Ano novo com o senhor exibicionista 3
O quarto estava mergulhado no silêncio pesado das cinco da manhã, interrompido apenas pela respiração ruidosa das tias-avós. Quando a tela do celular iluminou o rosto de Lia, o contraste da imagem na chamada de vídeo a deixou sem fôlego. Não era apenas uma ligação; era uma convocação.
Ver Sara nua, entregue a Ismael no banco de trás do carro, despertou em Lia uma mistura de ciúme e uma necessidade avassaladora de ser incluída. O tom de comando de Ismael — venha aqui — não admitia discussão.
Ela se moveu como um fantasma pela casa. Seus pés descalços mal tocavam o chão frio. O corpo ainda guardava a memória da noite anterior, a pele sensível sob a regata e a calcinha rosa que Ismael havia colocado nela. Ao chegar à garagem, o cheiro de combustível misturava-se ao aroma inconfundível de sexo que escapava pelas portas abertas do carro.
Lia parou à entrada da garagem, as mãos presas ao lado do corpo, observando a cena. A luz interna do carro criava sombras dramáticas. Ismael estava por cima de Sara, seus movimentos eram brutos e ritmados, fazendo o carro balançar levemente sobre a suspensão. Sara tinha a cabeça jogada para trás, os olhos fechados, emitindo gemidos baixos que ecoavam no teto baixo da garagem.
Ismael, sentindo a presença de Lia sem precisar desviar o olhar de Sara, soltou um rosnado de satisfação.
— Você demorou, pequena — ele disse, a voz rouca, sem interromper as estocadas. — Chegue mais perto. Veja o que acontece com meninas que não dormem quando eu mando.
Lia obedeceu, hipnotizada. Ela se aproximou da porta aberta, o calor vindo dos corpos dentro do veículo atingindo seu rosto. Sara abriu os olhos e, ao ver a prima ali, esticou a mão em sua direção, num convite silencioso.
— Ele é imparável, Lia... — Sara ofegou, a voz trêmula. — Ele quer nós duas. Agora.
Ismael parou o movimento por um segundo, olhando fixamente para Lia. O desejo em seus olhos era uma chama viva. Ele estendeu a mão grande e agarrou a nuca de Lia, puxando-a para dentro do carro, forçando-a a encarar de perto a união dele com Sara.
— Ajoelha — ele ordenou, os olhos queimando. — Mostre para a sua prima o que você aprendeu no jardim.
Lia obedeceu sem hesitar. Ela se ajoelhou ali, entre as pernas abertas de Sara. A luz do carro refletia no líquido que escorria da buceta de sua prima — a prova do prazer que Ismael acabara de lhe dar. Com uma entrega surpreendente, Lia começou a lamber, limpando cada vestígio do gozo de Ismael com sua boca. O sabor era intenso, uma mistura de sexo e sal que a fez sentir uma onda de calor percorrer seu próprio corpo, já excitado.
Ismael assistia a tudo, uma expressão de satisfação predatória em seu rosto. Manipular as duas primas de apenas 14 anos, vê-las obedecer aos seus comandos, o fazia sentir-se no auge do poder. Ele sorriu.
— Muito bem, Lia — Ismael elogiou, a voz grave e autoritária. — Tão obediente. Você realmente sabe como agradar seu mestre. Limpando sua prima como uma boa menina.
As palavras dele eram um fogo que queimava Lia, acendendo seu desejo de ser cada vez mais a "menina malvada" que ele queria. Ela continuou seu trabalho, sugando a evidência, enquanto Sara gemia baixo, a mão enterrada nos cabelos de Lia, empurrando-a para mais perto, compartilhando o mesmo prazer perverso da submissão.
O pênis de Ismael, já pulsando com nova vida, ficava à altura dos olhos de Lia, uma tentação irresistível.
— Eu sabia que você seria assim — Ismael sussurrou, os olhos fixos na boca de Lia que limpava Sara. — Eu sabia que essa inocência escondia uma verdadeira vagabunda.
Lia estava deitada sobre Sara, os dois corpos femininos suados e entrelaçados no banco do carro. O contato era elétrico; os peitos se esfregavam com o movimento, fazendo com que os mamilos de ambas, rígidos pelo frio da madrugada e pela excitação, gerassem faíscas de prazer a cada roçar. Abaixo, as bucetas estavam coladas, e Sara, com os olhos revirados, movia o quadril com urgência, buscando o atrito entre os clitóris que enviavam ondas de choque por suas espinhas.
Atrás delas, Ismael era o motor daquela engrenagem. Ele segurava a cintura de Lia, mantendo-a pressionada contra a prima enquanto a penetrava com força e profundidade. Cada estocada dele empurrava o corpo de Lia mais contra o de Sara, fundindo as duas numa massa única de desejo.
— Aaaaah... perfeitas — Ismael rugiu, a voz carregada de uma satisfação triunfante. Ele via suas duas fantasias mais perversas se materializarem ali, em suas mãos.
Para Lia, a sensação era avassaladora. Ter o pau de Ismael a preenchendo enquanto sentia a maciez e o calor do corpo de Sara, beijando a prima com uma entrega total, levava sua mente a lugares que ela nunca imaginou. Mais do que o prazer físico, havia a satisfação psicológica. Saber que ela era a peça principal que realizava os desejos sombrios de Ismael a preenchia de uma forma doentia e maravilhosa. Ela sentia um êxtase quase religioso em agradar o seu mestre.
— Mais... Ismael... mais! — Lia pedia entre os beijos de Sara, a voz abafada pela língua da prima.
Ismael não as poupou. Ele aumentou o ritmo, as mãos descendo pelas costas de Lia até encontrar o quadril de Sara, conectando os três em um ciclo fechado de luxúria, enquanto os primeiros raios de sol começavam a ameaçar o horizonte, sinalizando que o tempo do segredo estava chegando ao fim.
(Nossa tô até com vergonha de postar a continuação desse conto pois eu demorei tanto, meses… mas mesmo assim espero que vocês gostem. Nem vou dar desculpa, mas saibam que não tem um dia que não pense em escrever mais e ter contato com vocês.)
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Comentários (1)
Ted: Que bom que você voltou. Espero que fique. Mas, se ainda não puder, cuide-se bem e volte quando possível.
Responder↴ • uid:1ephnafy6pn9