#Corno #Incesto #Teen #Virgem

Retrato de Família (3/5)

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Tugolândia

Aquele jovem tornou-se amante regular. Fodiam descaradamente, até debaixo das barbas do pai. Passavam fins-de-semana inteiros em hotéis de Cascais ou Sintra, quartos com vista para o mar, lençóis brancos que ficavam ensopados de suor e porra. Ela entregava-se sem limites: mamadas intermináveis, cona cavalgada até doer, cu aberto e cheio. O corpo dela, aquele cu em coração e aquela cona depilada, era o centro de um furacão de tesão que arrastava toda a família. E eu, sabendo de tudo isso, sentia o meu próprio caralho latejar mais forte do que nunca, sabendo que o vício da mãe era apenas o espelho do que nós, os mais novos, já vivíamos. A teia apertava-se. E ninguém queria escapar.
Aquele estudante vendedor de enciclopédias, o rapaz tímido de vinte e poucos anos que a mãe tinha seduzido no sofá da sala em plena luz do dia, transformou-se rapidamente no seu amante mais fixo e mais insaciável. O pai, o corno manso que já aceitava tudo em silêncio, mal pestanejava quando ela saia com ele, só para passar a noite ou o fim-de-semana inteiro a foder a mulher dele até ela não conseguir andar direito. A mãe, com aquele corpo de puta experiente que nunca se cansava, vivia agora para esses encontros. O caralho do rapaz era grande, grosso, jovem e sempre pronto, exatamente como ela gostava, uma piça dura como ferro, veias salientes, cabeça roxa e brilhante que lhe enchia a cona e o cu como nenhum outro.
Os fins-de-semana em hotéis de Cascais ou Sintra eram o paraíso dela. Mal o pai saía para o trabalho na sexta-feira, ela arranjava as malas com roupa interior mínima e ligava para o amante. O carro dele parava à porta do apartamento em Lisboa, ela entrava com aquele andar de puta oferecida, o cu em forma de coração a balançar dentro da saia curta, as mamas rijas marcadas na blusa transparente. No caminho, já com a mão dele entre as pernas, a cona depilada e molhada deixava-lhe os dedos escorregadios. No quarto do hotel, com vista para o mar ou para a Serra, o ritual era sempre o mesmo e sempre diferente no tesão que provocava.
Ela fechava a porta, virava-se para ele e caía de joelhos sem uma palavra. A mamada era gulosa, profunda, quase violenta. A boca pequena e quente engolia o caralho inteiro, a língua a rodopiar na cabeça sensível enquanto as mãos apertavam as bolas pesadas, cheias de porra jovem. O som molhado e obsceno enchia o quarto - gluck-gluck-gluck - misturado com os gemidos roucos dele e os suspiros dela, a saliva a escorrer pelos cantos da boca e a pingar sobre as mamas expostas. Ela chupava como se quisesse sugar-lhe a alma, os olhos escuros fixos nos dele, as lágrimas de esforço e prazer a escorrerem pelo rosto. Ele agarrava-lhe o cabelo, fodia-lhe a garganta até ela engasgar, e só parava quando sentia as bolas a contraírem.
Depois levantava-a, atirava-a para a cama e abria-lhe as pernas. A cona dela já estava encharcada, os lábios carnudos brilhantes, o pequeno tufo de pelos no monte de Vénus molhado de antecipação. Ele enfiava o caralhão de uma vez, até ao fundo, sentindo as paredes quentes e apertadas a contraírem-se em volta dele. As estocadas eram brutais, profundas, o som da carne a bater contra a carne ecoava alto - ploc-ploc-ploc molhado e obsceno. A mãe arqueava as costas, as mamas a saltarem, os mamilos escuros tesos como pedrinhas, gritando sem vergonha: “Fode-me mais fundo, puto… abre-me a cona toda!” Ele virava-a de quatro, cuspia no olho do cu e mudava de buraco, abrindo o cu apertado centímetro a centímetro enquanto ela gemia como uma cadela no cio, os dedos a esfregarem o clitóris inchado. O cheiro do quarto tornava-se denso, pesado - suor, cona molhada, porra fresca, o perfume caro dela misturado com o odor jovem dele. Gozavam uma, duas, três vezes, ele enchendo-a de jatos grossos e quentes, a porra a escorrer pela cona e pelo cu quando ele saía, pingando sobre os lençóis brancos do hotel.
Mas o prazer supremo, o que realmente a deixava louca de tesão, era misturar o sangue da família. Num desses fins-de-semana, não sei se por iniciativa dela ou se foi o amante quem pediu, a mãe decidiu levar a minha irmãzinha. A putinha, já bem treinada pelo pai e pelo tio, não hesitou nem um segundo. A mãe arranjou tudo: disse ao pai que iam passar o fim-de-semana na praia com uma amiga, meteu a filha no carro e foram as duas para o hotel onde o jovem já esperava, o caralho já meio duro dentro das calças só de imaginar o que ia acontecer.
No quarto, o ar ficou elétrico. A mãe fechou a porta, olhou para a filha com um sorriso de puta orgulhosa e disse-lhe baixinho: “Hoje vais ser a minha putinha ao lado da tua mãe, vais ajudar-me a secar um caralho” A irmã, com o corpo já formado e aquela cona carnuda que eu tinha iniciado, despiu-se devagar, os olhos brilhantes de excitação. O jovem não acreditava no que via. Duas putas da mesma família, mãe e filha, nuas à frente dele. A mãe ajoelhou-se primeiro, puxou a filha para ao lado e as duas começaram a chupar o caralho dele em conjunto. As bocas quentes e molhadas trabalhavam em uníssono - a língua da mãe a lamber as bolas, a da irmã a rodopiar na cabeça, saliva a misturar-se, os gemidos baixos delas a vibrarem contra a pele dele. Ele gemia alto, as mãos nos cabelos das duas, fodendo-lhes as bocas alternadamente.
Depois a mãe deitou a filha na cama, abriu-lhe as pernas e mostrou a cona da putinha ao amante: “Olha como ela está molhada… come-a primeiro.” Ele enfiou o caralhão na cona da minha irmã com um gemido rouco, estocadas fortes que faziam o corpinho dela tremer. A mãe assistia, os dedos dentro da própria cona, masturbando-se enquanto via a filha ser fodida. Depois juntou-se: lambeu o clitóris da filha enquanto o caralho entrava e saía, o sabor dos sucos misturados com a porra do jovem a enlouquecê-la. Viraram a putinha de quatro, o amante a comer-lhe a cona por trás, a mãe debaixo dela a mamar-lhe a cona. Os gemidos das duas enchiam o quarto, o cheiro a sexo intenso - cona, porra, suor, saliva - deixava o ar pegajoso.
Ele comeu-as as duas a noite inteira. Primeiro a mãe, depois a filha, depois as duas ao mesmo tempo. A mãe de gatas, o cu empinado, enquanto a filha lhe lambia a cona por baixo. O amante a alternar: enfiava o caralho na cona da mãe, depois na da filha, depois no cu de uma, depois no cu da outra. A porra escorria de todos os buracos, fios grossos e brancos a pingarem sobre os lençóis, sobre as coxas, sobre as mamas. A mãe gozava com gritos roucos, o corpo a convulsionar, a cona a apertar o caralho como um torno. A irmã, a pequena puta que eu tinha criado, gemia o nome dele e da mãe, pedindo mais, abrindo-se toda, o cu e a cona dilatados e cheios de esperma.
O filho notava tudo. Depois do regresso da mãe e da irmã do fim-de-semana em Sintra, o apartamento em Lisboa transformara-se num espaço carregado de um cheiro permanente a sexo proibido, um misto denso de suor, porra fresca, cona molhada e perfume barato que nunca saía das paredes. Ele via como a mãe entrava em casa com o passo lento e satisfeito de quem tinha sido fodida até ao limite, o corpo baixinho ainda a vibrar com a memória das estocadas. O cu em forma de coração balançava de forma diferente, mais aberto, mais sensível, e a cona depilada devia latejar por baixo da saia curta, inchada e cheia da semente do amante jovem. A irmã caminhava ao lado dela com as pernas ligeiramente afastadas, a pele marcada por chupões discretos nas coxas, e o pai limitava-se a baixar os olhos, o corno manso que já não questionava nada.
O filho percebia que o vício da mãe se tornara ainda mais feroz, mais explícito, mais devorador do que nunca. Ela já não se dava ao trabalho de esconder quase nada. O jovem amante passou a aparecer na casa com uma regularidade descarada, muitas vezes à tarde, quando o pai ainda suava na obra. A mãe recebia-o na sala com a porta mal fechada, vestida de propósito para o enlouquecer: uma camisa fina quase transparente que deixava ver perfeitamente os mamilos pequenos, escuros e sempre tesos, e uma saia curta que subia ao mais pequeno movimento, sem qualquer peça de roupa interior. A cona já brilhava de humidade só de ouvir os passos dele na escada, o pequeno tufo de pelos aparados no monte de Vénus molhado de antecipação.
Mal ele entrava, ela trancava a porta com um clique suave e caía de joelhos no chão da sala. A mamada era profunda, gulosa, quase desesperada. A boca quente e experiente engolia o caralho grosso até ao fundo da garganta, os lábios esticados ao máximo em volta da grossura venosa, a língua a rodopiar na cabeça roxa e sensível enquanto as mãos apertavam as bolas pesadas e cheias. O som molhado e obsceno enchia o ar: gluck-gluck-gluck ritmado, misturado com a saliva que escorria pelos cantos da boca dela e pingava em fios grossos sobre as mamas rijas expostas. Ela chupava com fome, os olhos escuros semicerrados de prazer, a garganta a contrair-se em volta do pau, engasgando-se de propósito para sentir o caralho pulsar mais fundo. O amante gemia rouco, as mãos enterradas no cabelo dela, fodendo-lhe a boca com estocadas curtas e fortes, as bolas a baterem-lhe no queixo.
Depois ele sentava-se no sofá e ela empalava-se devagar, a cona quente e escorregadia a engolir o caralhão inteiro até às bolas. O filho via como ela cavalgava com fúria animal, as ancas a baterem com força contra as coxas dele, o som molhado e pegajoso da cona a chupar o pau a ecoar pela sala: ploc-ploc-ploc obsceno e ritmado. As mamas médias saltavam livres, os mamilos escuros duros como pedrinhas, o suor a escorrer entre os seios e a pingar sobre o pau que entrava e saía. A cona dela apertava-se em volta dele, as paredes quentes e carnudas a ordenharem o caralho, os sucos a escorrerem pela base e pelas bolas, molhando o tecido do sofá. Ela gritava sem vergonha nenhuma, a voz rouca e carregada de tesão: “Fode-me mais fundo… abre-me a cona toda, puto… quero sentir-te a bater no fundo!” O orgasmo chegava violento, o corpo dela a tremer inteiro, a cona a contrair-se em espasmos fortes que ordenhavam o pau dele, os sucos a jorrarem e a encharcarem-lhe as coxas.
O vício não parava no amante fixo. O filho via como a mãe continuava a caçar novinhos por todo o lado, e as fodas com os jovens colegas da natação eram das mais intensas e explícitas que ele conseguia imaginar. Depois das aulas na piscina, quando o balneário quase vazio ainda cheirava a cloro e a suor fresco, a mãe não perdia tempo. Escolhia dois ou três rapazes de dezoito ou dezanove anos, corpos atléticos, caralhos duros e cheios de energia juvenil, e levava-os para o canto mais recôndito, atrás dos cacifos. Ali, com o fato de banho puxado para o lado, ela caía de joelhos no chão molhado e chupava-os um a um, a boca quente a engolir os paus ainda molhados do duche, a língua a lamber as veias salientes enquanto as mãos massajavam as bolas pesadas. Os sons eram obscenos e molhados: gluck-gluck-gluck misturado com os gemidos baixos dos rapazes, a saliva dela a escorrer pelos queixos deles e a pingar sobre os azulejos frios. Um dos jovens agarrava-lhe o cabelo e fodia-lhe a garganta com força, as bolas a baterem-lhe no queixo, enquanto outro lhe apertava as mamas por cima do fato, torcendo os mamilos escuros até ela gemer com o pau na boca.
Depois ela levantava-se, encostava-se à parede fria dos cacifos e abria as pernas. O primeiro rapaz enfiava o caralho na cona dela de uma vez, estocadas rápidas e profundas que faziam o corpo baixinho dela tremer, os mamilos a roçarem contra o peito dele, o som molhado da cona a chupar o pau a ecoar no espaço fechado. Os sucos dela escorriam pelas coxas, misturando-se com a água do chão. Enquanto um a fodia pela frente, outro metia-lhe o pau na boca, fodendo-lhe a garganta em sincronia, as bolas a baterem-lhe no queixo. O terceiro esperava a vez, batendo punheta devagar, a cabeça do caralho brilhante de pré-gozo. Eles revezavam-se sem parar: um na cona, outro na boca, depois trocavam, o pau que saía da cona encharcado de sucos dela era imediatamente enfiado na boca dela para ela saborear o próprio gosto misturado com o deles. Os gemidos dela eram abafados pelos paus, mas o corpo tremia em orgasmos sucessivos, a cona a contrair-se em espasmos violentos, os sucos a jorrarem e a pingarem no chão. O cheiro no balneário tornava-se insuportável: cloro, suor jovem, cona molhada, porra fresca. Quando gozavam, enchiam-na um atrás do outro - jatos grossos na boca, na cona, por cima das mamas -, a porra escorrendo pelos lábios dela, pela racha aberta, pingando em fios brancos sobre os azulejos.
Mas uma das cenas mais arriscadas e intensas que o filho soube foi a da tarde em que um outro jovem vendedor porta-a-porta apareceu à porta, um rapaz de vinte e poucos anos, magro, tímido, com um volume prometedor nas calças de ganga. Era meio da tarde, o pai dormia a sesta no quarto, a porta entreaberta, o ronco baixo a chegar até à sala. A mãe, vestida só com uma camisa larga do pai que mal lhe tapava o cu, convidou-o a entrar com um sorriso de puta oferecida. Sentou-se no sofá da sala, abriu as pernas devagar e mostrou-lhe a cona escancarada, os lábios carnudos brilhantes de humidade, o clitóris inchado a pulsar, o pequeno tufo de pelos molhado de antecipação. O rapaz ficou paralisado, o caralho a crescer visivelmente dentro das calças. Ela não disse uma palavra: baixou-lhe o fecho, libertou o pau duro e engoliu-o numa mamada gulosa e profunda, a boca quente a esticar-se ao máximo, a língua a rodopiar na cabeça sensível enquanto as mãos apertavam as bolas. Os sons molhados enchiam a sala: gluck-gluck-gluck, saliva a escorrer pelo queixo e a pingar sobre as mamas expostas. O pai roncava ao fundo, alheio a tudo.
Ela levantou-se, virou-se de costas para o rapaz e apoiou-se no braço do sofá, o cu empinado, a cona aberta e brilhante à espera. Ele enfiou o caralho de uma vez, estocadas fortes e nervosas que faziam o corpo dela balançar, as mamas a saltarem dentro da camisa aberta, os mamilos escuros tesos a roçarem no tecido. O som da cona molhada a chupar o pau era obsceno: ploc-ploc-ploc ritmado, os sucos dela a escorrerem pelas coxas e a pingarem no chão da sala. Ela mordia o lábio para não gemer alto, mas os suspiros escapavam-lhe, roucos e carregados de prazer. O rapaz a fodê-la com força, as mãos a apertarem-lhe as ancas, as bolas a baterem contra a cona encharcada. Quando ele gozou, inundou-a de jatos quentes e abundantes, a porra a transbordar pela racha e a escorrer pelas pernas dela enquanto o pai continuava a ressonar no quarto ao lado. Ela limpou o caralho dele com a boca, engolindo os restos, e despediu-o com um sorriso satisfeito, a cona ainda a pingar porra no chão da sala.
O filho sabia de todas estas fodas da mãe pelos sussurros da irmã e pelos boatos que corriam pela vizinhança. O vício dela era contagioso, insaciável, eterno. O apartamento cheirava a sexo dia e noite, as paredes pareciam impregnadas de gemidos abafados e porra seca. A mãe, com o seu corpo de puta oferecida, era o coração ardente dessa teia pegajosa que prendia a família inteira. E o fogo só crescia, mais quente, mais fundo, sem fim à vista.
Naquela tarde quente de verão, o apartamento em Lisboa estava silencioso e vazio porque ele tinha saído com o pai e a irmã para o cinema no Colombo, um daqueles dias em que a família fingia normalidade enquanto o vício ardia por baixo de tudo. O amiguinho dele, o Tiago, um rapaz da mesma idade, virgem até à medula, alto e magro, com o rosto ainda cheio de acne juvenil e um caralho que latejava de pura curiosidade reprimida, apareceu à porta com o jogo de vídeo que o filho lhe tinha emprestado dias antes, sem fazer a mínima ideia de que a casa estava praticamente deserta e de que a mãe, sozinha, era uma bomba de tesão prestes a explodir.
A mãe abriu a porta com um sorriso lento e predador, o corpo baixinho ainda envolto numa camisa larga e velha do pai que mal lhe tapava as coxas grossas e macias. O ar quente do corredor entrou com ele, trazendo o cheiro a asfalto derretido e a suor leve do rapaz. Ela olhou-o de cima a baixo, os olhos escuros a percorrerem o corpo jovem dele como se já o estivesse a despir mentalmente, e disse com a voz suave, mas carregada de uma intenção que o Tiago ainda não conseguia decifrar:
- O teu amigo não está em casa, Tiago. Saiu com o pai e a irmã para o cinema e só voltam à noite. Mas entra, não fiques aí parado. Senta-te na sala, eu dou-te uma bebida fresca enquanto esperas um bocadinho. Não custa nada.
O Tiago, nervoso, o coração a bater como um tambor dentro do peito, entrou sem desconfiar de nada. Sentou-se no sofá da sala, o mesmo sofá onde tantas fodas proibidas já tinham acontecido, as almofadas ainda com o cheiro leve e pegajoso de porra seca de outras tardes. As mãos dele suavam, pousadas sobre os joelhos, e ele não sabia onde olhar. A mãe fechou a porta devagar, trancou-a com um clique suave que ecoou como uma promessa obscena, e desapareceu por uns minutos no quarto, deixando-o ali sozinho com o silêncio e o latejar do próprio caralho que já começava a endurecer só de estar perto dela.

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