#Gay #Incesto #Teen #Traições

Padrasto e Enteado: Na Linha do Limite - III

3.3k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
FAMILYDICK

Novas regras são aplicadas a Britain e uma discussão no escritório a tarde se torna uma relação de dominação e silêncio.

A claridade da manhã invadiu o quarto assim que as cortinas foram abertas com um puxão ríspido. Britain deu um salto na cama, piscando contra a luz forte que agredia seus olhos pesados de sono. Ele mal havia conseguido dormir quatro horas seguidas, e o corpo inteiro cobrava o preço em uma dor contínua e incômoda.

— Oito horas da manhã. Já passou da hora de levantar — a voz de Bishop ressoou pela suíte, limpa, impecável e desprovida de qualquer traço da madrugada.

Ele vestia uma calça social preta e uma camisa polo azul-marinho que ajustava perfeitamente no tórax. Parecia um pai dedicado garantindo o cumprimento da rotina do enteado suspenso.

Britain puxou o cobertor até a altura do peito, encarando o padrasto com o peito arfando devagar. O medo e a vergonha da noite anterior estavam ali, mas temperados por uma raiva impotente que começava a borbulhar em seu sangue.

— A minha mãe já foi pro hospital? — perguntou o garoto, a voz rouca do sono.

— Saiu há meia hora. O plantão dela hoje vai até a noite — respondeu Bishop, caminhando até o pé da cama com os braços cruzados. Ele olhou Britain de cima a baixo com um desdém calculado. — O que significa que a sua supervisão fica integralmente comigo. A partir de hoje, a sua suspensão não vai ser um descanso e eu dei folga para nossa empregada.

Bishop tirou do bolso uma folha de papel dobrada e a jogou sobre a colcha.

— Aí está a sua nova rotina. Tarefas da casa, organização da biblioteca do meu escritório, manutenção do jardim dos fundos e horários rígidos para estudo. Sem celular, sem televisão e sem visitas. Você perdeu esses privilégios no momento em que decidiu acender aquele cigarro na escola.

Britain pegou o papel com a mão levemente trêmula. A lista era extensa, repleta de horários cronometrados como em um regime militar.

— Você tá de brincadeira comigo... — murmurou Britain, encarando os tópicos antes de erguer os olhos para o homem. — Você não é meu pai, Bishop. Você não pode me trancar aqui e agir como se fosse o meu dono.

Um sorriso lento e perigoso surgiu no canto dos lábios de Bishop. Ele deu um passo à frente, debruçando-se sobre a borda da cama até ficar a poucos centímetros do rosto de Britain. A pressão da sua presença fez o ar desaparecer dos pulmões do garoto.

— Eu sou o homem que mantém o teto sobre a sua cabeça, Britain — sussurrou Bishop, abaixando a voz para aquele tom denso que fazia os pelos do braço do jovem se arrepiarem. — E, depois da noite passada, nós dois sabemos muito bem quem é o dono de quem nesta casa.

Bishop deu dois tapinhas leves e condescendentes no joelho do garoto por cima do cobertor.

— Quero o andar de baixo limpo e os livros do meu escritório organizados por ordem alfabética até as duas da tarde. Não me faça ter que vir cobrar você de novo.

Sem esperar resposta, Bishop virou-se e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Britain soltou o ar que segurava, cravando as unhas no papel até amassá-lo no seu pavor silencioso.

O som constante do espanador de penas passando sobre a madeira escura da biblioteca do andar de baixo era o único ruído na casa silenciosa. O relógio de parede marcava uma da tarde. Britain vestia um short de moletom largo e uma regata cinza, as pernas doendo a cada movimento mais brusco ao se abaixar ou esticar o corpo.

Cada prateleira da imensa estante que cobria a parede da sala de estar parecia um lembrete do controle obsessivo de Bishop. Tudo tinha seu lugar exato.
Britain passou a mão pela parte inferior das costas, soltando uma respiração pesada ao sentir a rigidez da própria musculatura. A sensação de violação ainda queimava por dentro, mas a fúria começava a tomar o espaço do pavor puro. Ele encarou a folha amassada com as instruções do padrasto, jogada sobre a mesa de centro.

O barulho de passos firmes descendo a escada fez o garoto se tencionar imediatamente.

Bishop desceu os últimos degraus com uma pasta de couro na mão. Ele usava óculos de armação fina para leitura, o que lhe conferia um ar ainda mais austero e distante. Ele parou no centro da sala, olhando ao redor com uma análise minuciosa antes de fixar os olhos em Britain.

— Ficou faltar tirar o pó dos livros da prateleira superior — apontou Bishop, a voz baixa, fria e analítica. — E a mesa de centro ainda tem marcas de copos.

Britain engoliu o seco, apertando o espanador com tanta força que os nós dos seus dedos ficaram brancos. Ele ergueu o queixo, tentando sustentar o olhar do homem.

— Eu já limpei essa sala inteira desde as nove da manhã — a voz do jovem saiu carregada de ressentimento. — Eu não sou seu empregado, Bishop.

— Você é o meu enteado suspenso — corrigiu Bishop de imediato, dando passos lentos e medidos em direção ao garoto. Ele tirou os óculos e os guardou no bolso da camisa. — E enquanto estiver sob a minha responsabilidade, vai cumprir o que eu determinar. Respeito é a primeira coisa que você vai aprender esta semana.

— Respeito? — Britain soltou uma risada curta e amarga, a audácia surgindo num ato de desespero. — É assim que você chama o que fez comigo no carro? E no meu quarto? Você fala de respeito, mas é um...

Antes que Britain pudesse terminar a frase, Bishop deu dois passos rápidos e segurou o garoto pelo pescoço, pressionando-o contra a estante de livros de madeira maciça. Vários volumes tremeram na prateleira com o impacto.

O ar sumiu dos pulmões de Britain. As mãos do homem não apertavam a ponto de sufocá-lo completamente, mas a força exercida sobre sua traqueia era um aviso claro e letal de quem detinha o controle absoluto.

— Me meça muito bem antes de terminar essa frase, Britain — rosnou Bishop, os olhos escuros ardendo a poucos centímetros dos dele. — Você não está no colégio conversando com seus coleguinhas. Se você tentar usar isso contra mim ou abrir a boca para a sua mãe, você perde tudo. A sua reputação, a sua casa e a pouca liberdade que lhe resta.

Britain cravou as unhas no pulso de Bishop, tentando em vão soltar o aperto, o peito subindo e descendo descontroladamente enquanto a proximidade do corpo do padrasto voltava a fazer seu sangue ferver numa mistura assustadora de pavor e submissão.

Bishop sustentou o aperto no pescoço de Britain por mais alguns segundos angustiantes, sentindo o pulso acelerado do jovem disparar sob seus dedos. Ele só soltou o garoto quando viu a cor fugir do rosto de Britain.

O jovem desabou um passo para a frente, tossindo e levando as duas mãos à garganta, buscando o ar desesperadamente.

— Para o escritório. Agora — ordenou Bishop, a voz caindo para um sussurro gelado, sem alterar o tom impecável.

Ele nem esperou o enteado se recompor. Bishop virou-se e caminhou em direção à porta dupla de madeira de lei no fundo do corredor, empurrando-a e deixando-a encostada.

Britain encostou as costas na estante por um instante, a respiração entrecortada e o peito arfando. A marca dos dedos de Bishop começava a avermelhar a pele clara do seu pescoço. Uma parte do seu cérebro gritava para ele correr até a porta da frente, trancar-se do lado de fora e esperar pela mãe na rua. Mas a voz da razão e o medo paralisante da ameaça de Bishop falava mais alto: ele não tinha para onde ir e Helena jamais acreditaria nele sem provas destruidoras que arruinariam toda a família.

Mancando levemente pela dor residual nas pernas, Britain caminhou pelo corredor. Cada passo em direção ao escritório parecia uma marcha para o abate.

Ele empurrou a porta pesada de madeira e entrou.
O escritório de Bishop era o cômodo mais frio da casa. As paredes cobertas de painéis de jacarandá, a mesa de centro de vidro espesso, as poltronas de couro preto e as persianas fechadas criando um ambiente de luz tênue e claustrofóbica. Bishop já estava atrás da grande mesa de trabalho, de costas para a porta, olhando para a rua através das frestas da persiana com as mãos cruzadas atrás do corpo.
O som da porta se fechando quando Britain a empurrou fez o homem se virar devagar.

— Tranque — instruiu Bishop, sem qualquer pressa.
Britain travou com a mão na maçaneta. A ordem era simples, mas o peso daquele gesto selava qualquer margem de fuga.

— Bishop... por favor — murmurou o garoto, a voz falhando em um apelo desesperado.

— Tranque a porta, Britain. Não vou repetir.
Sua mão tremeu, mas o garoto girou a chave de metal. O clique seco da fechadura soou como a sentença final no silêncio do cômodo.

Bishop contornou a mesa de jacarandá com passos lentos, os olhos cravados no enteado como um predador encurralando a presa no canto do território. Ele parou a poucos centímetros do garoto, estendendo a mão para erguer o queixo de Britain com dois dedos, forçando-o a olhar para ele.

— Essa fúria toda no seu olhar... — disse Bishop, o tom surpreendentemente aveludado enquanto o polegar acariciava a pele vermelha do pescoço de Britain. — Não é raiva de mim, garoto. É raiva de você mesmo por saber que, por mais que tente lutar, você quer exatamente o que acontece quando a porta se fecha.

Britain engoliu em seco, tentando negar com a cabeça, mas os olhos claros e assustados traíam a faísca confusa de antecipação que queimava no fundo da sua alma.

As palavras de Bishop ficaram suspensas no ar frio do escritório, afiadas como lâminas. Britain tentou desviar o olhar, mas o aperto no seu queixo se intensificou, mantendo sua cabeça fixa. A proximidade do padrasto, o calor que emanava do seu peito, o cheiro forte de seu perfume misturado à ameaça implícita, fazia o estômago do garoto dar nós apertados.

— Eu não quero isso... — mentiu Britain num fio de voz, o peito subindo e descendo em arfadas curtas. — Eu odeio você.

— Odeia? — Bishop soltou um riso baixo, um som sem qualquer alegria, puramente dominador. Ele deu mais um passo à frente, prensando Britain contra a madeira da porta trancada. — Então por que o seu coração está disparado assim, Britain? Por que o seu corpo inteiro está se tremendo todo só de me ver chegar perto?

Sem dar tempo para o garoto responder, Bishop segurou a barra da regata cinza de Britain e a puxou por cima da cabeça dele num movimento bruto, jogando o tecido no chão. A pele nua do jovem arrepiou-se instantaneamente sob o ar-condicionado forte do cômodo.

— Você veio até o meu escritório porque sabia exatamente a porra que aconteceria aqui — murmurou Bishop, descendo a mão pesada pelo peito do garoto, arranhando levemente a pele com as unhas até atingir a cintura do short de moletom. — Você gosta do limite, garoto. Gosta do perigo de ser pego.

— Não... — Britain tentou segurar o pulso do homem, mas suas mãos não tinham força real. O toque de Bishop na sua pele queimava, disparando uma onda avassaladora de eletricidade que invalidava qualquer tentativa de resistência.

Bishop inclinou-se e cravou a boca no pescoço do enteado, exatamente sobre a marca vermelha que seus dedos haviam deixado minutos antes. Ele sugou e mordeu a pele com força, arrancando um gemido agudo e abafado de Britain, que jogou a cabeça para trás contra a porta.

Com uma mão, Bishop dominou os dois pulsos do jovem, prendendo-os no alto da porta, acima da cabeça dele. Com a outra, baixou o short de moletom e a cueca de Britain de uma só vez, deixando o garoto completamente exposto e desarmado sobre o piso frio do escritório.

— Olhe para mim — ordenou Bishop com a voz rouca, encostando a testa na do garoto enquanto se posicionava entre as pernas trêmulas de Britain. — Olhe para mim e diga quem manda em você.

Britain abriu os olhos marejados. A humilhação de estar preso contra a porta de entrada do escritório, completamente vulnerável ao domínio do padrasto, fundia-se a um prazer sombrio e proibido que ele já não conseguia mais mascarar.

— Você — Britain engoliu o choro, os lábios entreabertos e trêmulos, rendendo-se ao olhar escuro e implacável do homem que o possuía.

A tensão acumulada no espaço fechado atingiu o ponto de ruptura. Bishop deu meio passo para trás, sem romper o contato visual, e soltou o próprio cinto de couro. O estalo do metal ressoou como um eco no cômodo silencioso. Ele abriu o zíper da calça social, botando seu pau pra fora com a calma de quem domina cada segundo da situação.

— De joelhos — ordenou Bishop, a voz caindo para um tom grave, denso e sem espaço para hesitação. — Mostre o quanto você é obediente antes de ter o que quer.

Britain engoliu em seco. Com o corpo ainda trêmulo e a pele arrepiada pelo ar gelado do escritório, ele desceu devagar até o piso de madeira. Ajoelhado à frente de Bishop, o garoto ergueu o rosto, com a respiração descompassada e os olhos marejados fixos no homem maduro. Sem que Bishop precisasse repetir a ordem, Britain avançou e envolveu a rola do padrasto com a boca.

A reação de Bishop foi imediata. Ele cravou os dedos grandes nos fios loiros de Britain, soltando um rosnado baixo e gutural no topo da cabeça do jovem. Britain ditava o ritmo da mamada com uma entrega desesperada, sentindo o calor exalando da pele de Bishop enquanto ouvia os suspiros contidos do homem ecoarem pela sala trancada. Bishop assumiu o controle dos movimentos, empurrando a cabeça de Britain para a frente em estocadas lentas e fundas, marcando o ritmo da submissão do enteado até que o garoto estivesse completamente entregue ao ato.

— Chega... levante — murmurou Bishop, puxando Britain pelos cabelos com firmeza calculada.
Britain subiu meio tonto, com os lábios entreabertos e ruborizados. Antes que pudesse se recompor, Bishop o virou de frente para a pesada mesa de jacarandá, empurrando o peito do jovem contra a superfície fria e deitando-o de debruços.

O contraste da madeira gelada no peito nulo de Britain fez o garoto arfar. Bishop inclinou-se por cima dele, cobrindo-o com seu peso, e afastou as pernas de Britain com o joelho. Mas, em vez da invasão bruta e direta que Britain esperava, o homem desceu as mãos pelas coxas do rapaz, erguendo o quadril de Britain para deixá-lo totalmente exposto.

Bishop baixou o rosto até a bunda de Britain. Quando a língua quente e úmida do homem tocou a entrada de seu cuzinho extremamente sensível e ainda dolorido da sua abertura, Britain soltou um arquejo alto, cravando as unhas na borda de madeira da mesa.

— Bishop... — o nome escapou em um sussurro arranhado e involuntário.

O contraste era avassalador: a boca de Bishop trabalhava com uma precisão firme e devassa, alternando linguadas largas com pressões diretas no centro do cuzinho rosa do jovem. Britain fechou os olhos com força, o corpo inteiro entrando em espasmos fracos. A dor e a vergonha da invasão se dissolveram rapidamente sob uma onda de calor avassaladora e desconhecida, fazendo o quadril do rapaz empurrar involuntariamente de volta contra o rosto do padrasto, implorando por mais.

Bishop afastou o rosto por um instante, apenas o suficiente para apreciar a imagem do rapaz arfando, completamente entregue e com o quadril elevado sobre a mesa. Sem dar margem para que Britain recuperasse o fôlego, o homem segurou a cintura do enteado com uma firmeza avassaladora e posicionou seu pau no cuzinho já preparado e sensível.

— Olhe para o vidro — rosnou Bishop no ouvido de Britain, a voz rouca e carregada de uma autoridade implacável.

Britain ergueu os olhos marejados e encarou o próprio reflexo no topo de vidro da mesa. Ele podia ver a silhueta de Bishop cobrindo suas costas, a diferença de estatura, a posse absoluta. Antes que pudesse processar a imagem, Bishop empurrou seu pau para dentro de uma só vez, preenchendo-o por completo num único movimento longo e profundo.

Um gemido agudo e arranhado escapou da garganta de Britain, abafado contra o tampo da mesa. O impacto inicial fez seu corpo tencionar, mas a preparação prévia transformou o choque em uma sensação avassaladora de plenitude e queimação.

Bishop não esperou. Ele começou metendo em um ritmo firme, pesado e cadenciado, cravando as mãos nos quadris de Britain para ditar cada estocada. O som do corpo do homem colidindo contra o do rapaz e o rangido discreto da mesa de jacarandá preenchiam o escritório trancado. A cada investida funda, o reflexo no vidro lembrava Britain da sua total submissão, destruindo qualquer réstia de negação que ainda restasse em sua mente.

— Isso... continue olhando — exigia Bishop, puxando a cabeça do rapaz levemente pelos cabelos para manter seus olhos fixos na mesa enquanto acelerava os impulsos. — Você é meu, Britain. Nesta mesa, nesta casa, em qualquer lugar.

Britain já não lutava mais. O choque inicial derreteu-se por completo sob uma onda de prazer visceral e proibido. Ele fechou os olhos por um segundo, cravando os dedos nas bordas de madeira, e começou a empurrar o quadril de volta, correspondendo ao ritmo brutal que o padrasto impunha. Os gemidos baixos do jovem agora eram de pura entrega, uma rendição definitiva ao domínio do homem.

O ápice veio rápido e devastador. Bishop segurou o pescoço de Britain com uma das mãos, pressionando o corpo do rapaz contra a mesa até o limite, e gozou fundo nele com um rosnado grave que ecoou pelo cômodo.

Por longos segundos, o único som na sala foi a respiração ruidosa e entrecortada dos dois. Bishop permaneceu imóvel por um momento, desfrutando da vitória e do controle absoluto, antes de se retirar devagar.

Britain desabou de bruços sobre o vidro frio, a pele suada, o peito subindo e descendo em espasmos. Ele ouviu o som do zíper da calça de Bishop sendo fechado e o ajuste impecável das roupas do homem, como se nada tivesse acontecido.

— Limpe a mesa, se ajeite e volte para o seu quarto — disse Bishop, a voz retornando instantaneamente ao tom frio, limpo e distante de sempre. Ele caminhou até a porta, girou a chave e olhou para trás uma última vez. — Helena chega em poucas horas. Não quero ver uma única marca de bagunça aqui.

A porta do escritório se fechou, selando o fim da foda. Deitado sobre a mesa fria, marcado e definitivamente transformado, Britain sabia que a ilusão de resistência havia acabado de vez. Ele pertencia a Bishop, e aquele território hostil agora era a sua nova realidade.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos