se soltaram e olharam para nós três.
O corpo do meu tio vibrou forte de excitação, com o beijo bruto de papai. Ele fechou os olhos, aproveitando os segundos do beijo, enfiando a língua grossa e molhada na boca dele, e os dois se chuparam, roçando as barbas grossas e grisalhas que estavam por fazer, junto aos bigodes que cresciam na mesma medida e com a mesma coloração, enquanto se agarravam forte, se acariciando.
Quando a boca dos dois cansou, meu tio virou papai de costas para ele, abriu suas nádegas, pincelou seu caralho na porta do cuzinho dele e começou a penetrar o cuzão tesudo de papai lentamente.
— Huuuuuuuuuum! Papai gemeu baixo e deixou a rola do seu irmão entrar até suas nádegas baterem na virilha dele.
Titio enlaçou os braços na cintura de papai e o segurou ali, empalado na sua rola, beijando seu pescoço, e juntos voltaram a prestar atenção na nossa foda.
Meus irmãos se dividiram, ficando um na minha cara e o outro atrás de mim, e se masturbavam enquanto me olhavam, preparando as rolas grossas para me surrar, lambendo os beiços. Meu irmão Thiago nas minhas costas, enquanto meu irmão Juan na minha cara.
Ajoelharam-se no chão, ainda se masturbando. Meu irmão Thiago pegou um ovo da cesta ao nosso lado e quebrou-o na sua mão grande e grossa, passou uma porção dele na sua rola e outra no meu cuzinho, enfiando uma parte para dentro dele, rodou um dedo, depois dois para deixar lubrificado, apontou a cabeça da rola na entrada e começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi, enquanto ele deslizava suavemente para dentro de mim até encostar sua virilha na minha nádega.
Na minha boca, meu irmão Juan passava um ovo no pau, besuntando-o todo. Depois, levou o pau para minha boca, pedindo com os dedos nos meus lábios para que eu a abrisse.
Separei meus lábios e escondi meus dentes, e ele começou a deslizar suavemente para dentro. Senti o gosto exótico de pau suado com ovo cru, deliciando-me com a experiência.
Meu irmão foi se alojando lentamente, até sua virilha bater com os pelos aparados no meu nariz, seu saco bater no meu queixo e a cabeça da rola bater no fundo da minha garganta.
Os dois esperaram um pouco, sentindo meu corpo contrair algumas vezes, apertando seus membros, e gemeram baixo, suspirando e fechando os olhos.
Alguns minutos depois, um segurou minha cintura e o outro minha cabeça, e juntos começaram a socar em mim.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Os bagos batiam forte em minha pele, os ovos vazavam pelas bordas do meu cu e da minha boca, besuntando os caralhos deles e minha pele branca.
Os dois gemiam grosso e se movimentavam cada vez mais rápido e forte, chegando a me foderem com toda a força bruta deles.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Hãããããã!
Gemíamos alucinados, enquanto nossos corpos quentes suavam, escorrendo igual cachoeira, nos fazendo pregar nossos corpos.
Sem gozar, mudamos de posição. Fui colocado deitado no chão batido, deitado de barriga para cima, e meu irmão Juan foi para meu cuzinho ardido, enquanto Thiago para minha boca esfolada.
Thiago abriu suas nádegas e sentou como cu na minha boca, e comecei a lamber e chupar, fazendo-o rebolar. Meu irmão Juan levantou um pouco minhas pernas, colocando-as nos seus ombros, e posicionou a cabeça da vara na entrada do meu cu, e forçou, fazendo seu caralho deslizar lentamente para dentro até seus bagos baterem nas minhas nádegas.
Esperou alguns minutos suspirando e começou a me foder gostoso.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
Sua virilha batia forte na minha pele da bunda e da coxa posterior, e nós três gemíamos alto, rebolando e nos entregando um para o outro.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOCC...
Nossos corpos passaram a vibrar, e de vibrar para tremer forte, e de tremer forte berramos alto, comigo sendo sufocado pela pica do meu irmão, e juntos explodimos em um orgasmo tão intenso, que fez nossos corpos comprimir e tremer como se tivéssemos sido eletrocutados.
— Aaaaaaaaaaaah
— Aaaaaaaaaaaah
— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Trememos muito, ofegando desesperadamente, até a última gota de nossos porras ser despejada.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
Ficamos os cinco calados, suspirando baixo, quietos nos olhando, ainda engatados.
Minutos depois, sem comentar nada, todos nós nos separamos, sujos, tremendo do orgasmo, e voltamos a terminar de recolher os ovos das galinhas, fazendo o procedimento inicial. Selecionávamos com cuidado e com a ajuda do ovoscópio os ovos não galados, e os que estivessem fertilizados, deixávamos nos ninhos para serem chocados.
Enchemos três cestos grandes que meu tio tinha pego junto com as ferramentas no quartinho, e ajustamos as palhas dos ninhos das galinhas, colocamos ração e água para elas, e varremos o chão de terra batida, retirando sujidades, fezes e alguns insetos que por ali andavam, e logo saímos do galinheiro.
Luke nos esperava na chuva que voltava a cair, quietinho, mas observando a tudo sentado do lado de fora. Quando saímos de dentro do galinheiro, nos acompanhou até a casa.
Do galinheiro saímos somente com os ovos; depois do almoço, voltaríamos para dar uma geral novamente no galinheiro e, como eu tinha cem por cento de certeza, iríamos foder mais ali dentro.
Deixamos o Luke correndo no quintal e entramos na casa. Meu tio levou os ovos para a cozinha e colocou-os dentro da pia, e fomos os cinco passar uma água no corpo.
Entramos no banheiro, acendendo a luz, e ligamos o chuveiro, e passamos a nos revezar, nos ensaboando, nos molhando e nos enxaguando. Logo saímos sorrindo, iguais bestas, uns para os outros; nos secamos e fomos todos para a cozinha.
Eu e meus irmãos sentamos nos bancos em volta da bancada, e meu pai e meu tio foram para a pia e o fogão, para começar a preparar o almoço.
Tínhamos recolhido uma grande quantidade de ovos, e titio lavava-os para tirar os resíduos de lubrificação das galinhas e as fuligens dos ninhos de palha, e os colocava no escorredor de louças a seu lado na pia.
Enquanto isso, papai começava a preparar a comida, refazendo o arroz, o feijão e, óbvio, teríamos como mistura alguns dos ovos que colhemos, em uma omelete gigante, recheada com muito queijo e verduras.
Titio fez um suco de limão, logo após terminar de limpar os ovos, secar e guardá-los em uma cesta grande em cima da geladeira. Colocou bastante gelo e açúcar, e fez eu e meus irmãos experimentarmos.
O suco estava forte e doce, e, como safadeza é de família, meu pai disse, aproximando-se, saindo do fogão e pegando meu copo e tomando um gole do suco:
— Tá faltando o toque especial nesse suco. Ele disse, rindo, olhando para meu tio, que ficou preocupado, olhando para ele, e logo disse:
— O que falta nesse suco, irmão? Açúcar, mais água, mais limão. Achou fraco?
— Ah, meu irmão, achei fraco sim! Falta uma dose de PROTEÍNA!
Eu e meus irmãos rimos alto, já entendendo o que papai queria dizer. Meu tio fez cara de desentendido e papai fez um gesto apontando para seu pau.
Meu tio se ligou com o gesto e disse:
— Pois então, é para já!
Sacou o pau para fora e se masturbou um pouco até o pau ficar duro, desceu a jarra até seu pau e bateu uma punheta forte, gemendo grosso e esporrando a gala fresca dentro do suco, mexeu e colocou um copo da mistura e ainda enfiou seu pau dentro, depois entregou para papai e disse:
— É assim que você quer?
Papai pegou o copo, olhando fixamente para meu tio, e tomou um gole. Lambeu os beiços e disse:
— Agora está perfeito! Passou a mão molhada da água da pia da cozinha por trás da cabeça do meu tio, segurando no seu cabelo, e o puxou para sua boca, tascando um belo beijo de língua nele.
"Ai, esses dois! "Pensei comigo: "Estão muito namoradinhos para o meu gosto."
— Ei! Chamei a atenção dos dois. — Estão muito grudadinhos para o meu gosto, muito namoradinhos de colegial!" Eu disse, reclamando, para eles.
— Aaaaah! O viadinho está com ciúmes do dono dele! Que gracinha! Disse papai, como coro de "Aaaaaaah", feito por ele, pelos meus irmãos e pelo meu tio juntos.
Fiquei vermelho de vergonha, e papai veio me abraçar e me beijar.
— Papai é todo seu, meu amor, não precisa ter ciúmes.
Me largou e voltou junto do meu tio para terminarem o almoço.
Às 12:00, eu já estava tendo vertigem de fome. As foda da manhã, junto aos afazeres básicos, tinham acabado com minha reserva de energia, e precisava repô-las com um belo prato de comida.
Meu tio estava terminando de fazê-la, enquanto papai arrumava a mesa com auxílio meu e de meus irmãos. Por volta das 12:50, meu tio gritou da cozinha:
— Tá pronto, putos, venham comer!
Terminamos de ajeitar a mesa e fomos para a cozinha. Nós nos enfileiramos com os pratos nas mãos e fizemos cada um um prato, e nos sentamos à mesa.
Titio colocou a jarra de suco de limão e pegou cinco copos. Papai me colocou em seu colo, passando o braço em volta do meu corpo, e começou a comer e a me dar comida na boca.
Nós começamos a conversar sobre alguns assuntos que vimos na internet, na televisão, e dávamos nossas opiniões sobre o comportamento e a vida dos outros.
Depois do almoço, meu tio e papai arrumaram a cozinha, e sentimos o cansaço bater junto à preguiça, e todos nós fomos deitar um pouco nos sofás da sala de estar. Meu tio ligou a televisão e nós nos arrumamos, deitados, espalhados pelos sofás, para curtir a preguiça pós-almoço.
— Vamos relaxar um pouco por agora, mas já vou deixar avisado: vamos voltar para o galinheiro para terminar de arrumar. Vi que precisamos fazer manutenção nas madeiras e quero aprontar mais um pouquinho lá dentro, se é que vocês me entendem. Disse titio, rindo para nós, e batendo uma almofada de leve em mim.
Papai riu e me abraçou em seu peito, e só balançamos a cabeça confirmando. Levei a mão até minha coleira e liguei a vibração que me acalmava. Papai olhou para mim quando sentiu também um pouco da vibração e perguntou:
— Tá tudo bem, bebê?
— Sim, papai, acho que, se formos foder mais tarde de novo, vou precisar do hormônio da coleira. Meu corpo está mais fraco, mas veremos isso depois.
— Certo, escravinho, nada de corpo mole!
Senti o hormônio da coleira gotejar nas minhas veias no acesso central e viajar pelo meu corpo, energizando todo meu corpo como se fosse um carregador carregando um celular.
Aproveitei e retirei meu celular do bolso para mandar uma mensagem para mamãe. Digitei um boa tarde, dizendo que estava tudo bem e que sentia saudades. Mamãe me respondeu que também sentia saudades e que me amava. Disse que a amava também e que faltava pouco para eu retornar.
Apaguei a tela do celular e voltei a me abraçar no corpo de papai.
Por volta das 16:00, meu tio se levantou do sofá dizendo:
— Acho melhor irmos logo terminar nossos afazeres antes que fique muito tarde e escureça lá fora. O que vocês acham?
— Claro! Disse papai: — Vamos, garotos, precisamos terminar de arrumar o galinheiro.
Papai me soltou dos braços e nós nos levantamos. Minha coleira ainda estava ligada e mantinha o hormônio do prazer correndo pelas minhas veias, repondo minhas energias.
Sentia meu corpo mais elétrico, mais vivo, mais disposto. Coloquei meu chinelo e saímos todos juntos para a varanda da casa, e fomos para o galinheiro novamente.
Tínhamos deixado as ferramentas por lá para não ficarmos carregando-as de um lado para o outro. Luke dessa vez não veio conosco, ficou no canil de patas para cima dormindo.
Quando chegamos, titio abriu as telas de proteção novamente, e o portão de arames, e entramos. As galinhas e os galos estavam quietos nos poleiros, cacarejando baixo.
Entramos já pegando um rastelo para retirar algumas sujidades do chão, e papai e titio pegaram algumas madeiras, pregos e martelos e começaram a arrumar os poleiros.
Algumas galinhas começaram a ciscar a volta de mim e de meus irmãos, e eles, maliciosos que só, já começaram a caçoar:
— Olha lá, já estão assanhadas as galinhas, não podem ver um macho se aproximando que já ficam ouriçadas. Disse meu irmão Thiago.
Ele e meu irmão Juan riram e começaram a passar as mãos nas penas das galinhas. Observei os dois pegarem uma galinha no braço e levarem-na até a altura dos seus rostos, olhando os cuzinhos delas.
Logo passaram os dedos molhados com cuspe rodando as pontas dos dedos na parte externa, depois levaram os cus delas até as bocas e começaram a chupar e lamber, enquanto retiram os paus para fora das calças já duros, e iniciavam uma punheta.
Vendo os dois ali me excitou, e meu pau voltou a ficar duro. Coloquei-o para fora e comecei a me masturbar assistindo.
Meu pai e meu tio, que conversavam destraidamente, perceberam que não estávamos andando de um lado para o outro com as vassouras, e se viraram, ainda conversando, prestes a nos darem uma bronca, e nos pegaram de pau de fora.
Ficaram de boca aberta enquanto eu me masturbava vendo meus irmãos chuparem os cus das galinhas.
Um galo aproximou-se de mim, com o peito estufado, mostrando ser o macho viril do galinheiro. Olhei para o galo, me abaixei para pegá-lo e o segurei com a mão esquerda livre. Voltei a ficar ereto enquanto ele se debatia um pouco, e o virei com o rabo para mim.
Enclinei-o para frente, deixando seu cu mais visível, e, colocando a língua para fora, aproximei o galo da minha boca e enfiei minha língua no seu cuzinho, e comecei a chupar com força.
Lambi bastante e enfiei o máximo que minha língua entrava. Olhei para meus machos, ainda me masturbando sem parar de lamber o galo, e vi-os pegando cada um uma galinha, e fizeram o mesmo que eu.
Viraram com suas cloacas para eles e meteram a língua, lambendo e chupando fundo as genitálias delas.
Começamos a gemer juntinhos, sentindo o gosto ocre das galinhas, trocando olhares de vez em quando. Logo em seguida, fizemos um círculo, parando de chupar as galinhas e o galo. Descemos os animais com as cloacas apontadas para nossos cacetes duros que babavam, enquanto punhetávamos eles, e apontamos a cabeça das rolas no buraco deles.
E, quando eu ia penetrar o galo, meu tio disse:
— Que tal propormos um desafio? Quem demorar mais para gozar dentro das galinhas ganhará um beijo grego dos perdedores. O que acham?
Balançamos afirmativamente a cabeça e nos preparamos para começarmos a foder as galinhas e o galo.
Posicionamos nossos paus nas entradas das cloacas deles, e meu tio disse:
— Podem penetrar sem dó!
Afundamos as galinhas e o galo nos nossos paus duros até o talo, gemendo alto e tremendo, segurando o orgasmo intenso que quase nos fez gozar juntos, e esperamos um minuto, gemendo alto e arfando.
— Huuuuuuuuuum! Cuzinhos apertados! Dissemos em uníssono.
Nossos paus latejavam dentro deles, e as galinhas e os galos cacarejavam em protesto.
— Cocá, cocó, cocó...
Nossa, como era difícil não gozar com um cu apertando o pau. Ficamos um minuto parados e, depois, começamos a subir e descer as galinhas e o galo nos nossos caralhos.
— Huuuuuuuuuum! Hãããããã!
— Cocá! Cocó!
As galinhas reclamavam enquanto nós nos contorcíamos de prazer, surrando gostoso seus cuzinhos cheios de penas.
Aos poucos, fomos aumentando o ritmo das descidas e subidas das galinhas e do galo, e, sem planejarmos, nos aproximamos, fechando o círculo até conseguirmos nos beijar e nos abraçar sem parar um segundo sequer de foder os deliciosos cus das galinhas e do galo.
Muá muá muá muá muá...
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Nossos sacos balançavam enquanto socávamos nos animais rapidamente, batendo nossas virilhas neles com força, suando e gemendo.
— Huuuuuuuuuum, Huuuuuuuuuum, Hãããããã, Hãããããã.
Até que, juntos, contraímos nossos corpos, sentindo o orgasmo vindo, e explodimos, inundando as galinhas e o galo com nossas porras, que eram fabricadas desesperadamente.
— Aaaaaaaaaaaah! Hãããããã! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
As porras jorraram fartamente dentro dos cus das aves, e nossas pernas babearam e nos sentamos ainda grudados neles no chão batido, tremendo forte, sentindo as nossas porras vazarem pelas beiradas dos cus deles e nos sujarem.
Ficamos no chão com as galinhas e o galo entalados por alguns minutos, recobrando o fôlego. Logo, retiramos nossos paus dos cus deles e os devolvemos no chão.
Eles saíram meio com as pernas bambas, tropeçando nas próprias patas, e caindo de vez em quando pelo galinheiro.
Alguns subiram para os poleiros, outros se recostaram nas telas do galinheiro e ficaram quietos nos olhando.
Nós cinco ficamos um tempo no chão, recobrando o fôlego e esperando que a tremedeira passasse. Até que titio perguntou:
— E aí, quem perdeu a aposta?
Rimos; no final, todos nós perdemos a aposta, gozamos juntos, fodendo desesperados os cus das galinhas e do galo.
— Acho que teve empate! Eu disse, sorrindo.
— Nesse caso, escravinho, só resta uma solução!
— Qual? Perguntei.
— Nós chuparemos uns os cus dos outros.
E ele se levantou.
— Quem será o primeiro?
— O Escravinho! Disse papai.
Fiquei no chão, e um a um veio à minha frente, abriu as nádegas, expondo o cu, e eu caí de boca. Começando por papai, depois titio, meu irmão Thiago e meu irmão Juan.
Depois foi meu irmão Juan, chupou o cu de papai, depois de titio, depois do nosso irmão Thiago, e o meu.
Em seguida foi meu irmão Thiago, fez o mesmo processo, chupou o cu do nosso pai, do nosso tio, do Juan e o meu.
Depois foi meu pai, chupou o cu do seu irmão, depois do Thiago, do Juan e o meu. E, por último, mas não menos importante, foi meu tio Chico.
Chupou o cuzinho de papai, do meu irmão Thiago, do meu irmão Juan e o meu por último.
Depois todos nós nos erguemos, demos um belo beijo de língua grupal e saímos de dentro do galinheiro, trancando a tela.
Já era início de noite, e estávamos muito cansados, sujos, gozados. Pegamos nossas coisas, saímos do galinheiro e fomos para dentro de casa.
Guardamos as ferramentas antes de entrarmos no quartinho e, depois, fomos para dentro de casa. Fomos direto para o banheiro, tomamos um belo banho, nos revezando e trocando carícias.
Depois, papai e titio foram fazer algo para comermos de janta. Sentamos à mesa e degustamos sanduíches de peito de peru com uma jarra de suco de manga.
Depois fomos para a sala e voltamos a assistir à programação. Tarde da noite, o sono bateu junto ao imenso cansaço.
Então nós recolhemos para nossos quartos e nos preparamos para dormir. Escovamos nossos dentes e eu e papai desabamos juntos na cama, e a única coisa que consegui falar foi:
— Te amo, papai! E desabei no sono.
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