A nova realidade que mudou o mundo parte 105 - Vida de puta
Eu estava destruída. O vibrador dentro da minha buceta não parava. Ele zumbia sem misericórdia, forte, constante, roçando meu clitóris já inchado e dolorido. Eu tinha gozado tantas vezes que nem sabia mais quantas. Meu corpo inteiro tremia, os músculos da buceta exaustos de tanto contrair, a pele sensível queimando como se estivesse em brasa. Cada orgasmo agora era uma tortura, o prazer que havia se transformado em dor pura, latejante, que subia pela espinha e explodia na minha cabeça. Eu babava sem parar pela argola de metal que mantinha minha boca aberta, o queixo molhado, os peitos brilhando de saliva. Meu juízo estava derretendo. Eu via tudo borrado, ouvia os sons distantes, e só conseguia gemer como um animal, o corpo se contorcendo no chão sujo do galpão público.
E foi nesse estado que eu assisti meu marido fazer o que ele mais gostava.
Ele se aproximou da negrinha que estava de quatro embaixo do cavalete de Camila. A garota era jovem, magra, pele escura brilhando de suor. Ele a agarrou pelos cabelos crespos e a puxou para cima, jogando-a de bruços sobre o cavalete de madeira. A barra triangular afiada entrou fundo entre as pernas dela, pressionando cruelmente a buceta e o cu. A negrinha soltou um gemido abafado de dor.
Meu marido abriu o zíper da calça e tirou o pau para fora. Estava duro como pedra, veioso, a cabeça inchada e brilhante. Ele cuspiu na mão, passou rápido e enfiou tudo de uma vez no cu da negrinha. Ela gritou, um grito agudo, abafado pela mordaça que ainda usava, o corpo pequeno se arqueando violentamente. Ele começou a foder com força brutal, metendo fundo, as bolas batendo contra a buceta dela. Depois tirou e enfiou na buceta, revezando os buracos sem piedade, esticando os dois ao mesmo tempo em estocadas selvagens.
Ele dava tapas fortes na bunda dela, estalos altos que ecoavam no galpão, deixando marcas vermelhas na pele escura. Depois socos na barriga, fazendo o corpo dela se contrair. Tapas na cara, um atrás do outro, virando o rostinho dela de um lado para o outro. A negrinha chorava e gritava abafado pela mordaça, lágrimas escorrendo, o corpo tremendo a cada estocada, a cada tapa, a cada soco. Meu marido grunhia como um animal, suado, o pau entrando e saindo brilhando de creme e umidade forçada.
Eu assistia tudo, gozando sem parar. Outro orgasmo me rasgou por dentro. Meu corpo se contorceu no chão, as coxas tremendo, a buceta apertando o vibrador com espasmos dolorosos. Eu babava, gemendo rouca pela argola aberta, os olhos marejados fixos na cena. O prazer tinha virado agonia pura. Meu cérebro estava derretendo. Eu via meu marido destruindo a negrinha e sentia outro gozo me invadir, misturado com nojo, culpa e humilhação profunda. Finalmente ele gozou.
Com um grunhido alto, ele enterrou o pau fundo na buceta da negrinha e ejaculou. Jatos grossos e quentes enchendo-a por dentro. Quando terminou, tirou o pau devagar, brilhando de porra e creme da garota.
Então ele se virou para Julie. Minha filha.
Ele tirou a mordaça de bola da boca dela. Julie tossiu, baba escorrendo pelos lábios inchados. Ele agarrou o cabelo loiro dela com força e puxou sua cabeça para baixo, enfiando o rosto dela diretamente na buceta da negrinha ainda aberta e pingando de porra. “Chupa. Limpa tudo. Com a língua. Agora.”
Julie soluçou. Ela era virgem. Nunca tinha sentido o gosto de porra. Nunca tinha sentido o gosto de uma buceta. Nunca tinha nem tocado num pau. A boca dela ainda estava adormecida, dormente depois de três dias com mordaça. Ela estava desajeitada, tremendo, nojo puro estampado no rostinho.
Mas obedeceu. A linguinha rosa saiu hesitante e começou a lamber a buceta da negrinha. O gosto da porra do próprio pai misturado com os fluidos da garota preta fez ela se engasgar. Ela lambia devagar, desajeitada, chorando baixinho enquanto tentava limpar tudo. A porra escorria pela boca dela, pelo queixo, pingando no chão.
Meu marido olhou para Yara e Maya. “Vocês duas. Encostem nela. Mamem nos peitinhos dela.”
As indiazinhas, ainda com os aparelhos de metal mantendo suas bucetas abertas e doloridas, se aproximaram. Cada uma encostou a boca num dos seios jovens de Julie, pequenos, em forma de taça, mamilos durinhos e saltados de medo e frio. Elas começaram a mamar, chupando desajeitadas, as bocas adormecidas pelas mordaças de pênis enormes que usaram até agora pouco. Julie gemeu abafado, o corpo tremendo de estranheza e nojo enquanto lambia a buceta da negrinha e sentia as duas meninas mamando em seus peitinhos.
Eu assistia tudo, gozando de novo. Meu corpo se contorceu violentamente no chão. Outro orgasmo doloroso me rasgou por dentro, fazendo minha buceta apertar o vibrador com força, o prazer virando pura agonia. Eu babava, gemendo rouca, os olhos fixos na cena humilhante, vendo minha filha virgem, desajeitada, lambendo porra da buceta de uma negrinha enquanto Yara e Maya mamavam nos seus seios jovens.
Quando a negrinha finalmente estava “limpa”, meu marido tirou a mordaça da pretinha e ordenou: “Agora agradeça a menina.”
A negrinha se virou para Julie, segurou o rostinho dela com as duas mãos e deu um beijo molhado, longo, de língua. Enfiou a língua fundo na boca de Julie, misturando saliva, porra e o gosto da própria buceta. Julie soluçou no beijo, o corpo tremendo de nojo e estranheza, mas não se afastou.
Eu gozei mais uma vez assistindo aquilo.
Meu cérebro derreteu completamente. Eu me contorcia no chão, babando, gemendo como uma louca, o vibrador ainda zumbindo dentro de mim, o prazer transformado em dor insuportável, meu juízo em farrapos.
Eu era só um buraco gozando.
E minha filha… minha menininha virgem… estava sendo corrompida bem na minha frente.
Meu marido observava tudo com um sorriso satisfeito. E eu, Caroline, só conseguia gozar, chorar e babar, vendo meu mundo ser destruído para sempre.
Eu estava destruída, o corpo ainda tremendo dos orgasmos forçados que não paravam de me rasgar por dentro. O vibrador finalmente foi desligado e retirado da minha buceta inchada e sensível. Um jorro de creme claro e grosso escorreu imediatamente pelas minhas coxas, misturado com meus próprios gozos. Eu babava sem parar pela argola de metal que mantinha minha boca aberta, os peitos brilhando de saliva, o cu ainda esticado pelo plug anal grosso.
Meu marido olhou para Julie com aquele sorriso frio que eu aprendera a temer mais que qualquer coisa. “Agora é a sua vez, filhinha. Limpe sua mãe. Com a língua. Toda ela.”
Julie, ainda com a boca dolorida e adormecida depois de dias com a mordaça de bola, soltou um gemido baixinho de puro terror. Mas não ousou desobedecer. De joelhos, o rostinho virgem sujo de lágrimas, ela se aproximou de mim. Primeiro, os peitos.
Ela começou a lamber a baba que escorria pelos meus seios. A linguinha quente e hesitante passou devagar pelos meus mamilos, recolhendo a saliva grossa que pingava dos meus lábios abertos pela argola. Eu gemi abafado, sentindo vergonha profunda enquanto minha própria filha lambia meus peitos como uma cadelinha obediente. Depois ele ordenou que ela mamasse. Julie encostou a boca no meu seio esquerdo e chupou, desajeitada, os lábios inchados tentando sugar o mamilo. Em seguida passou para o direito, mamando com mais força, os olhinhos marejados de humilhação e estranheza. Eu via o nojo no rosto dela, o nojo de estar mamando na própria mãe, nojo de sentir o gosto da minha pele suada e babada.
Meu marido assistia, o pau já começando a endurecer novamente. “Agora a buceta, Julie. Limpe tudo. Sua mãe está toda melada de tanto gozar como uma puta.”
Julie baixou o rosto entre as minhas pernas. Minha buceta estava inchada, vermelha, brilhando de creme e gozo. Ela hesitou só um segundo antes de começar a lamber. A língua dela passou devagar pelos meus lábios inchados, recolhendo o líquido viscoso, entrando entre as dobras sensíveis. Eu tremia violentamente, gemendo rouca pela argola. Cada lambida fazia meu clitóris latejar de dor e sensibilidade extrema. Julie lambia desajeitada, engasgando-se com o gosto forte da minha excitação, mas continuava limpando tudo como ordenado. Quando terminou, minha buceta estava brilhando de saliva dela, limpa por fora.
Meu marido sorriu. “Agora o cu. Puxe o plug com a boca e limpe tudo.”
Julie olhou para mim com olhos cheios de horror, mas obedeceu. Ela se posicionou atrás de mim, agarrou a base do plug anal com os dentes e puxou devagar. O plug saiu com um som molhado e obsceno, deixando meu cu aberto, piscando, ainda sensível. Um fio de muco e o resto do que tinha ficado lá dentro escorreu. Julie encostou a boca no meu ânus e começou a lamber. A língua dela entrou hesitante, limpando o interior do meu cu, recolhendo tudo que restava. Eu soluçava de vergonha, o corpo tremendo, enquanto minha filha virgem lambia meu cu sujo até deixá-lo brilhando de saliva.
Meu marido assistia tudo, o pau agora completamente duro novamente, latejando de excitação.
Quando Julie terminou, ele não esperou. Agarrou o cabelo loiro dela com força, puxou sua cabeça para trás e enfiou o pau grosso direto na boca da própria filha. Julie se engasgou imediatamente, os olhos se arregalando de pavor. Ela nunca tinha sentido um pau na boca. Nunca tinha sentido gosto de porra. Era tudo novo, estranho, nojento. Ela teve ânsias violentas, o corpo se contorcendo, mas meu marido segurou sua cabeça com as duas mãos e começou a bombar a garganta dela com força.
Ele fodeu a boca de Julie sem piedade, com estocadas profundas, batendo no fundo da garganta, fazendo ela vomitar baba e muco que escorria pelo queixo. Julie chorava, engasgava-se, o rostinho virgem ficando vermelho, lágrimas escorrendo enquanto o pau do pai entrava e saía da sua boca. Ele grunhia de prazer, chamando-a de “putinha virgem”, “boquinha de filha”, “minha cadelinha”.
Finalmente ele gozou.
Com um gemido alto, ele segurou a cabeça dela firme e ejaculou direto na garganta de Julie. Jatos grossos e quentes de porra encheram sua boca. Quando tirou o pau, ainda pingando, ele bateu o membro semiduro várias vezes no rostinho dela, lambuzando as bochechas, o nariz, a testa e os lábios com porra branca e pegajosa. Julie ficou parada, olhando para o nada, o rostinho virgem completamente coberto de sêmen do próprio pai, baba e lágrimas misturadas. Ela não se mexia. Só respirava rápido, em choque.
Meu marido sorriu, ainda ofegante, e apontou para as duas indiazinhas e para Camila, que continuava gemendo no cavalete.
“Agora continue, putinha. Ainda tem a buceta das indiazinhas e da Camila para você limpar. Sem pressa. Quero ver essa boquinha trabalhando direito.”
Julie, exausta, o rostinho lambuzado de porra, engatinhou até Yara e Maya. Com a língua ainda tremendo, ela começou a lamber a buceta aberta e dolorida de Yara, depois de Maya, limpando os restos de umidade e suor. Em seguida foi até Camila, lambendo a buceta machucada pelo cavalete.
Enquanto isso, meu marido andava em volta de mim, olhando meu corpo nu e marcado. “Olha só para você, Caroline… uma puta velha que gozou até o cérebro derreter na frente da própria filha. Peitos caídos, buceta frouxa, cu arrombado… você nunca me satisfez. Agora sua filha está lambendo buceta como uma vadia profissional. Que lindo, não é?”
Eu só conseguia babar pela argola, o corpo ainda tremendo dos orgasmos forçados, assistindo minha filha virgem ser corrompida lentamente, lambendo uma buceta atrás da outra enquanto o pai dela a humilhava e me degradava com palavras cruéis.
Julie continuava trabalhando, exausta, desajeitada, o rostinho coberto de porra do pai, a língua passando devagar pelas bucetas das outras escravas.
E eu, Caroline, só conseguia sentir que não restava mais nada de nós duas. Só carne, só buracos, só obediência.
E o pior era que meu marido ainda não tinha terminado.
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