#Assédio #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 19 - penúltimo capítulo

3.0k palavras | 0 | 1.00 | 👁️
Cativo

Um conto de muita dominação e sadismo. Se não aguenta coisas pesadas não leia, mas se aguenta e gosta goze, curta e comente! 🔞🔞❤️‍🔥

Fui para o nosso closet e vi poucos vestidos alguns muito vulgares e outros o completo oposto, parecia até de senhoras da igreja, muitas camisolas e calcinhas indecentes, também tinha hidratantes e perfumes docinhos que eu gostei, batons uns rosa claro e outros vermelhos, esmaltes e produtos para cabelos. Não usei nada, pois ele não tinha autorizado. Arrumei o quarto e o banheiro e fiquei na sala esperando ele voltar.
•••
As horas se arrastavam e nada de Esdras chegar, eu já estava preocupado, pois estava trancado em casa sem possibilidade de sair e sem meios de me comunicar com alguém. Se algo tivesse acontecido com ele eu morreria sozinho naquela casa.

Já passava das 19h e resolvi tomar um banho e esperar por ele na esperança de distrair minha mente desses pensamentos errados.

Tomei banho e depois de seco passei o hidratante de flores francesas que ele tanto gosta por todo meu corpo sentindo cada nova curva, inclusive meus peitinhos pontudos.

Vesti uma camisola curta vermelha de renda que deixava minha pele branca ainda mais pálida e desenhava meus peitos perfeitamente e as fendas das laterais contornavam meu bumbum empinado valorizando ainda mais as minhas coxas grossas.

A calcinha de renda vermelha era minúscula, até duvidei que meu pintinho coubesse ali, mas ficou perfeito. O fino fio de correntinha dourada se alojou entre as bandas do meu bumbum e ficou perfeito.

Fiz um rabo de cavalo alto como ele gosta, passei um gloss brilhante rosa claro e estava pronto. Era a primeira vez que eu me arrumava para ele e gostei do resultado, espero que ele goste também, sempre ele que me arrumava como uma boneca.

Fiquei um tempo me olhando no espelho e em nada eu me parecia com aquele menino franzino de alguns meses atrás. Ninguém duvidaria que de fato sou uma menina.

Pela primeira vez me senti eu mesmo de verdade desde que Esdras me sodomizou e estava gostando do que via. A camisola cobria apenas metade do meu bumbum me deixando muito sexy. Passei as mãos pelo meu corpo sentindo meus peitinhos se arrepiarem enquanto meu cuzinho piscava, senti falta dele.

Eu sabia que não poderia me tocar sem sua permissão e por isso fiquei só admirando o meu reflexo até que ouvi o barulho da porta se abrindo e corri pra sala.

A cena que eu vi fez meu sangue congelar, Esdras imprensava uma mulher morena clara contra a parede enquanto abaixava a frente se seu vestido preto curtíssimo e mais justo ainda exibindo peitos fartos, até que ela o empurrou sorrindo.

Ele se virou em minha direção e colocou ela em sua frente apertando seus bicos entumecidos enquanto ela gemia e se esfregava nele, minhas lágrimas desciam grossas por minhas bochechas, mas eu não conseguia desviar o olhar.

As mãos dela desceram por sua barriga até a barra do minúsculo vestido e de lá saiu um membro duro e enorme, mas ainda menor que o de meu dono. Meus olhos se arregalaram e meu corpo estremeceu ao ouvir sua voz.

- Chupe ela!

Ver aquela cena foi diferente das outras vezes que tive que ver ele com outras mulheres. Ele me castrou e tornou meu pintinho inútil enquanto trazia para a nossa casa alguém como ele tinha me transformado, mas com um membro funcional.

Então o ódio me consumiu e passando por cima da sua ordem e autoridade me rebelei.

- Solte ela!

Minha voz soou baixa e firme como nunca apesar da suavidade adquirida pelos hormônios. Num rompante ele a empurrou e sua mão enorme atingiu meu rosto me fazendo cair aos seus pés.

Sua mão se enrolou em meus cabelos pretos erguendo meu corpo me fazendo ficar nas pontas dos pés. Seus olhos percorreram meu corpo e a sala e o canto esquerdo de seus lábios se ergueu.

- A casa está limpa, a comida cheirosa e minha cadelinha burra arrumadinha esperando o seu dono chegar, mas de nada isso adianta se você não sabe o seu lugar.

Eu me contorcia para me equilibrar, pois sabia que não poderia tocá-lo. Ele tirou seu cinturão de couro das calcas, se sentou no sofá me colocando deitado em seu colo.

Minha bunda foi aberta revelando a correntinha da calcinha, com seu polegar áspero e grosso ele a esfregou em minha entrada até arder e com um mandar de cabeça chamou a espectadora que nos olhava enquanto se mastrurbava lentamente e ela parou na sua frente.

- Chupe esse cuzinho é deixe bem babado para aprender uma lição.

Ela obedeceu e nesse momento o medo e o prazer se equilibraram em mim, a calcinha foi retirada com cuidado e então sua língua quente e macia massageou a minha entrada enquanto forçava passagem. Meu dono abria as minhas bandas apertando as minhas carnes como se fosse me rasgar, então sua ordem veio.

- Se afaste!

E antes que eu pudesse assimilar a perda do prazer o cinto atingiu meu cuzinho molhado me fazendo urrar de dor. Me joguei sobre o sofá pressionando as mãos sobre a área atingida me contorcendo e ela permanecia lá encarando a cena e se masturbando.

- Fique de quatro, cadela imunda, tire a camisola e abra bem esse buraco inútil.

Sua voz era firme demonstrando uma raiva que me fez tremer e devagar tirei a camisola me ajoelhei no sofá com o rosto enfiado no assento e abri bem meu bumbum com as mãos.

- Aguente firme pra não ser pior para você e não saia da posição.

Sua ordem chegou junto com outro açoite seguido de vários outros, mas eu iria aguentar, ela continuava olhando e eu não deixaria ela pensar que sou fraco ou desobediente.

Quando acabou senti seu cuspe grosso atingir meu centro inchado e ardido, meu corpo tremia enquanto meu bumbum pegava fogo. Ele foi muito cruel dessa vez, mas não pararia por aí.

- Monte nessa cadela imunda!

Não me movi e sem nada além do seu cuspe fui penetrado e doeu como nunca. Ela montou em mim até suas bolas grandes baterem onde as minhas deveriam estar, mas só me restava a cicatriz.

Seus golpes eram fortes e profundos que combinados a ardência me faziam ganir de dor. Aquilo parecia durar uma eternidade meu corpo já não aguentava mais suportar aquele peso.

O que eu não sabia era que ficaria pior. Ele subiu no sofá forçando o corpo pesado dela sobre o meu e me penetrou.

Aqueles dois membros me rasgando era demais meu corpo estava no limite, minha visão estava embassada. As mãos dela começaram a passear por meu corpo quando ele deu a primeira estocada.

Mãos quentes e macias desceram por minha cintura até meus peitinhos apertando meus bicos tão delicadamente contrastando com as estocadas fortes que recebia.

Meu ombro, pescoço e orelha eram alvos de seus beijos, mordidas e lambidas enquanto uma mão permaneceu em meu peito esquerdo e a outra puxou minha calcinha liberando meu pauzinho murcho.

Seus dedos envolveram meu pintinho flácido numa imitação de masturbação humilhante enquanto sua boca e a outra mão continuavam trabalhando.

Os golpes de meu dono eram tão fortes que ela nem precisava se mecher dentro de mim. Meu corpo recebeu seus estímulos, meu baixo ventre contraiu violentamente e eles perceberam.

Ele apertou minha cintura aumentando a força e velocidade, pois estava perto de me encher com sua semente e ela intensificou os estímulos enquanto gemia mais alto.

Eu gemia e gritava, a dor e o prazer brigavam em minhas entranhas, senti ela se derramando dentro de mim quando seus dentes cravaram em meu ombro e seu corpo estremeceu, mas suas mãos não paravam.

Pouco depois ele me lavou com seu sêmem como se quisesse apagar o rastro dela dentro de mim, seus urros de prazer fizeram meu corpo convulcionar e o orgasmo me atingiu, aquela água ralinha escorreu pelos dedos dela e eu desabei no sofá.

Minha consciência estava por um fio, mas voltou assim que tapas foram dados em minhas bochechas com força.

- Agora limpe a sujeira que você fez, não quero uma gota sua dentro de minha cadelinha.

Senti seus dedos e língua entrando em mim me sugando e tirando tudo de dentro de mim enquanto eu lambia suas bolas enormes e molhadas da mistura deles. Seu membro ainda duro brilhava e eu lambia com ciúmes deles terem se encontrado dentro de mim.

Com o resto de forças que eu tinha me agarrei as suas pernas e subi lambendo seu corpo peludo e suado enquanto ela ainda me abria e sugava como se fosse arrancar a minha alma pelo meu buraco, até poder olhar em seus olhos tiranos.

- Faça o que quiser comigo, eu sou sua cadelinha, mas não toque nela. O senhor é meu dono, só meu.

As lágrimas banhavam meu rosto novamente enquanto eu suplicava para que ele não a tocasse. Ele era só meu.

Sua mão se agarrou ao meu cabelo já bagunçado olhando nos meus olhos e ele me beijou. Foi o beijo mais agressivo que já recebi, podia senti toda a sua fúria possessiva e domínio e esse era o meu mundo agora.

Chupei sua língua quente e grossa quando ela invadiu minha boca me agarrando ao seu corpo preto e suado. Seu aperto em meus cabelos me fazia gemer em sua boca e sua mão firme em minha cintura reafirmava sua possessão.

O beijo terminou com um mordida em meus lábios no mesmo instante que aquela boca faminta se retirou de minha entrada destruída.

- Por sua desobediência agora você vai conhecer o quarto do castigo.

- O senhor sabe do que eu preciso faça o que achar melhor, só não toque em mais ninguém além de sua cadelinha.

- Uma cadelinha ciumenta.

- A sua cadelinha, meu senhor! Eu te amo, Esdras, e aceito tudo que vier de você! Eu aceito viver isolado do mundo, aceito seus castigos, aceito ser violado quando e como você quiser, mas não dê o seu corpo e o seu sêmem a mais ninguém além de mim.

Ele não disse nada apenas me pegou no colo e seguiu para o quarto. Assim que a porta destravou e entramos uma luz baixa acendeu no teto ao redor do quarto o deixando com aspecto macabro.

Me encolhi em seu colo fungando em seu pescoço, ele andou até o meio do quarto e me colocou numa maca com várias faixas de couro que logo prenderam firmemente minhas mãos acima da minha cabeça, meu pescoço, minha cintura, minhas coxas e meus tornozelos.

Eu estava imóvel completamente a sua mercê. Eu só podia ver o teto escuro acima de mim enquanto ouvia ele andar pelo quarto. Senti algo com a ponta grossa forçar passagem por minha entrada e depois se mover dentro de mim enquanto ele mexia.

- Isso que eu estou colocando em você é a famosa pêra da angústia, é um objeto de ferro tipo uma pêra que se abre dentro de você. Antigamente te rasgaria inteiro, mas hoje só machuca um pouco se puchar.

Eu não tinha nem palavras para responder algo, mal conseguia ver seu rosto na penumbra. Senti algo grosso sendo empurrado pela minha uretra e ardeu muito, mas eu não conseguia movimentar um músculo.

- Isso aqui vai ensinar a minha cadelinha a não gozar sem o consentimento de seu dono.

Ele chupou e mordeu os bicos dos meus peitos até quase rachar e prendeu um grampo forte em cada um deles, depois colocou uma coisa plástica nos cantos da minha boca que não a deixava fechar e puxou minha língua com força prendendo um grampo maior nela.

- Agora você vai aprender a me obedecer sem pensar em mais nada.

Primeiro senti na língua, um choque forte que demorou uns 5 segundos e assim que parou seguiu pros bicos dos meus peitos, meu pinto e por fim meu cuzinho. Foi terrível, eu mal conseguia respirar entre uma descarga e outra.

Meu corpo tremia e ficou pior quando quando atingia áreas combinadas até que as quatro áreas foram atingidas de uma vez cada vez mais forte, meus olhos chegavam a revirar.

Perdi a noção do tempo, meu corpo tremia sem controle, então tudo aquilo foi tirado do meu corpo. Suas mãos deslizaram por minha pele macia e perfumada trazendo conforto e presença.

- Você está se tornando uma cadelinha perfeita! Agora não se mova e tudo ficará bem!

Ouvi ele falar, mas sua voz estava tão longe assim como o barulho de metal tilintando, quando olhei pro lado lá estava ela com seus peitos ainda de fora e o vestido suspenso até a cintura revelando seu pênis ereto sentada num banco alto.

- Pode começar!

Meu corpo foi higienizado e o barulho do motor tomou conta do quarto perdi a noção do que estava acontecendo comigo, minha consciência ia e voltava e a dor generalizada permanecia dentro e fora do meu corpo já sem forças imobilizado pela dor.

Fui virado, aberto, levantado e por fim a escuridão venceu. Acordei vendo o céu tingido pelas cores do pôr do sol pela fresta da cortina. Meu corpo trêmulo ainda latejava e ele estava lá me olhando da poltrona.

Ele levantou e me fez engolir alguns comprimidos depois me deu um mingau coberto por seu sêmem e um copo de leite morno.

- Você precisa se alimentar bem pra se recuperar logo.

Sem esperar fui erguido da cama por seus braços fortes, ele me colocou de frente para o espelho deixando o cobertor cair e a visão me deixou sem palavras, minhas pernas falharam e ele me apoiou em seu peito.

Na lateral do meu pescoço tinha um coração com a letra "E" no meio, contornando a auréola do meu peito direto estava escrito "vadia de Esdras" e no esquerdo "putinha de Esdras" e bem abaixo dos meus peitos tinha escrito " Propriedade de Esdras" na minha virilha esquerda tinha "inútil" e na direita "bichinha".

No centro da minha coluna a marca iniciava na base do pescoço com uma rosa preta e descia letra por letra "cadelinha do Esdras" finalizando com uma coleira.

Na base da minha coluna tinha "a buceta de Esdras" com uma seta apontando para minha entrada, no bumbum direito duas pimentas bem vermelhas e no esquerdo um símbolo redondo como as marcas de gado com a letra "E" no centro.

Tudo estava escrito com letras tão bonitas e coloridas que nem pareciam degradar a minha existência, meu corpo, minha mente e minha alma estava marcados não apenas pela sua violência, mas com tinta e isso era permanente.

Se eu já me sentia sua propriedade de fato, aquilo selou tudo no fundo da minha mente. Passei os dedos por cada parte do meu corpo violado constatando a minha falta de controle sobre mim mesmo.

Meu corpo era usado conforme a vontade dele sem nenhum pudor, sem nenhuma consulta sobre a minha vontade ou opinião e ele se sentia orgulhoso por isso.

- Quem sabe agora com o seu corpo marcado como minha propriedade você aprende de uma vez a se colocar no seu lugar.

Eu não tinha palavras para responder e minha língua ainda estava dormente com os choques, apenas encarei seus olhos no espelho.

- Eu mando e você obedece sem pensar, simples assim, como uma cadelinha bem adestrada pelo seu dono.

Enquanto ele falava calmamente sua mão direita mexia em meu pintinho que agora tinha sumido completamente restando só um excesso de pele que ele puxava enrolando no seu dedo.

- Veja só o que sobrou do antigo Danilo. Uma coisa inútil e insignificante, um monte de pele e se você voltar a usar isso para gozar novamente eu mesmo corto. Você goza pelo cu quando eu mando, entendeu?

Só consegui assenti balançando a cabeça. Fui levado para o banheiro onde ele me lavou com um cuidado que nunca teve me explicando que ele cuidaria de cada tatuagem para não infeccionar.

Apesar de ter uma proteção sobre cada uma delas ele foi bem cuidadoso até quando passou a pomada em minha entrada inchada.

Os dias se passaram e agora ele só hidratada bem a minha pele principalmente as tatuagens. E eu estava bem mais atento às suas vontades e o obedecia sem pensar.

Agora eu já estava acostumado com as tatuagens e até tinha orgulho de ter seu nome escrito em minha pele quando ele poderia ter colocado qualquer outra coisa.

Como eu estava machucado ficamos alguns dias sem sexo e também por conta das tatuagens, foram muitas de uma só vez e em vários lugares, mas nossas noites se tornaram diferentes.

Eu me deitava de lado entre suas pernas e enquanto ele assistia seu futebol eu ficava livre para cheirar, beijar, lamber e chupar suas bolas enormes e seu membro grande e grosso.

E assim eu dormia da forma que eu mais gostava enquanto ele fazia carinho em meus cabelos e eu sentia seu cheiro de macho em meio aos seus pelos fartos depois de beber seu sêmem.

Continua ....

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos