#Incesto #Teen #Virgem #Voyeur

Provocando os meus Irmãozinhos Gêmeos em Casa

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Júlia In6

Eu e meus irmãos nos odiamos. Mas, agora que são adolescentes, viram como sou gostosa e ficam atrás de mim. Passei a provocá-los de vários modos, só de maldade.

Sou a Júlia, tenho 19 anos e o que vou contar aqui é algo que aconteceu (e ainda vem acontecendo) à algum tempinho, entre mim e os meus irmãos mais novos. Arthur e Miguel são gêmeos meia década mais jovens do que eu, que sou a primogênita da família. Esse relato será ilustrado por vídeos e fotos reais, mas somente de mim, já que os outros dois protagonistas das cenas mais picantes ainda são menores de idade... Ah, e fora isso, nomes de pessoas e/ou locais também serão ocultados ou trocados, pra garantir um mínimo de sigilo e privacidade a todos os envolvidos.
Agora, sem mais delongas, vamos ao conto!

~~~~~~~~~~~ CONTEXTO ~~~~~~~~~~~~

Obs.: Caso seja o tipo de leitor que está interessado apenas nas partes mais picantes do texto, pode pular esse trecho de contexto e ir direto pra seção "AÇÃO", mais adiante, onde as provocações que mencionei antes começam a acontecer rsrs...

~x~

Desde que me entendo por gente, meus irmãos menores e eu jamais nos suportamos.
Acredito que isso sempre tenha sido assim entre nós por que eu, antes deles nascerem, era a princesinha da família, paparicada e tratada com todo o mimo pelos meus pais, tios e avós... Até a fatídica chegada dos gêmeos!
A duplinha dinâmica roubou os holofotes de mim, a filha de ouro, e acho que a garotinha patricinha e mimadinha que habita em mim nunca foi capaz de superar essa perda de atenção completamente, mesmo depois de mais velha. E, por isso, a pequena eu nutriu antipatia por eles desde o início, sentindo inveja e raiva de ambos.
Hoje tenho noção do quão boba e mesquinha é a causa dessa minha velha rivalidade infantil. É claro que morro de vergonha de admitir isso pra qualquer um, mas como já irei confessar aqui nesse texto coisas muito piores e mais pesadas, não tem sentido esconder essa verdade internalizada. Né?

Contudo, em minha defesa, preciso dizer que minha implicância com eles nunca foi totalmente infundada ou sem boas justificativas.
Apesar de nossa família ser muito bem sucedida e desfrutar de excepcionais condições financeiras... Por conta de uma escolha de imóvel realizada por nossos pais, que priorizaram a localização, luxo e requinte ao invés de optar por um lugar mais espaçoso, nós moramos todos juntos num lindo apartamento na cobertura de um prédio de frente pro mar, mas com apenas dois quartos... E eu acabei tendo de dividir um desses com aquela dupla a vida inteirinha!
A medida que iam crescendo, os muleques se revelaram verdadeiras pestinhas!! Estavam sempre mexendo nas minhas coisas, aprontando pela casa, fazendo bagunça, quebrando meus brinquedos... E a culpada era sempre eu, a mais velha, por não ter cuidado bem ou controlado eles o suficiente.
Então é claro que o ranço que eu sentia acabou ficando maior!
Quando foram ficando mais velhos, ao invés de melhorar, a coisa só piorou. A dupla de pestes agora me respondiam mal e retrucavam comigo.
Aí sim foi que a implicância mútua se instaurou de vez entre nós. Eles diziam que eu era muito chata, dondoca e mimada, e eu que eles era muito irritantes, preguiçosos, bagunceiros e sonsos...!
Nossos pais ficavam no meio desse fogo cruzado, tentando mediar a situação sem tomar partido. Sei que fizeram o melhor que podiam, mas... Realmente, a coisa entre nós três, os filhos, era insustentável. Com o dueto se unindo sempre contra mim, a "irmã mais velha implicante". Que foi como os pivetes me rotularam.

Bem, o tempo foi passando sem essa dinâmica familiar mudar muito, a não ser pra pior.
Arthur e Miguel eram gêmeos não-idênticos e, por tanto, embora partilhassem muitas semelhanças, tinham também muitas diferenças entre si. Externas e internas. Que se tornaram mais evidentes com a chegada da pré-adolescência e surgimento das características fundamentais da personalidade de cada um.
Arthur era o atleta da família. Gostava de brincar ao ar livre, jogar bola, correr, pular, nadar... Por isso fazia parte de clubinhos de futebol, natação e outros esportes. O que significava, pra mim, ter de lidar com um monte de seus uniformes sujos, soados e jogados por tudo que é canto do nosso quarto compartilhado.
Miguel, por sua vez, era o nerd da família. Caseiro, preferia ficar na frente das telas do celular, TV ou computador, assistindo animes, filmes e séries, navegando na Internet e coisas do tipo. Ou seja, tava sempre sugando a velocidade da nossa conexão com um monte de downloads sem fim, usando o PC no volume mais alto sem fone, mexendo no meu notebook sem pedir e devolvendo-o sem bateria.
Apesar de tudo, ambos eram extrovertidos, falantes, desinibidos... Ou, como eu via na época: intrometidos, respondões, desrespeitosos e "pra frente" demais!

Por essas e outras questões, quando finalmente me formei no ensino médio aos 18, fiquei eufórica com a possibilidade de ir estudar fora e ter uma desculpa para sair de casa e ir para bem longe, ficando livre daqueles diabinhos que chamava de irmãos.
Meus pais a princípio não gostaram da ideia de me ter morando tão longe, mas eu fui apresentando as vantagens de uma educação superior estrangeira... Até que eles, que tinham plenas condições de me mandar pra estudar no exterior, no fim acabaram concordando em bancar minha estadia em outro país pra isso. Desde que eu concordasse em voltar pra casa duas vezes ao ano, durante as férias e recesso acadêmico.
É claro que eu aceitei sem pestanejar, toda feliz e satisfeita com o novo arranjo. 🙂

Assim, quando o ano letivo teve início, saí do continente e fui ter aulas na Europa. Papai alugou um ótimo apertamento pra mim lá, bem próximo da universidade, e eu pude desfrutar da liberdade que é morar sozinha. Mamãe me enviava uma boa quantia em dinheiro toda semana, e eu não tive dificuldades para me ajustar ao novo ambiente. Fiz algumas amigas entre os colegas gringos e até arranjei um namoradinho europeu. Nada sério, só um ficante loiro gostoso dos olhos azuis com quem eu estava adorando trocar um beijos e, é claro, transar! Rsrs...
Mas, enfim, seis meses passaram voando e quando eu me dei conta, já era Julho, teríamos duas semanas de descanso sem aulas na faculdade, e era hora de eu, como havia prometido aos meus pais, voltar pra casa pra ficar com a família durante o período de recesso.

E eu não estava infeliz com isso. Pelo contrário.
Mesmo adorando curtir toda aquela experiência de paz e liberdade, sentia bastante falta do clima tropical do Brasil, dos meus amados paizinhos, da nossa cobertura de frente pra praia, da nossa piscina com vista pro mar na varanda, do meu quartinho, das minhas coisas e... Devo admitir, até mesmo das duas pestinhas que eram os meus irmãos eu tinha um pouco de saudades. No fundo, era divertido trocar farpas e implicar com eles. Ha ha ha ha ha!

Peguei o primeiro voo de volta pro país e, na data marcada, eu estava de novo em nossa pátria.
Papai e mamãe foram me receber no aeroporto, com beijos, abraços e lágrimas de alegria com o retorno da filha pródiga. Após isso me levaram de carro pra casa, onde reencontrei os meus irmãos mais novos.

Os gêmeos estavam na sala, assistindo TV, e nem fizeram questão de vir me recepcionar na porta. Nosso pai perguntou a eles, em tom de exigência, se não iam vir nem dar um "oi" pra irmã que não viam á meses... E os pestes só resmungaram um cumprimento indiferente qualquer, na maior má vontade, sem sequer se darem ao trabalho de olhar pra trás.
Normalmente só esse descaso da parte deles já teria sido o bastante pra começar a me tirar do sério. Porém, eu estava bem relax, feliz da vida por estar de volta ao lar, com a paciência revigorada e intacta... Por isso tolerei a falta de cordialidade dos dois. Decidi agir como a adulta da relação e bancar a "irmã mais velha compreensiva" pelo menos uma vez na vida.
Se eles não vinham a mim, eu iria até eles!
Deixei as malas ali, na beira da porta do apartamento mesmo, caminhei pra frente da televisão e os encarei com um sorriso simpático de orelha a orelha, realmente alegre e contente em revê-los.

Eles estavam um tanto diferentes do que eu me lembrava, tinham crescido bastante em pouco tempo, quase adquirindo o tamanho total de um homem adulto médio... Dava pra notar que, no mínimo, pelo menos já deviam ser do mesmo tamanho ou até um pouco maiores do que eu, que tenho em torno de 1,60 de altura, apesar de ainda não terem terminado de crescer.
A puberdade os havia pego de jeito agora que estavam no auge dos seus 14 anos, e já não eram mais os pirralhos catarrentos de antes.
Arthur estava maior, mais forte, vestindo bermudinha esportiva e regata, com a musculatura dos braços e pernas não tão farta, mas bem demarcada e definida por conta de todo o exercício físico que fazia em suas atividades extracurriculares. Acho também que foi graças ao fato de que muitos destes hobbies ocorrem ao ar livre, debaixo de sol, que sua pele acabou adquirindo um novo e leve tom de bronzeado natural.
Miguel, por sua vez, continuava um menino pálido. Cresceu não somente em altura, e sim também um tantinho em largura. Não chegou a ficar obeso, porém, devido ao estilo de vida mais sedentário, de quem só come e joga video game, estava claramente mais "cheinho", com um aspecto rechonchudo sob a camiseta t-shirt e o short moletom masculino que trajava. Não era gordo, apenas gordinho. Nada muito exagerado. E até que a massa corporal ficava relativamente bem distribuída ao longo da sua anatomia. Embora uma dietinha talvez lhe viesse bem a calhar. Hihihi...

Reparei tudo isso em um único instante, no momento em que bati os olhos neles, reconhecendo as suas mudanças físicas na hora.
Porém... Eu não fui a única a fazer esse tipo de análise visual. Logo que nos vimos frente a frente, notei que ambos também ficaram me encarando, só que bem mais longamente, me examinando da cabeça aos pés com os olhinhos meio arregalados. Parecendo, quase, não estarem me reconhecendo.
Na hora eu fiquei confusa e não entendi o por que daquilo pois, diferente dos dois, eu ainda era a mesma de sempre... Não havia mudado quase nada, a não ser por uma ou outra tattoo nova (que mal dava pra ver no momento) e pelo meu cabelo estar um pouco mais escuro por ter tempo que não descoloria da forma que costumava fazer quando estava em casa... Tirando isso mantive a aparência geral que eu já tinha antes de viajar pra Europa.
Por essa razão, estranhei o olhar da dupla que me fitava demoradamente. Achei aquilo esquisitinho... Mas relevei, achando se tratar apenas de uma reação normal após tanto tempo sem ver a irmã. Ou que estivessem, sei lá, reparando nas minhas roupas novas, talvez?
Estava usando roupas que comprei no exterior...
Um par de tênis brancos, que combinava bem com a blusinha top de mangas longas e a calça de tecido bege justinha quase da cor da pele, que vista de longe fazia parecer até que não tava usando nada na parte de baixo haha... Era a última moda entre as jovens na Europa, mas talvez fosse um pouco "demais" pra uma família tradicional brasileira...? (Bem, vou deixar uma foto que registrei com as roupas da viagem, anexada ao conto, e vocês tiram suas próprias conclusões rsrs).

Todavia, como estávamos todos ali parados, apenas nos olhando sem dizer nada já a alguns segundos, resolvi acabar com aquele breve, porém constrangedor silêncio.

Eu: — Oi, meninos! Que saudade que eu tava de vocês... Estão tão diferentes, tão crescidos!!

Exclamei com entusiasmo sincero, vendo-os ainda me fitando de forma meio esquisita e demorada.

Arthur: — É-é... Quanto tempo, né...? Saudades, também...

Miguel: — Ah... Oi, Júlia. Verdade, a gente cresceu mesmo, né...?

Falaram, com suas vozes considerávelmente mais grossas e graves do que eu me lembrava que eram, mas meio sem jeito, como se não soubessem bem o que fazer ou como reagir ao meu regresso ao lar. Então resolvi lhes dar um empurrãozinho.

Eu: — Pois é, mas não cresceram o bastante pra não poderem mais abraçar a irmã mais velha de vocês, né? Vão ficar ai sentados, só me encarando feito dois bobos, ou vão levantar e vir me dar um abraço de boas vindas pra matar as saudades, hein, seus bocós? Ha ha ha ha ha!

Disse-lhes, já esticando os membros superiores pros lados e aguardando que viessem até mim pra um abração. Mas não sem dar aquelas pequenas "alfinetadas" que eram tão comuns e habituais entre nós, que nos amávamos e odiávamos ao mesmo tempo. Rsrs...
Então a dupla se ergueu, caminharam em minha direção lentamente e, passando os braços ao redor do meu corpinho, me abraçaram juntos, um tanto acanhados.
E nós nos aconchegamos desajeitadamente uns nos outros.

Miguel: — A gente nem tava te encarando, só olhando como você tá... Ééé.. Diferente.

Se deu ao trabalho de explicar, como se justificando um mal entendido que precisava urgentemente esclarecer.

Arthur: — É... Cê mudou muito, também, Júlia...

Complementou o outro, ainda em meio ao abraço triplo. E eu estranhei que não houvesse nessas frases nenhum tipo de respostinha mal criada ou farpa para contra-atacar os meus "insultinhos" de antes. Pois era comum eles sempre quererem retrucar esse tipo de ofensa entre nós, por mais leve que fosse.
Além disso, as falas deles não tinham tanto sentido. Eu já era adulta antes de sair, não cresci um centímetro e nem engordei ou emagreci um só quilo nesses seis meses que estive longe. Logo, imaginei que deveria ser algum tipo de piadinha deles, e que iam me xingar a seguir, como de costume, então fui me adiantando.

Eu: — Ãaaahn...?! Eeeeeu? Séeerio? Lá vem vocês... Ai tem coisa! Ha ha ha! Podem dizer, tô mais feia, é isso...?!

Questionei, sem desfazer o abraço e com muito bom humor, tentando prever o que diriam, para eles soltarem de uma vez o insulto sem medo da minha reação, mostrando que naquele momento a emoção do reencontro permitia qualquer comentário zombeteiro e evitaria minha braveza.
Contudo, surpreendentemente, a resposta deles foi bem o oposto do que eu esperava.

Arthur: Não, não! Tá mais bonita, Ju...

Miguel: É, muito mais... Acho que a Europa te fez bem...!

Responderam com tom vacilante, mas sincero, sem interromper o contato físico.
Nem eu e nem meus pais entendemos nada daquilo. Meio desconfiada e incrédula da resposta pacífica, eu desfiz o abraço devagar e naturalmente, olhando em seus olhos para ver se no que diziam tinha algum sarcasmo, ironia ou sei lá... Mas pareciam estar sendo mesmo honestos, e até terem ficado um tanto encabulados.
Quebrei o gelo com um comentário engraçado, fazendo uma pergunta aos meus pais.

Eu: — Vocês pagaram eles pra me dizerem isso, né? Hahaha!

E todo mundo riu da piada, já emendando em novos assuntos e logo seguindo com a conversa.
Sentamos-nos a mesa de jantar e ficamos batendo papo, a família toda. Até meus irmãos ouviam atentamente as minhas histórias da Europa, e o clima familiar relativamente normal se estabeleu ali pelo resto da noite.
Ainda assim, a mudança na atitude dos meus irmãos me deixou meio encucada, assim como as suas palavras pra mim antes... Será que haviam amadurecido tanto assim nesses poucos meses, a ponto de não serem mais aqueles pestinhas irritantes de sempre? Não dava para acreditar...

Enfim, jantamos uma pizza e então deu a hora de dormir. Pedi ajuda aos meus irmãos para carregar as bagagens de viagem pro quarto e, incrivelmente, os dois aceitaram ajudar. Uma vez lá dentro, os orientei a colocar as malas debaixo da minha cama, dizendo que as desfaria amanhã, com calma.

Nosso quartinho é até que bem espaçoso, embora meio lotado pela mobília de três pessoas. Temos uma mesa de computador num canto, uma escrivaninha de estudos perto da janela, dois armários (um meu e outro que eles dividem), uma sapateira, uma mesinha de cabeceira, um tapete felpudo no centro e nossas camas ficam em lados opostos, junto as paredes. A minha é uma cama de solteira comum, já a deles é uma beliche, em que o Arthur dorme em cima e o Miguel embaixo.

Enquanto eu ia me acomodando no cômodo, tirando os tênis e a bolsa, me dei conta de que os dois gêmeos, um sentado na beliche e o outro sentado na cadeira da mesa do PC, olhavam pra mim discretamente, em silêncio.
Estranhei aquilo, entretanto mais uma vez atribui o comportamento meio esquisito ao fato de eu ter voltado pra casa agora, e ainda ser "novidade" pra eles me ver ali de novo.
Fui até meu armário, peguei uma calcinha e roupas de dormir, além de toalha e produtos de higiene pessoal que tinha ali. E então fui pro banho, os deixando lá, ainda quietos.
Não era típico deles ficarem tampo tempo calados...

Minha mãe me interceptou no caminho até o banheiro com um kit de descolorante (tintura pra deixar os cabelos loiros) em mãos e se ofereceu pra me ajudar a descolorir o cabelo pra voltar a ser "eu mesma", e ela e eu nos ocupamos disso o resto da noite.

~~~~~~~~~~~~~ AÇÃO ~~~~~~~~~~~~~~

Retornei pro nosso quarto compartilhado quase uma hora depois, já de banho tomado, cabelo dourado e lavado, pronta pra dormir, vestindo meu conjuntinho de blusinha e shortinho pijamas. Era um modelito que eu tinha desde o início da adolescência, portanto era meio curtinho pra mim agora, porém o mais confortável e o meu preferido pra usar em casa.
Todavia, quando entrei no quarto novamente, dessa vez com esses trajes menores, testemunhei uma reação inédita vinda dos meus irmãozinhos, que permaneciam acordados apesar de já passar da meia noite.
Ambos tentaram disfarçar, mas aparentemente não eram tão bons nisso, e eu percebi facilmente que...
Me encaravam com os olhinhos arregalados e boca entreaberta, sem nem piscar, fitando meu corpinho de forma longa e demorada, focando na minha barriguinha aparente sob a barra da blusinha curta, nas coxas desnudas que o shortinho de dormir não cobria, no bumbum cujo um pedacinho da popa escapava por debaixo da roupa e aparecia um pouco quando eu me esticava ou abaixava, nos meus peitinhos... cujo os bicos sempre durinhos ficavam aparentes e marcando no tecido claro e puído do pijaminha velho, já que não gostava de usar sutiã pra dormir. E, principalmente, encaravam a minha virilha, que formava um "capôzinho de fusca" no tecido puído e escasso.

Eu já havia me vestido assim pra ir pra cama no mesmo quarto que eles milhares de vezes ao longo dos anos, e nunca tiveram esse tipo de reação.
Foi então, bem nessa hora, vendo-os assim, me encarando tal qual os meninos do meu antigo colégio e os rapazes da universidade faziam... Que eu tive uma epifania e me dei conta de tudo o que tava rolando ali.

Não era eu quem estava "muito diferente" de antes da viagem. Eram eles que tinham mudado, e mudado muito, não só de corpo, mas também de mente, com a chegada da sua puberdade!
E haviam agora, enfim, despertado pra sexualidade, descoberto os encantos femininos e voltado seus olhos bem abertos pras mulheres ao seu redor. E isso, surpreendentemente, pelo visto me incluía também!

Quando me reencontraram lá na sala antes, eles não ficaram chocados por algo que estava novo em mim, mas sim por que era a primeira vez que me viam após terem passado pela metamorfose que vem com a adolescência, e finalmente perceberam como a "irmã chata" deles era, na verdade, uma mulher bem atraente...!

Acho que esse é o momento perfeito pra eu me auto descrever, mesmo já tendo as fotos e vídeos junto do conto pra vocês verem... rsrs
Sem falsa modéstia, sei que sou bonita de rosto, mas não vou entrar em detalhes a cerca dessa parte da minha fisionomia por questões de segurança. Vou falar só do meu corpinho...
Possuo exatamente 1,58 de altura, e sou beeeem magrinha, com cerca de 51kg. Por conta disso tenho seios pequenos, bem pequenos mesmo, assim, daqueles que cabem inteiros na boca rsrs
Mas o que me falta em peitos eu compenso em bunda. Não chega a ser nada exagerado ou desproporcional, mas eu tenho um bumbum redondo, grandinho e empinado, muito bem trabalhado na academia (que eu adoro frequentar), e que deixa qualquer homem doidinho pra dar uma apertada rsrsrs. Além disso, também tenho um belo par de coxas torneadas, que todos elogiam, já que amo que exercícios pra glúteos e pernas.
Me considero branca, porém, como uma típica brasileira, tenho um tom de pele latino, puxado num leve bronzeado, que combina bem com os meus longos cabelos cacheados, os quais eu costumo descolorir até ficarem bem loiros e douradinhos, do jeito que eu gosto.

Não sei dizer ao certo como outras irmãs, "normais", reagiriam ao perceber que os irmãos mais novos a estão enxergando como mulher e tendo, no mínimo, curiosidade sexual juvenil a cerca de seu corpo...
Talvez se sentissem enojadas, revoltadas, constrangidas, ofendidas, culpadas pelo modo que se vestiam...
Mas não foi nada disso que eu senti naquela hora.
Ao invés disso, sorri discretamente ao me dar conta do quão "interessados" os gêmeos estavam pela minha anatomia, achando graça dos dois bobalhões e até já imaginando como usaria isso contra eles em algum momento. Hehehehe...

Enfim...Naquela primeira noite fomos todos dormir sem maiores incidentes.
Entretanto, na manhã seguinte eu já levantei da cama cheia de ideias travessas na mente, e louca para pôr algumas delas em prática ali mesmo rsrsrs
Acordei antes da dupla de preguiçosos, porém voltei a me deitar e esperei até os dois despertarem, pra já fazer a minha traquinagem inaugural...
Fingi também ter desadormecido bem naquele instante e, levantando da cama, fui me espreguiçando até o meu armário, esticando os braços o mais alto que pude sem fazer deixar de parecer um movimento natural, mas o suficiente para fazer subir as extremidades inferiores do meu pijaminha... Assim expondo parte do bumbum e um pouco mais do abdômen chapado pra eles. Os gêmeos, mesmo ainda meio sonolentos, logo se viraram para me olhar e, disfarçadamente, ficaram observando-me com atenção enquanto eu abria as gavetas e escolhia algumas peças de roupa.

Não conseguiram esconder a surpresa quando, de repente, de costas pra ambos, eu simplesmente desatei o nó do laço que prendia o meu shortinho de dormir, levei as mãos até o cós dele e o empurrei pra baixo, tirando-o ali mesmo, no quarto, na frente dos dois!

Mesmo antes do período no exterior, eu já não me trocava na presença deles fazia anos, desde que eramos todos crianças, preferindo sempre ir até a privacidade do banheiro pra isso. Mas agora eu queria mesmo atazanar a mente dos dois adolescentes, e tratei de me despir onde estávamos, ficando só com a blusa e de calcinha fio dental (não tenho quase nenhuma de outro modelo, por que adoro essas rsrs).

Para terminar de remover o shortinho pelos pés, eu ainda fiz questão de judiar bem dos meus irmãos, me curvando pra frente e pra baixo de um modo que minha raba ficou empinadinha pro alto. Mas só por tempo o suficiente para eu retirar o shortinho e o pôr de volta no armário.

Mesmo sem olhar pra trás e conferir, eu podia até imaginar a cara que aqueles meninos deveriam estar fazendo e o modo como estariam me olhando vidrados.

E eu não parei por ai.

Pra surpresa deles, ainda de costas, tomei a blusinha pela base e a puxei pra cima, ficando com o dorso completamente nu!

Como disse antes, eu não durmo de sutiã, então com isso eu fiquei de top less e calcinha fio dental, apenas rsrs
É claro que, como estava de costas pra ele, não podiam ver meus peitos, e nem era a minha intenção mostrar mesmo. Só queria instigar, atiçar e perturbar a cabeça cheia de hormônios dos dois jovens que tanto me encheram o saco a vida toda.

Sem me virar, tratei de ir vestindo um sutiã preto tipo top (que pra quem não sabe, é como uma faixa, sem alças, vou deixar foto com o conjuntinho em questão pra verem rsrs topzinho e fio dental). Coloquei sem pressa, bem lentamente, pra dar aos dois tempo de apreciarem bem a visão rara do corpo de uma mulher seminua, ainda que apenas por trás.
Depois disso fui enfiando uma perna, depois a outra, e enfim o bumbum, bem devagarinho dentro de um shortinho de lycra super apertado, que era até meio difícil de fazer minha bunda caber dentro e normalmente só usava pra ir a academia. Com algum esforcinho real, deu pra terminar se vestir a peça em pouco menos de um minuto. Aí finalizei o "show" ao trajar um croped branco por cima do sutiã de faixa preto.

Só nessa hora, fingindo naturalidade, eu me virei de frente pros meninos que, como eu imaginava, estavam assistindo a tudo boquiabertos e cheios de interesse. Rsrs...
Adorei as expressões de incredulidade e excitação nas carinhas deles ha ha ha missão cumprida!

Então, como se apenas naquele instante eu tivesse me dado conta do que fiz, agi simulando vergonha.

Eu: — Nossa, meninos, desculpa...! Eu, agora que moro sozinha lá fora, tô tão acostumada a trocar de roupa no quarto mesmo, que nem me toquei que não dava pra fazer isso aqui... Perdão mesmo, tá...?

E os dois me responderam, meio nervosos e sem jeito.

Arthur: — N-não, Ju, que é isso... Não se preocupa, não... A gente nem viu nada, não...

Miguel: — É, pô... Éééé... E o quarto também é seu, né...? Então... Pode ficar a vontade pra se trocar aqui mesmo, se quiser...

O safadinho ainda teve a audácia de oferecer isso, como se fosse um favor a mim! Hahaha.

Mas acho que não fez por malicia, e sim por que se embananou com as palavras e falou demais, deixando vir à tona os seus juvenis pensamentos intrusivos. Ha ha ha!
Digo isso por que, logo em seguida, ele e o irmão gêmeo começaram a tentar corrigir a fala, acrescentando contexto ao falarem que até eles mesmo trocavam de roupa no quarto as vezes, por que dava trabalho ir no banheiro, as vezes lá tava ocupado e afins...
Era muito divertido ver eles assim, desconcertados, pisando em ovos, sem saber como agir diante de mim. Era exatamente esse o efeito que eu queria causar, os deixar desconfortáveis e inquietos por causa da minha aparência e da sua reação ao meu corpitcho. Rsrs...

Satisfeita com o resultado inicial desse primeiro teste, já me hilariei internamente ao imaginar tudo que iria fazer pra perturbar a mente desses muleques ao longo dessas duas semanas de férias, pra fazê-los pagar por todas as vezes em que me atazanaram a vida. Porém, por hora já estava de bom tamanho, e eu continuei disfarçando e fingindo inocência enquanto seguia com meus afazeres.

Eu: — Ah, que bom que vocês não ligaram de eu me trocar aqui... Acho que vou fazer isso, sim, Miguel, por que também é um saco pra mim ter de ir no banheiro toda hora pra mudar de roupa, as vezes... Mas, bem, deixando isso de lado, acho que vou aproveitar pra desfazer as minhas malas...

Miguel: — Quer ajuda?!

Arthur: — É, deixa que eu te dou uma mão pra colocar as roupas no armário!

Disseram os gêmeos, já soltando do beliche e se prontificando a me auxiliar, sem eu nem ter tido de pedir!

Foi então que eu me dei conta do verdadeiro poder que eu tinha nas mãos... Ou melhor, no corpo todo. Rsrs...
Tal qual cachorrinhos loucos para ganhar um afago ao agradar a dona, aqueles dois adolescentes estavam dispostos a fazer de tudo e mais um pouco para receber um pouco de atenção feminina, ou somente para passar um tempinho a mais perto de uma mulher, desfrutando da companhia de uma moça gostosa e podendo vislumbrar sua anatomia atraente... Mesmo que a gostosa em questão fosse a própria irmã mais velha!
Nunca os vi tão prestativos e solícitos assim com mais ninguém antes. Eu tinha, a minha disposição, uma arma muito poderosa e, se soubesse usá-la, poderia obter o que eu quisesse daquela dupla infernal... Hi hi hi hi hi...
Eu só tinha que continuar sempre calibrando o interesse deles, instigando sua atenção e liberando pequenas "recompensas" pra validar seu bom comportamento. E assim eles ficariam bem adestrados rsrs

Uma vez que percebi isso, tive uma semana maravilhosa naquela casa!
Como apenas nós, estudantes, estávamos nas férias do meio do ano, e nossos pais saiam cedo pra trabalhar, voltando só a noite, eu tinha muito tempo a sós com meus irmãos, para aprontar as maiores peripécias pra cima deles!
Daí era só mamãe e papai botarem os pézinhos pra fora de casa, que eu já começava a aprontar... rsrs

Passei a andar pelo apartamento com os menores e/ou mais apertados trajes que tinha. Micro shorts, topzinhos, roupas de malhar... Isso quando não circulava de um cômodo pro outro quase nua, apenas de calcinha e sutiã, me valendo do fato de que antes eles já tinham dito que "tudo bem" eu trocar de roupa na frente deles, mesmo.

E isso foi deixando os gêmeos doidinhos da cabeça!

Para poderem continuar contemplando o corpinho semi nu da irmã gostosa por mais tempo, me seguiam de um lado pro outro, como cachorrinhos atrás da dona... E realizavam todas as minhas vontades.
Fiz aqueles dois lavarem a minha parte da louça, arrumar a minha cama, limparem o quarto, me deixar escolher o canal e programa que veríamos na TV... E os gadinhos nem reclamaram, ansiando por agradar a gostosa aqui ha ha ha ha ha...

Pra vocês terem uma ideia, quando eu, vestida apenas de calcinha e sutiã com a desculpa esfarrada de ser por "estar muito calor", meramente sugeri precisar de uma massagem por sentir uma dorzinha nos pés... Meus irmãozinhos só faltaram brigar pra decidir qual dos dois cumpriria essa "árdua" tarefa. E eu ri feito boba do desespero deles para terem um motivo para tocar em mim semi nua, nem que fosse só nos pés... rsrs.
Resolvi o conflito de maneira justa, dizendo que não precisavam discutir, que cada um podia massagear um, sem problemas... E eles se puseram no chão em frente a mim, comigo sentada no sofá da sala, pra fazerem isso...
O lance foi que, para poder deixar um pé a disposição de cada um dos dois, precisei separar um pouco as pernas e, do ângulo que estavam, tiveram uma visão privilegiada da parte mais interna entre minhas coxas... Vendo toda a parte da calcinha fina que cobria a xoxota... rsrs
Nem preciso dizer que, com um incentivo desses, nenhum deles teve pressa de encerrar a sessão de massagem nos pés, né? Ha ha ha ha!

E eu, sempre fingindo inocência, confiança cega no pudor deles e total ingenuidade, agia como se nada demais estivesse acontecendo, me fazendo de sonsa e atuando segundo o papel de irmã mais velha avoada que não percebe o quão inapropriado é andar vestida assim no apartamento com os dois irmãos mais novos no ápice da adolescência.
Quando nossos pais estavam pra retornar pra casa do trabalho, porém, eu sempre tratava de ir logo vestir uma roupa mais adequada, pois eles sim, não sendo apenas uma dupla de jovens palermas na puberdade, iam notar que eu tava agindo na maldade e certamente poderiam me repreender. Por isso, na frente deles, eu me comportava e vestia de forma 100% normal, como a filha perfeita... Um exemplo de boa moça. Rsrs.

Quando chegava a hora de irmos todos dormir, contudo, bastava meus irmãos e eu irmos pro quarto que eu já colocava as garrinhas de fora... E o resto do corpo também rsrs

Para dar um exemplo a vocês do que rolou nessas noites...
...Numa delas, doida pra perturbar eles, eu vesti um conjuntinho lingerie de rendinhas branco quase transparente, por baixo de uma camisolinha babydoll curtíssima, e então me deitei na cama de barriga pra cima e fiquei rolando a tela do celular nas redes sociais "distraidamente".
Com a visão periférica eu podia ver os meus irmãos maluquinhos, andando inquietos de um lado pro outro no quarto, fingindo fazerem algumas coisas enquanto, na verdade, tentavam encontrar um ângulo para enchergar por dentro do meu traje de dormir... rsrs

Então eu fiz a boa por eles... Ou melhor, fiz a maldade de, como quem não quer nada, dobrar os joelhos pra cima e deixar as pernas bem entreabertas, fazendo a barra da camisolinha subir "sem querer" até o meu umbigo, expondo toda a minha calcinha lingerie sensual semi translúcida pra ambos!

Gente, a dupla de gêmeos ficou maluquinha hahahahaha
Foi Hilário acompanhar, de canto de olho, eles tentando disfarçar a vontade de ficar encarando a xana quase descoberta da irmãzona distraída, sem chamarem a minha atenção.

Nenhum dos dois sacaninhas teve a decência de me avisar que estava com a calcinha a mostra, é claro. Afinal não queriam acabar com o espetáculo. Por isso não tive dó e, agindo como se estive absorta no conteudo da tela do celular e não tivesse me dado conta de seus olhares, abri ainda mais as pernas pra encher a mente daqueles punheteiros de caraminholas e os deixar subindo pelas paredes o resto da noite!

Sim, eu não era boba. Sabia que aquilo perturbava a cabeça deles, os deixava desconfortáveis, afoitos, inquietos, com o tesão tão alto que deviam ficar o dia todo a ponto de explodir de luxúria... E esse era o meu método de tortura psicológica contra eles.
Mas sabia também que, com isso, estava oferecendo a eles uma gama infinita de material pra ambos se acabarem de prazer e satisfação na punheta, como todo adolescente faz.
Só que eu nem ligava, o importante era os fazer "sofrer em agonia" pelos longos momentos que demorava para obterem privacidade naquele apartamento de poucos cômodos e poderem praticar a masturbação pra se aliviar de toda a excitação que cultivei neles no decorrer do dia!

Por vezes notei que eles, agora, passavam horas no banheiro. Podia ver as cobertas de cada um deles se agitando de uma forma suspeita e ritmada logo após apargamos as luzes pra dormir... E eu sabia muito bem que estavam descabelando os palhaços pensando na minha figura nessas ocasiões.
Todavia, isso também não me incomodava.
Achava engraçado, patético, até... Imaginar que aqueles dois bostinhas eram tão fracassados que precisavam "homenagear" a irmã mais velha em suas punhetas desesperadas, ao invés de se aliviarem com uma namoradinha ou algo do tipo.

Eu ria sozinha ao abrir minha gaveta de calcinhas e notar a falta de alguma delas, já cogitando que teria sido surrupiada por um dos gêmeos pervertidos.
O mesmo ocorria quando olhava o certo de roupas sujas e não encontrava a calcinha que havia usado e deixado lá... Tendo a plena certeza de que o Miguel ou o Arthur estava escondido em algum canto da casa e cheirando a peça intima como um tarado, enquanto se matava na punheta sentindo o cheiro da buceta da irmã ainda impregnado no tecido fino!
Gargalhava baixinho quando, um tempo depois, ia olhar no cesto da lavanderia de novo e encontrava as minhas roupas de baixo lá, porém agora todas meladas num misterioso líquido esbranquiçado, semitransparente e exalando um odor semelhante ao de água sanitária... Já que devolviam as peças pro cesto tão repletas de porra fresca, que chegava a pingar... Ha ha ha ha ha
A duplinha gozava que nem um par de cavalos, pensando no corpo da maninha! Rsrsrs

Enfim, os dias que compunham a primeira semana dessas férias transcorreram assim e terminaram dessa forma.
Contudo, no início da segunda semana, comigo já mais assanhada e safadinha, as coisas acabaram saindo um pouco do controle e seguindo por um caminho completamente inesperado até mesmo pra mim... rsrs

Maaaaaaas....
Como esse relato já ficou muito longo por conta de todos os detalhes que eu gosto de trazer, vou deixar pra contar o que rolou nessa segunda semaninha, entre mim e os meus irmãozinhos gêmeos, na próxima parte do conto, que já devo publicar amanhã!
Até lá... Bjs bjs ;* s2

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Comentários (3)

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  • Lucas21: Cadê a parte 2 ?

    Responder↴ • uid:funxlvksz
  • Scott: Sim quero saber quando eles te comeu,tou esperando

    Responder↴ • uid:1eeb1ccaa319
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk