A nova realidade que mudou o mundo parte 106 - Experiências
Eu não sei quantos dias se passaram desde que fomos tiradas do galpão público. O homem estranho e carrancudo nos acordou antes do sol nascer, colocou correntes curtas nos nossos pescoços e nos fez andar. Eu, com a mordaça de argola ainda na boca, o plug anal grosso e um novo vibrador menor ligado dentro da buceta. Julie, com a mordaça de bola, o cinto de castidade bem apertado. Andamos, andamos, andamos. O homem disse que eram mais de vinte quilômetros. Saímos no escuro total e só chegamos quando o sol já começava a baixar na tarde, o céu vermelho queimando nossos corpos nus e suados.
A fazenda era imensa, árida, sem nenhuma árvore por perto. Quinze galpões baixos, de teto de zinco, sem janelas, alinhados em duas fileiras, cada um separado uns cinquenta metros do outro. Eram como caixas de metal fervendo sob o sol. O homem parou na frente do primeiro e disse, com voz rouca: “Vocês vão viver como escravas públicas agora. Longe das macacas do hotel. Aqui são só brancas. Quinze dias. Um galpão por dia, vinte e quatro horas dentro de cada um. Eles estão cheios de escravas esperando o próximo leilão. Não saem para trabalhar. Só apodrecem lá dentro. Calor, sujeira, humilhação. É para quebrar a mente antes de vender.”
Ele abriu a porta do primeiro galpão e nos empurrou para dentro.
Dia 01: Dia sem peito
O calor era insuportável. O ar parecia sólido, cheirando a suor azedo, buceta melada e mijo velho. Havia mais de quarenta meninas ali, todas loiras ou ruivas, a maioria com peitos pequenos, quase inexistentes. O espaço era tão apertado que não dava para deitar-se. Dormíamos sentadas, encostadas umas nas outras, coxas coladas, suor escorrendo sem parar.
O castigo principal era a “humilhação dos peitos pequenos”. Elas eram obrigadas a ficar de pé, braços atrás da cabeça, enquanto outras escravas ou visitantes avaliando o produto, apertavam, torciam e batiam nos peitinhos minúsculos, chamando-as de “tábuas”, “meninas sem graça”, “peitos de menino”. Muitas tinham os mamilos presos com pregadores pequenos que vibravam ou davam choques fracos. O orgasmo forçado era constante, vibradores finos enfiados na buceta, ligados em potência baixa, mas por horas seguidas. O prazer virava dor depois de três ou quatro orgasmos, e elas choravam pedindo para parar, mas ninguém parava.
Julie e eu passamos o dia sentadas no canto, suando, o vibrador dentro de mim zumbindo baixo. Julie tremia toda vez que via uma loirinha de peitos quase planos sendo forçada a gozar até soluçar.
Dia 02: Dia das vacas loiras
O calor era o mesmo, mas o cheiro de leite e suor era mais forte. Aqui as escravas tinham seios grandes, pesados. O castigo era focado neles, cordas apertadas na base fazendo os peitos ficarem roxos e inchados, pesos pendurados nos mamilos, tapas fortes que faziam os seios balançarem e doerem. Muitas tinham os mamilos furados com argolas grossas e correntes ligando um seio ao outro.
O orgasmo forçado era feito com ventosas que sugavam os mamilos enquanto vibradores grossos trabalhavam na buceta. O prazer nos peitos misturado com dor fazia muitas gozarem chorando, o leite que algumas produziam, por causa de injeções hormonais escorrendo enquanto elas soluçavam.
Julie ficou vermelha de vergonha quando uma ruiva de peitos enormes foi forçada a mamar nos próprios seios enquanto gozava.
Dia 3: Dia das moças de lábios grandes
Aqui o foco eram as “cortinas”. As bucetas com lábios grandes e grossos eram presas com pinças, esticadas, penduradas com pesos pequenos. As mulheres andavam de pernas abertas, gemendo a cada passo. O castigo era esticar ainda mais os lábios com ganchos e depois bater com varinhas finas até ficarem vermelhos e inchados. Orgasmo forçado vinha com vibradores colocados só no clitóris, enquanto os lábios eram puxados.
Julie chorou baixinho ao ver uma mulher com lábios enormes sendo esticados até quase rasgar enquanto gozava convulsivamente.
Dia 4: Dia das orientais
Pequenas, delicadas, muitas com pele muito clara, essas eram as orientais que aguardam o destino no próximo leilão. Os castigos exploravam a delicadeza, agulhas finas nos mamilos e lábios, cordas de shibari apertadas que marcavam a pele, orgasmos forçados com vibradores minúsculos que vibravam em alta frequência até elas gritarem em japonês ou coreano.
Dia 05: Dia com as morenas
Castigos mais pesados, tapas fortes na cara enquanto gozavam, cabelo puxado, humilhação racial leve como “morena safada”, “buceta escura” eram gritadas pelos poucos visitantes. Orgasmo forçado com dois vibradores ao mesmo tempo, um em cada buraco.
Dia 6: O dia das virgens
O mais pesado até agora. Todas com cinto de castidade como Julie. O castigo era psicológico e sexual, vibradores externos no cinto, forçando prazer sem penetração, enquanto outras escravas mais velhas lambiam os peitinhos delas e chamavam elas de “putinhas virgens”. Muitas choravam de medo e prazer confuso.
Julie tremia o tempo todo aqui, apertando as pernas.
Dia 7: Mulheres maduras, as que mais sofrem
Aqui as mulheres tinham mais de trinta e cinco anos. Eram as mais humilhadas, obrigadas a lamber os pés das mais jovens, a chamar as mais novas de “senhora”, a gozar enquanto ouviam que eram “velhas inúteis”, “buceta frouxa”. Orgasmo forçado com aparelhos que sugavam o clitóris até doer.
Eu me vi refletida nelas e senti um frio na espinha.
Dia 8: Gêmeas
Lotado ao extremo. Todas as escravas tinham gêmeas idênticas. O castigo era forçá-las a lamber e chupar a própria irmã enquanto gozavam, ou a assistir a irmã sendo usada. Humilhação familiar extrema.
Dia 9: Mães e filhas
O pior para mim. Mães e filhas eram forçadas a se lamber mutuamente, a mamar nos peitos umas das outras, a gozar enquanto chamavam uma à outra de “puta” e “filha da puta”. O laço familiar era usado como arma.
Julie e eu ficamos abraçadas o tempo todo aqui, chorando em silêncio.
Dia 10: Baixinhas e anãs
Exploravam a altura, colocadas em plataformas altas, obrigadas a lamber bucetas de mulheres altas, humilhadas por serem “pequenas demais pra servir direito”.
Dia 11: Loiras altas e esguias
Castigos de alongamento, amarradas em posição de estrela, vibradores longos, humilhação por serem “modelos baratas”.
Dia 12: Mulheres acima do peso
Humilhação pesada sobre o corpo, tapas nas gordurinhas, obrigadas a balançar a barriga enquanto gozavam, chamadas de “vacas gordas”.
Dia 13: Meninas magrelas com cara de modelo
Foco na fragilidade apertadas, espremidas, orgasmos forçados até desmaiarem.
Dia 14: Mulheres acima de 1,80m, fortes
Humilhadas por serem “fortes demais”: obrigadas a ficar de quatro como animais, chicoteadas levemente enquanto gozavam, chamadas de “éguas”.
Dia 15: As mais rebeldes (o pior de todos os galpões)
Aqui os castigos eram os mais mentais, negação de orgasmo por dias seguida de orgasmos forçados sem parar, humilhação extrema, isolamento dentro de jaulas pequenas, obrigadas a assistir vídeos de suas próprias degradações.
Em todos os galpões o calor era infernal, o cheiro insuportável, o espaço tão apertado que dormíamos sentadas, encostadas umas nas outras, suor escorrendo, corpos colados. Não havia luz natural. Só uma lâmpada fraca no teto que ficava acesa 24 horas.
Julie nunca tirou o cinto de castidade.
Em cada galpão nossa mente se quebrava um pouco mais. Eu via minha filha sendo forçada a lamber, a mamar, a assistir, a ouvir humilhações. Eu mesma era usada como exemplo, obrigada a gozar na frente de todas enquanto me chamavam de “mãe puta”.
Depois de quinze dias, quando saímos do último galpão, eu e Julie éramos outras pessoas. Quebradas, marcadas na alma, prontas para o leilão.
E eu sabia que nunca mais seríamos mãe e filha como antes. Só duas escravas esperando o próximo dono.
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