Convidei Meus Amigos Putões Para Foderem O Meu Sobrinho Novinho
Moleque putinho, com muito fogo no rabo, gosta de provocar os machos, até que seu tio resolve dar uma lição nele, e convida machos pauzudos para foderem ele.
Vou narrar minha relação com meu sobrinho, o Raulzinho, filho de minha meia-irmã, a Sílvia.
Eu estava de boa na vida, tinha chegado de uma estadia fora do país, e minha irmã Sílvia, uma empresária de grande sucesso e muito ocupada, me convidou para ajudá-la a organizar a sua vida doméstica. Principalmente para ajudar a cuidar do seu filho, já que ela não tinha muita vocação, nem tempo para ser uma mãe dedicada.
Desde muito novinho eu percebi que o moleque era gay, tinha traços e comportamentos bem claros e evidentes, embora não fosse um moleque afetado.
Assim que eu passei a conviver mais de perto com a Sílvia, o moleque grudou em mim, o que me fez perceber ainda mais o seu lado gay e, com o passar dos anos, com ele já adolescente, percebi também que o moleque é um safadinho de primeira, louco por uma boa putaria. Nisso ele puxou à mãe.
Desde muito cedo ele sempre gostou de se esfregar em mim, sentar no meu colo, mesmo já sendo um rapazinho. Eu sabia que, mesmo sendo sobrinho, ia chegar um dia que eu não resistiria.
No dia do aniversário de quatorze anos, a mãe dele estava viajando, deu um presente caríssimo para ele, mas mesmo assim ele estava se fazendo de coitadinho, de moleque abandonado, e deu um jeito de se deitar na minha cama, junto comigo.
Vestia só o calção fininho do pijama e logo começou a roçar a bundinha em meu pau. Eu estava naquela preguiça de final de tarde, deitado na minha cama, tirando um cochilo. Ele chegou da escola, tomou banho e entrou vestido assim, embaixo dos meus lençóis.
A provocação foi tão grande que logo eu arranquei seu calção e, em minutos, estava bombando seu cuzinho. O moleque gemeu bastante e depois me confessou que era o sonho dele ser minha putinha.
Durante a foda eu percebi que ele não era mais virgem e perguntei quem tinha tirado o seu cabaço. Depois de muito enrolar, ele acabou me confessando que foi um macho grande que a mãe dele levou pra dentro de casa. Acho que vem daí o gosto dele por homens grandes e dotados. E olha que ele é bem pequeno, delicadinho no tamanho.
A partir desse dia, isso já tem um ano, pois ele fez quinze anos há pouco tempo, o moleque não perde a oportunidade de me dar a bundinha. E quando dá o cuzinho para algum macho na rua, me conta tudo. Temos um jogo bem aberto um com o outro.
Neste fim de semana, que passo a relatar agora, ele estava de férias do colégio, e resolvemos ir para o sítio. Nós gostamos muito de ir para lá.
Assim que chegamos ele já foi atrás do João Paulo, o caseiro, pois queria saber como estavam as coisas. Eu sempre observei que ele é doido pra levar rola daquele cara com jeito rude, que tem quase idade de ser avô dele, se é que ele já não levou. Isso ele nunca me contou.
No dia seguinte, eu saí para comprar umas coisas na vila, juntamente com o João Paulo, e levei muito tempo para voltar para casa. O João Paulo me avisou que ficaria uns dias afastado, pois precisava visitar uns parentes na cidade vizinha, mas que tinha avisado para o Luizão jardineiro, que se eu precisasse de alguma coisa poderia falar com ele.
Cheguei em casa à tarde e encontrei o Luiz no portão, indo embora. Ele me falou que tinha verificado as plantas como eu pedi. Na hora eu saquei que tinha sido armação do meu sobrinho, pois eu não tinha pedido nada para ele. O moleque deu um jeito de levar o jardineiro para dentro de casa. Com certeza devia ter seduzido o cara, que tinha fama de ser muito pauzudo.
Entrei em casa curioso e ansioso para confrontar o moleque. Ele estava deitado no sofá, com uma carinha boa, sorrisinho nos lábios, um jeito de putinho que sempre o acompanha, quando ele apronta algo.
— E aí moleque, tudo certo por aqui? Encontrei o Luiz indo embora. Ele me falou que veio aqui verificar umas plantas, mas eu não pedi pra ele fazer nada, isso é coisa sua, né? O que você aprontou? – Eu perguntei, já imaginando as desculpas que ele daria. Senti meu pau duro dentro da calça. Estou com trinta e oito anos, e adoro uma boa história de sacanagem. Estou sempre com vontade de fazer uma boa putaria. Ele me olhou com a carinha vermelha, mas não negou nada. Me contou tudo.
— Ah tio, você sabe que eu não resisto a um macho como ele. O cara é grandão, tem um pau de jumento e sabe arrombar um cuzinho. Eu queria mesmo era dar para um time inteiro de pauzudos. Nunca passa essa minha vontade de levar rola. – Eu ouvi isso da boca do moleque e senti meu pau explodindo de tesão.
— Me deixa ver como ficou esse cuzinho. – Eu disse isso metendo minha mão dentro de sua cuequinha e sentindo suas preguinhas ainda inchadas, o cuzinho estufado e meio abertinho. Ele gemeu sentindo o meu toque.
— Ah tio! Gostoso esse seu dedo em meu cuzinho. – Ele sussurrou em meu ouvido e logo eu estava pelado, encaixando-o no meu colo, arregaçando aquele cuzinho que tinha sido arrombado pelo jardineiro.
O moleque se contorcia, gemia, choramingava, mas pedia sempre pra eu meter mais. Era um putinho que nasceu para servir macho. Aguentava muita rola. Depois de muito meter, eu gozei juntinho com ele e ficamos ali, jogados no sofá.
— Você é muito puto, moleque. Só pensa em levar rola nesse cuzinho. Não sei como você aguenta. – Eu falei dando um beijinho nele.
— Gosto mesmo tio! Quanto mais melhor.
— Quer dizer que teu sonho é dar para um monte de machos pauzudos, é? Será que você aguenta? Você é só um molequinho. – Eu perguntei dando risada.
— Aguento sim tio. É meu sonho, ser arregaçado por um monte de machos. – Eu ouvi aquilo e fiquei dando risada.
Eu guardei as coisas que tinha comprado. Muitas guloseimas e muita cerveja, além de algumas outras bebidas. A casa estava desabastecida.
Ficamos vendo TV, jogando vídeo game, e jogando conversa fora. À noite eu recebi uma ligação do Carlos, um amigo meu, dizendo que estava por perto e ficou sabendo que eu estava no sítio. Disse que tinha vindo para um local bem próximo de onde eu estava, juntamente com um amigo.
O Carlão é um amigo putão, grande e safado, ex-jogador de vôlei e ex-modelo, o que fez ele desenvolver um gosto por todo tipo de putaria. O meio da moda é bem permissivo, todo mundo sabe disso. Eu conversei com ele e o convidei para passar no sítio no dia seguinte, para tomarmos um banho de piscina e bebermos umas cervejas.
No dia seguinte eu e o Raulzinho acordamos, e logo fomos para a piscina. O dia estava quente e ensolarado. Um dia perfeito para ficar à beira da piscina. Logo estávamos brincando dentro da água, ele sempre me agarrando, me deixando de pau duro, nem parecia que tinha levado rola no dia anterior.
Eu estava sentado na espreguiçadeira tomando um solzinho, quando ele veio e sentou bem em cima de meu pauzão. Rebolou a bundinha e eu estava a ponto de socar no cuzinho dele, quando olhei para a frente e vi o Luiz, jardineiro, em pé, olhando para a gente.
Dava pra ver o espanto dele ao ver aquela cena entre sobrinho e tio. O pau dele fazia volume dentro da bermuda que usava. Todo mundo gosta de uma boa perversão. Ele se aproximou, pediu desculpas e disse que veio só buscar uma ferramenta que tinha esquecido no dia anterior.
— Beleza Luiz! Fica tranquilo. Se quiser tomar um banho de piscina com a gente pode ficar à vontade. – Eu disse, tentando soar natural, mesmo estando com o pau explodindo dentro da sunga e com meu sobrinho ainda no meu colo.
— Obrigado seu Daniel, mas eu tenho que resolver umas coisas lá em casa. Não posso ficar não. – Ele me disse, ainda com aquela cara de espanto.
— Não precisa me chamar de senhor não, Luiz. Pode me chamar só de Daniel. Você é como um amigo da família. Se quiser passa aqui mais tarde, pode vir tomar uma cerveja com a gente. – Eu falei piscando o olho para ele.
— Se der eu venho sim. O dia está bem propício para uma cervejinha gelada. – Ele disse isso e foi embora. Eu vi a cara do moleque de decepcionado. Acho que ele queria o Luizão junto com a gente na piscina.
— Já passava do meio-dia, nós estávamos com umas comidinhas à beira da piscina. Umas cervejas no cooler. O moleque estava levinho e solto, ele sempre dava uns goles quando eu estava tomando cerveja. O que o deixava ainda mais putinho. Já tinha mamado o meu caralho e estava doido para levar rola. A campainha tocou na varanda da casa e ele me olhou com cara de surpresa, não sabia que eu tinha convidado meu amigo Carlão para passar por lá.
Eu abri o portão e dei um abraço no Carlão que estava acompanhado de um rapaz muito bonitão, na faixa dos trinta anos também. Ele me apresentou como Fran, um amigo da agência de modelo que ele tinha trabalhado. Os dois eram dois machos grandes e bonitos, estavam já em trajes bem esportivos, só shorts e regatas e logo fomos para a piscina, onde os dois já tiraram a roupa e ficaram só de sungas.
O moleque, que estava dentro da piscina, ficou de boca aberta com a presença daqueles dois machos bonitos, altos e volumosos. Dava pra ver a carinha de safado que ele fez.
— Esse é meu sobrinho Raulzinho, Carlão. É aquele moleque de quem eu já te falei. – O Carlão fez uma cara de guloso, olhando para o corpinho pequeno, vestindo aquela sunguinha minúscula.
— É uma gracinha de meninão. – O Carlão falou, passando a mão no cabelo do moleque, que se derreteu todo com o elogio. O moleque rapidamente se integrou com a gente. O Fran também se soltou e logo estávamos brincando dentro da piscina. O moleque aproveitava e sempre se esfregava nos dois, o que já estava deixando-os excitados, já que estávamos todos bebendo, e o álcool acelera o tesão.
O moleque sentou em meu colo novamente. O Carlão, vendo aquela cena, o provocou:
— Vai sentar só no colo do Tio? Senta no colo do amigo do tio também. – Ele nem terminou a frase direito e o moleque já estava sentando no colo dele, encaixando o rabinho quente bem em cima do pauzão do cara, que estava quase saindo da sunga de banho. O Carlão nem disfarçou, só segurou na cintura do moleque e começou encoxar ele, que deu um gemidinho bem safado. Eu olhei para o lado e vi o Fran com o pauzão duro, enquanto olhava aquela cena, com água na boca.
O moleque provocou um pouco o Carlão, depois levantou-se e sentou no colo do Fran, fazendo o mesmo ritual. O cara ficou vermelho, mas logo percebeu que ali tava tudo liberado. Deu uma encoxada nervosa no moleque. Até achei que o pau dele iria furar a sunga do putinho.
Eu e o Fran entramos novamente na piscina e eu vi o Carlão se afastando um pouco com o moleque, indo na direção da varanda.
O Fran me olhou com uma cara interrogativa e eu o tranquilizei:
— Fica tranquilo cara. O moleque gosta de uma boa brincadeira. Aqui tá tudo liberado.
— Ele é muito pequeno e novinho. Aguenta realmente esse tipo de jogo? – Me perguntou com jeito de preocupado e tarado ao mesmo tempo.
— Aguenta mais do que eu e você juntos. Pode acreditar. Vamos lá também.
Nós nos aproximamos da varanda e vimos, na lateral, o Carlão pelado, encostado na cerca de madeira, com o moleque levantado no ar, com as pernas a redor de sua cintura, gemendo feito um animal, enquanto o pauzão do Carlão sumia dentro de seu cuzinho.
Nos aproximamos, já com os paus para fora, e ficamos vendo aquele homem imenso, fodendo aquele moleque pequenino, como se fosse um boneco. Arrancamos as sungas e logo começamos a meter no moleque, que se encostou na cerca e começou a levar rola naquele cuzinho lubrificado com muito gel.
— Ah tio! Que gostoso ser fodido por esses machos. – O moleque gemeu, quando sentiu meu pau rasgando seu cuzinho.
— Não deu para conseguir um time inteiro, mas tem uns paus bons aqui pra você. Vamos entrar que hoje você vai levar muita rola.
Nós entramos para a casa e, lá dentro, começamos a beber mais cerveja, enquanto metíamos rola no moleque. Fodemos ele em todas as posições. Quanto mais a gente metia, mais ele pedia pra ser arrombado.
Nós bebemos muito e continuamos fodendo o cuzinho dele, que já estava aberto e recebia as rolas com mais facilidade. Mesmo arregaçado, aquele cuzinho ainda apertava nossos caralhões de forma macia e aconchegante.
Estávamos segurando o gozo para dar mais prazer ao moleque, mas estava difícil aguentar. Colocamos ele no sofá e fomos revezando no cuzinho dele. Estava com meu pauzão atolado nele, quando vi a figura do Luizão entrando e ficando parado, olhando a cena de sexo entre o tio e o sobrinho.
— Opa! Chegou mais rola, moleque! Agora tem quase um time, do jeito que você queria. Chega junto Luizão! Bebe uma cerveja aí e vem meter também. Eu sei que você já conhece esse buraquinho. – Eu falei isso e vi a cara do moleque dando uma risadinha para o Luizão, que já estava virando uma cerveja na boca, tomando de um gole só. Ele bebeu mais uma e arrancou a bermuda fora. Nessa hora eu entendi o apelido dele. Era um pau brancão, com uma cabeçona rosada e imensa. Já estava duro como uma estaca de nervos.
— Caralho! Que pau é esse? – Disse o Fran, que já estava bem alterado pelo álcool. Ele se aproximou e apertou o pauzão do Luiz. Acho que ficou com vontade de dar para o cara, mas o buraco a ser fodido ali era o do Raulzinho.
— Chega junto Luizão. Quero ver você arrombar esse putinho. Ele quer levar muita rola. – Eu falei, me afastei um pouquinho e o Luizão se aproximou, abriu o cuzinho com as duas mãos grandes e encaixou a cabeçona no buraquinho.
— Ah meu cuzinho! Tá me arrombando, macho! – O moleque gemeu.
— Deixa de ser manhoso moleque. Você já tá bem arrombado. Empina a bunda pra levar rola. – A gente se aproximou para ver aquela cena. O pauzão sumiu todo dentro do cu do moleque e o putão segurou na cinturinha dele e socou sem dó.
Quanto mais o moleque gemia, mais ele metia. Logo a gente começou a se revezar, e todos metemos no moleque.
— Eu vou gozar! Ah meu cu, eu vou gozar! Me arromba seus putos. – O moleque gritava alto, como uma putinha louca, enquanto seu pauzinho esguichava leite. Ele gozava e o Luizão socava fundo, gozando também, enchendo aquele buraquinho que já estava vermelho e inchado.
— Ajoelha aqui meu putinho! Você vai tomar banho de leite. – Eu ordenei e ele se ajoelhou em nossa frente. Eu, o Fran e o Carlão gozamos feito cavalos e melecamos toda a carinha do putinho, que ficou lavado de leite de macho.
Depois dessa orgia toda o moleque se jogou no sofá e adormeceu. Estava realmente muito moído.
Deixamos ele descansando e fomos para a piscina, onde bebemos mais, até o final da tarde. Lá ficamos todos pelados e teve uma hora que o Fran não resistiu e mamou os nossos caralhões, começando pelo o do Luiz. Ele estava encantado com aquela jamanta, mas disse que não aguentava levar ela no cu não, tinha que ter uma preparação especial. Ficamos de combinar um outro dia. Só para ver o Luizão rasgar as pregas dele.
— E aí molecão! Tá tudo bem contigo? – Eu perguntei para o Raulzinho, no meio da madrugada, quando ele acordou. Ele estava na minha cama, todo aninhado em meus braços, depois de ter tomado um banho, quando os caras foram embora.
— Nossa! Acho que dormi demais. Tô bem sim, mas estou com o corpo muito dolorido. Estou arrebentado.
— Você quem pediu. Era o seu desejo. Agora descansa nos braços do tio. Daqui a pouco você se recupera e já vai estar querendo mais. – Ele deu uma risadinha e adormeceu.
Aqueles dias no sítio foram inesquecíveis.
*****
É isso meus queridos! Mais uma aventura desse moleque putinho, louco por rola grande.
Vote e comente! Quero saber se a história está agradando. É para vocês que eu escrevo.
Abraços a Todos!!!
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Comentários (1)
Putinha do tio aos 7: Adoro seus contos, lembro das minhas peripécias
Responder↴ • uid:830wya5y8m