Raízes Entrelaçadas - 23 - Orgia sob as Estrelas
O ar do Monte estava quente e perfumado com figos maduros e azeite novo, aquele cheiro denso e terroso que se colava à pele como uma carícia proibida e viciante. A família inteira passara o dia no pomar: Ana e Clara preparando compotas, os dedos melados de açúcar e sumo doce escorrendo pelos antebraços maduros e brilhantes, os seios pesados de Ana balançando levemente sob o vestido fino de algodão enquanto mexia o tacho grande sobre o fogo baixo, o cheiro doce misturando-se ao suor que lhe escorria pelo decote e lhe fazia os mamilos endurecerem contra o tecido. Pedro e Miguel reparando cercas, os músculos dos braços inchados e brilhando de suor sob o sol forte, as tatuagens tribais de Miguel destacando-se na pele bronzeada, o caralho dele semiduro dentro das calças justas só de ver as mulheres inclinadas sobre os cestos de ervas, imaginando já a noite que viria. Sofia e Inês riam enquanto colhiam ervas, os corpos jovens roçando um no outro de propósito, os mamilos rosados de Sofia endurecendo contra o tecido fino da blusa transparente, a cona de Inês já húmida e latejante só com o roçar casual dos dedos de Sofia na sua coxa macia, o riso delas misturando-se ao zumbido das abelhas. João e Lucas conversavam sobre o futuro sentados à sombra de uma oliveira centenária, mas os olhares desviavam-se constantemente para as curvas das mulheres, o pau de João latejando dentro das calças ao recordar a noite anterior em Algés, o corpo de Inês cavalgando-o com fome. Lara e Mariana andavam de mãos dadas junto ao lagar antigo, os dedos entrelaçados com força, o cheiro doce e tropical do corpo brasileiro de Mariana misturando-se ao suor fresco e terroso da alentejana, as ancas largas de Mariana roçando na coxa de Lara de forma quase inocente, mas carregada de promessas.
Quando o sol se pôs por trás das colinas, tingindo o céu de laranja e púrpura, ninguém quis voltar para dentro da casa velha de pedra. As mantas grossas de lã foram estendidas sobre a terra ainda quente do dia, as velas acesas em pequenos potes de barro espalhados pelo chão, o vinho tinto com canela servido em copos pesados de barro que deixavam um rasto doce e picante nos lábios de todos. A luz das chamas dançava nos corpos, projetando sombras longas e sensuais sobre os troncos retorcidos das oliveiras centenárias e sobre os ramos carregados de figos maduros. O ar estava carregado, denso, vivo com o canto das cigarras e o cheiro misturado de terra quente, azeite fresco, suor e desejo acumulado durante todo o dia.
Mariana estava diferente aquela noite. O corpo brasileiro voluptuoso brilhava mais sob a luz das velas, os seios firmes pareciam mais cheios e pesados, os mamilos escuros e duros marcando o tecido fino do vestido curto laranja como se pedissem para serem chupados com força. A cintura fina contrastava com as ancas largas e o rabo redondo e empinado, a pele castanho-escura reluzente com uma fina camada de suor que escorria devagar pelo vale entre os seios. O sorriso tinha um brilho secreto, os olhos castanhos-escuros brilhando com uma fome profunda e quase maternal, a cona já molhada desde o meio da tarde, inchada, latejando, os lábios grossos entreabertos e reluzentes de humidade que lhe escorria pela coxa interna. Ela sentia o ventre pulsar de forma diferente, mais quente, mais vivo, mas guardava o segredo para si, saboreando cada segundo.
Foi a primeira a tirar o vestido. O tecido laranja deslizou devagar pelos ombros largos e macios, revelando os seios médios-firmes que saltaram livres, os mamilos escuros endurecidos pelo ar fresco da noite. O vestido continuou a descer pela cintura fina, pelas ancas largas, pelo rabo redondo, caindo aos pés dela como uma oferenda à terra. Ficou completamente nua sob a luz das estrelas e das velas, a pele brilhando, a cona depilada em V já reluzente de humidade, os lábios inchados abertos e brilhantes, o clitóris com o pequeno piercing reluzindo. O ar fresco roçou-lhe os mamilos e a cona exposta, fazendo-a arrepiar-se inteira.
- Hoje eu quero sentir todos vocês dentro de mim - disse ela com a voz rouca e baixa, o sotaque brasileiro mais doce e arrastado que nunca, carregado de desejo cru e urgente. - Quero ser a putinha de toda a família. Quero pau grosso esticando a minha buceta, caralho latejando no meu cu, línguas lambendo a minha buceta encharcada, porra quente enchendo-me até transbordar. Me usem, me fodam, me lambam, me encham de porra até eu não aguentar mais. Sou vossa… completamente vossa.
As palavras caíram como um fósforo em gasolina seca. Ana foi a primeira a reagir, ajoelhando-se atrás de Mariana com um gemido baixo e maternal, os seios pesados balançando. A mãe de Miguel e Sofia pousou as mãos grandes e quentes nas ancas largas da brasileira, abriu-lhe as nádegas macias e carnudas e mergulhou o rosto entre elas. A língua experiente e quente de Ana lambeu devagar toda a extensão da cona já encharcada, saboreando o gosto doce, almiscarado e tropical que tanto adorava, o piercing no clitóris roçando-lhe os lábios carnudos. Mariana arqueou as costas, gemendo alto e rouco, os caracóis pretos caindo sobre os ombros.
- Ai, mamã Ana… lambe essa buceta pra mim… enfia essa língua gostosa bem fundo na minha buceta molhada… chupa o meu clitóris com força, mamã… ai caralho, que delícia… - murmurou Mariana, a voz tremendo de prazer, os quadris movendo-se devagar contra o rosto de Ana.
Ao mesmo tempo, Miguel aproximou-se pela frente, o caralho grosso, veiado e tatuado já duro como pedra, a cabeça larga brilhando de pré-gozo. Agarrou os cabelos cacheados de Mariana com firmeza e enfiou o pau na boca dela sem cerimónia. A glande larga bateu no fundo da garganta quente e molhada, o gosto salgado enchendo-a. Mariana chupou com fome voraz, a língua rodando em volta da cabeça, sugando com força, baba escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios enquanto os olhos castanhos lacrimejavam de prazer intenso.
- Isso, putinha brasileira… chupa o pau do Miguel gostoso… engole fundo, vai… sente o meu caralho latejando na tua garganta - grunhiu Miguel, voz grave e dominante, os quadris movendo-se devagar.
Do lado, Pedro fodia Clara devagar sobre outra manta, o caralho grosso, peludo e alentejano entrando e saindo da cona madura e quente da esposa com estocadas lentas e profundas, o som molhado e obsceno misturando-se ao canto das cigarras. Clara gemia baixinho e rouco, os seios pesados balançando contra o peito peludo de Pedro, os mamilos escuros roçando a pele dele.
- Fode-me devagar, meu amor… enche a cona da tua mulher enquanto vejo a Mariana a ser comida por todos… ai Pedro, o teu caralho está tão fundo… - sussurrou Clara, voz maternal e suja.
Os gémeos Lucas e Lara fundiam-se num só corpo ali perto, nus e entrelaçados, o caralho duro de Lucas enterrado até ao fundo na cona depilada e apertada da irmã. Moviam-se em sincronia perfeita, olhos castanhos nos olhos castanhos, respirações misturadas, o som molhado e ritmado enchendo o ar.
- Lara… és eu… sente-me todo dentro da tua cona… somos um só, mana… - murmurava Lucas, voz calma e intensa, estocadas lentas e profundas.
Inês cavalgava João com força sobre outra manta, sentada ao contrário no pau grosso do irmão, o cu apertado engolindo cada centímetro enquanto as mãos dele apertavam os seios dela com força, beliscando os mamilos rosados. Sofia, de joelhos ao lado de Mariana, chupava os mamilos da brasileira com devoção, mordiscando levemente, a mão entre as próprias pernas esfregando a cona molhada e latejante.
- Chupa os meus mamilos, Sofia… morde mais forte, putinha… ai que delícia… - gemia Mariana entre chupadas no pau de Miguel.
Os gemidos misturavam-se com o canto das cigarras e o crepitar das velas. Mariana veio pela primeira vez com um grito abafado pelo caralho de Miguel, o corpo convulsionando violentamente, a buceta apertando a língua de Ana como um torno, suco quente e abundante jorrando e molhando a terra seca do pomar, o cheiro forte de excitação feminina subindo no ar. O prazer era tão intenso que as pernas dela tremiam, os seios balançando, o ventre pulsando com aquele calor novo e secreto que a fazia sorrir por dentro.
Não pararam. Miguel puxou o caralho da boca dela com um pop molhado, virou-a de quatro na manta e meteu-se na cona por trás com uma estocada brutal, o pau grosso abrindo-a toda, batendo fundo contra o fundo da buceta. Ana deitou-se debaixo, lambendo o clitóris inchado de Mariana enquanto o filho a fodia com força, o som molhado de pele contra pele ecoando.
- Fode a putinha com força, meu menino… enche a buceta dela com esse caralho grosso… lambe o clitóris dela, mamã, faz-me esguichar de novo! - gritava Inês, ainda cavalgando João.
Pedro saiu de Clara e veio para a frente, enfiando o caralho alentejano grosso e cheirando a terra na boca de Mariana.
- Chupa o pau do Pedro, brasileira… engole tudo, vai… sente a porra do caseiro na tua garganta - ordenou ele, voz grave e pausada.
Clara e Inês beijavam-se com fome, línguas entrelaçadas, dedos grossos dentro das conas uma da outra, esfregando clitóris inchados. Sofia e Lara chupavam os mamilos de Mariana alternadamente, mordendo e sugando, os gémeos continuavam fundidos, João agora fodendo o cu de Inês devagar, estocadas profundas que faziam Inês gemer alto.
- Ai caralho… o teu cu aperta tanto, mana… toma o caralho do teu irmão todo… - grunhia João.
Cada homem a fodeu com intensidade crescente. Miguel encheu-lhe a buceta de porra quente e grossa, jorrando fundo com grunhidos guturais, o esperma escorrendo pelas coxas de Mariana enquanto ele saía. Pedro gozou na boca dela, jatos grossos e salgados que ela engoliu avidamente, tossindo e lambendo os restos dos lábios inchados.
- Engole tudo, putinha… toma a porra do Pedro… - rosnou ele.
João meteu no cu dela enquanto Lucas a fodia pela frente, dupla penetração perfeita que esticava Mariana ao limite, os dois paus pulsando separados apenas por uma fina parede de carne quente. Ela gritava de prazer, o corpo inteiro tremendo, suco jorrando outra vez na terra.
- Sim… fode-me o cu e a buceta ao mesmo tempo… enche-me de caralho… sou a vossa puta brasileira… ai porra, vou gozar de novo! - berrava Mariana, voz rouca e quebrada.
As mulheres lambiam tudo com devoção: Ana chupava a cona cheia de porra misturada, sugando o esperma de Miguel e Lucas; Clara lambia o cu aberto e piscante, enfiando a língua fundo; Inês e Sofia alternavam nos mamilos e no clitóris, chupando e mordendo. Mariana veio várias vezes seguidas, o corpo brilhando de suor, porra e suco, a terra debaixo dela escura e molhada, o cheiro de sexo cru enchendo o ar como incenso proibido.
As texturas eram enlouquecedoras: pele escorregadia de suor e porra misturada, caralhos pulsantes latejando dentro de bucetas e cus quentes que apertavam e sugavam como bocas vivas, bocas cheias de sabores proibidos - porra salgada e espessa, humidade doce e ácida das conas, resquícios de vinho com canela e figos maduros. Os cheiros intensos: suor masculino jovem e testosterona pura, excitação feminina madura e almiscarada, azeite e figos ainda no fundo como lembrete do dia. Os sons crus e hipnóticos: o bater molhado e obsceno de pele contra pele, gemidos roucos e sujos em português e brasileiro, respirações pesadas e entrecortadas, o gorgolejar viscoso de suco jorrando na terra quente.
- Enche a mamã com essa porra quente, Miguel… quero sentir o teu esperma a escorrer pela minha cona madura! - gemia Ana, voz rouca de prazer.
- Fode-me o cu com o dedo enquanto me comes a cona, João… quero sentir-me cheia dos dois lados… ai caralho, bate mais fundo! - pedia Inês, cavalgando com força.
- Quero sentir o teu pau a bater no fundo da minha buceta brasileira… ai Miguel, enche-me toda de porra quente! - gritava Mariana, corpo convulsionando.
- Lambe tudo, putinha… engole a porra da família toda, Sofia… prova o gosto do teu irmão na cona da Inês! - ordenava Clara, dedos dentro da própria cona.
- Fode a tua mana mais forte, mano… quero a tua porra a misturar com a do Miguel dentro de mim! - sussurrava Sofia, chupando mamilos.
- Chupa os meus mamilos enquanto me fodes, Clara… ai que delícia de boca alentejana na minha buceta! - gemia Mariana, perdida em prazer.
Quando o último orgasmo deixou todos exaustos e enroscados uns nos outros - corpos nus colados, porra e humidade secando lentamente na pele, respirações lentas e satisfeitas -, Mariana aninhou-se contra o peito macio e quente de Ana, beijando-lhe o ombro com ternura profunda. A pele madura de Ana cheirava a lavanda, suor e sexo. Os dedos dela acariciavam os caracóis molhados e cacheados da brasileira com amor maternal.
No meio de todo aquele prazer, Mariana sentiu novamente aquele calor novo e secreto no ventre - uma palpitação leve, quase impercetível, que a fez sorrir no escuro, os olhos fechados de satisfação. Ela sabia. O corpo dela contava-lhe tudo. Mas guardou o segredo para o dia seguinte, saboreando o momento, o calor dos corpos entrelaçados, a sensação de estar cheia, usada, amada por toda a família.
- Amanhã tenho uma coisa importante para te contar, mamã - sussurrou Mariana, voz baixa, doce e carregada de emoção, o sotaque brasileiro mais terno que nunca.
Ana sorriu, sem imaginar o que estava por vir, e apertou-a mais contra si, os seios pesados pressionando o corpo dela. A lua cheia espreitava por entre as oliveiras centenárias. O Monte respirava em silêncio, guardando os segredos da família entre as raízes entrelaçadas, o ar ainda carregado de cheiros de sexo, porra e desejo realizado.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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