#Corno #Estupro #Sado

Gratidão pela proteção

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Copiex

Os dois soldados bateram na porta da casa simples no final da tarde, famintos e exaustos. O marido, um homem magro de uns 40 anos, os recebeu com desconfiança, mas deixou-os entrar. A esposa, uma mulher de 28 anos chamada Laura, de corpo cheio, seios pesados e cabelos escuros, serviu o almoço em silêncio.
Depois de comerem, um dos soldados — alto, barba por fazer, uniforme sujo de poeira — limpou a boca e falou calmamente:
— Nós estamos lá na frente todo dia, arriscando a vida pra que gente como vocês tenha paz em casa. Podemos morrer amanhã. Só queremos uma coisa em troca.
O marido franziu a testa.
— O quê?
— Queremos comer a sua esposa.
O marido se levantou vermelho de raiva:
— Vocês estão loucos? Saiam da minha casa agora!
Laura, porém, olhava para os dois homens armados com medo genuíno. Sua voz saiu baixa e trêmula:
— Deixa… eu faço.
O marido tentou protestar, mas ela já estava de pé, olhando para o chão. Os soldados sorriram.
Eles a levaram para o quarto. O primeiro soldado, o mais alto, fechou a porta e ordenou com voz rouca:
— Tira a roupa devagar pra gente ver.
Laura obedeceu. Com as mãos tremendo, desabotoou a blusa, depois a saia, revelando um biquíni pequeno e colorido que ela usava por baixo da roupa de casa. Os seios grandes mal cabiam no tecido fino, os mamilos marcando levemente.
— Agora passa a mão em você. Devagar. Nos peitos, na barriga, na boceta.
Ela obedeceu, deslizando as mãos pelos seios, apertando-os levemente, depois descendo pela barriga até entre as pernas. Os soldados observavam com os olhos brilhando.
O soldado se aproximou, segurou o rosto dela e a beijou com força, enfiando a língua na boca dela enquanto uma mão apertava um dos seios. Depois desceu a boca para o pescoço, lambendo e chupando a pele macia. Com um puxão rápido, tirou o top do biquíni, expondo os seios pesados e redondos. Ele abaixou a cabeça e começou a chupar um mamilo com vontade, sugando forte enquanto a mão massageava o outro.
Laura gemeu, uma mistura de medo e excitação involuntária.
Ele a jogou na cama, tirou o resto do biquíni e abriu as pernas dela. Sem esperar mais, enfiou o pau duro nela com uma estocada profunda. Fodeu com força, segurando os quadris dela, os seios balançando a cada investida. Ele não durou muito — gozou dentro dela com um grunhido longo, enchendo-a.
Depois foi a vez do segundo soldado. Mais bruto, ele a virou de quatro, segurou o cabelo dela e meteu fundo, batendo os quadris contra a bunda dela enquanto ela gemia alto. Ele também gozou dentro, deixando o sêmen escorrendo pelas coxas dela.
À noite eles não foram embora. Disseram que iam dormir ali.
Na hora de dormir, os dois entraram no quarto e falaram para o marido:
— Hoje ela dorme com a gente.
Eles a colocaram no meio da cama. O primeiro soldado deitou de costas e puxou Laura para cima dele, enfiando o pau na boceta dela novamente. O segundo se posicionou atrás, cuspiu no pau e começou a forçar devagar na bunda dela. Laura soltou um gemido alto quando os dois paus entraram ao mesmo tempo — dupla penetração dura e profunda. Eles começaram a se mover em ritmo, um empurrando enquanto o outro puxava, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo até ela gritar de prazer misturado com dor. Os dois gozaram quase juntos, enchendo-a por completo.
De manhã, Laura acordou com um calor úmido no peito. Um dos soldados estava chupando seu mamilo esquerdo com força, sugando como se quisesse tirar leite.
— É uma pena não ter leite aqui… — murmurou ele, mordiscando o bico inchado.
O outro soldado chegou, já com o pau duro. Sem dizer nada, eles a viraram de lado. Um meteu na boceta, o outro na boca. Depois trocaram de posição, foderam ela mais uma vez de quatro, de frente, e finalmente gozaram nos seios e na cara dela.
Só depois de saciados, os dois soldados vestiram o uniforme, pegaram as armas e saíram pela porta, deixando Laura deitada na cama, o corpo marcado, a boceta e a bunda doloridas, cheia de porra, enquanto o marido olhava da porta sem saber o que dizer.

Passaram-se três dias desde a visita dos dois soldados. A casa voltou a ficar em silêncio, mas a mulher não conseguia esquecer. Seu corpo ainda carregava as marcas: os seios sensíveis, a buceta inchada e o constante gotejar de porra que escorria quando ela se mexia. O marido mal olhava para ela, cheio de vergonha e raiva muda.
Na tarde do quarto dia, bateram na porta novamente.
Quando ela abriu, lá estava ele: o primeiro soldado, o mais alto, de barba por fazer, com o mesmo uniforme sujo e o fuzil pendurado no ombro. Sozinho dessa vez. Seus olhos percorreram o corpo dela com fome imediata.
— Seu companheiro... não veio? — perguntou ela, voz baixa.
— Ele morreu ontem. Mina na estrada. — respondeu ele seco, sem emoção. — Sobrou só eu. E eu não consegui parar de pensar nessa buceta quente que você tem.
O marido apareceu atrás dela, pálido. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, o soldado empurrou a porta com força e entrou.
— Não vim pedir hoje. Vim pegar o que é meu agora.
Ele agarrou a mulher pelo braço e a puxou contra o peito. Sem cerimônia, enfiou a mão por baixo do vestido fino que ela usava e enfiou dois dedos direto na buceta já molhada. Ela soltou um gemido involuntário.
— Olha só... ainda tá melada da última vez. Boa menina.
O marido tentou protestar, mas o soldado apontou o fuzil na direção dele sem nem olhar:
— Fica quieto aí ou eu termino o serviço que a guerra começou.
Levou a mulher de volta para o mesmo quarto. Dessa vez não pediu para tirar a roupa devagar. Rasgou o vestido com um puxão forte, deixando-a só de calcinha. Jogou-a na cama de bruços, abriu as pernas dela e enfiou o pau grosso de uma vez, fundo e sem aviso. Começou a foder com estocadas pesadas, batendo a pélvis contra a bunda dela, fazendo os seios grandes balançarem contra o colchão.
— Saudades dessa boceta apertada... — grunhiu ele enquanto metia sem parar. — Vou gozar bem fundo de novo.
Ele gozou com força, enchendo-a mais uma vez, o corpo dele tremendo sobre o dela.
Mas não parou. Virou-a de frente, chupou os mamilos inchados com vontade, mordendo de leve enquanto ela gemia. Depois sentou na beira da cama, puxou a cabeça dela e enfiou o pau ainda melado na boca dela, fodendo sua garganta até gozar pela segunda vez, fazendo ela engolir tudo.
Quando terminou, vestiu a calça, pegou o fuzil e olhou para ela deitada na cama, pernas abertas, gozo escorrendo pela coxa.
— Talvez eu volte mais vezes... enquanto a guerra não me pegar também.
Ele saiu sem olhar para o marido.
A mulher ficou ali, respirando pesado, sentindo o calor da porra dele dentro dela mais uma vez. O marido não disse uma palavra.
A guerra continuava lá fora... e agora um soldado voltava sempre que podia.

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Comentários (3)

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  • Homo sapiens sapiens: Sinceramente. Quem lê este tipo de coisa é doente, é minha primeira e última vez aqui. Espero que todos que ficam lendo essas coisas doentes morram e vão pro inferno, ou sigam pelo caminho de Deus. Eu odeio viver no mesmo mundo dos primatas que se entitulam seres humanos, espero que isso vire crime e vocês passem o resto da vida de vocês sendo estuprados na cadeia.

    Responder↴ • uid:1d0dkhvbdhnv
  • ComentandoSobre: O marido podia ter feito o serviço de limpar a mulher depois de ser usada né, podia cuidar dela e esperar novamente pelo homem que deixa ela se tremendo. Isso que é ser corno de verdade

    Responder↴ • uid:1dak5162qm
    • Homo sapiens sapiens: Lixo humano

      • uid:1d0dkhvbdhnv