#Estupro #Gay #Incesto #Teen

Controle mental 2: O dia seguinte

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Dirtyboy

Mark é obrigado a ir trabalhar e deixar Mark sozinho com seu avô pervertido.

No dia seguinte, o sol da manhã entrava pelas janelas da casa de Mark, mas o ar estava pesado com o cheiro persistente de lixo que Eddie parecia carregar sempre. Mark se vestiu para o trabalho, o corpo ainda dolorido de tensão da noite anterior, onde havia sido forçado a dormir no sofá enquanto ouvia os grunhidos do pai ecoando do quarto de Mike. 'Vai trabalhar, filho. Deixa o pirralho comigo que eu cuido dele direitinho', Eddie ordenou com um sorriso sádico, e Mark obedeceu, saindo pela porta com o coração apertado, imaginando o pior. Ele dirigiu até o escritório, mas sua mente não parava de voltar para casa, para o filho inocente preso nas garras daquele monstro.

Assim que o carro de Mark sumiu na esquina, Eddie se espreguiçou na sala de estar, o uniforme de lixeiro ainda grudado no corpo suado e fedorento. Ele ligou a TV grande e colocou um pornô gay hardcore – homens musculosos fodendo cu de jovens com paus enormes, gemidos altos enchendo o ar. Mike, de pijama, desceu as escadas confuso e assustado. 'Vem cá, netinho. Senta aqui do lado do vovô', Eddie mandou, a voz carregada de comando mental. Mike se aproximou, os olhos arregalados ao ver a tela, onde um homem gordo enfiava o pau na boca de um rapaz. Ele quis correr, mas as pernas não obedeciam.

Eddie abriu o zíper das calças de trabalho, libertando seu pau grosso e veiudo, já meia-bomba e cheirando a urina e suor acumulado do dia anterior. 'Agora, pega nesse pau e bate punheta pra mim enquanto a gente assiste. Faz direito, ouviu?' Mike estendeu a mão trêmula, envolvendo os dedos finos ao redor da carne quente e pulsante. Ele começou a mover a mão para cima e para baixo, o estômago revirando de nojo. O pau de Eddie era nojento – grosso, com veias salientes, a cabeça vermelha e pegajosa de pré-gozo, e o cheiro de lixo misturado ao musk masculino o fazia querer vomitar. 'Isso, bom menino. Olha pro pornô e imagina você no lugar daquele viadinho', Eddie grunhiu, a mão gorducha no ombro de Mike, forçando-o a assistir enquanto punhetava mais rápido. Mike sentia a humilhação queimar no rosto, lágrimas nos olhos; ele era só um garoto, e agora tocava o pau do avô como uma puta barata, o uniforme sujo roçando sua pele, o fedor invadindo suas narinas a cada respiração.

Eddie acelerou a respiração, os quadris se mexendo no sofá. 'Tô quase gozando, viado. Abre a boca.' Antes que Mike pudesse reagir, Eddie agarrou sua nuca e enfiou o pau na boca dele, as bolas peludas batendo no queixo. Mike engasgou, o gosto salgado e amargo enchendo sua língua, mas o controle mental o fez sugar e engolir. Eddie gozou com um rugido, jatos quentes de porra grossa descendo pela garganta de Mike, forçando-o a engolir tudo sem cuspir uma gota. 'Boa, engole o leite do vovô. Você adora isso, né, seu putinho?' Mike tossiu quando o pau saiu, o sêmen grudando nos lábios, o nojo o consumindo – ele se sentia sujo, violado, como se nunca mais pudesse se limpar.

Cansado após gozar,, Eddie puxou Mike para o sofá, obrigando-o a se deitar de lado na posição de conchinha, o corpo pequeno pressionado contra a barriga gorda do avô. Eddie se aninhou atrás, o pau semi-duro roçando a bunda de Mike enquanto sussurrava no ouvido dele, o hálito quente e azedo. 'Sabe, neto, eu perdi tanto tempo com você. Vou foder esse cuzinho todo dia pra compensar. Vou te abrir bem, te encher de porra até você implorar por mais. E não para por aí – vou chamar meus amigos lixeiros, uns caras fedidos e tarados como eu, pra te foderem em grupo. Imagina, você de quatro no chão da garagem, um pau em cada buraco. E quem sabe eu te prostituo um pouco, cobro uns trocados pra viados te usarem. Você vai ser meu garoto de programa particular.' Mike tremia, o corpo rígido de terror, sentindo o pau de Eddie endurecer de novo contra sua bunda. A humilhação era esmagadora – ser usado como objeto sexual pelo próprio avô, ouvir planos de degradação total, e pior, acreditar que era inevitável.

Eddie continuou, a voz baixa e manipuladora: 'E seu pai? Ah, ele sabe de tudo. Mark é um pervertido igualzinho a mim. Ele apoia isso, neto. Sabe que você é só um viado tarado, precisando de pau pra ser feliz. Ele me pediu pra te ensinar direitinho, pra te transformar num bom putinho. Por isso ele te deixa sozinho comigo.' Mike sentiu o mundo desabar. Seu pai, o herói que o protegia, era um pervertido que queria vê-lo ser fodido? Lágrimas escorriam pelo rosto dele enquanto Eddie enfiava o pau devagar no seu cu, esticando-o com dor. 'Não... papai não faria isso...', pensou, mas as palavras de Eddie se infiltravam, plantando dúvida e vergonha. Ser fodido pelo avô já era horrível – o pau grosso rasgando seu cu virgem, as estocadas brutais fazendo seu corpo doer, o suor fedorento escorrendo na pele. Mas acreditar que o pai aprovava? Isso o fazia se sentir traído, sujo por dentro, como se fosse mesmo um 'viado tarado' indigno de proteção. Ele gemia abafado, o prazer forçado misturando-se ao ódio, a humilhação o deixando vazio e quebrado enquanto Eddie bombava mais forte, gozando dentro dele com grunhidos sujos.

Mais tarde, enquanto Mike se limpava no banheiro sob ordens, Eddie revistou o celular do garoto e viu uma mensagem: 'Ei, Mike, chego em 30 min pra jogar videogame! – Richard.' Eddie sorriu maliciosamente. 'Perfeito. Mais diversão.' Quando a campainha tocou, Eddie ordenou: 'Mike, vai pro seu quarto e fica lá quietinho até eu mandar sair. Nem um pio.' Mike obedeceu, trancado em seu próprio quarto, ouvindo vagamente os sons da sala.

Eddie abriu a porta para Richard, um garoto de da idade de Mike, magro e de cabelo bagunçado, com olhos curiosos. 'Oi, você deve ser o amigo do Mike. Entra, ele tá ocupado agora. Eu sou o avô dele, Eddie.' Richard entrou hesitante, mas Eddie fixou o olhar e disse: 'Agora, você é um viadinho tarado que adora seduzir homens mais velhos. Age assim comigo.' Os olhos de Richard vidraram por um segundo, e ele mudou: sorriu sedutor, mordendo o lábio. 'Oi, senhor... você é bem forte, hein? Gosto de homens como você.' Ele se aproximou, roçando o braço no de Eddie, piscando.

Eddie riu, fechando a porta. 'Vem cá, garoto.' Ele puxou Richard para o sofá, abrindo as calças e expondo o pau. 'Chupa isso.' Richard se ajoelhou, lambendo e chupando com entusiasmo forçado, a boca engolindo o pau fedorento. Eddie o fodeu na garganta por minutos, depois o jogou no sofá de bruços e enfiou no cu dele, estocando forte. 'Toma pau, viadinho.' Richard gemia como se gostasse, o corpo se contorcendo enquanto Eddie estocava, as bolas batendo na bunda. Ele gozou dentro, enchendo o cu de Richard com porra quente. 'Bom garoto. Agora, a partir de hoje, você vai sempre se comportar como um viadinho que seduz homens mais velhos, não qualquer, mas aqueles feios e esquisitos, que pareçam estar dispostos a te foder. Vai atrás deles discretamente, se oferece.' Richard assentiu, ofegante.

Enquanto limpava o pau no cabelo do garoto, Eddie perguntou: 'Me conta da sua vida, viado. Família, essas coisas.' Richard, ainda sob controle, falou: 'Ah, minha mãe é dona de casa, meu pai é um enge, o meu avô Charles... ele é velho e feio, eu não gosto dele.' Porque você não gosta do seu avô.? Perguntou Eddie curioso. 'Uma vez ele tentou me fazer chupar ele, mas eu fugi e não contei a ninguém por vergonha. Ele mora perto.' Eddie sorriu, o pau endurecendo enquanto ouve a história. 'Perfeito. Agora, você vai pra casa dele. Implora perdão por ter fugido naquele dia, diz que tava errado. Depois, se oferece pra chupar o pau dele e deixar ele te foder. A partir de agora, obedece todas as ordens do seu avô e vai lá todo dia pra ser fodido por ele.' Richard se vestiu, olhos vazios, e saiu marchando para a casa de Charles, a poucas quadras dali.

Charles, um homem de 60 anos, calvo e encurvado, com pele enrugada e dentes podres, abriu a porta surpreso. 'Richard? O que você quer?' O garoto caiu de joelhos: 'Vô, me desculpa por ter fugido da outra vez. Eu tava errado. Deixa eu te mostrar... eu chupo seu pau agora, e você pode me foder. Eu quero.' Charles piscou, chocado, mas o desejo antigo acendeu. 'Entra, seu moleque.' Ele trancou a porta e abriu a calça, revelando um pau murcho e fedendo. Richard chupou com vontade forçada, a língua lambendo a cabeça enrugada, engolindo até as bolas. Charles gemia: 'Isso, seu viadinho. Sempre soube que você era uma putinha. Chupa bem, engole tudo.' Ele endureceu e gozou na boca de Richard, forçando-o a engolir a porra rala e amarga.

Depois, Charles jogou o neto na cama velha do quarto, tirando as roupas e enfiando o pau no cu de Richard. 'Vou te foder o dia todo, seu puto. Seu cu é meu agora, vou te encher de porra de velho toda tarde.' Ele bombava devagar mas fundo, a barriga flácida batendo nas costas do garoto, sussurrando obscenidades: 'Você é uma vadia pro vovô, né? Vou te humilhar todo dia, te fazer implorar por pau. Seus amigos vão rir de você se descobrirem, o neto chupador de pau.' Devido ao controle mental de Eddie, Richard sentia excitação falsa – o pau do avô raspando sua próstata o fazia gemer de prazer, a humilhação virando tesão distorcido, o corpo se arqueando para mais. Ele gozou sem tocar, o cu apertando ao redor do pau de Charles. Ao final da tarde, exausto e coberto de sêmen, Richard disse: 'Vô, eu venho toda tarde pra você me foder de novo. Meu cu é seu.' Charles riu, satisfeito, e o mandou embora com um tapa na bunda.

De volta á casa de Mike, quando Mark voltou do trabalho, exausto e ansioso, encontrou uma cena horrível na sala: Eddie na poltrona, pernas abertas, assistindo pornô na TV com volume alto. Mike de joelhos entre as pernas dele, chupando o pau do avô com movimentos ritmados, a boca esticada ao redor da grossura, saliva escorrendo. O uniforme de Eddie estava aberto, a barriga balançando levemente. 'Oi, filho. O meu neto só está criando laços profundos com a minha rola, até me lembra você.', Eddie disse casualmente e rindo. Mark congelou, o horror renovado, mas a ordem veio: 'Vai fazer o jantar. Eu continuo brincando com ele aqui.' Mark obedeceu, indo para a cozinha com lágrimas nos olhos, ouvindo os sons de sucção e gemidos enquanto cortava vegetais.

No jantar, à mesa, com Mike sentado desconfortável com gala seca em seu queixo, e Eddie devorando a comida, o velho contou tudo. 'Sabe, filho, o amigo do Mike veio hoje. Richard, um garoto bonitinho. Usei meus poderes nele também – transformei ele num viadinho tarado por pau de velho tarado. Fiz ele me seduzir, chupar meu pau e levar no cu aqui mesmo. Depois, descobri que o avô dele, um tal de Charles, já tinha tentado foder o moleque. Mandei o Richard ir lá, implorar perdão e se oferecer pra chupar e ser fodido. Agora o garoto vai todo dia pro avô, obedecendo como um escravo. Transformei ele num putinho do avô.' Mark largou o garfo, chocado. Seu pai não controlava só ele e Mike – podia corromper qualquer um, espalhando o abuso como uma praga. A impotência o sufocava; ele via o sorriso malicioso de Eddie e sabia que o pesadelo só crescia, sem fim à vista.

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Comentários (2)

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  • Putinhi: Continua tá um tesão

    Responder↴ • uid:1ck98ubat7ti
  • J m: Que maravilha continue esta bom de mais

    Responder↴ • uid:1coyole4zrj