A nova realidade que mudou o mundo parte 111 - Noite das meninas
A noite na cela de cimento foi a mais estranha e dolorosamente humana que tivemos desde que tudo começou.
Depois do dia inteiro sendo montada por animais, depois de cuspir porra de cachorro, bode, pônei e cavalo na boca da minha própria filha, fomos jogadas nessa cela subterrânea. Sem janelas. Teto baixo, quase opressivo. O chão é de cimento frio e áspero. A única iluminação vinha de uma pequena lâmpada vermelha no canto, que pintava tudo com um tom infernal, sangrento. O ar era pesado, quente, cheirando a corpos suados, porra seca e desespero.
Além de mim e Julie, havia mais quatro mulheres, Yara e Maya, as duas indiazinhas, e duas funcionárias brancas do hotel que eu nunca tinha visto antes, uma loira de uns vinte e oito anos chamada Laura, e uma morena um pouco mais velha chamada Sofia. Todas nuas. Todas marcadas.
Julie foi colocada no canto, ainda com o cinto de castidade firmemente trancado. A placa de metal apertava sua bucetinha virgem, impedindo qualquer toque direto. Ela estava desesperada, o corpo em cio depois de tudo que tinha visto e sentido durante o dia. As coxas tremiam, a respiração curta.
Eu me deitei ao lado dela, exausta, mas o ambiente mudou rapidamente.
As duas indiazinhas se aproximaram primeiro. Yara e Maya, ainda com marcas das humilhações do dia, começaram a se tocar com uma delicadeza surpreendente. Beijos suaves, mãos acariciando seios pequenos, dedos deslizando devagar entre pernas. Laura e Sofia se juntaram. Logo éramos um emaranhado de corpos nus no chão frio da cela.
Eu resisti no começo. Mas o cansaço, o trauma, a necessidade desesperada de sentir algo que não fosse dor ou humilhação… tudo isso me quebrou. Eu participei.
Beijei Yara com carinho, depois Maya. Minhas mãos percorreram os corpos delas, apertando seios, acariciando bundas, deslizando entre pernas. Laura chupou meus mamilos enquanto Sofia lambia minha buceta ainda sensível dos animais. Eu gozei gemendo baixo, o corpo tremendo, sentindo pela primeira vez em muito tempo um prazer que não vinha de violência.
Julie assistia tudo, os olhos brilhando de desejo e frustração. O cinto não permitia que ninguém tocasse sua buceta. Apenas um pequeno buraco na parte de trás permitia que eu enfiasse a ponta do dedo mindinho no cuzinho dela, bem devagar, enquanto a beijava. Ela gemia contra minha boca, desesperada, o corpo todo quente e molhado, a bucetinha pulsando inutilmente contra o metal frio. “Por favor, mamãe… só um pouco mais…” implorava ela, a voz embargada.
Mas eu não podia. O cinto era implacável. O clitóris dela ficava intocado, latejando, inchado de excitação sem alívio.
As outras também a acariciavam. Yara e Maya chupavam os peitinhos dela com carinho, lambendo os mamilos durinhos. Laura enfiava a língua na boca de Julie enquanto Sofia lambia o pescoço e os ombros dela. Julie estava no cio, desesperada, o corpo se contorcendo, a bucetinha pingando contra o metal, mas sem poder gozar. Ela tentava se aliviar esfregando as coxas, mas o cinto impedia qualquer fricção real.
Em determinado momento, ela entrou em desespero. “Eu preciso… por favor… eu preciso gozar…” choramingava ela, a voz quebrada.
Ela se jogou entre as pernas de Yara, chupando a bucetinha da indiazinha com fome, depois passou para Maya, depois para Laura. Chupava com desespero, como se o prazer das outras pudesse aliviar o dela. Depois veio para mim, caiu de boca na minha buceta, lambendo e chupando como uma cadelinha desesperada, gemendo contra minha carne enquanto eu acariciava seu cabelo. Mas ela não gozava.
O corpo dela implorava. As coxas tremiam, a respiração era curta, o clitóris preso latejava inutilmente contra o metal. Ela chorava enquanto me fazia gozar mais uma vez, os soluços misturados aos gemidos. Quando eu gozei na boca dela, Julie engoliu tudo, desesperada, como se aquilo pudesse saciá-la, não saciou. A noite inteira foi assim.
Gemidos suaves, corpos se tocando com carinho, bocas explorando, dedos entrando devagar em cus e bucetas. Gozadas calmas, longas, cheias de suspiros e beijos. Todas nós nos satisfizemos, menos Julie. Ela ficou no limite o tempo todo, molhada, quente, desesperada, o corpo implorando por um alívio que o cinto de castidade do pai dela não permitia. Em nenhum momento ela aprendeu a gozar só com o cu ou com os mamilos. O prazer dela estava preso, selado, torturante.
Os gemidos e suspiros certamente foram ouvidos nas celas vizinhas. Talvez até nos quartos dos hóspedes. Mas ninguém veio, ninguém interrompeu. Era como se o hotel inteiro soubesse que, naquela noite, algumas escravas estavam roubando um pedaço de humanidade umas das outras.
Quando o amanhecer começou a se aproximar, Julie estava exausta, chorando baixinho no meu colo, o corpo ainda latejando de desejo insatisfeito. Eu a abraçava forte, beijando sua testa, sentindo o coração dela bater acelerado contra o meu. “Eu te amo, meu amor…” sussurrei. “Eu te amo tanto…” disse a ela baixinho.
Ela só soluçou contra meu peito: “Eu quero gozar, mamãe… dói… dói tanto não poder…”
Eu não tinha resposta. Só podia abraçá-la mais forte, enquanto as outras mulheres dormiam ao nosso redor, saciadas e exaustas, e eu ficava ali, acordada, sentindo o peso esmagador de tudo.
Porque eu tinha dado prazer à minha filha com amor, e agora via ela sofrer por não poder ter o mesmo. O cinto de castidade brilhava na penumbra vermelha da cela.
Eu não conseguia parar de olhar para aquele maldito cinto. Desde que o colocaram de volta em Julie naquela manhã, ele parecia ainda mais cruel do que antes. Era feito de aço inoxidável polido, frio e implacável, projetado para ser ao mesmo tempo funcional e humilhante. A placa principal, larga, curva e espessa, cobria completamente a bucetinha virgem da minha filha, pressionando com força contra os lábios delicados e o clitóris pequeno e sensível. As bordas da placa eram ligeiramente chanfradas para dentro, de forma que, quanto mais Julie se mexia, mais o metal mordia a pele macia, criando marcas vermelhas que nunca desapareciam por completo.
Na parte de trás, uma tira estreita de aço passava entre as nádegas dela, separando-as e pressionando contra o cuzinho virgem. Havia um pequeno furo redondo ali, bem-posicionado, para permitir que ela defecasse ou urinasse sem tirar o cinto, mas o furo era tão apertado e mal desenhado que, toda vez que Julie tentava fazer xixi, o líquido escorria pelos lados, molhando suas coxas e causando ardor constante. O cinto não permitia que ela fechasse as pernas direito; a placa forçava uma abertura mínima, deixando a pele ao redor da buceta sempre exposta ao atrito e ao ar.
O mecanismo de fechadura era simples, mas sádico, um cadeado grosso, reforçado, que só o meu marido possuía a chave. O metal era pesado o suficiente para que Julie sentisse o peso constante entre as pernas o dia inteiro, lembrando-a a cada passo que sua sexualidade não lhe pertencia mais. Dentro da placa, havia pequenas protuberâncias de silicone texturizado que roçavam diretamente no clitóris e nos lábios internos. Não eram vibradores, eram piores. Eram feitas para criar fricção constante, irritação e uma sensação de pressão que nunca permitia que a excitação baixasse completamente, mas também nunca permitia alívio.
Julie andava com as pernas ligeiramente abertas, o passo curto e desajeitado. Cada movimento fazia o metal esfregar contra a carne sensível, criando um atrito que, depois de algumas horas, virava uma queimação constante. Quando ela ficava molhada, e ela ficava molhada com frequência, especialmente depois de tudo que via e sentia, o líquido ficava preso dentro da placa, criando uma umidade quente e pegajosa que piorava a irritação. O clitóris dela, preso ali dentro, latejava sem parar, inchado, sensível, implorando por toque, mas recebendo apenas o roçar impiedoso do metal e do silicone.
À noite, no escuro da cela, eu via o quanto aquilo a torturava. Julie se contorcia no chão, as coxas se apertando inutilmente, tentando encontrar alguma fricção que o cinto não permitia. Ela choramingava baixinho, o corpo quente e desesperado, o clitóris preso latejando contra a placa fria. Às vezes ela tentava enfiar os dedos por baixo da borda, mas o metal era muito justo. Tudo o que conseguia era piorar a excitação sem alívio.
Ela me contou, com a voz embargada, que sentia a bucetinha “pulsando o tempo todo”, como se estivesse viva e pedindo algo que nunca chegaria. O cinto transformava qualquer excitação em frustração pura. Quanto mais molhada ela ficava, mais o silicone texturizado roçava, mais o metal pressionava, mais o desejo virava uma dor latejante e cruel.
E o pior de tudo, o cinto era um lembrete constante de que a virgindade dela não era dela. Era uma propriedade do pai. Uma reserva. Um prêmio que ele guardava para si, para quando decidisse tirar.
Eu via nos olhos de Julie o desespero crescente. Ela estava no cio quase constante, o corpo jovem e saudável implorando por liberação, mas o metal frio e impiedoso negava tudo. Às vezes, durante a noite, ela se esfregava contra minha perna, desesperada, tentando encontrar alívio onde não havia nenhum. Eu a abraçava, beijava sua testa, enfiava apenas a ponta do dedo mindinho no cuzinho dela pelo pequeno buraco do cinto, mas era pouco. Sempre pouco.
O cinto de castidade não era só um objeto de controle. Era uma tortura psicológica e física constante. Ele roubava dela o direito mais básico de sentir prazer. E roubava de mim a capacidade de aliviar o sofrimento da minha própria filha.
Enquanto Julie dormia inquieta ao meu lado, o metal brilhando fracamente na luz vermelha da cela, eu só conseguia pensar que aquele cinto era o símbolo perfeito do que tínhamos nos tornados. Duas escravas, uma selada e a outra assistindo, impotente.
E o pai dela, o homem que um dia eu amei, era o dono da chave. E ele ainda nem tinha começado a usar de verdade o que estava guardando. E o amanhã, eu sabia, seria ainda mais cruel.
Mas naquela noite, pelo menos, nós tínhamos sido apenas mulheres buscando consolo umas nas outras. Mesmo que para Julie, o consolo tivesse sido negado.
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