Entrando para industria do porno gay interracial parte 9
Pela primeira vez eu me senti completamente atraído por um homem. Jefrey, o negro Americano foi o primeiro homem que me dominou.
Após as gravações, eu fiquei na espreita para saber a agenda de Jefrey.
Sra Zenaide pediu o Uber para ele para levá-lo ao hotel.
Eu estava realmente mexido com a foda que havia levado dele e não sei porque estava tão exitado e facinado por aquele cara negro.
Ele era esperto e tinha sacado o meu interesse epra minha surpresa ele pediu que o diretor me pedisse para ciceroneá-lo pela cidade neste dia.
Eu no estado que estava log aceitei.
O diretor agradeceu, pois disse que não ia poder acompanhar a estadia de Jefrey de perto, pois tinha que participar de duas reuniões de fechamento de contrato ainda naquele dia.
Eu disfarcei mas eu estava muito eufórico por dentro.
Sra Zenaide, mulher experiente logo percebeu minha intenção e ao se despedir falou: Cuide bem do Jefrey hein!
Eu vi sua irônia na hora e disse que cuidaria sim.
Jefrey estava com sorriso malicioso e um brilho nos olhos.
Chegamos ao seu hotel e Jefrey queria ir até seu quarto para pegar cartão de crédito e dinheiro, pois queria me levar a um lugar que ele adorava quando estava na cidade filmando.
Eu falei que o aguardaria na recepção mas ele acabou insistindo que eu subisse.
Não tive como negar-lhe depois de muito insistir.
Chegamos no seu quarto e ele foi tirando a camisa e exibindo aqueles músculos.
Eu estava realmente mudado, pois cheguei a salivar ao vr suas costas musculosas.
Ele não estava de boas intenções e também tirou a bermuda e ficou entrando e saindo do banheiro apenas de cueca box.
Eu já sabia do tamanho do seu pau mas mesmo assim o volume embaixo da cueca era desproporcional e ainda me causava espanto.
Nunca fui de majar rola de homem, mas Jefrey tinha mudado meu jeito de ser.
Era nítido que eu não conseguia parar de olhar para seu pau e ele logo me perguntou o que eu estava olhando.
Eu envergonhado disse que nada e tentei disfarçar.
Ele realmente estava de sacanagem comigo e vinha com o pau bem perto do meu rosto e perguntava sorrindo o que eu estava olhando.
Eu pedi pra ele para de se exibir daquele jeito e ele disse não estar se exibindo.
Ele d repente pediu pra deixar ele tomar um banho, mas antes de ir para o banheiro, ele arriou a cueca a menos de 30 cm de distancia do meu rosto.
Safado, era clara sua intenção de voltar a ganhar minos do branquinho passivo que ele já tinha comido pela manhã.
Eu agora não conseguia tirar os olhos do pau dele e cheguei a salivar de vontade de cair de boca naquela potência.
Ele também doido para que eu decidisse pegar no seu pau ou dar uma chupada, perguntou se eu queria aproveitar um pouquinho antes dele ir pro banho?
Eu perguntei se ele queria que eu brincasse com o pau dele, pois não queria que desse a entender que havia partido de mim, mas eu realmente estava com vontade de voar naquele pau.
Ele falou que podia ser então. Eu peguei nele e já senti o cú piscar de vontade de agasalhar aquela obra prima.
Eu não me reconhecia, Peguei nele com as duas mãos envolvendo o corpo do pau e mesmo assim a cabeça ainda ficava a amostra para eu dar um trato com minha lingua.
Foi o que eu fiz. Punhetava o pau com as duas mãos, empurrando a pele em direção a base do pau e expondo a cabeça para que eu pudesse chupar a vontade.
Apenas a cabeça ocupava todo interior da boca e fazia eu sentir quase os lábios racharem de tão aberta que a boca tinha que ficar para a cabeça caber dentro dela.
E nunca tinha visto um homem com essas dimensões ter a ereção que ele teve em cena e já estava quase apresentando o mesmo estado apenas com poucos minutos em que eu manipulava seu pau.
Aos poucos ele ia me fazendo escorregar pelo assento da poltrona do quarto e se posicionou sobre meu rosto fazendo seu imenso saco repousar sobre minha boca.
Dei um trato nas suas bolas por algum tempo até ele deliberadamente começar a foder minha boca.
Ele estando em cima de mim começou a demonstrar quão dominador era. Começou a foder minha boca com muita força, fazendo o pau intalar na minha garganta me levando a quadros de asfixia cada vez mais prolongada, a ponto de por duas vezes me levar causa a incoinsciência.
A sorte é que tinha peças de roupas extra em minha mochila, pois a secreção produzida enquanto ee invadia minha garganta não podia ser engolida por mim e minha camisa estava coberta daquela baba espessa de muco e saliva misturada aos fluídos seminais que brotava da cabeça do pau de Jefrey.
Uma parte daquela mistura de secreção também recobria meu rosto e até nos cabelos. Meu estado era deplorável e já sem poder me recuperar com os períodos de asfixias cada vez mais prolongados e de recuperação mais curto, meu corpo deslizou sem forças no chão em frente a poltrona.
Olhava o corpo de Jefrey em pé na minha frente. Parecia olhar a silhueta de um gigante contra a luz do lustre no teto do quarto.
Entre as suas pernas, via ele punhetar aquele monstro preto de onde escorria um fio grosso da minha baba.
Jefrey falou para eu tirar minha roupa para irmos ao banheiro. Eu fui arranjando forças para poder obedecer a ele.
Quando consegui enfim tirar a minha cueca, que era a última peça de roupa, Jefrey se abaixou e me apanhou por um dos pulsos e foi me suspendendo.
Ao ficar em pé, senti as pernas trêmulas e muita tonteira, mas ele já foi me puxando, quase arrastando em direção ao banheiro.
Entramos e ele abriu o box, sempre me segurando pelo pulso, como se quisesse garantir que eu não fosse fugir.
Eu comecei a me sentir um pouco melhor e ele tirou o corpo da frente e me colocou pra dentro do box.
Em seguida ele entrou também.
Ele é tão grande que enquanto estava somente eu no box, havia espaço de sobra, mas assim que ele entrou, me senti comprimido por seu corpo.
Ele estava embaixo do fluxo de água do chuveiro e eu estava com as costas e a bunda encostado na parede.
Senti ele voltar a me segurar pelo pulso e ele me girou. Acabei ficando de costas pra ele.
Senti o pau dele encostar logo acima da minha bunda, como se ele tivesse usado a mão para fazer o pau abaixare logo em seguida ele continuou forçandoe fazendo ele ir deslizando, passando pelo meu rego e finalmente se fixando entre as bandas da minha bunda onde permaneceu preso.
Ele estava tão duro que quase me suspendia e ficava pulsando.
Meu cú começou a piscar de novo e a respiração ficou acelerada e difícil para eu acertar.
Enqunato a áqua caía pelas minhas costas e passava pelo meu rego e chegava onde o corpo do pau de Jefrey encostava no meu cú,eu senti ele procurar a entrada do cú com seu dedo médio.
Quando ele achou, senti ele retirar por um breve tempo e ouvi o que parecia ser uma cusparada.
Em seguida senti o dedo encostar na entrada de novo e ele me penetrou sem cerimônia.
Logo que o dedo entrou eu gemi e me arrepiei todo. Mu corpo todo tremia.
A cabeça do pau dele estava em baixo do meu saco e então eu pensei que loucura era aquela, como eu podia desejar ser penetrado por aquilo.
Jefrey brincava dentro do meu cú e ficava mordendo o lóbulo da minha orelha ou me dando chupões no pesçoço.
Eu gemia muito naquela altura e meu cú mordia seu dedo e ele elogiava isso.
Depois de bastante tempo assim nessa brincadeira, Jefrey tirou o dedo e mandou eu pegar no pau dele e direcionar na entradinha do meu cú.
Assim que eu fiz o que ele pediu, ele mandou que eu afastasse as pernas e empinasse bem a bunda.
Eu não estava mais tão confiante e demorei um pouco, e Jefrey disparou o primeiro tapa na minha bunda.
Cheguei a dar um pulo pra frente e saiu um gritinho.
Mas logo eu procurei fazer o que ele mandou. Quando estava com as pernas bem afastada e o bumbum bem empinado, ele deu a primeiro forçada.
Nossa, que dor infernal. Tive que me contrair todo e atrapalhei a penetração.
Tomei em seguida mais três tapas muito fortes e ele falou com voz de trovoada, tanto que nem entendi o que ele falou, mas o tom era de ameaça.
Ele me virou de frente pra ele e começou a falar muito rápido e de forma energica ao mesmo tempo que começou a esbofetear meu rosto.
Ao final da fala Jefrey havia me dado pra mais de 10 tapas fortes na cara.
Fixou os olhos e perguntou se eu havia entendido. Eu olhava apavorado pra ele e nada falei.
Ele parecia ter interpretado que eu havia entendido e aceitado por causo do meu silêncio e cara de apavorado.
Ele me virou de costas pra ele de novo e eu por extinto já fui adotando a famosa posição de revista. Mãos nas paredes, pernas bem afastadas e bunda empinada ao máximo.
Para não dar margem para outra surra, fui com uma das minhas mãos e busquei por seu pau e trouxe ele de volta para a entrada do meu cú.
Deixei ele empurrar a vontade.
Fui muito duro maspelo menos não levei mais nenhum tapa até estar com o pau dele todo enterrado no cú.
Jefrey estava muito violento e começou a foder meu cú com requinte de crueldade.
Foram estocadas muito fortes que se encarregou de destruir as últimas pregas que eu tinha.
Jefrey estava insandecido e eu fui suspenso do chão e comprimido contra a parede tendo as pernas completamente abertas por causa da pressão que suas estocadas exerciam sobre meu corpo.
Eu praticamente estava sendo esmagado contra a parede.
Não dava para segurar os sons sendo massacrado daquela forma e meus gritinhos deixavam ele louco de tesão.
A leitada salvadora demorou pra acontecer e deu tempo pra Jefrey arrebentar meu cú com a violência das estocadas.
Pude ver a água levar embora o sangue que escorria do meu cú devido ao masssacre anal que Jefrey me infligiu.
Ainda assim, eu estava completamente louco por ele. Quando ele me coloucou no chão, a única coisa que passou pela minha cabeça foi de me virar e me atirar contra seu corpo musculoso e me abraçar ao homem que estava fazendo eu me sentir muito bem mesmo sendo completamente submisso a ele.
Eu estava tão enamorado por Jefrey que estando abraçado a ele, eu procurei por seu pau e fiquei ali batendo uma punheta carinhosa pra ele.
Ele por outro lado procurou meu cú e tentou me dedar de novo, mas ele havia destruído meu cú e eu reclamei.
Soltei um Aiiiii, Aiiiiii, Aiiiiiiiiii!
Ouvi ele pedir desculpas ao sentir que eu não aguentei nem seu dedo no cú.
Eu falei que tudo bem e pedi pra ele deixar eu lavar ele. Ajudei ele a tomar seu balho lavando cada parte do seu corpo com muita devoção.
Ele agradeceu e saiu do banheiro.
Tomei meu banho também e dexei aquele resto de porra e sangue escorrer do meu cú, me enxuguei e fui pro quarto.
Jefrey já estava vestido para sair e ele exeigiu que eu o acompanhasse. Mas eu estava realmente distruído e pedi que ele me deixasse descansar um pouco antes de sairmos.
É lógico que eu estava animado para sair com aquele homem espetacular, mas ele havia demolido meu corpo completamente.
Então eu sentei na poltrona e apaguei.
Quando eu acordei, Jefrey estava na cama, fodendo uma travesti loirinha novinha A trans era bem bonitinha e Jefrey estava fodendo ele de quatro.
Ameaçei pegar minhas coisas e ir embora, mas Jefrey percebeu e mandou eu esperar.
Vou contar tudo que aconteceu naquele quartod e hotel no próximo conto.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)