#Traições

Usada pelo instrutor da academia

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Gabriele e o instrutor: do treino fofo ao motel com plug, hidromassagem e o marido ligando

Gabriele tinha o cabelo cacheado castanho-claro preso num coque alto e bagunçado, alguns fios soltos caindo no rosto. Usava óculos de grau finos, brincos longos pretos e tinha tatuagens visíveis no braço direito: uma ampulheta, um rosto de gato estilizado e algumas letras. O corpo era curvilíneo, de quem treinava, mas sem exagero. Naquele dia vestia uma camiseta cinza justa que marcava os seios e uma calça jeans cargo clara.
Marcos, o instrutor, media no máximo 1,70 m. Branco, cabelo liso e escuro que caía um pouco acima dos ombros, sempre um pouco úmido de suor. Não era alto, mas os ombros largos e os braços firmes deixavam claro que era forte. Tinha um estilo alternativo — cabelo grande, camisa larga do uniforme da academia e calça de moletom frouxa — mas o jeito era de homem que mandava. Hetero top até no olhar.
Tudo começou com provocações.
Toda vez que Gabriele fazia agachamento com carga leve, Marcos aparecia atrás dela, a voz baixa quase no ouvido:
— Continuando a treinar fofo… vai ter que voltar pro fisioterapeuta.
Ela revirava os olhos, mas o corpo reagia. Ele notava. Um dia a academia estava mais vazia no final da tarde. Ele a chamou para a salinha de avaliação no fundo.
— Quero ver sua postura de verdade.
A porta se fechou. O espaço era pequeno: uma maca, um espelho, uma cadeira. Marcos se posicionou atrás dela, a mão quente na lombar, “corrigindo”. Os dedos desceram mais do que deveriam. O cheiro dele — suor limpo e sabonete — invadiu o ar.
— Você treme quando eu falo perto assim — murmurou.
A mão dela foi guiada até o volume que já marcava por baixo da calça de moletom. Grosso. Pesado. Quente.
— É assim que ele fica quando você treina fofo na minha frente.
O beijo veio logo depois. Fundo, molhado, a língua dele entrando sem pressa. Quando se separaram, Marcos falou baixo, a boca ainda quase colada na dela:
— Amanhã. Horário de almoço. Eu não tenho expediente. Você sai de casa como se fosse resolver alguma coisa. Eu te pego duas quadras pra cima. A gente vai pra um motel. Eu quero a tarde inteira.
Gabriele aceitou com um aceno de cabeça.

No dia seguinte ela acordou cedo. Antes de sair, abriu a gaveta escondida. Colocou dentro da mochila uma lingerie preta de renda — sutiã que mal segurava os seios e um fio-dental quase inexistente — e um plug de silicone preto. Por cima, a toalha e a garrafa d’água.
Treinou no horário de almoço, a academia quase vazia. O coração não parava de bater. Quando terminou, saiu normal, andou as duas quadras e encontrou o carro escuro parado na rua sem saída.
Entrou. Marcos estava de roupa civil: camiseta preta larga, jeans, o cabelo solto. Não a beijou. Não a tocou. Só falou baixo:
— Travou?
Ela travou. Ele dirigiu em silêncio. Em menos de dez minutos estavam no motel.
O quarto era discreto, cortina fechada, ar-condicionado ligado. No canto, a banheira de hidromassagem já estava cheia, a água borbulhando. Assim que a porta se fechou, Marcos falou:
— Abre a mochila.
Gabriele abriu. Ele viu a lingerie e o plug. O canto da boca se ergueu.
— Lingerie de puta e um plug. Já estava planejando se preparar pra mim. Mas o plug fica comigo. Eu enfio quando eu quiser. Agora vai no banheiro. Tira a roupa de academia. Coloca só a lingerie e volta.
Ela obedeceu. Saiu do banheiro de sutiã de renda preta e fio-dental. Marcos estava sentado na beira da cama, pernas abertas. O olhar dele escureceu.
— Vem cá.
Ele a puxou pela cintura, virou de costas e apertou a bunda por cima da renda. Puxou o fio-dental para o lado e passou o polegar no meio, sentindo o quanto ela já estava molhada.
— Já está escorrendo só de eu mandar… Deita na cama. De lingerie. Agora.
Gabriele deitou. Marcos se despindo sem pressa. A piroca saltou grossa, pesada, a cabeça já brilhando. Subiu na cama, se colocou entre as pernas dela e a beijou fundo. Uma mão puxou o sutiã para baixo, a outra desviou o fio-dental e enfiou dois dedos. Ela arquejou. Ele a dedou devagar enquanto chupava a língua dela, depois tirou os dedos, chupou o gosto e enfiou a piroca de uma vez só.
O volume grosso a abriu. Ele segurou os pulsos dela acima da cabeça e a fodeu com estocadas profundas, a renda raspando no peito dele. Beijava a boca, o pescoço, mordia o ombro e falava baixo:
— Olha pra mim. Quero ver sua cara enquanto eu te como de lingerie.
Teve-a assim por longos minutos. Quando ela estava prestes a gozar, ele a virou, puxou o fio-dental e a fodeu mais fundo até ela gozar apertando-o com força. Continuou através do orgasmo e só parou quando quis.
Depois se deitou ao lado, a mão acariciando a cintura dela por cima da renda.
— Respira. Não precisa correr.
Ficaram assim um tempo. Ele beijava o ombro, a clavícula, dando-lhe tempo de recuperar. Depois perguntou, o canto da boca se erguendo:
— Já aguenta de novo?
Ela assentiu. Ele se levantou.
— Então levanta. Ainda tem a cadeira.

Na cadeira ele a fez sentar e se ajoelhou. Beijou a boca, desceu beijando o corpo por cima da renda até chegar entre as pernas. Chupou-a por cima do fio-dental, depois puxou a calcinha e a comeu de verdade. Quando ela tremia, ele parou e falou:
— Agora eu tiro.
Ficou atrás dela, beijou a nuca, desamarrou o sutiã, tirou, chupou os seios. Depois ajoelhou e puxou o fio-dental pelas pernas, deixando-a completamente nua. As mãos subiram pelas coxas, abrindo-a.
— Senta.
Ela sentou. Ele enfiou de uma vez e a fodeu na cadeira, de frente e depois mais inclinado, até ela gozar de novo. Tirou, a puxou para um beijo longo e falou:
— Agora a hidro. Pelada. Como você já está.

Na banheira a água quente subiu pelo corpo nu de Gabriele, as bolhas batendo na pele sensível. Marcos entrou atrás, puxou-a para o colo e a piroca ficou presa entre as nádegas. As mãos apertaram os seios, a boca no pescoço.
— Rebola.
Ela rebolou. Depois ele a virou, ergueu e enfiou dentro da água. Fodeu-a devagar no começo, a água espirrando, beijando a boca entre as estocadas. Depois a virou e a tomou por outro ângulo, mais forte.
— Ainda falta o plug.
Parou, tirou a piroca e pegou o plug. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, até assentar por completo. Girou a base e enfiou a piroca de novo. A sensação dos dois volumes fez Gabriele gritar.
— Sente os dois — mandou, a voz rouca no ouvido dela. — Minha piroca e o plug. É isso que você queria desde que colocou na mochila.
Ele a fodeu assim, fundo, pesado, dentro da água quente. O prazer subiu rápido, mas ele controlou o ritmo. Depois a tirou da banheira ainda escorrendo, carregou-a no colo até a cama e a deitou.
Enfiou de novo. Fodeu-a olhando nos olhos, uma mão esfregando o clitóris.
— Agora você pode. Squirt pra mim. Goza comigo.
O jato saiu com força, molhando a cama. Gabriele gozou gritando. Marcos gozou junto, fundo, segurando-a com força, o corpo tremendo.
Ficaram assim longos segundos, ele ainda dentro, o plug ainda lá, a respiração ofegante, a cama encharcada.
Foi nesse momento que o celular de Gabriele vibrou na bolsa.
Os dois congelaram.
Ela pegou o aparelho com a mão trêmula. Na tela: Marido.
Marcos ainda estava dentro dela quando ela atendeu, a voz falhando só um pouco:
— Alô?
— Oi, amor. Você ainda está na academia? Tô passando perto e não te vi saindo…
Ela engoliu em seco. Marcos passou o polegar no lábio inferior dela e sorriu de canto, sem fazer nenhum barulho.
— Tô… tô terminando aqui — respondeu, tentando controlar a respiração. — Daqui a pouco eu saio.
— Beleza. Te vejo em casa então.
Desligou. O silêncio no quarto ficou pesado. Marcos ainda dentro, o plug ainda lá, a cama molhada, o cheiro de sexo no ar.
Ele se inclinoun e falou bem baixinho no ouvido dela, a voz rouca e divertida:
— Ainda bem que ele não perguntou se você estava gozando…
Depois beijou o pescoço dela e murmurou:
— A tarde ainda não acabou… mas por enquanto você aguenta.

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