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A queda de Ingrid: A visita dos lixeiros

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PA - Contos Eróticos

Ingrid acaba irritando o grupo de lixeiros errados, e terá que arcar com as consequências.

Ingrid e Rafael viviam em uma casa modesta nos subúrbios da cidade, um lugar simples com paredes descascadas e móveis velhos que mal preenchiam o espaço. Ingrid, uma jovem de 25 anos recém-casada, tinha cabelos loiros longos e um corpo curvilíneo que ela exibia com orgulho em vestidos justos, mesmo que o orçamento apertado não permitisse luxos de verdade. Ela se via como superior, sempre teve a ilusão de que conquistaria uma homem rico que a tornaria uma esposa troféu, mas tudo o que conseguiu foi um homem magrelo e meio calvo, mas que a via como uma rainha, e ela tratava Rafael, seu marido de 28 anos, como um servo dedicado. Rafael era faxineiro em um prédio comercial no centro, saindo de casa antes do amanhecer e voltando exausto à noite, ainda cheirando a produtos de limpeza e suor. Ele trabalhava dobrado para sustentar os 'luxos' de Ingrid – como maquiagens e roupas que ela comprava na Internet – sem nunca reclamar. 'Você é o provedor, Rafael. Faça seu trabalho direito', ela dizia com um sorriso arrogante, enquanto se maquiava no espelho rachado.

Naquela manhã ensolarada, Rafael beijou a testa de Ingrid antes de sair para o trabalho, seu uniforme azul-escuro manchado já pronto para mais um dia de esfregar pisos e esvaziar lixeiras. 'Tenha um bom dia, amor. Eu te amo', murmurou ele, mas Ingrid apenas acenou distraidamente, ocupada com o celular. Assim que a porta se fechou, ela se espreguiçou na cama, sentindo o poder de ser a dona do lar. 'Pobrezinho, limpando porcaria o dia todo. Esse é o preço pra ter uma mulher linda e gostosa, pensou ela, rindo sozinha.

Por volta das 11h, Ingrid decidiu tirar o lixo acumulado na cozinha. Vestia um short jeans curto que mal cobria suas nádegas firmes e uma blusinha decotada que destacava seus seios fartos. Carregando o saco pesado até a calçada, ela o jogou na lixeira, limpando as mãos. Foi então que o caminhão de lixo parou, e um grupo de lixeiros – homens suados, de uniformes laranja sujos e luvas grossas de borracha – começou a recolher os sacos. Um deles, um grandalhão de pele morena e barba rala chamada João, piscou para ela enquanto erguia um saco de lixo.

'Ei, gata, que delícia de vista depois de um dia trabalhando no sol quente. Quer dar uma volta no caminhão?', brincou João, com um sorriso lascivo, enquanto os outros riam e assobiavam.

Ingrid congelou, o rosto se contorcendo em nojo. Como ousavam aqueles vermes sujos falar com ela? Ela, que se achava acima de todos, especialmente de 'lixo humano' como eles. Endireitando a postura, ela cruzou os braços sob os seios, empinando-os de propósito para intimidar. 'Dar uma volta? Com vocês? Ah, por favor! Vocês são só um bando de lixeiros fedorentos, revirando lixo nas ruas como ratos. Vão embora, seus imundos! Ser lixeiro é pra quem não serve pra nada melhor – limpando o lixo da cidade enquanto eu vivo como uma rainha. Sumam da minha frente antes que eu chame a polícia pra levar vocês pro lugar de onde vieram, o esgoto!'

Os lixeiros pararam, os rostos endurecendo. João cuspiu no chão, os olhos faiscando de raiva. 'Olha só princesinha metida. Você vai se arrepender dessa boca suja, vadia. A gente limpa a porra dos outros, mas você... você vai aprender a engolir a nossa.' Os outros murmuraram concordando, mas Ingrid apenas riu alto, virando-se e voltando para casa batendo a porta. 'Idiotas. Rafael tem mais respeito limpando prédios chiques do que esses porcos', pensou ela, ignorando o formigamento de desconforto no estômago.

A casa ficou em silêncio até a hora do almoço. Ingrid preparou um sanduíche simples – pão, queijo e presunto – e sentou na mesa da cozinha, rolando o feed do Instagram, sonhando com uma vida de luxo que Rafael nunca poderia dar. De repente, um barulho alto veio da porta dos fundos. Antes que ela pudesse reagir, a porta foi arrombada, e dez lixeiros invadiram a casa como uma matilha selvagem. Eram os mesmos do caminhão, mais alguns colegas chamados às pressas, todos com expressões de vingança nos rostos sujos de suor. João liderava, segurando uma corda grossa e um pano sujo.

'O que... o que vocês estão fazendo aqui? Saiam! Eu vou gritar!', berrou Ingrid, pulando da cadeira, mas dois deles a agarraram pelos braços, imobilizando-a contra a parede. Ela se debateu, chutando e xingando, mas eram fortes demais, seus corpos fedendo a lixo e masculinidade bruta.

'Calada, sua puta arrogante! Você acha que pode nos insultar e sair impune? Hoje você vai aprender o que é ser tratada como o lixo que a gente coleta', rosnou João, enquanto outro – um magro chamado Pedro – enfiava o pano fedorento na boca dela, amordaçando-a com força. Ingrid engasgou com o gosto amargo de sujeira, os olhos arregalados de terror. Eles a arrastaram para a sala de estar, jogando-a no sofá gasto. Suas mãos foram amarradas atrás das costas com a corda, as pernas separadas e presas nos pés do sofá, deixando-a exposta e vulnerável. O short foi rasgado com um estalo, revelando sua calcinha branca simples, e a blusinha foi puxada para cima, expondo os seios balançantes.

Um deles, um homem gordo chamado Carlos, sacou o celular e começou a gravar. 'Sorria pra câmera, princesinha. Isso vai ser o nosso tesouro. Se você abrir o bico pro maridinho ou pra polícia, isso vai pra internet toda. Imagine sua família vendo você ser comida por lixeiros como a vadia que você é.'

Ingrid choramingou através da mordaça, lágrimas escorrendo pelo rosto maquiado, mas seu corpo traidor começou a tremer não só de medo. Os dez homens a cercaram, abrindo as calças de trabalho e libertando seus paus – grossos, veias grossas, sujos de suor do dia de trabalho. Eram paus de tamanhos variados, mas todos duros como ferro, apontando para ela como armas. João foi o primeiro, ajoelhando-se entre suas pernas e rasgando a calcinha. 'Olha só essa bocetinha rosa e apertada. Aposto que o corno não te fode direito. Hoje a gente vai esticar ela pra caralho.'

Ele cuspiu na mão e esfregou no pau, posicionando a cabeça grossa na entrada úmida dela – úmida apesar do terror, o corpo respondendo ao estímulo bruto. Com um grunhido, João empurrou para dentro, enterrando-se até o fundo em uma estocada violenta. Ingrid gritou na mordaça, o corpo arqueando enquanto ele a fodia com força, o pau batendo fundo. 'Porra, que quentinha! Toma, sua megera, isso é o que lixeiros fedorentos fazem com putas como você. Você insultou nossa profissão? Agora engole nosso pau na sua boceta imunda!'

Os outros riam, se masturbando enquanto assistiam. Pedro se aproximou do rosto dela, tirando a mordaça por um momento só para enfiar seu pau na boca. 'Chupa, vadia! Limpa meu pau com sua língua grande. Você acha que a gente é lixo? Então engole nossa porra.' Ingrid engasgou, a boca esticada ao redor do pau salgado e suado, lágrimas misturando-se à baba enquanto ele fodia sua garganta, as bolas batendo no queixo. 'Isso, engole tudo, sua puta metida! Aposto que seu marido nunca te fez engolir tão fundo.'

João acelerou, as estocadas molhadas ecoando na sala, até gozar dentro dela com um rugido, enchendo sua boceta de porra quente e espessa. 'Toma meu leite, sua vadia! Agora você é o nosso depósito de porra.' Ele saiu, porra escorrendo pelas coxas dela, e Carlos tomou o lugar, seu pau mais grosso esticando-a ainda mais. 'Minha vez de foder essa boceta de rainha. Olha como ela pisca, a safada tá gostando. Diz aí, princesinha, gosta de pau de gari?'

Eles a passavam de mão em mão como um brinquedo, cada um fodendo sua boceta, estocando fundo e rápido, enquanto outro enfiava o pau na boca dela. Um deles, um jovem chamado Miguel, a fez chupar enquanto dois outros apertavam seus seios, beliscando os mamilos duros. 'Olha esses peitões balançando! Chupa mais fundo, sua puta, ou a gente te faz engolir dois de uma vez.' Ingrid tossia e babava, o pau de Miguel pulsando na garganta enquanto Carlos gozava dentro dela, misturando sêmen com o de João.

A orgia se intensificou. Pedro fez ela montar nele, o pau escorregando na porra acumulada. 'Que boceta escorregadia agora! Tá cheia da nossa sujeira, sua vadia. Enquanto ele fodia, outro enfiava na boca dela, forçando-a a chupar e lamber as bolas. 'Lambe minhas bolas, megera! Elas cheiram a lixo? Pois lambe até tirar o cheiro!'

Eles a fizeram chupar paus múltiplas vezes – após foderem sua boceta, traziam os paus melados de porra e sucos dela para ela limpar. Um após o outro, os dez a usaram: estocadas na boceta, fazendo-a gemer na mordaça; boquetes forçados onde ela engasgava e engolia saliva misturada a pré-gozo; comentários sujos ecoando. 'Você é nossa puta agora, Ingrid. Toda dia na hora do almoço, a gente vem comer sua comida e foder essa boceta gulosa.' 'Imagina seu marido cheirando nossa porra em você à noite, hahaha!'

Após todos gozarem mais de uma vez, exaustos, eles a deixaram ali, amarrada e coberta de porra, suor e lágrimas. Carlos parou a gravação e mostrou o vídeo no celular. 'Viu isso? Se você contar pro marido ou pra quem for, isso explode na Internet. Você vira a vadia dos lixeiros famosa. E ouça bem: todo dia, na hora do almoço, a gente volta. Come sua comida, fode sua boceta e usa sua boca. Se você não estiver aqui, sozinha e pronta, o vídeo sai. Entendeu, princesinha?'

Ingrid assentiu debilmente, o corpo dolorido e latejante. Eles saíram rindo, deixando a casa fedendo a sexo e lixo. Ela se arrastou para se soltar, limpando o sêmen da pele com toalhas, tomou um longo banho. Vestiu roupas limpas, aspirou o sofá, limpou os respingos no chão e preparou a janta para o marido pra disfarçar, normalmente ela o fazia cozinhar ou pedir comida.

Às 18h, Rafael chegou, exausto, o uniforme sujo de poeira e suor. Ele a viu na cozinha e sorriu, puxando-a para um beijo profundo, alheio ao tremor nos lábios dela. 'Oi, amor. Como foi seu dia? Tudo bem por aqui? Não acredito que você fez o jantar, você disse que não gostava de cozinhar'

Ingrid forçou um sorriso, o coração apertado, 'Tudo normal, querido. Só o de sempre. Você deve estar morto de cansaço, só quis fazer um agrado pra você... vai tomar um banho antes de comer.' Ela o abraçou, querendo desabar em seus braços, pensando que teria que fazer o almoço para os lixeiros no dia seguinte, que concerteza não seriam tão agradecidos quanto Rafael.

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  • Mamãe putinha: Nossa adoraria receber essa visita

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