#Estupro #Grupal #Teen #Virgem

Filha com classificação X Parte 2

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Phil Phantom

Constatou-se que pessoas desaparecidas têm entre quatorze e dezoito anos, e aproximadamente 80% delas são menores de idade do sexo feminino.

CAPÍTULO TRÊS

Quando Wendy voltou para o seu “quarto”, encontrou um short jeans, uma camisa branca masculina e suas próprias sandálias. Ela vestiu o short jeans apertado e precisou prender a respiração para fechá-lo. Fez uma careta ao fechar o zíper e prender um pelo pubiano nele. “Droga!”, praguejou, e então pegou a camisa.

Ela se olhou no espelho e percebeu que as nádegas preenchiam completamente a calça jeans. Virando-se, viu no espelho o contorno bem definido de sua vagina e um leve arrepio percorreu seu corpo ao perceber o quão completamente indefesa estava. Wendy deu um pulo quando Trudy bateu no batente da porta e espiou, sorrindo.

"Eu estava usando praticamente a mesma roupa na primeira noite em que cheguei aqui", comentou Trudy, entrando no quarto.

Wendy olhou para a saia plissada curta e a blusa transparente que Trudy estava usando. O contorno dos mamilos dela era claramente visível através do tecido diáfano, e Wendy sentiu uma pontada de inveja ao olhar para as sandálias prateadas nos pés de Trudy.

"Essas... essas roupas são suas?", perguntou Wendy enquanto Trudy se sentava na beira da cama e sorria para ela.

“Agora sim, são — a Stella comprou para mim semana passada”, ela riu e levantou a barra da saia curta para expor sua vagina nua. “Mas esqueça calcinha e sutiã — não é permitido.”

O rosto de Wendy corou quando a garota se expôs, depois caiu para trás na cama e deu alguns pulinhos. "Ei... essa cama é incrível, posso compartilhar com você algum dia?"

Wendy olhou para a expressão lasciva no rosto da garota e de repente se lembrou do que havia acontecido entre elas no chuveiro. Deu de ombros. "Claro... por que não? Melhor do que o chuveiro!"

"Isso mesmo, Wendy!" disse Trudy, rindo.

Ouviram vozes vindas do corredor e, em seguida, uma chave girou na fechadura. Paul abriu a porta e entrou no quarto. Deu um sorriso avaliador para Wendy e então notou Trudy na cama.

“Ei, fico feliz que vocês dois tenham se conhecido. Tenho grandes planos para vocês dois…”

Trudy saltou da cama e Wendy observou surpresa enquanto a garota beijava Paul na boca e, em seguida, passava a mão sobre o volume em sua virilha. "É melhor você ter grandes planos para nós... nós transamos no chuveiro. Eu comi a buceta dela!"

"Ei, que legal!" exclamou Paul, dando uma risadinha ao ver Wendy corar intensamente. "Olha..." disse ele, se desvencilhando dos braços de Trudy e afastando a mão dela de seu zíper saliente, "tudo o que você quiser fazer aqui está liberado — inclusive brincadeiras sexuais de qualquer tipo." Ele viu a expressão de dúvida no rosto de Wendy e estendeu a mão para tocar seus seios fartos.

“É isso mesmo que quero dizer, Wendy. Qualquer tipo de brincadeira sexual é aceitável para todos nós. Queremos que você se sinta completamente à vontade enquanto estiver aqui conosco — entendeu?”

Wendy sentiu a mão dele se mover de um seio para o outro enquanto olhava para cima e perguntava: "Por quanto tempo terei que ficar aqui, Paul?"

Ele beliscou o mamilo dela de brincadeira e depois deu um tapinha leve na bunda dela. "Vamos, Trudy e eu vamos te apresentar ao resto da família... o jantar está na mesa."

Wendy cutucava a roupa nervosamente enquanto a conversa à mesa continuava; era quase inteiramente sobre sexo e ela fora obrigada a ficar sentada ali ouvindo Trudy descrever em detalhes o banho. Seu rosto corou intensamente enquanto a garota descrevia cada toque, ao que parecia, para os ouvintes atentos. Levantando os olhos de vez em quando, ela percebeu que os outros olhavam de Trudy para ela, e todos sorriam.

A conversa havia se desviado dela, e Paul estava relatando alguma experiência anterior. Wendy olhou de um rosto para o outro enquanto observava sua nova "família". Ao seu lado estava Trudy; à sua direita, Stella sentava-se na cabeceira da mesa, com Paul na outra ponta. Bem em frente a ela, sentava-se uma jovem negra bonita — Ruby, que tinha mais ou menos a mesma idade, só que era bem baixinha. Ela era mais ou menos do tamanho da irmã de treze anos de Wendy, com exceção dos seios pequenos, mas bem desenvolvidos. Ao lado dela, uma garota mal-humorada de uns dezoito anos mexia na comida com menos interesse do que Wendy demonstrava.

Wendy ouviu Paul falar contra a garota — Joni — e ficou claro que ela seria punida por algo que havia acontecido mais cedo naquele dia. Wendy sentiu uma repentina compaixão pela garota enquanto Paul e Stella a repreendiam.

Além de Paul, havia outros dois homens à mesa. Gino era um jovem moreno e bonito, de uns vinte anos. Seu cabelo preto estava cortado num estilo Príncipe Valente e sua boca parecia sorrir constantemente. Mesmo assim, Wendy sentiu um arrepio ao olhar em seus olhos, pois havia algo frio e ameaçador naquele rapaz que ela não conseguia definir. Ao lado de Gino, um homem negro alto e musculoso chamado Buck devorava a comida como se fosse a primeira refeição em uma semana. Mas, de todas as pessoas de sua nova família, Wendy se sentia mais à vontade com ele. Ele tinha um jeito fácil e jovial que parecia aliviar a tensão da sua situação. Cada vez que Buck olhava para ela, sorria e piscava, como se dissesse: "Vai ficar tudo bem, mocinha".

Ao todo eram sete, e Wendy fez oito. Enquanto Stella acenava para Ruby e Joni, os pratos foram retirados da mesa e as duas meninas serviram torta de maçã quente. Mesmo assim, Wendy não conseguia se forçar a comer. Muita coisa tinha acontecido para que seu corpo respondesse à necessidade normal naquele momento, e ela ansiava pelo conforto da pequena cama lá em cima — sozinha.

Com a boca cheia de torta, Ruby se virou para Stella e perguntou: "Se ela for virgem... ela não pode ir à festa hoje à noite, pode, Stella?"

Sorrindo, Stella balançou a cabeça. "Não sei... Acho que Paul planejou algo especial — só para ela", e enquanto falava, Stella voltou seu olhar para Wendy. "Mas Wendy não é a única que pode perder a diversão", e olhou para Joni.

Joni ergueu os olhos, com uma expressão de surpresa no rosto. Olhou para Paul, que deu de ombros e falou baixinho: "Você sabe as regras, Joni... quem brinca, paga."

A expressão da garota se transformou em franca hostilidade quando ela chutou a cadeira para trás e jogou o guardanapo no chão. "Droga!", praguejou ela, virando-se para sair da sala furiosa.

Paul a interrompeu com uma única palavra. A garota se virou lentamente e o encarou com os punhos cerrados. Ele sorriu enquanto se levantava e caminhava até onde ela estava, seu corpo tremendo de raiva. "Peça desculpas a todos, Joni...", disse ele suavemente.

"Vão se foder!" ela cuspiu de volta, depois se virou para encarar os que estavam à mesa, "Vão se foder todos vocês!" e saiu correndo escada acima enquanto Wendy a observava, boquiaberta.

Paul deu de ombros e voltou para a mesa. Ao pegar o garfo, olhou para Buck e disse: "Ligue para o Clarence mais tarde, tá bom?"

Um silêncio gélido pairou sobre a mesa enquanto os outros retomavam a refeição. Quando Wendy estendeu a mão para pegar seu copo de leite, sentiu como se tivesse algodão na boca. Virou-se para Stella e perguntou: "Poderia me trazer um copo d'água, por favor?"

Stella sorriu carinhosamente e pousou o garfo. "Eu pego para você, querida. Fique quietinha."

Ela voltou em um instante com um copo de suco de laranja e Wendy olhou para ele com curiosidade. "Pode beber... tem muitas vitaminas. É melhor do que água para você."

Wendy aceitou o pequeno copo e o esvaziou num só gole. Um leve gosto metálico permaneceu em sua boca, mas ela não pensou mais nisso enquanto Stella se sentava e começava a conversar com Ruby. De repente, Wendy sentiu um suor frio subir-lhe à cabeça e tudo girou diante de seus olhos. Tentou falar, mas as palavras pareciam presas em sua garganta. Olhou ao redor da mesa e viu todos a encarando. Sentiu a mão de Trudy em seu braço e, enquanto todas as vozes pareciam se misturar, Wendy ouviu Paul falar acima dos outros: "Parece que Wendy gostaria de se deitar um pouco."

Então, ouviu-se o som de cadeiras arrastando no chão e Wendy ficou repentinamente tonta. Alguém a ajudou a se levantar e a voz de Trudy chegou até ela de longe: "Aguenta firme, querida... vai passar em alguns minutos. Nunca dura muito."

Wendy se perguntou sobre o que a garota estava falando. Ela se movia como se estivesse em um sonho e viu as outras flutuando ao seu redor, todas indo na mesma direção. Então Wendy viu a lareira e alguém a ajudando a se sentar no sofá. Sua visão clareou por um instante e ela viu que os móveis estavam dispostos em semicírculo, de frente para a lareira. Almofadas estavam amontoadas no chão e Wendy sentiu-se subitamente relaxada ao olhar para cima e encontrar Stella parada diante dela, vestindo um robe esvoaçante.

Então, Paul estava servindo champanhe e, para surpresa de Wendy, todos haviam tirado a roupa e estavam usando vários tipos de roupões.

"Quando foi que eles fizeram isso?", perguntou-se ela enquanto Paul lhe entregava um copo.

"Você consegue segurar?", perguntou ele, sorrindo para a garota confusa.

“Se ela não conseguir, eu consigo…” disse Stella, sentando-se ao lado dela. Wendy sentiu o braço da mulher envolver seu ombro e, de repente, sentiu-se aquecida e segura. Ela tomou um gole do vinho espumante e fez uma careta. O gosto não era desagradável, mas era estranho para ela. Deu outro gole e olhou para as outras, que estavam sentadas, conversando, rindo e bebendo champanhe.

Finalmente, a visão de Wendy clareou completamente e sua mente pareceu voltar ao normal; ela ficou com uma grande sensação de calor e, quando a mão de Paul se fechou sobre a sua, ela decidiu que estava muito confortável — muito confortável mesmo.

Ela ouviu Trudy perguntar algo a Paul, mas não entendeu muito bem. Então, Trudy colocou o copo de lado e se levantou. Wendy observou a garota caminhar até onde Buck estava sentado em uma poltrona funda. Ela engasgou quando a garota se abaixou, abriu o roupão dele e expôs seu corpo nu e moreno. Buck se sentou e sorriu enquanto Trudy tirava o roupão e o deixava cair no chão. Então, Trudy se inclinou para a frente e segurou o pênis mole do homem. Ela abaixou a cabeça e, embora Wendy não pudesse ver, sabia que Trudy havia levado a carne escura do homem à boca. Buck gemeu alto e esticou as pernas à sua frente enquanto Wendy erguia a cabeça e se acomodava na poltrona com Buck.

Wendy olhou em volta e viu os outros observando atentamente. Ruby havia tirado o roupão e se virado para o lado para ver Gino estender a mão e agarrar seus seios fartos e jovens. O contraste entre a pele branca e a escura excitou Wendy e, enquanto os dois no chão olhavam para cima, Wendy voltou seu olhar para Buck e Trudy. Buck beijava a garota sensualmente enquanto deslizava suas mãos grandes pelo corpo branco dela, e ela manipulava seu pênis crescente com as duas mãos.

Um arrepio repentino percorreu o corpo de Wendy ao se imaginar sentada no colo do homem negro, brincando com o pênis dele enquanto ele acariciava seu corpo. Desviando o olhar da cena erótica, Wendy viu Gino deitado nu com Ruby nos braços, de costas para ele. Ele passava as mãos pelo corpo escuro dela e Wendy observou enquanto ele abria as pernas da garotinha e começava a acariciar sua vagina. Wendy se viu atraída a olhar para a região pubiana da garota enquanto Gino a penetrava com os dedos — estava completamente depilada! Olhando para ela enquanto rebolava a bunda lisa contra o corpo de Gino, Wendy percebeu como a garota parecia jovem.

Wendy engoliu em seco ao olhar para a esquerda e ver Paul sentado com o roupão aberto e o pênis ereto, rígido, em meio aos pelos pubianos. Ao olhar para a direita, encontrou Stella com o roupão completamente aberto. Os seios majestosos da mulher se projetavam com orgulho, e ela beliscava os mamilos enquanto observava Buck e Trudy. Novamente, o olhar de Wendy foi atraído para o corpo de uma mulher. Ela olhou para a virilha de Stella e viu uma grande massa encaracolada de pelos pubianos ruivos. A visão a excitou de alguma forma, e ela sentiu um desejo incontrolável de estender a mão e tocar a mulher ali.

Mas ela não olhou — sua atenção foi atraída de volta para Buck e Trudy quando o homem negro gemeu alto. Trudy o masturbava lentamente com as duas mãos enquanto se inclinava para trás no braço da cadeira para que ele pudesse lamber os mamilos de seus seios. Wendy observava fascinada enquanto o homem lambia com sua larga língua rosada e, em seguida, sugava cada um dos seios da garota para dentro de sua boca aberta. Ela se arrepiou ao ver a mão escura de Buck ir entre as pernas da garota, separar os lábios cobertos de pelos de sua vagina e começar a acariciá-la suavemente.

No chão, Gino puxou o rosto de Ruby e a beijava apaixonadamente enquanto a penetrava com os dedos, e ela se contorcia em seus braços. Wendy engoliu em seco ao sentir uma mão em sua perna e viu Stella olhando para ela com carinho.

"Incrível, não é?", ela sussurrou com a voz rouca enquanto se inclinava e roçava os lábios de Wendy nos seus.

"Come minha buceta!" Trudy gritou e Wendy se virou para observar enquanto a garota se contorcia na cadeira e depois se levantava de frente para Buck. Suas mãos escuras percorreram lentamente a parte de trás de suas pernas; enquanto ela se remexia sensualmente e pressionava o corpo para frente, as mãos dele se fecharam nas nádegas fartas dela.

Com as pernas bem abertas, Wendy conseguia ver o queixo e a boca do homem enquanto ele lambia com sua língua larga e rosada. Ele lambia sua vagina lentamente enquanto Trudy rebolava em círculos apertados e segurava firme a cabeça dele. Wendy olhou para o enorme pênis do homem negro enquanto ele se contraía espasmodicamente em seu colo. Ela se perguntou como seria senti-lo em suas mãos… em seu…

Trudy gemeu enquanto esfregava sua vagina na boca de Buck, que a sugava. As mãos dele massageavam sua bunda farta enquanto ele a penetrava com a língua e lambia toda a sua vulva, tudo sob o olhar atento de todos.

Então, Ruby se afastou de Gino; ele ficou com uma expressão surpresa no rosto até ver o que ela ia fazer, e então abriu um largo sorriso. Wendy observou a jovem negra rastejar de quatro até a cadeira onde Buck estava comendo a buceta de Trudy. Ruby se ajoelhou entre as pernas do homem e agarrou seu pau pulsante para enfiar na boca.

Gino seguiu a garotinha e se abaixou atrás dela, lambendo sua bunda exposta e sua vulva. Então, com o pênis ereto na mão, ele se levantou e segurou as pernas de Ruby para afastá-las um pouco.

Wendy observou enquanto o jovem guiava seu pênis entre as pernas da garota e para dentro da carne lisa de sua vagina. A garota gemeu baixinho quando Gino se inclinou para frente e segurou seus quadris; então ela se mexeu um pouco e o pênis dele deslizou para dentro de sua vagina apertada. Era a primeira vez que Wendy presenciava o ato sexual — ou transar, pensou ela, enquanto suas próprias paixões pareciam estar prestes a explodir.

A mão na coxa de Wendy subiu um pouco mais, mas Stella não olhou para ela. A mulher permaneceu hipnotizada, observando o acasalamento múltiplo bem à sua frente. Wendy ainda estava tonta com o que quer que Stella tivesse lhe dado, mas além da tontura, sentia uma excitação incomum em seu corpo jovem e vibrante. Ela se remexeu desconfortavelmente no sofá, enquanto a calça jeans apertada parecia pressionar sua própria vagina. Quando se virou para Paul, encontrou o homem sorrindo para ela; ele acenou levemente com a cabeça e Wendy seguiu seu olhar até seu pênis pulsante. Novamente, Paul acenou com a cabeça e Wendy umedeceu os lábios enquanto estendia a mão hesitante para tocar sua carne quente.

Enquanto seus dedos se curvavam em torno do pênis pulsante dele, Wendy sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Ela moveu a mão lentamente para cima e para baixo ao longo de seu membro enorme e pôde senti-lo pulsar em sua pequena mão.

"Você gosta de brincar com meu pênis, Wendy?", perguntou Paul enquanto sua pequena mão se fechava em torno da glande, que lembrava uma ameixa, e a apertava suavemente.

"Eu... eu não sei..." ela gaguejou. "É... é uma sensação boa."

"Eu sei de uma coisa que ela gosta", disse Stella, inclinando-se para desabotoar a saia solta que Wendy usava. Ela olhou para baixo enquanto seus seios nus eram revelados e sua respiração ficou presa na garganta quando Stella abaixou a cabeça e começou a chupar seus mamilos.

“Ohhhh, sim…” Wendy gemeu e apertou o pênis de Paul com força. A boca macia da mulher em seus mamilos sensíveis enviou arrepios por todo o seu corpo jovem, e ela se contorceu impotente entre os dois adultos. Ela abriu as pernas então, ao sentir a mão de Stella subindo, e de repente desejou estar nua — como todo mundo.

"Está gostando, querida?", perguntou Stella enquanto sua mão roçava o tecido justo na vagina de Wendy.

"Sim, oh sim, Stella... sim... tire minhas calças jeans... deixe-me ficar nua também!" Wendy exclamou com súbita paixão.

Stella sorriu, olhou para Paul e o viu balançar a cabeça negativamente. "Não esta noite, Wendy..." disse Stella. "Talvez amanhã à noite."

Wendy sentiu um frio na barriga; estava tão excitada que teve vontade de gritar, e eles nem sequer a deixavam tirar a roupa! Então, sua atenção foi atraída pelos sons de sexo oral e penetração do outro lado do quarto.

Enquanto tentava olhar, Stella ergueu seu rosto e a beijou profundamente na boca. Conforme a língua da mulher se espalhava por seus lábios, Wendy se arrepiou com a maciez ao entrar em sua boca. Ela puxou o pênis de Paul com força enquanto a mulher mais velha a beijava sensualmente e acariciava seus seios doloridos com as duas mãos. Wendy sentiu seus mamilos endurecerem quando a língua de Stella tocou a sua e arqueou o corpo em direção às mãos da mulher. Nunca em sua vida ela havia experimentado tanto carinho e amor de outro ser humano, e apesar de ter sido sequestrada, forçada à submissão sexual e drogada, ela se sentia estranhamente satisfeita e segura enquanto as duas adultas acariciavam seu corpo e lhe causavam arrepios.

"SIMMMMM!" Trudy gritou. "Me chupa, seu negro desgraçado! Me faz gozar... usa sua língua... sim... oh, sim... Deus, estou gozando... Oh... oh... oh... Ugggghhhhnnnn..." ela gemeu e seu corpo enrijeceu enquanto Buck a penetrava com a língua furiosamente, suas mãos grandes segurando sua bunda com firmeza.

Buck enrijeceu quando Ruby engoliu quase todo o comprimento de seu grande pênis negro. Ele soltou um grito abafado enquanto suas pernas se esticavam à sua frente e começavam a tremer.

Ruby sentiu a boca se encher com o sêmen quente de Buck. Ela engoliu repetidas vezes enquanto o pênis dele se contraía e ejaculava em sua boca jovem e ávida por sexo. Pequenas gotas de sêmen escorriam pelos cantos de sua boca enquanto ela tentava engolir o sêmen, enquanto atrás dela, Gino penetrava repetidamente.

Erguendo sua bundinha para o rapaz, Ruby soltou um grito abafado e arqueou as costas. Os dedos de Gino cravaram-se em seus quadris esguios e seu corpo enrijeceu quando seu pênis ejaculou em sua vagina. Ele também gritou quando seu corpo se impulsionou para frente e ele enterrou seu pênis na vagina da garota negra. Ele sentiu o líquido jorrar quente e, enquanto isso acontecia, a vagina dela parecia estar o espremendo até a última gota. Inclinando-se para frente, ele passou os braços em volta de sua cintura fina para acariciar seus seios enquanto ela continuava a chupar o pênis de Buck.

Mais uma vez, a mão de Stella em sua virilha apertada trouxe Wendy de volta a si. Ela sentiu o rosto se iluminar e Paul a beijou com fervor enquanto a mão dela deslizava para cima e para baixo em seu pênis pulsante. Stella acariciou a vagina da garota, coberta pelo jeans, enquanto ela se remexia desconfortavelmente entre eles. Ela viu a mão de Wendy no pênis de Paul e sorriu por dentro ao perceber que a garota estava fazendo o que queria, não o que lhe haviam mandado fazer.

Levantando o rosto, Paul olhou para a bela adolescente loira e disse: "Você sabe beijar, Wendy..." Então, levantou-se do sofá e tirou o roupão enquanto Stella continuava a brincar com a virilha e os seios da garota.

Ele agarrou o pênis e começou a esfregá-lo por todo o rosto de Wendy enquanto os braços dela o envolviam pelas pernas peludas. Ele se arrepiou com o toque das mãos macias e inexperientes dela enquanto esfregava a glande inchada do pênis na boca úmida e sensual dela. Lentamente, Wendy entendeu e abriu os lábios para lamber com a língua. No instante em que ela tocou o pênis dele, Paul estremeceu e colocou as duas mãos na cabeça dela.

“Sim, Wendy… use sua língua… me chupe… Jesus, isso é tão bom!” ele disse a ela.

Wendy abriu bem a boca e a encontrou preenchida com a carne quente dele. Ela gemeu enquanto Stella brincava com seus seios doloridos e continuava a esfregar sua vagina pulsante. De alguma forma, as mãos de Wendy encontraram o caminho até os testículos pesados ​​de Paul; ele os acariciou delicadamente e se maravilhou com o peso deles.

Paul olhou para baixo enquanto a boca da garota se fechava obscenamente em torno de seu pênis. Ele estremeceu novamente quando a língua dela deslizou sobre a parte inferior sensível e ela apertou a boca. Paul sabia que não conseguiria se conter por muito mais tempo — uma boca inexperiente em seu pênis sempre o fazia gozar antes do que ele gostaria, mas desta vez ele não resistiu.

Wendy lambia o pênis do homem com carinho. Com uma mão em volta da base grossa, ela beijava, lambia e chupava o pênis pulsante de Paul enquanto a outra mão acariciava seus testículos. Ela tentou descer mais para conseguir colocar a maior parte dele na boca, mas quando a glande roçou o fundo de sua garganta, ela engasgou levemente e teve que parar. Ao fazer isso, seus dentes roçaram a glande e ele gemeu alto.

Paul segurou firmemente a cabeça da garota e começou a mover os quadris para frente e para trás. Penetrou-a oralmente com movimentos lentos e uniformes, sentindo seu sêmen subir e, ao olhar para baixo, viu Stella encarando a boca da garota com excitação.

Wendy percebeu algo diferente no ato quando Paul segurou sua cabeça com firmeza. Ela se agarrou a ele, tentando não engasgar enquanto ele enfiava seu pênis saliente fundo em sua boca quente. Ela sentiu a saliva em excesso se acumular em sua boca, escorrer pelos lábios e descer pelo queixo. Então, seu pênis pareceu inchar repentinamente e Wendy sentiu seu corpo enrijecer.

Paul gritou e agarrou a cabeça da garota quando seu pênis explodiu em sua boca jovem e quente. Ele a segurou com força enquanto sentia seu sêmen jorrar para ser engolido pela garota. Ele respirou com dificuldade enquanto olhava para baixo e via um pequeno fio de sêmen branco escorrer do canto da boca dela enquanto ela continuava a chupá-lo.

Wendy sentiu a boca cheia de muco espesso e, por algum motivo estranho, sentiu orgulho por ter conseguido fazer aquilo por Paul. Ela engoliu em seco para não se engasgar enquanto ele tremia sob sua boca e gemia. Repetidamente, seu pênis jorrava gotas quentes de sêmen sobre sua língua, e ela as enrolava na glande antes de engoli-las.

Finalmente, o último jato fraco saiu e Wendy percebeu que ele havia terminado. Ela lambeu a glande do pênis dele até ficar limpa, depois olhou para cima e o viu sorrindo para ela.

"Isso foi fantástico...", disse ele, ofegante, e então se inclinou para beijá-la suavemente em seus lábios úmidos.

Enquanto Wendy olhava ao redor, viu os outros participantes da orgia observando. Buck bateu palmas e Gino e as garotas o imitaram, enquanto o rosto de Wendy ficava vermelho e ela se virava para Stella, que reclamava.

“Todos vocês, seus filhos da puta, conseguiram… e a pobre Stella?”

Sem aviso prévio, Trudy e Ruby deixaram os homens e se atiraram sobre Stella. Wendy observou as três caírem no chão, contorcendo-se sensualmente nuas em um emaranhado de braços e pernas. Trudy venceu a disputa pela vagina de Stella, e a mulher gemeu quando a linda adolescente começou a lamber sua xoxota furiosamente. Ruby rolou por cima da mulher mais velha e sentou-se em seu rosto enquanto Trudy chupava sua vagina, e as outras observavam.

Wendy estava entorpecida pela quantidade de atividade sexual que presenciara em apenas algumas horas e seu corpo ansiava por alívio. Mas, sentada ao lado de Paul, sentiu as pálpebras pesarem e, enquanto lutava contra o sono, ouviu Stella gritar.

“Ohhhhih, sim! Coma minha buceta… lamba… Deus, faça meu clitóris… Ughhhnn… simmm!”

Cada vez que Wendy deixava as pálpebras se fecharem, achava mais difícil abri-las. O braço de Paul a envolvia e a última coisa de que se lembrava antes de adormecer era a sensação da mão dele acariciando seu seio. Era uma sensação boa.

Paul observava com interesse enquanto as duas garotas dedicavam atenção ao corpo de Stella. Seu pênis ainda estava duro e, enquanto observava, sabia que não demoraria muito para que se juntasse a elas novamente. A carne excitante de garotas adolescentes o deixava fraco e indefeso, e embora elas fossem seu ganha-pão, ele sabia que o negócio não era o único motivo para estar envolvido daquela maneira.

Buck e Gino recostaram-se, bebendo champanhe enquanto Stella se contorcia sob as duas garotas. Seus olhos estavam vidrados enquanto a ouviam gemer repetidamente. Seus pênis se contraíram, rígidos, enquanto observavam a cena, e cada um deles sabia que não demoraria muito para que estivessem no chão com as garotas.

Paul sentiu o coração disparar enquanto Stella gemia e erguia os quadris do chão. Trudy tinha a cabeça enterrada entre as pernas da mulher, e os sons de sua sucção chegavam aos ouvidos de Paul, abafando-se aos outros ruídos do quarto.

Ele olhou para a bunda jovem e empinada de Trudy e soube o que faria em seguida. Lentamente, começou a manipular seu pênis enquanto sua excitação aumentava.

Stella ofegou quando Ruby esfregou sua vagina em sua boca. Ela podia sentir o gosto do sêmen de Gino jorrando da vagina da garota negra, misturado com os fluidos de Ruby. Ela engoliu em seco enquanto suas mãos encontravam os pequenos seios da jovem. Beliscou os mamilos eroticamente e desejou, de alguma forma, poder chupar seus seios e sua vagina ao mesmo tempo.

Acima dela, Ruby se contorcia de paixão. Seu pequeno corpo moreno brilhava com uma leve camada de suor enquanto Stella provocava mais um orgasmo na garota. Ela se enrijeceu e gritou quando as mãos de Stella se cravaram em sua pele escura enquanto ela tremia eroticamente sobre ela.

Paul saiu do sofá quando Ruby gritou e Stella jogou as pernas por cima dos ombros delicados de Trudy. Ele segurou seu pênis rígido, cuspiu nele e se posicionou entre as pernas da garota enquanto ela continuava a chupar a vagina de Stella. Ele cutucou o ânus apertado dela com a glande bulbosa do seu pênis. Ao fazer isso, Trudy ergueu a bunda para ele como se soubesse exatamente o que ele queria.

Trudy estremeceu ao sentir as mãos de Paul em seus quadris. Ela sabia que ele adorava foder seu cu e se preparou para a dor da penetração. Conforme o pau dele se abria e esticava os músculos do seu ânus, Trudy ofegou e seu corpo enrijeceu por um instante. Mordendo o lábio, ela fez uma careta, com o rosto enterrado na buceta quente e úmida de Stella. Então, a dor da penetração passou e a garota sentiu seu corpo preenchido pelo pau grande e pulsante de Paul. Ela suspirou e rebolou levemente, depois lambeu para encontrar o clitóris de Stella novamente.

Paul olhou para baixo, para seu pênis deslizando para dentro do cu quente da garota. Trudy tinha o cu mais apertado que ele já havia fodido — e o mais incrível era que, não importava quantas vezes ela fosse fodida ali, seu cu continuava apertado. Então, ele recuou um pouco e observou fascinado enquanto seu pênis saía do cu rosado dela, puxando a carne macia junto até parar. Impulsionando os quadris para frente, ele enfiou seu pênis na garota até o fundo, depois alcançou por baixo dela para começar a dedilhá-la com sua mão firme.

Trudy gemeu quando o dedo de Paul entrou em sua vagina. Ela desejou desesperadamente por um pênis ali também, mas, curvada para a frente como estava, sabia que seria impossível. Ela chupou e lambeu os lábios inchados da vagina de Stella enquanto a mulher se contorcia no chão. Essa devia ser uma das melhores cenas que eles já tinham feito, pensou ela, enquanto o pênis de Paul deslizava para dentro e para fora de seu ânus apertado.

Buck lambeu os lábios enquanto Ruby gritava, depois rolou para o lado, afastando-se do rosto de Stella. Ele olhou para a bela mulher branca enquanto ela jazia ofegante, com as pernas ainda sobre os ombros de Trudy. Ele se levantou da cadeira e se ajoelhou ao lado da mulher, com seu enorme pênis na mão. "Me chupe, Stella... chupe meu pauzão preto!", disse ele, deslizando a mão por baixo da cabeça dela.

"Sim!" ela gritou. "Deixe-me te chupar, Buck, encha minha boca com seu sêmen quente... Deus, deixe-me te provar!"

Buck guiou seu pênis pulsante até a boca da mulher. Seus olhos brilharam quando ela umedeceu os lábios e, em seguida, abriu a boca para abocanhar a glande. Com destreza, ela girou a língua na parte inferior, onde sabia que a sensação era mais intensa. Com uma mão na base de seu pênis grosso e negro e a outra em seus testículos peludos, Stella arqueou a cabeça para trás e abocanhou cada centímetro.

Buck estremeceu ao olhar para baixo e ver seu pênis desaparecer na boca da mulher branca. Ele podia sentir seu longo membro deslizar por sua garganta contraída e, enquanto ela engolia, sentiu como se seu pênis estivesse sendo arrancado pela raiz.

“Arghhhhh… simmm… até o fim, mulher! Chupa meu pau todo! Engole tudo nessa sua garganta apertada… Caramba… me chupa!” Buck gritou.

Com os olhos fixos em Paul e Trudy, Ruby recostou-se na cadeira e começou a se masturbar. Ao vê-la, Gino aproximou-se e sentou-se na beirada da almofada, com o pênis a poucos centímetros do rosto dela. Lentamente, ele começou a se masturbar, apontando o pênis para o lindo rosto moreno dela.

Ruby lambeu os lábios em evidente antecipação enquanto o jovem brincava com o próprio pênis e ela se masturbava com os dedos para que ele pudesse ver. Então, ambos voltaram sua atenção para o quarteto no chão.

Paul fez uma careta ao enfiar seu pênis fundo no ânus de Trudy, e a garota gritou. Stella ofegou ao engolir todo o comprimento do pênis de Buck novamente, e o homem negro observava, maravilhado.

Paul sentiu-se a gozar novamente e, desta vez, quis adiar. Foder a linda adolescente pelo cu era algo que ele não tinha pressa em terminar. Acariciou a sua vagina molhada com os dedos enquanto ela se contorcia e empurrava o rabo contra ele. Repetidamente, ela se mexia e gritava, e ele sabia que ela estava no meio de um orgasmo múltiplo. Quando ela se enrijeceu novamente, os músculos do ânus dela pareceram contrair-se e Paul sentiu o seu pénis ser apertado com força enquanto os espasmos sacudiam o seu corpo jovem e suado.

Retirando-se até que restasse apenas a cabeça do seu pênis, Paul o enfiou completamente e soltou um suspiro abafado ao ejacular profundamente em suas entranhas. Ele estremeceu violentamente quando ela se arqueou em sua direção e gritou, o som do orgasmo escapando de sua garganta.

Trudy sentiu o pênis de Paul explodir em sua bunda e prendeu a respiração enquanto as pernas de Stella caíam frouxamente de seus ombros. Ela olhou para cima no exato momento em que as nádegas de Stella inflaram, cheias do sêmen quente de Buck.

Buck sentiu seus músculos se contraírem enquanto a boca sugadora da mulher branca o levava ao clímax novamente. Ele encheu a boca dela até transbordar com seu sêmen branco e pegajoso e, enquanto ela engolia, ele segurou seu rosto.

Ruby gemeu e balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto acariciava sua vagina úmida. Ondas de sêmen percorreram seu corpo suado enquanto Gino se masturbava em seu rosto. Ela ofegou ao sentir o primeiro jato quente em sua bochecha e virou o rosto para o pênis dele, que ainda jorrava.

Gino ficou extasiado ao ver seu pênis ejacular um jato de sêmen quente no rosto da garota negra. Ela abriu a boca e pegou um pouco com a língua, enquanto outro respingou em seu nariz e depois em seu olho. Tremendo, ela se masturbou enquanto o pênis de Gino se contraía espasmodicamente e as últimas gotas finas de seu sêmen pingavam em seus lábios.

O grupo permaneceu em profundo torpor por um tempo que pareceu uma eternidade. Finalmente, Paul se desvencilhou de Trudy e seu pênis, agora murcho, saiu de seu ânus apertado com um pequeno estalo. Ele olhou ao redor e encontrou Wendy dormindo profundamente, encolhida no sofá onde a havia deixado. Olhando para o relógio sobre a lareira, ele soube que sua noite estava apenas começando — não demoraria muito para Clarence chegar.

Frank Harris desligou o telefone e olhou para sua esposa, Shirley. Ele balançou a cabeça e o rosto dela empalideceu enquanto ele lhe dizia: "Ninguém a viu desde que ela saiu da loja de vestidos. A polícia já procurou em todos os hospitais... nada."

Shirley Harris sentiu um nó no estômago ao pensar em sua adorável filha. Ela conteve um soluço ao se lembrar de ter tentado convencer Wendy a não aceitar o emprego depois da escola. Mas ela havia permitido e agora estava pagando por seu erro de julgamento. Ela olhou para sua outra filha, Sandy, e de repente seus olhos se encheram de lágrimas.

“Não se preocupe, mamãe…” disse a jovem e bonita adolescente, enquanto lutava para controlar a própria emoção. “Wendy sabe se cuidar.”

Frank atravessou o quarto e ajoelhou-se diante de sua esposa aflita. "Ela está bem, querida. Não temos motivos para nos preocupar ainda..."

Shirley ergueu o rosto e olhou para o relógio do outro lado da sala: já passava da meia-noite. "Não é?", perguntou, e desabou em lágrimas.

CAPÍTULO QUATRO

Já passava das duas da manhã quando Gino acompanhou Ruby e Trudy escada acima. Buck olhou para Wendy, que dormia, e perguntou: "Quer que eu a leve para o quarto dela?"

Paul ouviu o carro na entrada da garagem e olhou para o relógio. "Não, deixe-a em paz... ela pode acordar", disse ele, pegando um cobertor de uma cadeira próxima e cobrindo a menina adormecida. Virou-se para Stella e assentiu: "Você e Buck, levem aquela pirralha para baixo."

A mulher lançou um olhar apreensivo para Wendy, depois se virou em direção às escadas enquanto Buck a seguia. Paul foi até a porta da cabana, trancou a pesada fechadura e escancarou a porta. Encontrou Clarence parado no ar frio da noite, com um largo sorriso estampado em seu rosto feio.

"Entre antes que você nos congele a todos!", disse Paul ao homem negro, baixo e musculoso.

Ao entrar na grande cabana, Clarence olhou em volta e perguntou: "Qual delas é? Não é aquela menininha negra?"

Paul trancou a porta com cuidado e balançou a cabeça: "Não. O nome dela é Joni. Ela só nos deu problemas desde que chegou. Tentou subornar o Gino para levá-la até a rodovia hoje de manhã..." deu de ombros.

Clarence seguiu Paul pela sala principal pouco iluminada da pousada, e Paul destrancou a porta que dava para o porão. "Você pode me ajudar a organizar as coisas. Buck e Stella vão trazê-la para baixo em breve."

O homem negro assentiu com a cabeça e seguiu Paul escada abaixo. Rapidamente, os dois montaram um cenário improvisado de celeiro; eram apenas duas paredes de imitação de tábuas, um estábulo e dois postes verticais. Paul estendeu esteiras de juta e espalhou punhados de feno para complementar a cena. Ao finalizarem o cenário, Paul apontou para um grande closet e disse ao homem: "Só um macacão... isso deve bastar."

O homem assentiu com a cabeça e encontrou a peça de roupa. Enquanto se trocava, perguntou: "Você simplesmente envia seu filme para Nova York e deixa que eles o vendam?"

Paul sorriu. Clarence o pressionava incessantemente para obter informações — mas não importava, não havia nada que ele pudesse fazer sem os contatos de Paul. "É um pouco mais complicado do que isso", disse ele. "Meu irmão revela o filme que envio, faz os masters em seu próprio laboratório e realiza toda a edição... depois, ele faz cópias e as vende diretamente para o nosso distribuidor atacadista."

Clarence sorriu. "Deve estar indo muito bem, né?"

"Não nos saímos mal", comentou Paul, virando-se ao ouvir um ruído alto vindo do topo da escada.

Stella e Buck apareceram com Joni entre eles. A garota estava vendada, mas mesmo assim resistiu.

"Ela é bem animada", comentou Clarence ao notar que a blusa da garota estava meio rasgada.

“Ela não vai ficar assim por muito tempo”, disse Paul, pegando o vestido fino que havia escolhido. Jogou-o para Stella e disse: “Vista-a com isso…”. Em seguida, ficou ali sorrindo enquanto Buck e a mulher tiravam a roupa da garota e colocavam o vestido sobre sua cabeça.

"Por favor... por favor, não me machuque!" Joni implorou ao sentir suas roupas serem retiradas. Ela se debateu inutilmente contra as mãos fortes de Buck, então sentiu-se empurrada para frente e alguém a segurou com firmeza.

Clarence segurou a menina enquanto Buck vestia um macacão e se juntava a ele. Os homens olharam para Paul enquanto ele preparava seu equipamento e Stella permaneceu de lado, com uma expressão de interesse no rosto.

"Pronto?" perguntou Buck enquanto Paul acendia as luzes e preparava a câmera.

“Sim… deixa eu tirar uma foto sua trazendo ela para o set… Amarre-a entre os postes.”

Joni sentiu o coração afundar enquanto era arrastada pelo chão, as mãos dos homens mordendo a carne macia de seus braços. Enquanto era esticada entre os dois postes da cabine, ela gritou de terror quando seus pulsos foram amarrados com força.

"Nãooooo!" ela gritou quando as tiras de couro apertaram seus pulsos.

"Tirem a venda!" gritou Paulo.

Buck sorriu para a câmera e, em seguida, retirou a venda. Joni piscou horrorizada ao se deparar com as luzes fortes e os dois homens negros. Ela olhou de um para o outro e, em seguida, para Paul.

“Por favor… por favor, Paul! Eu não vou causar mais problemas… não deixe que eles me machuquem!”

“Tarde demais para isso, querida”, disse ele, aproximando a câmera enquanto os dois homens passavam as mãos pelo corpo dela. Ela olhou para Stella como se pudesse ajudá-la, mas a mulher apenas sorriu e acenou com a cabeça.

"Certo..." Paul gritou. "Vocês dois sabem o que fazer... quando estiverem prontos."

Lá em cima, Wendy se mexeu ao ouvir a comoção na escada. Mas apenas se virou e suspirou profundamente de exaustão enquanto Joni, que se debatia, era arrastada para baixo do quarto. Então, sentou-se ereta num pulo ao ouvir a garota gritar do porão. Ao perceber de onde vinha o som, deslizou do sofá e caminhou silenciosamente até a porta. Encontrou-a entreaberta e a empurrou um pouco mais enquanto Joni gritava novamente.

Wendy engasgou ao ver Paul e Stella. Paul segurava uma câmera equilibrada profissionalmente no ombro e ajustava a lente enquanto a garota estava amarrada entre os postes verticais do estábulo. Wendy piscou ao ver os dois homens negros vestidos com macacões — ela reconheceu Buck, mas o segundo homem era um estranho. Então, lembrou-se das palavras de Paul para Buck à mesa do jantar, quando Joni fizera sua saída desafiadora.

As cordas que prendiam os pulsos da garota foram apertadas, depois afrouxadas um pouco enquanto Wendy observava os homens começarem a passar as mãos pelo seu corpo.

"O que... o que vocês vão fazer comigo?", perguntou Joni, apreensiva, enquanto olhava de um negro para o outro.

Clarence riu cruelmente e disse à menina assustada: "Bem... primeiro, vamos te ensinar boas maneiras, garotinha branca... depois, vamos te ensinar alguns truques!" e riu novamente.

Buck sorriu amplamente enquanto deslizava sua grande mão negra pelo braço dela, depois descia até acariciar suas nádegas. "E eu vou fazer você gostar!", disse ele, apertando-lhe a bunda.

Joni gritou quando os dedos do homem beliscaram sua pele macia e ela se encolheu com o toque dele. Mas, amarrada como estava, não conseguia se afastar enquanto ele continuava a beliscá-la. Clarence estendeu a mão para agarrar a gola do vestido dela. Paul filmou a cena enquanto o homem puxava o tecido fino até que ele esticasse e, em seguida, rasgasse.

No topo da escadaria íngreme, Wendy observou, boquiaberta, o vestido ser rasgado, revelando o corpo nu da garota. De repente, ela compreendeu o motivo daquela cena e a forma como as três estavam vestidas.

A ideia era retratar uma cena de estupro no campo — a filha branca do fazendeiro e dois trabalhadores contratados. E Paul estava fotografando tudo!

Wendy estremeceu ao compreender plenamente o propósito de seu sequestro. Ela sabia que o destino de Joni acabaria sendo o seu próprio, e um certo pânico a invadiu enquanto observava a cena — metade medo, metade fascínio.

Buck abaixou-se, agarrou a bainha do vestido rasgado e a rasgou, puxando em seguida a peça inútil do corpo trêmulo da garota. "Uau!" exclamou, estendendo a mão para apalpar os seios indefesos da garota, que balançavam provocativamente.

"Ela é uma gracinha!", comentou Clarence enquanto passava as mãos pela barriga trêmula e pelas coxas nuas dela.

Joni alternava o olhar entre os dois homens enquanto eles a tocavam. Sua expressão era de puro terror e impotência, pois sabia que nada no mundo a impediria de se tornar uma estrela involuntária em mais um filme pornográfico de Paul. Ela gemeu quando Buck segurou seus cabelos e puxou seu rosto para perto do dele.

"Chupa minha língua, vadia!", ordenou ele com a voz rouca.

"Nãooooo!" ela gritou quando o homem negro lhe ofereceu a língua.

Observando, Clarence deslizou a mão pelas costas nuas dela e parou, acariciando sua bunda macia. Brutalmente, enfiou o dedo médio da mão direita no ânus da garota e o ergueu repentinamente.

Joni gritou de dor ao ser erguida na ponta dos pés pelo dedo inquisitivo do homem. "Ohhhhh, Deus... Nãoooo!" ela lamentou enquanto Buck lambia sua boca.

Clarence sorriu sadicamente enquanto deslizava a mão esquerda da barriga dela até as coxas. Alcançando entre as pernas dela, enfiou o dedo médio em sua vagina e, em seguida, a ergueu completamente do chão enquanto ela gritava novamente.

Buck pressionou a boca contra a dela e, imediatamente, Joni abocanhou sua língua grossa. Ela a chupou com avidez enquanto o homem negro deslizava as mãos pelo corpo trêmulo dela, e Clarence ria.

Joni sentiu a dor diminuir quando Clarence a soltou; então, decidiu que não daria a nenhum dos dois motivos para machucá-la novamente. Estava assustada, pois sabia que estava completamente à mercê deles e, se Paul quisesse dar um exemplo, ela não resistiria. Fingindo excitação, beijou Buck apaixonadamente enquanto as mãos dele percorriam seu corpo alva como leite. Então, sentiu as mãos dele a deixarem e soube que ele estava tirando o macacão.

No topo da escada, Wendy observava horrorizada enquanto os dois homens negros tiravam a roupa. Seus olhos foram atraídos para a virilha do desconhecido quando ele saiu do macacão e ela reprimiu um pequeno suspiro que escapou de seus lábios. Ela não podia acreditar no que via quando o homem se virou e ela viu seu pênis; ainda estava mole, mas parecia maior do que o de Paul ou Buck quando totalmente ereto. Parecia uma longa salsicha negra pendurada em sua virilha peluda e sua grossura a fez suspirar novamente. Parecia ter a espessura de um pulso masculino e Wendy estremeceu ao pensar em como seria quando estivesse ereto.

Joni ofegou quando Buck moveu o corpo sobre o dela. Ela sentiu o pênis dele endurecer e moveu os quadris para acomodá-lo entre as pernas. Ao fazer isso, percebeu a presença do outro homem atrás dela. Ele a abraçou, envolvendo seus seios fartos, e pressionou o corpo contra o dela. Joni estremeceu ao sentir o pênis dele endurecer contra suas nádegas, e, à medida que continuava a crescer, uma onda lenta de pânico percorreu seu corpo.

Wendy observou Joni tentar virar o rosto da boca de Buck para olhar por cima do ombro, mas não conseguiu. Ela soltou um gemido baixo quando Clarence agarrou seu pênis crescente e o esfregou para cima entre suas nádegas nuas. Seu pênis pulsava na parte inferior das costas de Joni e a garota gritou enquanto ele continuava a crescer, chegando quase até suas omoplatas.

Rindo, Buck soltou a garota e beliscou dolorosamente os dois mamilos dela. Clarence se abaixou sob o braço dela para ficar diante dela, e os olhos dela se arregalaram ao ver o tamanho do pênis dele.

"Oh, não! Deus, não!" ela gritou ao ver aquela coisa monstruosa saindo uns trinta centímetros do corpo dele. Ela balançou a cabeça em descrença enquanto implorava: "Por favor... por favor! Eu não vou te dar mais trabalho!" e virou o rosto para Paul enquanto ele se aproximava para dar uma olhada de perto no enorme pênis de Clarence.

Clarence avançou para segurar a cintura fina da garota enquanto seu pênis roçava sua barriga trêmula. Ele se aproximou lentamente e seu pênis curvou-se para cima, posicionando-se entre seus seios trêmulos. Joni olhou para baixo horrorizada enquanto o pênis do homem deslizava entre seus seios e tocava seu queixo. Ela puxou a cabeça para trás e olhou para a glande enorme e pulsante, e viu a fenda da glande expelir uma gota de fluido branco e espesso.

Joni gritou.

Clarence riu enquanto se inclinava contra o corpo indefeso da garota e esfregava seu enorme pênis negro entre os seios dela. "A única fêmea que já aguentou todo esse pau foi uma mula do Texas... acha que consegue aguentar?", perguntou ele sadicamente.

"Pelo amor de Deus, você vai me matar!", ela gritou.

Buck riu e deu um tapa na bunda dela. O corpo dela foi empurrado para frente contra o outro homem e ela gritou de surpresa. "Talvez se você chupar para ele, ele não tente enfiar na sua buceta..." ele sugeriu enquanto Clarence segurava o pênis e esfregava a glande na vagina dela.

"Eu... eu vou tentar!", disse ela, lutando contra as lágrimas.

Buck afrouxou as amarras e a garota caiu de joelhos.

Wendy ficou boquiaberta quando Clarence se aproximou da garota que segurava seu pênis com as duas mãos. Ela observou Joni abrir a boca dolorosamente, numa tentativa de esticá-la ao redor do pênis gigantesco do homem, mas era como tentar engolir uma laranja inteira. A garota engasgou quando seus lábios foram esticados e o pênis negro e pingando foi enfiado em sua boca.

"Hummm... não é tão ruim..." Clarence gemeu enquanto conseguia introduzir apenas a cabeça de seu pênis pulsante na boca da garota. Ele sorriu e acenou para Buck, que estava atrás dela, com seu próprio pênis rígido pulsando intensamente.

Buck levantou a bunda de Joni e pegou um tubo de lubrificante para injetar em seu ânus. A garota estremeceu, mas não conseguiu protestar quando Clarence estendeu a mão para segurar sua cabeça. Ele empurrou com os quadris na tentativa de enfiar mais do seu pênis na boca dela, mas foi inútil. A mandíbula da garota estava esticada ao limite da sua resistência.

Paul aproximou-se para um close enquanto Buck abria as nádegas de Joni e enfiava seu pênis em seu ânus contraído. Ela soltou um grito abafado quando o pênis do homem invadiu seu corpo e ele a segurou firmemente pelos quadris.

"Bom... muito bom!" Paul murmurou enquanto se virava para filmar o rosto da garota; lágrimas escorriam de seus olhos enquanto ela se contorcia de dor entre os pênis dos dois homens, que a usavam cruelmente.

Buck segurou os quadris da garota com as duas mãos enquanto começava um movimento lento de vai e vem com seu pênis pulsante. A cena estava causando um efeito estranho em Wendy, que observava da escada; ela se sentia assustada e excitada ao mesmo tempo, e enquanto encarava o pênis de Buck entrando e saindo do ânus dilatado da garota, desabotoou seu short e o puxou para baixo. Ela acariciou o anel contraído do próprio ânus e tentou enfiar o dedo à força. Sentiu dor e, de repente, entendeu o que a garota no porão estava sofrendo. Se o seu dedo — por menor que fosse — a fazia estremecer de dor, o que o pênis de um homem faria com ela ali?

Buck fodeu a garota obscenamente por trás enquanto Joni tentava em vão chupar o pênis gigantesco do outro homem. Ela tentou passar a língua pela glande, mas não conseguiu — sua boca estava completamente cheia demais para realizar a tarefa. Então, enquanto segurava a cabeça dela com as mãos, Clarence começou um movimento lento e rítmico com os quadris; Joni sentiu o pênis dele entrar e sair de sua boca enquanto o som de sua respiração ofegante chegava até ela.

Um medo repentino a invadiu, pois Joni se lembrou das vezes em que havia chupado o pênis de homens apenas para vê-los tentar enfiar todo o comprimento em sua garganta enquanto ejaculavam. O pensamento daquele homem gozando e fazendo aquilo com ela fez com que um arrepio de medo percorresse sua espinha.

"Chupa essa, vadia!" Clarence rosnou e segurou a cabeça dela com força. "Vou gozar... vou gozar na sua boca... Ughhhnnn... agora... agora, querida... AGORA!" Ele ofegou enquanto suas pernas tremiam violentamente e seu corpo enrijecia em êxtase.

Joni sentiu o pênis dele inchar entre seus lábios, e então, de repente, jorrou em sua boca. O primeiro jato quente de sêmen espirrou no fundo de sua língua e ela engasgou, incapaz de engolir enquanto o homem segurava sua cabeça com força. Um segundo jato veio em seguida e Joni fechou os olhos com força ao sentir sua boca se encher com o sêmen repugnante dele. Escorria pelos cantos de sua boca, pingando de seu queixo enquanto Buck ofegava atrás dela.

Joni lutava para se libertar enquanto Clarence tremia e seu pênis ejaculava repetidamente. Ela finalmente engasgou e, enquanto o sêmen borbulhava de sua boca, conseguiu puxar a cabeça para trás para recuperar o fôlego. O pênis jorrando do homem respingou seu rosto com o sêmen pegajoso enquanto ele agarrava seus cabelos, tentando enfiar de volta em sua boca. Mas Joni estava com a mandíbula cerrada e gemeu baixinho enquanto o sêmen respingava em suas pálpebras, seus lábios e escorria por seu rosto.

"Vadia!" ele praguejou quando ela se recusou a abrir a boca novamente e suas contrações diminuíram. Finalmente, cessaram — completamente — e então Buck ejaculou atrás dela.

Joni gritou quando o homem negro alto enfiou seu pênis todo no seu ânus. Ela sentiu-o explodir lá no fundo enquanto os dedos dele penetravam seu corpo indefeso e ele tremia contra ela.

"Uhhhhhnnnn!" Buck ofegou quando seu pênis irrompeu no ânus apertado da garota. Ele deslizou as mãos por baixo dos braços dela para agarrar seus seios enquanto seu corpo estremecia e seu pênis se contraía espasmodicamente.

Joni estremeceu sob o impacto e sua cabeça caiu para a frente quando sentiu o pênis dele inchar, se contrair e ejacular em seu ânus. Nunca antes ela se sentira tão completamente usada, mas, à medida que as contrações de Buck cessavam, ela percebeu que seu sofrimento havia terminado.

Wendy observava e sentiu sua própria excitação crescer enquanto o pênis do homem ejaculava no rosto da garota. Nunca em sua vida ela esperara ver algo tão obsceno, e agora percebeu que tinha um dedo em sua própria vagina. Acariciando-o suavemente, sentiu as sensações percorrerem seu corpo e entreabriu os lábios cobertos de pelos para encontrar seu clitóris. Estremeceu ao tocar aquele ponto sensível e engoliu em seco ao ver Buck retirar seu pênis negro e brilhante do ânus da garota. Então, ela se masturbou furiosamente enquanto Joni se ajoelhava e seus cabelos se arrastavam pelo chão.

Mas não houve descanso para a garota no porão. Buck se levantou de repente, apertou suas amarras e a puxou bruscamente para que ficasse de pé.

"Corta!" gritou Paul, e os homens olharam para ele. "Me deem um minuto para recarregar e faremos a segunda sequência", disse ele, dirigindo-se a uma bancada do outro lado do porão.

Joni não podia acreditar no que ouvia. Viu Stella parada perto dela, com um cigarro entre os dedos. Ao olhar para a mulher, Stella deu um passo à frente e sorriu.

“Querida… você vai se arrepender de não ter sido uma boa menina.”

Joni olhou para ela e balançou a cabeça com pena. "Ai, meu Deus, Stella... por favor... faça-os parar! Eu faço qualquer coisa que me mandem... eu juro!"

"Eu sei..." respondeu Stella, deu uma tragada no cigarro e se afastou novamente enquanto os dois homens negros começavam a apalpar o corpo de Joni mais uma vez.

“Muito bem…” disse Paul suavemente enquanto se aproximava com um novo rolo de filme na câmera, “Vamos lá…”

Wendy estava em êxtase com seu próprio orgasmo quando Buck pegou o vestido rasgado que Joni usava e limpou o sêmen pegajoso de seu rosto. Wendy observou com a boca seca enquanto o homem negro se inclinava e começava a chupar os seios da garota novamente. Enquanto ele fazia isso, ela apertou o próprio seio e estremeceu uma última vez enquanto Paul começava a filmar a segunda sequência.

Clarence ficou atrás da garota, esfregando seu pênis ainda ereto nas nádegas dela. Ela se contorceu desconfortavelmente e gritou novamente quando Buck beliscou o mamilo de um dos seios enquanto chupava o outro.

"Ai, meu Deus... por favor, Paul... chega! Eu vou me comportar, eu prometo!", ela implorou.

Ainda observando, Wendy ficou completamente excitada com a voz suplicante da garota e reconheceu algo em si mesma que não havia admitido até então — ela estava gostando da cena abaixo! Era como se ela realmente apreciasse a ideia de ver alguém sofrer — contanto que esse alguém não fosse ela. Ela engoliu em seco, umedeceu os lábios ressecados e parou com o dedo na vagina. Sua respiração estava ofegante e pesada durante o clímax; enquanto seu coração batia forte, ela observava com renovado interesse os dois homens negros esfregando seus pênis no corpo de Joni.

Paul assentiu com a cabeça e aproximou-se para um close de Clarence enquanto passava suas grandes mãos negras pelas nádegas trêmulas da garota. Ele riu quando a garota tentou virar a cabeça para ver o que ele estava prestes a fazer.

"Espero que você a tenha deixado um pouco mais à vontade, irmão..." ele disse a Buck e enfiou seu pênis gigantesco entre as pernas dela. Joni estremeceu ao sentir o membro do homem deslizar entre as nádegas e se projetar obscenamente abaixo de sua vagina.

"Nãooooo!" Joni gritou ao olhar para baixo e ver aquela coisa enorme saindo de entre suas pernas.

"Vamos dar uma dupla foda nela!" exclamou Buck, aproximando-se dela.

"Deixa eu começar o meu primeiro!" disse Clarence, afastando as nádegas da garota enquanto puxava o pênis para trás. Com uma das mãos, segurou o pau e o guiou em direção ao ânus já dilatado dela.

"Deus, não!" Joni gritou. "Você vai me rasgar toda!" Ela tentou se puxar para frente, mas as amarras que prendiam seus pulsos estavam apertadas e não havia escapatória para o pênis penetrante dele.

Ela gritou novamente quando Paul se aproximou para fotografar seu ânus. Clarence segurou seus quadris trêmulos e enfiou a cabeça de seu enorme pênis em seu orifício que protestava. O corpo de Joni enrijeceu, depois tremeu em espasmos violentos enquanto o homem avançava e mais de seu pênis deslizava para dentro dela. Sua cabeça balançava de um lado para o outro enquanto a dor lancinante a fazia gritar repetidamente.

Finalmente, Clarence parou e soltou seus quadris. Ele deslizou as mãos por baixo de suas axilas e a ergueu, enquanto Buck se aproximava e abria suas pernas. A expressão em seu rosto era de choque e dor quando o segundo homem negro guiou seu pênis pulsante para dentro de sua intimidade. Ela fez uma careta de dor quando ele entrou nela, então seus olhos se arregalaram quando seus pés deixaram o chão e ela se viu presa entre os dois corpos negros suados.

Clarence moveu as mãos para acariciar os seios dela enquanto Buck passava os braços em volta da cintura dela para segurar suas nádegas bem abertas.

Joni gemeu e o som chegou até o topo da escada, onde Wendy estava agachada, ainda se masturbando freneticamente. Ela observava fascinada enquanto os dois homens negros começavam a transar com a garota e, em sua mente, era ela quem estava presa entre seus corpos lascivos.

"Ohhhhhh... Por favorrrrr!" Joni gritou enquanto as mãos dos homens se cravavam em sua carne macia, deixando marcas vermelhas. Ela ofegou quando seus membros penetravam e saíam de seu corpo torturado, fodendo-a obscenamente.

Clarence foi enfiando cada vez mais seu enorme pênis negro em seu cu apertado. Ele podia sentir a barriga dela se contraindo enquanto Buck deslizava seu pau até o fundo da sua vagina. Apesar de ter acabado de gozar, Clarence sabia que o cu apertado dela o faria gozar novamente em breve. A maioria das garotas já teria desmaiado a essa altura, e ele estava ansioso para possuir uma garota que pudesse receber seu pênis inteiro no cu.

“Ughhhnnn…” Joni ofegou quando os dois homens a penetraram em uníssono e seus pés ficaram pendurados, a poucos centímetros do chão. Ela soluçou profundamente enquanto o homem atrás dela retirava o pênis lentamente, para depois penetrá-la novamente. Ela sentiu os testículos pesados ​​dele baterem na parte de trás de suas pernas enquanto os pelos pubianos ásperos roçavam em suas nádegas. De repente, uma onda de frio percorreu seu corpo, seguida por uma estranha sensação arrepiante.

Joni respirou fundo quando a dor diminuiu e sentiu a boca de Buck procurando a sua. Ela o beijou de bom grado, gemendo baixinho enquanto começava um lento movimento de rotação dos quadris. Novamente, as sensações começaram a inundar seu corpo à medida que sua excitação aumentava.

"Não acredito!" Stella exclamou, deixando o cigarro cair e apagando-o com o pé. Ela observou, totalmente surpresa, Joni começar a se contorcer entre os dois homens, chupando a língua de Buck com avidez enquanto levantava as pernas para envolvê-las em sua cintura.

"Ummmpffff!" Clarence ofegou quando a garota levantou as pernas e ele sentiu seu pênis afundar até o fundo do ânus dela. "Ela... ela está gostando!" exclamou ele enquanto ela esfregava a bunda contra seu pênis penetrante.

"Ai, meu Deus! Vocês estão me matando!" Joni gritou enquanto Buck inclinava a cabeça para trás, encontrando uma expressão de êxtase no rosto contorcido pela luxúria da garota. "Mas não parem — Jesus, não parem! Eu consigo sentir seus pênis se roçando... está me matando, mas eu adoro!" ela gritou, jogando a cabeça para trás. "Me fodam! Me fodam, seus negros bastardos! Me fodam no cu! Fodam minha xoxota! Me fodam... me fodam... ME FODAM!"

Wendy observava incrédula enquanto a garota gritava de prazer e os dois homens a fodiam furiosamente. Ela se contorcia enquanto seus dedos lhe proporcionavam outro orgasmo e seu corpo tremia de emoção. Ela viu as expressões nos rostos de Paul e Stella e soube que não era aquilo que eles haviam imaginado.

Meu Deus! pensou ela, estremecendo, enquanto retirava os dedos da vagina e os lambia. Como seria?

Buck prendeu a respiração ao sentir que ia gozar e as pernas da garota se apertaram em volta de sua cintura. Ele sentiu os músculos da vagina dela se contraírem e soube que ela estava no auge do orgasmo. Os olhos dela reviraram e ela ofegava com a boca entreaberta. Então, ele sentiu seu pênis se contrair espasmodicamente e suas pernas tremerem enquanto ele começava a gozar. Repetidamente, seu pênis se contraiu para ejacular seu sêmen quente bem fundo na vagina da garota enquanto ela se contorcia em seus braços. Ele podia sentir o pênis do outro homem através da fina membrana e sabia que Clarence também estava ejaculando fundo em seu ânus.

Joni gritou alto enquanto seu corpo se contorcia e suas pernas se desprendiam da cintura de Buck, tremendo acima do chão. Ela estremeceu quando os jatos de sêmen jorraram dos pênis que se contraíam dentro dela, e então sentiu o sêmen quente e pegajoso escorrendo de sua vagina e ânus por suas coxas.

“Ohhhhh…” ela gemeu e virou a cabeça de um lado para o outro enquanto os corpos dos homens pressionavam o dela com força. As mãos deles continuavam a apalpar seus seios e bunda enquanto eles ofegavam e seus pênis se contraíam descontroladamente. Finalmente, as contrações passaram e os três se balançaram juntos, cada um se apoiando no outro.

Paul continuou filmando enquanto os homens retiravam seus pênis brilhantes do corpo derrotado de Joni. Ao retirá-los, o sêmen escorreu, manchando suas pernas e formando uma poça a seus pés. Finalmente, tudo acabou e a garota se deixou cair contra as amarras enquanto Stella apagava as luzes fortes.

“Bem… ela é toda sua”, disse Paul a Clarence enquanto o homem se sentava de lado, ofegante. “Espero que seus homens aproveitem a vadia. Com um babaca desses, você deve conseguir um bom preço pelos serviços dela!”

Clarence balançou a cabeça e olhou para Joni. "Cara, com uma idiota dessas, acho que vou ficar com ela só para mim!"

Wendy recuou para a escuridão da cabana e puxou a barra do short para cima. Estava confusa e exausta enquanto voltava para o sofá, imaginando o que o futuro reservava para a garota, Joni.

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