Pai usa o cu virgem do filho, para se dar bem na empresa, com o chefe e clientes.
Meu nome é João. Tenho 42 anos, sou pai solteiro e, naquela noite, eu vendi o cuzinho virgem do meu próprio filho pro meu patrão. Depois, vendi de novo pro maior cliente da empresa.
Eu tava desesperado. Dívidas, contas atrasadas, ameaça de perder o emprego. O Sr. Roberto, meu chefe, sempre teve tesão em garotos novos e delicados. Quando ele me chamou pra “conversar” na minha casa, eu já sabia o que ele queria. E eu aceitei o acordo.
— Roberto, o Léo tem 18 anos agora. Nunca foi tocado. Cuzinho rosadinho, apertadíssimo. Ele parece uma menininha: cabelinhos loiros lisos, pele branca, bundinha redonda que parece duas bolhas de sabão. Se você me der o dobro do bônus e me efetivar, ele é seu hoje. Pode arrombar ele inteiro.
Roberto sorriu, já com o pau grosso marcando a calça.
— Chama ele.
Eu chamei, a voz rouca:
— Léo, vem aqui na sala, filho.
Ele apareceu tímido, só de camiseta larga e cuequinha branca. Os cabelos claros caíam na testa, os olhos grandes pareciam assustados. Parecia uma garotinha de rosto angelical.
Eu segurei ele pelos ombros, virei de costas pro patrão e baixei a cueca devagar. O cuzinho dele surgiu: pequeno, rosado, completamente virgem, franzidinho e brilhando de nervoso.
— Olha só isso, chefe… nunca foi fodido. Tá todo apertado pra você.
Roberto tirou o pau. Era enorme, grosso, com veias saltadas. Ele pegou a manteiga da geladeira, passou bastante na rola e no cuzinho do meu filho.
Léo tremia.
— Pai… o que vai acontecer?
— Vai doer um pouco no começo, filho. Mas o papai tá aqui. Deixa o tio Roberto entrar.
Roberto encostou a cabeça grossa no cuzinho rosado e empurrou. Léo deu um grito agudo:
— Aaaaiiii! Pai! Tá rasgando! É muito grande!
Eu segurei ele firme, acariciando os cabelos lisos.
— Calma, meu amor… respira fundo. Deixa ele abrir esse cuzinho virgem. Papai tá vendo tudo.
O pau do Roberto foi entrando devagar, abrindo o buraco apertado do meu filho. Léo gemia alto, choramingando, a bundinha de bolha tremendo a cada centímetro. De repente, quando o pau entrou quase todo, ele soltou um peidinho involuntário — prrrrt — e Roberto gemeu de tesão.
— Porra… a putinha peidou no meu pau. Que delícia.
Ele começou a meter mais forte, de quatro no sofá. O som molhado da manteiga misturado com os gritos de Léo enchia a sala:
— Ai, papai! Tá fundo demais! Eu não aguento!
Eu estava com o pau pra fora, batendo punheta devagar, assistindo meu filho ser arrombado.
— Aguenta, filho. O pau do tio tá te abrindo todinho. Tá lindo assim.
Depois de uns minutos estocando, Roberto tirou o pau brilhando de manteiga, virou meu filho de frente na mesa de centro, levantou as perninhas dele e meteu de novo, agora olhando nos olhos dele.
— Chupa o pau do papai enquanto eu fodo seu cu — mandou.
Léo, com os olhinhos cheios de lágrimas, abriu a boquinha e engoliu minha rola até a garganta, babando enquanto era fodido sem piedade.
Eu segurava a cabeça dele, metendo devagar na boca quente.
— Isso, filho… chupa o papai. Deixa o homem gozar dentro de você.
Roberto metia cada vez mais forte, a barriga batendo na bundinha de bolha. Léo gemia abafado no meu pau, o cuzinho fazendo barulhinhos molhados.
Mudamos de posição várias vezes. Colocamos ele de lado, depois cavalgando no pau do Roberto enquanto eu enfiava na boca dele. Depois voltamos pra quatro, eu segurando as mãozinhas dele pra trás enquanto o chefe socava fundo.
No final, Roberto rosnou:
— Vou gozar dentro dessa bundinha virgem!
Eu respondi, quase gozando também:
— Goza, chefe. Enche o cuzinho do meu filho.
Roberto deu um grito rouco e gozou forte, jorrando porra quente bem fundo no cu apertado do Léo. Meu filho tremia inteiro, gemendo alto.
Eu não aguentei. Tirei o pau da boca dele, coloquei na bundinha já arrombada e melada de porra e meti de uma vez. O cuzinho estava quente, escorregadio, cheio da porra do meu patrão.
— Papai também vai gozar dentro, filho…
Eu fodi ele com força, sentindo a porra do Roberto facilitar a entrada. Léo gritava de prazer misturado com dor:
— Papai… tá me enchendo… ai, papai!
Eu gozei logo depois, jogando meu leite grosso bem no fundo do cuzinho dele, misturando com a porra do chefe. Dois loads quentes enchendo aquela bundinha de bolha.
Quando tirei o pau, o cuzinho rosado ficou aberto, piscando, com porra escorrendo devagar.
Léo estava ofegante, olhos vidrados, corpo tremendo.
Eu acariciei os cabelos dele e sussurrei:
— Você foi um bom menino hoje, filho. O papai cuidou de tudo.
Roberto saiu satisfeito, prometendo o bônus e o cargo. Mas eu já tinha planos maiores.
Dois dias depois, o maior cliente da empresa, o Sr. Marcos, um mulato de 50 anos, forte, pele escura brilhando, veio fechar um contrato grande na minha casa. Eu sabia que ele era louco por bundinhas brancas e delicadas. Quando ele sentou no sofá e eu servi uma cerveja, eu falei direto:
— Marcos, o contrato é seu… mas eu tenho algo melhor pra te agradar. Meu filho Léo. Ele tem 18 anos, parece uma menininha. Cabelos loiros lisos, pele branquinha, bundinha de bolha. O chefe dele já arrombou anteontem… mas o cuzinho ainda tá apertado o suficiente pra você. Pau descomunal como o seu vai abrir ele de novo. Quer?
Marcos arregalou os olhos, já passando a mão no volume enorme dentro da calça.
— Caralho, João… você é doente. Mas eu quero. Quero ver essa putinha branca gemendo no meu pau.
Eu chamei o Léo de novo. Ele veio, ainda com o cuzinho dolorido da foda anterior, mas obediente. Eu baixei a cueca dele na frente do mulato.
— Olha aí, Marcos. Cuzinho rosado, já um pouco arrombado, mas ainda virgem de pretos. Tá meladinho da porra que o Roberto deixou.
Marcos tirou o pau. Era descomunal: 28 centímetros, grosso como uma lata de cerveja, cabeça roxa e brilhante, veias grossas. Léo arregalou os olhos.
— Pai… não… esse é maior ainda…
— Calma, filho — eu disse, segurando ele pelos ombros. — O papai tá aqui. Deixa o tio Marcos usar você de novo. Ele é cliente importante.
Marcos pegou a manteiga, passou uma camada grossa na rola monstruosa e esfregou no cuzinho rosado do meu filho. Empurrou devagar. Léo gritou mais alto que da outra vez:
— Aaaaahhh! Pai! Tá rasgando tudo! É enorme! Eu vou morrer!
Eu acariciei os cabelos lisos dele, vendo a cabeça grossa desaparecer no buraco apertado.
— Respira, meu amor… deixa ele entrar. Papai tá vendo como sua bundinha de bolha tá se abrindo pro pau preto dele. Tá lindo.
O mulato meteu fundo, abrindo o cuzinho arrombado de novo. Léo peidou forte — prrrrrt — quando o pau entrou todo, e Marcos riu alto, excitado.
— Porra, a branquinha peidou no meu pauzão! Que delícia de cu.
Ele começou a foder de quatro, segurando a bundinha com as mãos grandes e escuras. O contraste da pele preta contra a bundinha branca do Léo era insano. Léo gritava e gemia, o corpo tremendo:
— Ai, papai! Tá batendo no fundo! Tá me enchendo inteira!
Eu assistia, pau duro na mão, e depois mandei:
— Chupa o papai enquanto ele te fode, filho.
Léo abriu a boquinha e engoliu minha rola, babando enquanto o mulato socava sem parar.
Mudamos de posição várias vezes. Colocamos ele de frente na mesa, perninhas pra cima, Marcos metendo fundo olhando nos olhinhos molhados. Depois de lado, depois o Léo cavalgando o pauzão preto, subindo e descendo na rola grossa, gemendo como uma putinha. Voltei pra quatro, eu segurando as mãozinhas dele enquanto o cliente arrombava com força.
No final, Marcos rosnou:
— Vou encher esse cuzinho branco de porra preta!
Eu respondi, já quase gozando:
— Goza, Marcos. Bota tudo dentro do meu filho.
Marcos deu um urro e gozou forte, jorrando jatos quentes e grossos bem fundo no cu do Léo. Meu filho tremia, gozando sem tocar no pauzinho dele, só do pauzão abrindo ele.
Eu não aguentei. Tirei o pau da boca, coloquei no cuzinho já destruído e cheio de porra preta e meti fundo.
— Papai vai gozar também, filho… misturando com a porra do tio.
Eu fodi ele com força, sentindo a porra do mulato escorrer no meu pau. Léo gritava:
— Papai… tá muito cheio… ai, papai!
Eu gozei forte, enchendo o cuzinho dele com mais uma carga quente. Três loads agora: do chefe, do cliente e do pai.
Quando tirei, o cuzinho rosado estava escancarado, piscando, com porra branca e preta escorrendo pela bundinha de bolha.
Léo caiu no sofá, exausto, olhos vidrados de prazer.
Eu passei a mão nos cabelos dele e falei pro Marcos:
— Contrato fechado, né? E o Léo tá disponível sempre que você quiser arrombar de novo.
Marcos riu, satisfeito, já marcando a próxima visita.
Eu sabia que tinha transformado meu filho numa putinha da família. E ver ele sendo usado assim, gritando, peidando, gemendo, levando pauzão depois de pauzão… me deixava mais viciado do que nunca.
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Comentários (2)
Mato Grosso 7: Meu deus adorei ficou muito bom conta mais
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0yJ m: Hummmmm maravilha de contos continua por favor
Responder↴ • uid:1coyole4zrj