#Gay #Teen #Virgem

O estagiário de biologia da minha escola

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Diego C

Na adolescência é quando a gente descobre as coisas mais gostosas da vida.

Oi, eu sou o Diego, e esse conto é 100% verídico. Recentemente trouxe a relato da minha viagem com meu namorado ao Japão e como nos subjugamos o primo dele. Agora resolvi voltar ao tempo e contar como foi minha primeira foda com um homem.
Para quem ainda não me conhece, Eu tenho 1,83m de altura. Não sou aquele cara brutamontes, gigante de academia, mas meu corpo é o que chamam de 'traçado'. Sempre fui aquela criança gordinha que acabou criando um bom hábitos de treinos de academia e do treino de karatê, e isso moldou meu corpo no que é hoje, sou branco, tenho olhos azuis que puxam para o esverdeado dependendo da luz, e o cabelo castanho meio loiro e um dote de 19 cm e BEM grosso.

Aos 16 anos, eu ainda não conseguia deixar de me sentir aquele garoto gordinho que se escondia nas últimas fileiras da sala. Mas o espelho não mentia mais. O karatê que iniciei aos 12anos e a natação que entrei depois para ocupar o tempos mais o estirão que todo adolescente da por volta dos 13 anos tinham feito o trabalho sujo: me deixou com acima da média de altura da minha turma, e a gordura da infância tinha sido derretida e moldada em músculos longos e secos. Meus ombros estavam ganhando aquela largura em "V", e minha pele branca, que antes eu tentava esconder, agora eu fazia questão de expor. Eu aos 15 comecei a namorar a Letícia, e entre nós as coisas eram "normais", ela foi a garota que sempre esteve junto a mim, mesmo quando eu era gordinho, e com a mudança de corpo me sentir mais seguro e ela estava lá quando os hormônios começaram a aflorar, mas parecia que eu vivia em uma espécie de transe, não percebia que sempre tive olhares que me seguiam no corredor e nunca foram de deboche como eu imaginava sobre o meu peso, mas de cobiça, e que ficaram mais evidentes quando meu físico mudou.

Letícia eralinda, e já tínhamos passado da fase das descobertas, foi com quem eu tive a minha primeira relação sexual. Depois de alguns meses ja mantínhamos uma vida sexual ativa. O sexo com ela era legal, ela sempre dizia que era incrível e gozava toda vez que estávamos transávamos. Eu achava aquilo gostoso, mas nem de longe era aquilo tudo que as pessoas falavam sobre sexo. Faltava um choque, uma voltagem que fizesse meu sangue ferver de verdade. Eu achava que o sexo era apenas aquilo: uma troca de carinhos um pouco mais intensa que terminava em um alívio passageiro.

Até aquele momento, minha relação com o corpo masculino era puramente estética, quase técnica. Durante toda a minha adolescência, enquanto eu lutava contra a balança, meus olhos buscavam outros homens com uma admiração silenciosa. Eu observava o desenho de um ombro, a firmeza de um braço ou a definição de um abdômen como quem estuda uma meta a ser alcançada. Eu acreditava piamente que aquele interesse era apenas o desejo de ter aquele biotipo, uma busca por uma estética que me validasse.

Os dias se seguiram em uma rotina que, na superfície, parecia puramente acadêmica, mas que para mim havia se tornado um campo de minas sensorial. As aulas de biologia agora eram o ponto alto do meu dia. Eu me pegava em um estado de vigília constante, com um olhar cada vez mais analítico voltado para o Arthur.
Ele começou a abandonar as camisas sociais rígidas dos primeiros dias. Passou a usar calças jeans que, embora discretas, modelavam suavemente as pernas e os contornos das panturrilhas enquanto ele caminhava entre as fileiras. Quando ele se virava para escrever na lousa, o tecido tensionava na bunda e nas coxas, e eu sentia um calor súbito percorrer meu rosto. As camisas de manga curta agora revelavam o que antes eu só imaginava: um bíceps torneado que preenchia a manga com uma firmeza instigante.

Ao meu redor, o murmúrio das meninas era constante: 'O professor é muito gato', 'Ele é perfeito'. Pela primeira vez, eu não me sentia apenas um observador neutro; eu concordava com cada palavra. Inconscientemente, eu já estava rendido àquela estética.

Minha facilidade com as exatas e as biológicas acabou se tornando a minha "passagem vip" para perto dele. Quando Arthur lançou o programa de monitoria, ele não hesitou em me convidar. Acabamos sendo apenas três monitores de turmas diferentes, o que reduziu drasticamente o círculo ao redor dele.
A relação fluía com uma naturalidade perigosa. Por termos idades próximas, a barreira 'professor-aluno' começava a se tornar mais fina. Durante as reuniões de monitoria, a proximidade física era inevitável. Arthur cruzava o olhar comigo com uma frequência que não era comum; eram encaradas de segundos que pareciam durar horas, onde o silêncio dizia muito mais do que os termos técnicos sobre mitocôndrias ou genética.

Eu via o brilho nos olhos dele quando eu resolvia uma questão complexa, uma mistura de orgulho e algo mais profundo.

Numa determinada tarde, o laboratório de biologia estava mergulhado em um silêncio incomum. Os outros dois monitores não apareceram, e eu me vi sozinho com o Arthur, preparando as lâminas para a aula que começaria em breve. O cheiro de álcool e reagentes parecia intensificar o perfume amadeirado que emanava dele.

Eu estava curvado sobre um dos microscópios, tentando ajustar o foco de uma lâmina de tecido epitelial, mas a imagem insistia em ficar turva.

— Professor, pode me ajudar aqui? Acho que o ajuste fino está travado — chamei, sem tirar os olhos da ocular.

Ouvi o som dos passos dele no piso de granilite. Eu ia me levantar para dar espaço, mas Arthur foi mais rápido. Ele não esperou que eu saísse; ele se aproximou por trás, cercando meu corpo entre o dele e a bancada de mármore. Senti o calor do peito dele se apoiar suavemente contra as minhas costas, uma pressão firme que fez meu coração disparar. Minha altura, que eu tanto me orgulhava, parecia subitamente irrelevante diante da presença dele que me envolvia.

Eu conseguia sentir a respiração dele perto do meu ouvido, o ritmo calmo que contrastava violentamente com a minha pulsação acelerada. Arthur esticou os braços por cima dos meus ombros, as mãos firmes se movendo com precisão para ajustar os parafusos do aparelho.

— O segredo é a sensibilidade, Diego... — ele sussurrou, a voz grave vibrando tão perto que os pelos da minha nuca se arrepiaram. — Às vezes, você só precisa de um toque mais leve.

Ele terminou o ajuste e permaneceu ali por um segundo longo demais, o corpo colado ao meu, antes de se afastar minimamente.

— Prontinho. Confira aí.

Eu mal conseguia enxergar a lâmina. Meus sentidos estavam todos voltados para o rastro de calor que ele deixou nas minhas costas. A aula aconteceu como um borrão; eu cumpri minhas funções de monitor no automático, sentindo o olhar dele me seguindo por toda a sala enquanto os outros alunos preenchiam o espaço.

Ao final da aula, enquanto eu guardava as lâminas com a precisão que o karatê me ensinou, Arthur aproximou-se novamente. Ele observava meu método, a forma como eu organizava cada peça com disciplina.

— Sabe, Diego... eu converso com os outros professores e acompanho seu rendimento. Além do que vejo aqui, sei da sua dedicação nos esportes — ele começou, encostando-se na bancada com os braços cruzados, fazendo o bíceps marcar a manga da camisa. — Você demonstra uma maturidade que vai muito além dos seus 16 anos.

Ele me mapeou de cima a baixo, e dessa vez não tentou disfarçar a admiração.
— Seu físico é impressionante, claro, os esportes te deu uma presença forte. Mas é a sua responsabilidade, a forma como você assume seus compromissos, que realmente te destaca. Você não é como os outros garotos da sua idade.

Aquele elogio, vindo dele, tinha um peso diferente. Não era apenas sobre ser um bom aluno ou um bom atleta; era sobre ele estar me reconhecendo como um homem. A barreira entre nós, que já estava fina, parecia ter se tornado transparente naquele momento de calmaria pós-aula

Sustentei o olhar dele. Cada fibra do meu corpo, treinada pela disciplina do karatê, gritava para eu não desviar. Eu queria que ele visse que o garoto "maduro" que ele elogiou era real. Meus olhos mergulharam nos dele, sentindo aquela eletricidade estática que parecia arrepiar até os pelos dos meus braços.

— Obrigado, professor — respondi, minha voz saindo mais firme do que eu esperava. — Eu realmente me empenho em tudo o que me proponho a fazer. Não gosto de entregar nada pela metade.

O silêncio que se seguiu foi denso, quase líquido. Estávamos ali, parados entre as bancadas de mármore e o cheiro de álcool, em um duelo silencioso onde ninguém queria ser o primeiro a recuar. Eu sentia que havia algo suspenso no ar, uma pergunta que nenhum de nós tinha coragem de fazer em voz alta dentro daquelas paredes. Eu ainda não entendia completamente a natureza daquele magnetismo, mas sabia que, se ele desse um passo, eu não me afastaria.

Arthur foi quem quebrou o transe, limpando a garganta e desviando o olhar para uma pilha de papéis, embora o brilho nos seus olhos ainda fosse intenso.

— Diego... eu queria te pedir um favor. — Ele passou a mão pelo maxilar, parecendo escolher as palavras. — O estágio está me sufocando e a faculdade não dá trégua. Tenho uma pilha de avaliações pendentes. Você teria disponibilidade na sexta à tarde para me ajudar com a correção? Seria ótimo ter seu suporte com os gabaritos.
Senti meu rosto queimar instantaneamente. Por ser muito branco, eu sabia que minha pele estava denunciando cada batida acelerada do meu coração. A ideia de passar horas sozinho com ele, focado, era ao mesmo tempo aterrorizante e viciante.

— Claro... eu ajudo, sim — respondi, tentando controlar a respiração. — Pode ser depois do meu treino de natação? Lá pelas cinco?

Arthur me olhou de volta, e um sorriso quase imperceptível surgiu em seus lábios.
— Por mim tudo bem. Mas, nesse horário, a escola já vai estar fechada para nós. Você se importaria de ir até a minha casa? Seria um incômodo para você?

O convite caiu como uma pedra em um lago calmo, criando ondas que balançaram toda a minha estrutura. Ir à casa dele. Sair do ambiente vigiado da escola para o território íntimo dele. Senti um frio na barriga que se transformou em um calor persistente na base do meu abdômen.

— Não, incômodo nenhum — eu disse, desconcertado, sentindo o peso daquela decisão. — Eu vou.

A semana se tornou um borrão. Eu estava com a Letícia, mas minha mente estava no endereço que Arthur tinha anotado em um pequeno pedaço de papel. O desejo, que antes era uma confusão analítica sobre biotipos e estética, agora tinha um destino e um horário.

Interfonei com o coração martelando contra as costelas. A voz do Arthur pelo alto-falante soou ainda mais profunda, autorizando minha subida.

Quando a porta do apartamento se abriu, o ar condicionado gelado me atingiu, mas meu corpo entrou em combustão instantânea.

Arthur estava lá. Ele não usava camisa. Estava apenas com uma bermuda de treino acima do joelho, revelando coxas potentes e musculosas. Meus olhos travaram no peitoral dele: volumoso, definido, com um desenho perfeito que era meu objetivo ter. O abdômen era um mapa de gominhos bem traçados, e o que mais me hipnotizou foi os pelos escuros e bem aparados que preenchia o peito, e o abdômen e que seguia para dentro do cós da bermuda. Eu, que quase não tinha pelos, senti um choque elétrico ao ver aquela masculinidade bruta e madura tão perto.

— Entra, Diego. Desculpa a falta de traje, mas o calor estava insuportável até eu ligar o ar — ele disse, mas a voz dele falhou levemente

Houve um choque de silêncio. Arthur me mapeou, e dessa vez não havia mesa de laboratório entre nós. Ele viu meus ombros largos, a definição jovem e seca que a natação me deu, e o frescor da minha pele ainda exalando o perfume que eu tinha escolhido a dedo.

Mas o olhar dele não parou no meu rosto. Eu vi, com uma clareza absoluta, o momento em que os olhos do Arthur desceram.

O moletom cinza da minha bermuda era traiçoeiro. Sem a cueca para segurar, o peso e o volume do meu dote desenhavam um relevo impossível de ignorar. Eu ainda não tinha a dimensão do que carregava, mas a reação dele me deu a primeira pista. O olhar do Arthur fixou-se ali por segundos que pareceram horas; a respiração dele, antes calma, tornou-se pesada, audível.

Ele engoliu em seco, e eu vi o pomo de adão dele subir e descer. A tensão no ambiente mudou de 'professor e aluno' para 'predador e presa' em um piscar de olhos.

— O... o treino foi bom? — ele perguntou, tentando retomar o fôlego, mas sem conseguir desviar totalmente os olhos da curva acentuada que minha bermuda denunciava a cada pequeno movimento meu. — Vou pegar uma camiseta. — falou Arthur quebrando aquele silêncio e trocar de olhares .

— Ei professor, esta realmente quente, e você está em sua casa, então fique a vontade — Diego falou sem ter noção do peso da frase que avia dito e Arthur apenas apresentou um sorriso malicioso no rosto.

Arthur não foi buscar a camiseta. Ele apenas assentiu, aquele sorriso de canto ainda brincando nos lábios, e gesticulou para a mesa de centro da sala, onde pilhas de provas nos aguardavam. O ambiente era climatizado, mas o ar entre nós dois parecia denso, difícil de respirar.

— Diego... — ele começou, e o jeito que ele pronunciou meu nome fez meus pelos se arrepiarem. — Aqui não tem lousa, não tem chamada e nem outros alunos. Esquece o 'professor'. Pode me chamar de Arthur.

Sentamos lado a lado no sofá. Eu sentia o calor que emanava da pele dele. Como ele estava sem camisa e eu com uma camisa com os braços expostos, qualquer movimento fazia nossos ombros ou braços se roçarem. Estava sendo uma tortura . O cheiro de café do apartamento se misturava ao perfume amadeirado do Arthur e ao rastro de cloro que ainda saía da minha pele.

Começamos a passar os gabaritos, mas minha concentração era zero. Eu via a mão do Arthur segurando a caneta vermelha, as veias saltadas no antebraço que eu tanto admirei na sala de aula. De vez em quando, ele se inclinava para conferir uma resposta na minha folha, e o peitoral dele quase encostava no meu braço.

Depois da olhada dele eu fiquei extremamente consciente da minha bermuda de moletom. A cada vez que eu mudava de posição, o peso ali embaixo se deslocava, e eu sabia que o cinza do tecido não escondia muita coisa.

— Diego... — Arthur disse de repente, largando a caneta. A voz dele estava mais baixa, mais rouca. — Você disse que se empenha em tudo o que faz.

Ele se virou um pouco mais para mim, apoiando o braço no encosto do sofá, cercando meu espaço. O olhar dele desceu novamente para a minha bermuda, que agora exibia um volume ainda mais evidente que ainda poderia crescer mais , reagindo à proximidade dele.

— Você também se empenha em descobrir coisas novas? — Ele esticou a mão livre, não para a prova, mas para a minha coxa. Os dedos dele, quentes e firmes, apertaram o moletom, sentindo a fibra do meu músculo e, logo em seguida, a ausência total de qualquer outra peça de roupa por baixo."

— Eu estou sempre aberto a conhecer coisas novas... — sussurrei, mantendo o olhar fixo no dele, a voz vibrando com uma coragem que eu nem sabia que possuía. — Especialmente se forem coisas boas.

Arthur não esperou o fim da frase. No segundo seguinte, a mão dele, grande e quente, envolveu o volume por cima do moletom cinza. O choque foi imediato. Senti o peso da palma dele comprimindo minha carne já pulsante, os dedos longos mapeando a extensão e a rigidez do que eu carregava. O relevo na bermuda, que já estava a pleno vapor, pareceu saltar sob o toque dele. Um gemido baixo e rouco escapou da minha garganta, um som que eu nunca tinha emitido antes, carregado de um alívio e de uma urgência que me fizeram arquear o quadril contra a mão dele por puro instinto.
Impulsionado pelo som do meu próprio desejo e pela eletricidade do nome 'Arthur' na minha mente, eu avancei. Minha mão subiu com agilidade, os dedos se perdendo nos cabelos da nuca dele e a palma sentindo o calor da pele do seu pescoço. Puxei-o para mim com a força de quem não aceitava mais nenhum centímetro de distância.
Nossos lábios colidiram com uma violência faminta.

O beijo foi uma explosão de sentidos. Não houve delicadeza; foi uma colisão urgente de dois homens que vinham se devorando pelos olhares há semanas. A boca do Arthur tinha gosto de café e de um desejo proibido que ele não conseguia mais conter. Senti a textura áspera da sua barba rala contra o meu rosto, um contraste másculo que me deixou tonto de tesão. Nossas línguas se encontraram em uma dança frenética, uma disputa por domínio onde ninguém queria recuar, mas que, estranhamente, fluía em uma sintonia perfeita.

Era um beijo ardente, profundo, que parecia sugar minha alma. Eu conseguia ouvir o som úmido da nossa troca, o estalo dos lábios e a respiração pesada que ecoava no silêncio do apartamento. Enquanto nossas bocas se exploravam com uma fome insaciável, a mão dele continuava a trabalhar sobre o moletom, apertando e deslizando, sentindo a pulsação frenética do meu pau que parecia querer rasgar o tecido para sentir o toque direto da pele dele.

Estávamos em chamas. O laboratório, as provas, a Letícia... tudo tinha desaparecido. Naquele sofá, só existia o calor do peito do Arthur contra o meu, o cheiro de homem que ele exalava e a certeza de que aquele era o ápice que eu tanto busquei e nunca tinha encontrado.

Arthur não se contentou em ficar ao meu lado. Sem romper o beijo, ele se moveu com uma agilidade potente, passando a perna por cima das minhas coxas e sentando-se a cavalo no meu colo. O peso do corpo dele, denso e musculoso, criou uma pressão que me fez soltar um gemido abafado contra a sua boca. Sentir o peito dele, volumoso e firme, colidindo contra o meu peito mais seco e definido, foi o choque térmico que faltava para eu perder qualquer rastro de sanidade.

Ele interrompeu o beijo por um segundo, apenas o tempo de puxar minha camisa para cima com uma urgência febril. Eu a joguei em algum lugar do chão, e no instante em que nossas peles se tocaram sem barreiras, eu senti um calafrio elétrico percorrer cada vértebra. Arthur voltou para a minha boca com uma ferocidade ainda maior, mas logo seu rastro de fogo começou a descer.

Ele mordiscou a minha orelha, sussurrando palavras desconexas que se perdiam no som da sua respiração pesada, e desceu pelo meu pescoço. Ali, ele se demorou. Senti a pressão dos seus dentes na minha pele, lambidas quentes que me faziam arquear o corpo, enquanto minhas mãos finalmente conquistavam o território que eu tanto desejei.

Agarrei o peitoral dele com força. A textura era exatamente como eu imaginei: firme, quente e coberta por aqueles pelos curtos que faziam minhas palmas formigarem. Eu o abracei com uma fome desesperada, minhas mãos percorrendo a extensão daquelas costas largas, sentindo cada músculo tensionar sob o meu toque. Eu desci minhas palmas pela curvatura da sua lombar, sentindo a potência daquela estrutura, até chegar à sua bunda.
Apertei as nádegas dele com força, sentindo a carne firme que eu tantas vezes analisei sob o jeans das suas calças nas aulas. Era real. Estava ali, nas minhas mãos. A sensação de ter o Arthur entregue ao meu toque, enquanto ele devorava meu pescoço, trouxe um ápice de adrenalina que me deixou completamente rígido dentro da bermuda de moletom.

Eu estava sentindo o pau dele, igualmente duro, pressionando o meu quadril através do tecido das bermudas. A fricção entre nós dois era uma tortura deliciosa. Cada movimento de Arthur no meu colo era uma massagem na minha rola, e a consciência de que eu estava ali, possuindo e sendo possuído pelo homem que personificava minha maior fantasia, me levou a um nível de tesão que eu nem sabia que existia.

Arthur desceu o rastro de beijos com uma lentidão calculada, como se estivesse saboreando cada centímetro da minha pele. Quando sua boca passou pelo meu abdômen, senti os gominhos da minha barriga se contraírem sob o calor da sua língua e o roçar áspero da sua barba. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, e o silêncio do apartamento foi preenchido apenas pela nossa respiração pesada.

Ele segurou o cós do meu moletom cinza com as duas mãos. Olhou para mim uma última vez, um brilho de antecipação e luxúria por trás das lentes dos óculos, e puxou a peça para baixo de uma vez.

Livre da opressão do tecido, meu pau saltou com força, pulsando e apontando direto para o rosto de Arthur. O impacto visual foi imediato. Vi os olhos dele se arregalarem d uma mistura de choque e fascínio. Ele não avançou de imediato; ele parou para contemplar.

— Meu Deus, Diego... — Arthur sussurrou, a voz falhando completamente. — Você tem noção do que carrega aqui?

Ele esticou a mão e envolveu a base. Os dedos dele, que eu achava grandes, davam trabalho para conseguir dar a volta completa na largura do meu pau. Foi ali, vendo o contraste da mão dele contra a minha carne jovem e latejante, que a ficha caiu. Eu não tinha o dote de um adolescente comum; eu tinha algo monumental, uma espessura que fazia a pele brilhar de tão esticada.

— É... é muito? — perguntei, a voz saindo falha, enquanto sentia o ar gelado da sala atingir a cabeça do meu pau, que já babava a primeira gota de desejo.

Arthur soltou uma risada anasalada, carregada de um tesão puríssimo, enquanto começava a me masturbar com movimentos lentos e firmes.
— Muito? Diego, isso aqui é um absurdo. Você é enorme, garoto. A Letícia não tinha a menor ideia do que estava fazendo com você, tinha?
Ele apertou com força, deslizando a mão até a cabeça arroxeada e voltando, sentindo a textura das veias que saltavam como cordas sob a pele. A cada movimento, eu sentia um choque elétrico percorrer minha espinha. A sensação de ser admirado e tocado por um homem que entendia de biologia, que sabia exatamente o peso e a proporção do que via, me trouxe um prazer que beirava o narcisismo. Eu não era mais apenas o monitor dedicado; eu era um animal potente sendo descoberto pelo seu mestre.

Um gemido longo escapou da minha boca quando ele intensificou o ritmo, o som da carne deslizando e o calor da palma dele me levando a um estado de transe. Eu via o brilho nos olhos do Arthur, a boca entreaberta, completamente hipnotizado pela largura do meu pau, e entendi que, a partir daquela tarde, minha percepção sobre mim mesmo nunca mais seria a mesma.

Comenta aí para eu colocar a continuação 🤤

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