#Gay

Os Maltrapilhos

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Marcelo

Uma noite de loucuras com homens rudes da rua.

Havia uma pracinha na rua do meu prédio. Eu já percebera que um mendigo circulava por ali diariamente e aquilo vinha martelando em minha cabeça enquanto eu voltava para casa aquela noite. Eu estava embriagado porque havia circulado algumas horas pelos bares da cidade. E a vida pode ser muito difícil e solitária. Era desejo que eu sentia, incandescente, incontrolável. Fui até a praça e o encontrei sentado em um banco. Ele mancava de uma perna, tinha os cabelos volumosos e desgrenhados e uma espessa barba crespa. Mas ele não estava sozinho. Outro maltrapilho lhe fazia companhia, um velhote com uma grande barriga peluda saindo pela camisa aberta.

Cumprimentei-os casualmente e eles ficaram me olhando com curiosidade. Houve um breve período de silêncio até que eu me oferecesse sem nenhum pudor – “posso servir de mulher para vocês se vocês quiserem”. Era uma forma poética de dizer e me agradava falar assim. “Quer dar?”, quis se certificar o barbudo. “Faço tudo que vocês quiserem”, confirmei. Eu tremia de tanto desejo na frente daqueles homens rudes. “Gosta de dois?”, ele perguntou. Respondi que sim e então ele disse ao seu companheiro que fosse primeiro, mas este recusou. Então ele se levantou e foi mancando em direção aos fundos da praça, onde havia uns arbustos mais espessos que poderiam nos servir de esconderijo.

Enquanto caminhávamos, ele pegou minha mão e me fez tocá-lo por sobre a calça – “já está duro “, se exibiu. Nos escondemos e eu me ajoelhei aos seus pés. Abri seu zíper para deixar sair um cacete enorme completamente duro. Seu cheiro cru de homem da rua me inebriava. Eu estava enlouquecido. Coloquei-o na boca e o chupei pelo tempo que desejou, até que ele mesmo pedisse – “quer dar a bunda?”. Respondi que sim num sussurro lânguido e ele se deitou de lado no chão Abaixei as calças e me aninhei de costas para ele, me empinando para recebê-lo. Ele deu algumas estocadas no vazio – “entrou?”, perguntou. Disse-lhe que não e me lubrifiquei com saliva. Então tomei-o em minha mão e o direcionei para que pudesse me penetrar.

Logo ele já estava dentro de mim, bombeando com força meu traseiro. Eu não resisti e o orgasmo veio sem que eu sequer me tocasse, apenas por estar me entregando àquele homem, sentindo sua virilidade, seu cheiro. Céus, que cheiro. Ele teve seu tempo até que finalmente senti seu sêmen farto jorrar dentro de mim. Ele vestiu as calças e nós voltamos ao banco onde o encontrei. O velhote ainda estava ali e ficamos nos encarando por alguns instantes. “Quer vir comigo?”, perguntei. Ele se levantou e foi em direção ao esconderijo. Eu o segui. Ficamos parados frente à frente e eu acariciei sua barriga deliciosa, sentindo seus pelos prateados na ponta dos meus dedos. Ele abaixou as calças e eu me ajoelhei aos seus pés para colocá-lo na boca e o sentir endurecer deliciosamente entre meus lábios.

Chupei-o longamente e então perguntei – “quer meter?”. “Quero”, respondeu secamente. Fiquei de quatro porque queria que ele me possuísse como uma cadelinha da rua. Ele me segurou pelos quadris e logo senti seu pau me atravessando com força. Ele me fodeu vigorosamente por um tempo considerável e então se satisfez, jorrando seu leite dentro de mim. Vestiu-se apressadamente e saiu dali. Eu também me ajeitei e peguei o caminho de casa, sem passar por eles. Fui para a cama sem sequer me lavar, pois o cheiro daqueles homens estava impregnado no meu corpo e era delicioso sentir a viscosidade do seu sêmen dentro de mim.

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