Diário de um cativo 17
🔞🔞🔞 Não encham o saco se não gostam de dominação extrema e submissão forçada, mas se gostam fiquem a vontade para gozar muito, comentar e curtir. 🔞🔞🔞
Os dias foram passando e cada vez mais novos vídeos eram acrescentados naquele site, eu morria de vergonha e tristeza enquanto ele se excitava com os comentários e com o quanto aquilo rendia. Eu procurava sempre agradá-lo fazendo as coisas do jeito que ele gostava, principalmente sendo obediente, mas saber que ele não se importava com o que era feito com meu corpo me deprimia a cada dia.
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Depois da festa da colheita passei dias dolorido, fui muito machucado, eram muitos homens e a maioria seguiu o conselho do prefeito. Fui cuidado e alimentado até com certo carinho, mas meu coração estava ferido e eu reagia no automático, sem nenhuma emoção ou sentimento e só saia do quarto quando ele me levava.
Ele estava cada vez mais bruto no sexo, mas eu só me rendia olhando para um ponto fixo até ele fazer tudo o que queria. Até porque ele tinha as putas que ele elogiava para satisfazê-lo não precisa de mim, um viadinho inútil.
Já faz uns dias que Esdras está irritado, noite passada ele me montou com tanta força que até sangrou, mas eu não reclamei ou tive nenhuma reação. Eu não grito mais ou tento fugir só fico quieto e espero que acabe logo, parece que estou anestesiado.
Hoje ele saiu cedo e nem me deu o café da manhã e mesmo podendo eu não desci para comer, não tenho vontade. Meu tio é um porco ele viola aquela menina em qualquer lugar da casa sem se importar com quem esteja vendo e ainda obriga a minha tia a lamber seu gozo, mas pelo menos parece que ele não está mais machucando elas como antes.
Apesar de sua brutalidade a menina parece estar se moldando a ele. Minha tia está quase recuperada e nos poucos momentos que temos juntos ela sempre me diz pra não perder as esperanças de um dia ser livre de tudo isso e que as pessoas com quem ela deixou meus primos virão nos resgatar.
Eu lembro nas palavras dela sempre tão entusiasmadas, mas logo penso o que pode ter de bom lá fora pra mim um garoto sodomizado, quebrado e que não tem nada de bom pra oferecer, realmente eu sou um inútil como meu primo diz. Fui subjugado e feito de depósito de porra sem ao menos poder me defender de tão insignificante que sou, como vou sobreviver lá fora? Melhor seria morrer de uma vez.
Sou tirado dos meus pensamentos quando meu algoz entra no quarto com seus olhos injetados de raiva e me puxando pelos cabelos me joga no chão pisando em meu pescoço.
- Quem você pensa que é pra me ignorar, sua puta miserável? Você tem que me servir com satisfação pela honra que eu te dou de meter meu pau nesse seu buraco imundo.
Ele gritava esmagando minha garganta sem me deixar respirar. Eu tentava com todas as minhas forças afastar seu enorme pé sem sucesso, mas quando ele começou a urinar no meu rosto me desesperei, sua urina invadia minha boca, nariz e olhos, ele estava me afogando.
- Agora você reage, não é sua bichinha imunda? Agora você quer gritar...
Sem dizer mais nada ele se afastou e sentou no chão encostado na cama olhando para o nada. Enquanto eu tossia tentando recuperar o fôlego, depois de um tempo me arrastei até seu colo, me agarrei ao seu pescoço e chorei como nunca tinha feito antes.
Depois de um tempo senti suas mãos afagando minhas costas nuas e fui me acalmando, então decidi abrir meu coração de uma vez.
- Eu me sinto muito triste e vazio pela forma que você me trata, eu sempre te amei e te idolatrei, pra mim você era meu melhor amigo, perfeito e de uma hora pra outra tudo isso acabou porque você preferiu acreditar em qualquer pessoa menos em mim. E o pior, passou a me tratar como uma coisa qualquer sem valor. Eu nunca esperei isso de você, ver e sentir o que você faz comigo e o pior é permitir outras pessoas fazerem atrocidades comigo e ainda sentir prazer, isso me destrói, me faz desejar ter morrido junto com meus pais.
- Eu...
- Me deixa terminar... no começo você dizia que não ia deixar outra pessoa me ter que esse era um direito seu e mesmo sem entender eu aceitei, mas depois quando por prazer você mesmo me entregou a outros homens eu fiquei mais confuso ainda e isso partiu meu coração de uma forma que eu achei que não fosse mais possível. Sua crueldade me destrói a cada dia, eu já entendi e aceitei que estou sob seu domínio, que não tenho mais nada a fazer a não ser te obedecer, mas isso não é suficiente pra você. E eu queria que fosse, eu queria viver a minha vida só pra você.
Falei tudo que estava em meu coração em meio aos soluços deixando a tristeza transbordar enquanto sentia sua mão áspera deslizar em minhas costas.
- Você sempre foi como um irmão pra mim, aí quando eu ouvi os meninos falando que você era viado e que iam te comer depois do baba eu fiquei puto, primeiro por você não confiar em mim pra contar e segundo pelas coisas que meu pai sempre falou. Então, na minha cabeça ninguém tinha mais direito do que eu de ser seu dono, mas eu queria mais que isso, eu queria te punir por não confiar em mim e também por virar viado. Aí com o tempo as coisas que eu queria fazer com as putas e elas não permitiam eu decidi fazer com você, e assim eu te castigaria e ainda teria meu prazer.
- Mas...
- Calado! Não tem mas, você é meu, eu não vou abrir mão disso! Eu sempre quis casar e ter filhos, mas agora eu sei que mulher decente nenhuma vai se submeter ao que eu faço com você já que nem as putas fazem e eu não vou entregar você pra outro homem, você é meu!
- Mas você me entrega pra outros homens.
Minha voz saiu rouca e baixa pelo choro, mas também pelo medo de estar confrontando ele.
- Fiz e faria de novo porque era meu desejo e o controle estava nas minhas mãos e não nas deles ou nas suas. Seu corpo me pertence pra tudo que eu quiser sem limites, mas homem nenhum colocará mais o pau nesse seu buraco.
Enquanto ele fala seus dedos deslizavam pra dentro de mim causando uma leve ardência. Sua outra mão segurou os cabelos da minha nuca tirando meu rosto do seu pescoço fazendo nossos olhos se encontrarem.
- Não importa o que aconteça você me pertence, seu lugar é debaixo de mim satisfazendo minhas vontades, completamente submisso e entregue, você entendeu?
- Entendi!
- Agora vamos que eu vou dar um banho em minha cadelinha imunda.
No banheiro ele me lavou com cuidado, passou xampu e condicionador nos meus cabelos sem me machucar como das outras vezes e depois que enxaguou meu corpo me penetrou sem cerimônia, em uma única estocada estava inteiro pulsando dentro de mim e eu soltei um gritinho de dor e surpresa.
- Isso, minha putinha, receba o dono desse cu guloso.
- Preto, é impressão minha ou ele tá ficando mais grosso?
- Hum, assim que eu gosto! Esse cu já conhece seu dono. É genética, até completar 21 anos ele ainda vai crescer e engrossar até ficar com o formato igual ao do meu pai, mas o meu vai ficar maior.
- Nossa, eu não vou aguentar assim.
- Você aguenta o que eu quiser, putinha.
Ele falava socando com força enquanto segurava minha cintura me fazendo ficar na ponta dos pés. Logo suas mãos foram pros meus peitinhos apertando e puxando os bicos me fazendo gemer de dor e prazer enquanto sua carne dura moldava o meu interior, ele gozou urrando em meu ouvido como uma besta e depois ficou olhando aquela gosma branca escorrer por minhas pernas trêmulas.
Já limpos saímos do banho e fomos pra cama, ele me deitou de lado de frente pra ele e sugava meus peitinhos com tanta força que os bicos pareciam que iam rasgar a qualquer momento enquanto eu fazia carinho em seus cachos e seu rosto, até que o leite acabou.
- A melhor coisa que eu fiz depois de sodomizar você foi arrancar suas bolas e te dar esses peitinhos de mocinha.
Eu fiquei vermelho de vergonha não só pela sua fala como pelo poder que ele tem sobre mim. Ele fez tudo isso e eu não relutei hora nenhuma, não briguei apenas aceitei.
- Sobre o que você falou eu não vou pedir desculpas por nada, pois eu estou no meu direito de homem, e você como a bichinha que é tem que me obedecer mesmo e se colocar no lugar de minha fêmea. E da próxima vez que você agir assim cheio de manha de novo você vai se arrepender.
- Me desculpe, Preto, é que eu pensei...
- E um viadinho inútil como você pensa?
Seu olhar era duro sobre mim, eu queria dizer que sim que eu penso e sinto também, mas tive medo de sua reação. Fui arrancado de meus devaneios por um tapa em minha bochecha que latejava.
- Você não pensa, você só me obedece. Sua submissão a mim deve ser total 24h por dia os 7 dias da semana, eu mando, eu penso e você só obedece. Entendeu, viadinho inútil?
- Entendi.
Respondi com os olhos transbordando já. Pensei que depois de tudo que falei as coisas iam mudar um pouco, mas agora eu vejo que talvez o meu problema seja mesmo pensar. Eu via a fúria em seus olhos enquanto ele segurava meu queixo com força.
- Nunca esqueça o que você é e o seu lugar. Você é meu depósito de porra, o buraco que eu uso para me masturbar e saciar meus desejos e o seu lugar será sempre debaixo de mim e onde mais eu quiser.
Depois de falar essas coisas seu olhar suavizou um pouco, mas pelo seu sorriso sádico eu sabia que viria mais coisa por aí. Seus dedos ásperos deslizavam pela marca recém deixada em minha bochecha.
- Ainda tem uma coisa que quero ver você fazendo, sei que vai ser difícil pra você, mas vai me dar um tesão doido.
Meu corpo retesou no mesmo instante que um soluço escapou de minha garganta, e logo seus dedos estavam agarrados aos meus cabelos me fazendo encarar aqueles olhos negros.
- Não pense só obedeça, minha cadelinha!
Sua língua invadiu minha boca de forma brutal e tudo se apagou da minha mente. Seu beijo seus toques tudo era rude e forte, mas me fazia sentir desejado, pois com as putas ele não era intenso assim parecia até que nem tinha interesse nelas.
Mas comigo seu domínio era total, seus olhos não desviavam de mim um segundo, ele me marcava como sua propriedade por dentro e por fora com sua boca, dentes, mãos e sua carne dura que agora já serpenteva em minhas entranhas, o seu covil.
Era impossível controlar os altos gemidos enquanto eu estava de joelhos com meus braços esticados para trás como rédeas que ele puxava bruscamente enquanto aquela cobra saia quase que completamente de mim só para me invadir de novo e de novo com força total.
Meu interior queimava e lá no fundo era como se uma faca fosse cravada cada vez que era invadido, até que tudo parou, seus jatos quentes e fortes me inundaram e meu corpo foi abandonado num baque surdo sobre a cama.
Acordei com os primeiros raios do sol entrando pela janela, meu corpo estava limpo, mas meu ventre doía por ter sido revirado ontem a noite. Eu estava deitado quase sobre seu corpo forte e peludo e seus braços envolviam meu corpo como grades.
Com muito cuidado para não despertá-lo me desvencilhei deles e me coloquei entre suas grossas coxas, cheirei sua virilha e suas bolas enormes e peludas, seu cheiro era viciante para mim. Logo uma já estava em minha boca sendo sugada com devoção, ali eu perdi a noção do tempo revezando entre suas bolas sem largar seu mastro teso.
Com muita dificuldade eu o engolia até o final, mesmo ele dormindo eu queria agradá-lo e seguia massageando suas bolas encharcadas de minha saliva como ele gosta. Sua respiração ficou pesada e eu soube que ele estava acordado, suas bolas começaram a endurecer, ele estava pronto pra gozar.
Enquanto sugava aquele cogumelo com as duas mãos massageava seu tronco até que o primeiro jato veio seguido de um rosnado. Minhas sugadas já eram sincronizadas com seus jatos, bebi todos e o último deixei derramar até escorrer por suas bolas, então lambi deixando tudo bem limpo sob seu olhar atento.
Nunca tinha feito isso e quando vi seus olhos sobre mim tive medo dele não ter gostado, me encolhi entre suas pernas, mas sua mão me segurou pelos cabelos puxando meu corpo sobre o seu até nossos olhos se encontrarem.
- Onde você aprendeu a fazer isso, sua vagabunda?
Sua voz estava carregada de algo perigoso que nunca senti antes, meu corpo estremeceu, mas me apressei em responder antes que ele me castigasse.
- Eu sei que você não gosta que eu pense, Preto, mas como eu sei quantos jatos saem e que os últimos são mais fracos eu pensei que seria bonito ver seu leitinho escorrer em seu membro igual a calda daquele sorvete que a gente tomava na praça. Me desculpe!
- Se for pra pensar safadeza assim você tá liberado, meu viadinho safado.
- Eu penso muita coisa, mas eu tenho vergonha de fazer aqui porque não é a nossa casa. Eu tenho medo do jeito que seu pai me olha, principalmente quando você não está aqui, por isso não saio nem pra comer.
Minha voz saia baixa e cheia de medo da sua reação.
- Eu sei a puta que você é, a bichinha sedenta por pau, por isso que você tem esses pensamentos imundos. Confie em mim, eu sei o que você é, se coloque no seu lugar e se entregue a mim de corpo e alma.
- Eu quero, quando vejo você eu sinto uma coisa estranha aqui. - falei erguendo meu corpo e sentando sobre sua virilha coloquei a mão abaixodo meu umbigo. - E sinto um formigamento esquisito aqui.
Não sei o que deu em mim, mas terminei de falar já forçando meu buraquinho no seu cogumelo que entrou rasgando e eu só parei quando estava preenchido por seu membro.
Eu estava enlouquecido de tesão, minhas mãos deslizavam por cada gominho em seu abdômen enquanto eu rebolava naquele mastro latejante dentro de mim, mesmo ainda dolorido. Os olhos dele estavam cravados de desejo em mim.
Minha mente só tinha ele, eu só queria ser possuído por ele, acho que enlouqueci de vez. Eu subia e descia naquela carne dura e cheia de veias sob seu olhar depravado parecia que estava montado num cavalo brabo, o desejo e a dor latejavam de mãos dadas dentro de mim, mas eu continuava.
- Isso, minha bichinha, se foda no pau do seu macho! Deixe a puta que tem dentro de você sair.
Ele falava e batia no meu bumbum e isso acendia ainda mais o fogo dentro de mim, mas eu estava cansando já. Suas pernas se dobraram apoiando minhas costas, minhas pernas foram puxadas sobre seu corpo, ele segurou meus tornozelos com força e começou a socar seus quadris em mim de baixo pra cima.
Agora parecia que eu estava montado num touro brabo, era forte e bruto, e eu tentava me segurar sem sucesso. Meus gritos ecoavam pelo quarto não só pela dor da invasão profunda, mas pelo prazer avassalador que me tomou.
Meu corpo convulcionava sem controle quando ele deitou sobre mim trazendo minhas pernas sobre meu corpo. O ritmo bestial não mudou, mas agora seu polegar esfregava a cabeça do meu pinto junto com o guizo que não parava de tilintar aumentando ainda mais meu prazer.
Gozei novamente sentindo meu cuzinho contrair numa força violenta e ele me acompanhou urrando como um animal selvagem. Seu corpo trêmulo desabou sobre o meu me esmagando, mas não me importei seu cheiro forte de macho me anestesiava, a única coisa que ainda sentia era seu mastro pulsando dentro de mim.
Depois de um tempo fui levado pro banheiro e meu corpo lavado com cuidado, minhas pernas tremiam que se não fosse seu braço em minha cintura já teria caído.
- Nós vamos ter a nossa casa. O terreno já está pronto em breve a obra começa.
Sua voz estava rouca e baixa como nunca ouvi antes, parecia até carinhosa e isso fez meu coração derreter.
- Eu posso fazer o projeto da nossa casa? - minha voz saiu ainda mais baixa.
- Pode sim, mas eu vou dizer como deve ser. Vai ser o meu puteiro particular e você vai ser a putinha que eu vou foder em qualquer lugar que eu quiser.
Senti minhas bochechas esquentarem com suas palavras. Descemos para tomar café e só minha tia estava em casa.
Os dias foram passando e ele parecia mais leve, desenhei nossa casa como ele mandou com 2 suítes que seria uma nossa e outra que teria uns brinquedos para as noites mais quentes como ele mesmo disse e um quarto comum para eu ser castigado quando resolvesse pensar segundo ele.
Uma sala de estar não muito grande, um lavabo, a cozinha com dispensa e a área de serviço. Concordamos em não fazer uma casa de andar e sim com varanda e um jardim. A casa seria o nosso refúgio com muros altos e sem espaço para visitas. Tudo isso seria construído com o dinheiro que ele arrecadou com meu corpo e os vídeos que ainda continuavam sendo vistos.
Os dias foram passando calmos, a obra já tinha começado, mas eu só vou ver a casa quando já estiver pronta. No início meu tio não gostou disso, mas como seu filho disse: isso não era da conta dele e ele precisa do canto dele pra foder em paz.
Ontem a noite ele me deu banho com um sabonete diferente que tinha um cheiro estranho e deixou meu cabelo bem seco, hoje não pude tomar banho e tá muito quente. A única coisa que ele mandou fazer foi lavar bem as tripas e eu obedeci.
No fim da tarde fui vendado e eu já sabia que boa coisa não viria, me lembrei da nossa conversa há um tempo atrás e agarrei as suas pernas chorando em silêncio, afinal era a vontade dele. Depois de um tempo o abafador de ruído foi colocado e o mundo calou, mas dessa vez ele me pegou no colo e enquanto dirigia eu me agarrava ao seu corpo.
Fui colocado no chão e dessa vez a guia me permitia ficar de quatro pelo menos, minha boca, bochechas e pinto foram lambuzadas com algo visguento e com cheiro forte de xixi, no meu bumbum foi enfiado algo fino e uma coisa gelada foi despejada lá dentro.
Os minutos foram passando e cada vez mais a minha agonia aumentava até que comecei a sentir toques gelados em minha pele misturados com uma respiração rápida e veio a primeira lambida seguida de várias outras.
E o meu desespero se confirmou quando a venda e o abafador foram retirados de uma vez, eram cachorros enormes, dois me cheiravam e lambiam enquanto um maior ainda apenas observava ao lado do prefeito.
O branco com manchas preta foi chamado e se deitou ao lado do delegado junto com o preto que ja estava lá. O castanho permanecia me rondando, eu estava preso de quatro no chão pela guia e eles eram bem maiores que eu.
Meu corpo tremia, tenho pavor de cachorro desde criança quando fui mordido por um na rua enquanto brincava com o Esdras e ele sabe disso. Eu estava em choque minhas lágrimas desciam quentes enquanto meu corpo tremia e na minha frente encostado na parede ele me olhava lascivo e com seu membro duro.
O cachorro castanho se aproximou de meu rosto e por defesa me afastei o tanto que a guia permitia, mas ele rosnou me mostrando os dentes e eu congelei.
Ele cheirou meu bumbum e sem demora me montou, doía as tentativas dele de entrar em mim até que ele acertou e entrou de uma vez me rasgando, gritei e em troca recebi um rosnado.
Cada estocada ardia como o inferno, ele era rápido suas unhas me arranhavam, mas quando ele me apertou mais e eu ouvi as vozes do delegado e do prefeito anunciando que era hora do nó eu não entendi até sentir algo maior forçando passagem.
Parecia uma bola entrando e logo jatos me atingiram, na verdade parecia que ele estava urinando dentro de mim, ele desceu virando e ficou com o bumbum encostado no meu onde a pressão aumentava. Doía quando eu me mexia e ele rosnava até que depois de um tempo ele desengatou de mim fazendo um barulho.
Me deitei no chão, meu corpo inteiro doía e mais ainda o bumbum e os lugares arranhados. Pensei que teria um descanso até o castanho parar em minha frente com seu enorme e grosso membro avermelhado pingando sêmem no meu rosto.
- Chupe!
Era a ordem do meu dono e eu obedeci. O nojo tomava conta de mim, mas eu me lembrava de suas palavras: ele sabe o que eu sou, ele manda e eu obedeço, eu não penso, meu lugar é embaixo dele, eu só sirvo para dar prazer a ele. Então chupei e o cachorro parecia entender o que acontecia, pois forçou aquilo tudo em minha boca até o seu nó.
Um tempo depois o branco com manchas pretas apareceu fazendo o castanho ir para o seu lugar. O mesmo se repetiu só que esse me arranhou mais, parecia não estar acostumado com isso, seu membro era um pouco menor e por já estar lubrificado pelo sêmem do outro não doeu tanto e como ele voltou logo pro seu lugar não tive que chupá-lo.
Deitei em posição fetal no chão de cimento, meu coração batia em desespero por medo de ser atacado por esses cachorros e pela situação degradante de servir a eles como uma verdadeira cadela. Meus olhos encontram com os dele que brilhavam numa satisfação perversa.
Senti um toque gelado em minha coxa e era ele o cachorro preto, maior e mais forte que os outros, ele enfiou a cabeça entre minhas pernas as abrindo, mas apenas cheirou. Eu não me mechi um milímetro, acho até que nem respirava.
Devagar ele deitou de frente para mim passou sua pata por meu peito e começou a lamber meu rosto. Isso era nojento, mas o pavor que me paralizava era maior que tudo, sua enorme língua invadiu minha boca como se estivesse bebendo água até que ele parou sem tirá-la de dentro e rosnou.
Por instinto chupei sua língua áspera engolindo aquela baba grossa até que ele levantou me deixando deitado de barriga pra cima. Ele lambeu meu corpo até meu pinto, depois colocou as duas patas sobre a minha barriga o que fez o sêmem dos outros saírem de mim, ele lambeu meu bumbum até ficar limpo e rosnou alto.
Parece que eu entendia ele, pois no mesmo instante me coloquei de quatro e senti seu peso sobre mim. Ele não era apressado como os outros e quando eu arqueei com seu peso senti seus dentes me segurarem na nuca e choraminguei como uma cadela.
Ele não me soltou seu rosnado era baixo enquanto seu membro me invadia num golpe só, e eu só podia ganir ao ser penetrado com força enquanto seus dentes pressionavam em minha nuca.
Depois de um longo tempo seu nó me invadiu, ele uivou e eu gani de dor. Seus jatos eram diferentes dos outros mais fortes e não parecia xixi. Pouco tempo depois ao invés de descer e ficar com o bumbum encostado no meu como os outros ele saiu com força de dentro de mim trazendo parte de meu intestino pra fora.
Os três homens ao redor comemoravam enquanto eu caia no chão me contorcendo de dor, mas lá estava ele rosnando a minha frente com seu membro duro. Juntei minhas últimas forças com o pavor de ser atacado e abocanhei seu membro inchado, vermelho e cheio de veias escuras e chupei, no mesmo instante jatos de gozo atingiram minha garganta. Engoli tudo e continuei chupando como um bezerrinho até que ele se afastou.
Cai no chão novamente e sua língua passeou por todo meu corpo da boca, passando pelos arranhões até meu cuzinho que permanecia do avesso. Ele me lambeu até meu intestino entrar novamente e se deitou ao meu lado como se estivesse de guarda, até que o prefeito o chamou e ele se foi, então a exaustão me abraçou de uma vez.
Acordei com o sol já forte no quarto, Esdras estava assistindo algo no tablet sentado na cadeira e gozando fartamente no meu antigo cocho, e ele estava lindo assim, sua pele preta brilhava pelo suor desenhando seus músculos, quando terminou percebeu que eu estava o observando.
- Porra, já amanheceu?! Nem percebi, passei a noite assistindo aqueles cachorros te foderem e gozei muito, mas guardei tudo pra você.
Ele falava numa animação que aquilo parecia até certo e então colocou o cocho a minha frente e tinha muito mesmo, e como se eu fosse mesmo uma cadelinha ele alisou da minha cabeça até meu bumbum várias vezes.
- Beba seu leitinho, cadelinha!!
E assim eu fiz, sem pensar lambi o cocho até deixar limpinho sempre olhando pro meu dono que tinha o mais lindo sorriso pervertido no rosto e tudo o que eu mais desejava agora era isso; sua aprovação, saber que eu dei a ele o prazer que ele queria.
Continua.... acho que o próximo capítulo será o último.
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