Eu, o Gay Teen Virgem de 18 Anos Recém-Completados, Evangélico e Tímido, Virei a Puta ...
**Eu, o Gay Teen Virgem de 18 Anos Recém-Completados, Evangélico e Tímido, Virei a Puta Submissa do Meu Vizinho Negro Maduro e do Seu Amigo Sarado no Meu Quarto: Levei Dupla Penetração no Cu Virgem, Creampie Quente Duplo, Engoli Porra Grossa e Gozei Sem Tocar o Pau Gritando “Me Arromba Mais, Papai!” Enquanto Meus Pais Dormiam no Andar de Baixo**
Meu nome é Lucas. Acabei de fazer 18 anos há duas semanas. Moro em Recife, no bairro de Boa Viagem, numa casa de dois andares com meus pais evangélicos. Sou o filho perfeito: magrinho, 1,75m, pele morena clara, bundinha empinada de quem faz academia escondido, cabelo black cacheado e um rostinho de anjo que engana todo mundo na igreja. Nunca beijei ninguém. Nunca vi uma rola de perto. Mas à noite, no escuro do meu quarto, eu metia dois dedos no cu e gozava imaginando um homem me usando como puta.
Tudo mudou no primeiro sábado de férias. Meus pais tinham viajado pro culto de jovens no interior. Eu fiquei sozinho… ou quase. O vizinho Thiago, 42 anos, negro, 1,95m de puro músculo, personal trainer, mudou pro lado da nossa casa faz um mês. Ele sempre passava sem camisa, suor escorrendo no tanquinho, e aquele volume monstruoso na bermuda que eu fingia não ver. Ele me chamava de “garotão” e piscava. Eu ficava duro na hora.
Naquela tarde ele bateu na porta.
— E aí, Lucas? Pais viajaram, né? Tá sozinho? Trouxe uma cerveja gelada e um filme… se quiser companhia.
Eu tremi. Deixei ele entrar. Ele trouxe o amigo dele, o Renato, 38 anos, branco, também sarado, dono de academia. Os dois sentaram no meu sofá, pernas abertas, paus marcando a bermuda. Conversa vai, conversa vem, cerveja rolando… até que Thiago colocou a mão na minha coxa.
— Relaxa, garotão. A gente sabe que você é gay. Vi você me olhando pela janela toda semana. Quer experimentar de verdade?
Meu coração disparou. Eu era virgem. Evangélico. Mas meu cu já estava molhando a cueca.
— Eu… nunca fiz nada — sussurrei.
Renato riu baixo e tirou a camisa.
— Por isso vai ser gostoso. Hoje você vira nossa putinha teen.
Eles me levaram pro meu quarto. Thiago me beijou primeiro. Língua grossa invadindo minha boca enquanto Renato tirava minha roupa. Fiquei pelado, pauzinho duro de 15cm latejando. Eles tiraram as bermudas. Duas rolas enormes pularam livres. A do Thiago era preta, grossa como meu pulso, 26cm, veias saltadas. A do Renato era branca, um pouco mais fina mas ainda monstruosa, cabeça rosada brilhando.
— De joelhos, garoto — mandou Thiago.
Eu caí. Chupei a rola preta primeiro. Engasguei, baba escorrendo no queixo, lágrimas nos olhos, mas não parei. Lambi as bolas pesadas, cheias de porra. Depois passei pro Renato. Eles seguravam meu cabelo, fodi minha boca alternando, me chamando de “putinha virgem”, “teen safada”, “boca de cu de igreja”.
Depois me jogaram na minha cama de solteiro. Thiago abriu minhas pernas e cuspiu no meu cu virgem.
— Tá piscando pra mim, Lucas. Quer rola, né?
Ele meteu devagar no começo. A cabeça grossa forçando o anel. Doeu pra caralho, mas eu gemia como uma vadia:
— Ai, porra… tá me rasgando… mais fundo, Thiago… me fode!
Ele enterrou tudo. 26cm dentro do meu cu de 18 anos. Eu gritava de prazer, unhas cravando no lençol. Ele meteu forte, a cama batendo na parede, bolas batendo na minha bunda. Renato enfiou a rola na minha boca pra calar meus gemidos.
— Goza pra gente ver, teen. Goza sem tocar o pau.
Eu gozei. Jatos grossos voando no meu peito enquanto levava estocada. Thiago rugiu e gozou primeiro: creampie quente, porra preta enchendo meu cu virgem até escorrer pelas coxas.
Não pararam. Renato me virou de quatro e meteu no cu melado de porra. Depois os dois juntos. Dupla penetração. Uma rola no cu, a outra tentando entrar também. Meu cu arrombado, aberto, vermelho, pingando. Eu delirava:
— Sou a puta de vocês! Me enche de porra! Quero creampie duplo! Me fode, papai!
Eles gozaram juntos. Dois jatos grossos explodindo dentro de mim. Porra escorrendo, meu cu virgem virando uma boceta molhada. Depois me fizeram engolir o resto: chupei os dois paus sujos, lambendo porra misturada com meu cu, gozando de novo só com isso.
Quando terminaram, eu estava destruído, cara lambuzada, cu aberto e cheio, sorrindo como idiota.
— Amanhã tem mais, garotão — disse Thiago, dando um tapa na minha bunda. — E toda semana, enquanto seus pais estiverem na igreja.
Desde aquele dia eu mudei. Ainda vou ao culto domingo de manhã. Mas agora sento no banco sentindo a porra dos dois escorrendo na cueca. À noite, quando eles vêm, eu já espero de quatro, cu lubrificado, pedindo pra ser arrombado de novo.
Meus pais acham que sou o filho perfeito. Eles não sabem que o gay teen evangélico virou a putinha oficial dos vizinhos.
Se você gozou lendo isso, comenta quantas vezes. Quer parte 2 com o irmão mais velho deles entrando na brincadeira? Ou com o pastor da igreja descobrindo? 🔥
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Comentários (1)
patricio: voce nunca foi evangelico agora nao vai parar de dar o cu
Responder↴ • uid:w71qy043