Escravo Familiar: Capítulo 21 (Presente para o Escravo Familiar)
Na manhã seguinte, acordei eufórico. Estava com tesão, um fogo inexplicável, mas não queria dar meu rabo dessa vez. Eu sentia uma excitação forte no meu pau, queria sentir uma boca molhada nele e, talvez, poder ser ativo.
Deitado, ainda agarrado com papai, lembrei da vez em que ele me surpreendeu dando o cu para mim. Nossa, ainda lembro do cheiro e do gosto do cuzinho piscante do meu senhor.
Por mais que papai fosse ativo, ele tinha uma puta dentro dele e, se quisesse, seria um dos melhores passivos para outros machos. Meu velho tinha talento para dar o cu.
Aconcheguei-me com firmeza nos seus braços e no seu peito. Papai me apertou mais forte de encontro com o seu corpo, enfiando a cara no meu pescoço.
Ali grudado com papai, não pude me conter com minhas fantasias e não estava conseguindo mais segurar o tesão. Então liberei todas as minhas tentativas de não tentar ficar de pau duro e me permitir sentir a mão de papai no meu pau.
Segurei o dorso de sua mão com a minha e a levei até meu cacetinho duro. De início, senti papai retirar a mão e se movimentar um pouco atrás de mim, mas tentei de novo, peguei com cuidado sua mão direita, segurei com firmeza no dorso e a levei para meu pinto duro.
Papai despertou nessa hora e me deu uma bronca:
— Gatinha, o que pensa que está fazendo?Acordou, papai.
— Ah, papai, eu só quero que o senhor me faça uma punhetinha.
— Tá com fogo logo cedo em denguinho.
Papai me apertou mais contra seu peito, me acariciando e, finalmente, pegou no meu pauzinho com aquela mão grande, quente e grossa de macho dominante, e começou a fazer movimentos de carícias, tirando-me gemidos entrecortados.
— huum! , huum!
— Ah, filhinho, estou vendo que sua tendência para hoje é querer ser ativo. Está querendo ser homenzinho agora, é?
— Ai, papai, eu quero ser seu homenzinho.
— Aé? Pois papai vai ser sua putinha; no entanto, papai tem um presente para você, mas primeiro vamos te satisfazer então.
— Aé? Que presente?
— Chiiii, nada de pressa, paizinho vai te dar mais tarde, você vai amar, papai promete.
Em seguida, papai saiu de trás de mim e me virou de barriga para cima. Beijou minha boca de língua com carinho e foi descendo, fazendo uma trilha de beijos no meu corpo.
Quando ele chegou no meu cacete, segurou com a mão direita e primeiro cheirou:
Fssssssssssssss!
— Nossa, fazer isso me lembra de quando você era pequeno e acordava de manhã saindo correndo da cama, tirava a roupa no meio da casa gritando: "Papai, papai, cheira!", e oferecia o pinto para o papai cheirar. Era o melhor cheiro que eu já senti na vida, e hoje posso cheirar um pau maior, de adulto. Tem cheiro de recordação, meu filhote.
Depois de ele dizer isso, ele caiu de boca, tirando-me um gemido.
— Huuuummmmm!
Papai tem uma boquinha quente e molhada. Sua barba estava crescendo e os pelos grossos começaram a arranhar suavemente meu púbis conforme ele subia e descia com a boca no meu cacete.
Eu enfiei meus dedos no seu cabelo crespo, segurando forte e imobilizando seus movimentos, e passei a foder com força sua boca até a sua garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ããããh! Caralho, pai, que boca quente e gostosa da porra. Isso deixa bem molhada para seu filhote daqui a pouco estourar seu cu peludo.
GLUB Glub Glub Glub, PLOC PLOC PLOC PLOC…
Eu arfava loucamente e perdia o controle das estocadas brutas que eu estava dando na sua deliciosa boca.
Quando senti que estava prestes a gozar, enfiei meu pau na sua garganta e segurei firme na sua cabeça, empurrando-a para baixo, e inundei sua garganta de porra farta e grossa.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Quando soltei sua cabeça, ele tossiu:
COFF COFF COFF
— Caralho, filhote, que brutalidade é essa com papai!
— Foi mal, papai, acabei me empolgando.
Ele subiu até minha boca e me deu vários beijos. Em seguida, trocamos de posição; ele se deitou de bruços na cama e arreganhou as pernas.
Não perdi tempo e já fui abrindo suas nádegas e cheirando e chupando seu delicioso cu, que piscava loucamente, igual pisca-pisca no final do ano.
— Huunmm, isso, filho, devora o cu de papai.
Eu sentava a língua fundo dentro do seu cu, papai rebolava na minha boca enquanto eu rodava, entrava e saía, fazendo movimentos de foda com a língua, tocando em cada centímetro da sua próstata.
Papai gemia grosso, enlouquecido, me dando bundadas fartas na cara. Levantei-me segurando no meu cacete, pincelei gostoso na entrada do seu cuzinho e comecei a forçar a entrada.
— Huuuuuuuuuum! Papai gemeu enquanto eu empurrava no seu cu até minhas bolas baterem na sua bunda.
Fiquei parado por alguns minutos dentro dele, beijando seu pescoço, cheirando e dizendo que eu o amava.
— Papi também te ama, mas quero meu cu ardendo, então anda logo. Ele me disse, rebolando.
— Nossa, meu senhor está uma putinha hoje, e ainda é uma putinha exigente.
— Vamos, viado!
Segurei nos seus ombros largos e comecei a foder. No início, as bombas eram mais lentas, para eu poder sentir o interior do seu cu.
PLOC... PLOC... PLOC...
— Hum! Ele gemia, fazendo caras e bocas.
— Quero com força.
— Mas você é exigente demais, tá pior que eu.
— Você está aqui para me satisfazer, então ande logo e fique quieto.
Aé, pensei, então você quer com força, então eu vou te foder com força. Aumentei as estocadas, fazendo com que o barulho das nossas peles ultrapassasse as paredes do quarto.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu subia e descia com brutalidade no seu rabo, dava palmadas nele, fazendo ele implorar por mais.
— Isso, porra, fode meu cu, caralho!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Aaaaaaaaaaaah!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Gozamos juntos, tremendo e suando muito.
Desabei em cima dele, beijando seus ombros largos.
...
Fomos para o chuveiro, tomamos um banho juntos e nos beijamos muito durante o processo.
Quando saímos, papai estava sorridente, parecia que tinha visto um unicórnio colorido.
— Ah, meu amor, demoramos muito; seu presente deve estar louco já, preciso te dar ele logo. Papai disse, todo animado, saindo do quarto pelado mesmo.
— Venha comigo, não precisa perder seu tempo colocando a roupa; você não vai precisar dela mesmo.
A pulga atrás da minha orelha estava coçando. O que papai está aprontando?
Segui ele até o andar de baixo e fomos direto para o quarto que pertencia a meu irmão Thiago.
Vish, o que meu velho estava aprontando e por que estamos indo para o quarto do desgraçado do meu irmão Thiago?
Quando chegamos na porta, papai deu pulinhos de alegria, segurou na maçaneta da porta e, sorrindo, escancarou a porta, me empurrando em seguida para dentro.
— SURPRESA! Ele gritou.
Meu olhos não estavam preparados para a cena que estava à minha frente.
O quarto do meu irmão estava repaginado; havia lubrificantes, camisinhas, açoites, velas, mordaças, grampos de mamilos e genitais, tudo o que vocês possam imaginar para uma foda BDSM extremamente pesada. O quarto estava pintado em cores vermelha e preta e o que mais me chocou: meu irmão Thiago estava pelado, amarrado e pendurado por cordas pretas no teto.
Papai o amarrou todo arreganhado, sem deixar nada à minha imaginação. Ele também estava amordaçado e, quando fez contato conosco, rosnou.
Grrrr!
Meu choque foi imenso, não sabia como reagir, meu corpo travou, mas minha imaginação aguçou e imaginei o sexo mais perverso que podia ter.
— O que achou, querido? Papai me perguntou.
— Papai, o que o senhor espera que eu faça com ele?
— Hahaha, é essa a reação que você tem? Você pode fazer o que bem quiser com ele. Sabe por que papai está te dando esse presente?
— Não! Por quê?
— Você se lembra da sua penúltima vez com ele? Que ele te sodomizou sem minha aprovação?
— Lembro!
— Então, meu dengo, agora você vai dar o troco nele. Fode o cu dele como você quiser e você pode foder a boca dele também. A mordaça tem um mecanismo interno que protege os dentes dele para não te morder, e dá para você ajustar com o tamanho que você quiser a abertura dela.
— Ah, papai, que presente maravilhoso que o senhor me deu. Prepare-se, irmãozinho, porque eu vou te sodomizar bem pior do que você fez comigo, mas não se preocupe, você sentirá prazer também.
Meu irmão estava com os olhos tão arregalados que achei que iriam sair pulando da órbita ocular.
Papai se jogou em um puff imenso em uma das pontas do quarto para assistir.
Eu fiquei com meu pau tão duro naquela hora que achei que ele iria explodir.
Logo em seguida, segurei na corda em que meu irmão estava suspenso, virei seu rosto para mim e regulei a altura da sua boca para ficar na altura do meu cacete duro. Olhei no fundo dos olhos do meu irmão Thiago e cuspi na sua cara.
Puff puff puff puff puff.
Com a mão, espalhei em todo o seu rosto, deixando-o todo babado, molhado com minha saliva.
Segurando meu pau duro, comecei a esfregá-lo na sua cara, fazendo com que ele ficasse todo molhado com a saliva que eu cuspi no seu rosto.
Depois apontei meu pinto duro na sua boca e comecei a foder com força, deixando toda minha perversão se manifestar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Sentia sua saliva grossa escorrer enquanto eu fodia vigorosamente sua boca. PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
Virei-me de costas para ele e abri as bandas da minha bunda, deixando o meu cuzinho rosinha à mostra. Segurei na corda que o mantinha suspenso com uma mão e, com a outra, segurei seus cabelos curtos, esfreguei e pressionei forte sua cara no meu cuzinho, fazendo-o sufocar. Não satisfeito, passei a peidar na sua cara, fazendo-o grunhir alto.
PUUUM! PUUUM! Aah!
Saí de sua cara, ficando de frente para ele, e o elevei alto, acima da minha cabeça para que eu pudesse ter acesso ao seu delicioso pau de 17 centímetros grosso.
Nossa, ter acesso àquele pau de novo era fenomenal; as veias saltadas, quando me penetravam, faziam massagem na parede do meu cu. Mas, por burrice desse idiota, ele perdeu a chance de me fazer chorar inúmeras vezes na sua pica, me empalando nela.
Peguei dois grampos para mamilos e os coloquei nele; ele fez uma expressão de tesão que mexeu comigo. Depois coloquei um, depois dois grampos no seu saco, dando batidas neles; expus a glande rosada e grande e a coloquei na boca, sugando com força, e depois soquei seu belo cacete duro até a garganta.
GLUB Glub Glub
Ele movimenta com impaciência seu quadril, fodendo forte minha garganta. O gosto forte do seu belo cacete era tão bom que eu poderia chupar ele pro resto da vida.
Enfiei o dedo indicador da minha mão direita no seu cu sem parar de chupar seu pau e sem ele parar de meter forte na minha garganta, tocando sua próstata. Depois enfiei o segundo dedo, rodei, entrei e saí várias vezes; depois enfiei o terceiro, fazendo vários movimentos circulares no seu cuzinho; não satisfeito, enfiei o quarto dedo e comecei a massagear forte seu rabo, e continuava a chupar com força seu pau de 17 centímetros branquelo. Ele não aguentou a intensidade e voltou a explodir em um gozo mais ralo, pedindo clemência.
— Aí, meu cu, para! Ele gritava amordaçado.
— Nada disso, você vai me pagar tudo o que você fez comigo.
Quando vi que o seu cu estava acostumado com os quatro dedos, enfiei a mão toda dentro do seu cu e comecei a entrar e sair com ela com força, fazendo-o urrar e rebolar alucinado.
— Aaaah!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Enquanto socava o punho no seu rabo, iniciei uma punheta com a outra mão, batendo forte para ele.
Minutos depois, parei a punheta e retirei meu braço do seu rabo, extremamente aberto. Ele suava e estava todo vermelho.
Com ele ainda de costas, peguei um açoite preto de tiras finas e sedosas, passei a mão pelas cerdas e, em seguida, comecei a desferir golpes no seu corpo. Primeiro dei inúmeros golpes nas suas nádegas gostosas, deixando-a rosada. Peguei o cabo do açoite e lubrifiquei com um lubrificante de framboesa, passei um pouco do lubrificante no seu delicioso cu e comecei a introduzir o cabo do açoite.
— Huuuuuuuuuum! Ele berrou amordaçado.
Eu deslizava o cabo do açoite no seu cu, girando, entrando e saindo. Depois o retirei de dentro do seu cu.
Virei-o de frente para mim novamente, segurei forte no seu maxilar e prometi, falando baixinho no seu ouvido:
— Você vai me pagar por tudo o que me fez. Você acha que só papai tinha direito de te punir? Tsc, tsc, tsc, agora chegou minha vez, e se você acha que papai foi ruim, comigo será pior.
Beijei sua boca com força, enfiando minha língua dentro dela e buscando a sua. Ele resistiu um pouco, mas depois acabou se entregando.
Depois me afastei e rodei ele, deixando seus pés amarrados ao meu alcance. Estava louco para usufruir de novo da parte do corpo que eu mais gostava do meu irmão, seus imensos e largos pés fedidos, tamanho 44.
A primeira coisa que fiz foi cheirar seu chulé. Fssss! Nossa, que delícia, nada melhor do que um chulé de macho para um podólatra nato.
Cheirei, aspirando fundo suas deliciosas solas grossas e macias, beijei-as e depois as lambi, passei seus imensos pés na minha cara e me ergui, ficando posturado novamente.
Segurei ambos os pés, um em cada mão, com as solas grossas viradas uma para a outra. Com meu pau duro, comecei a penetrar o vão entre as solas, fazendo movimentos cadenciados de vai e vem lentos, curtindo cada fricção que seus pezões faziam no meu pau duro.
Papai jogado no puff do quarto estava todo gozado, suado e assistia com uma expressão de tesão ofegante.
Olhando nos olhos dele, segurei firme nos pezões do meu irmão e fodi com força, fazendo movimentos exagerados de vai e vem. Eu gemia alto para provocar os dois com a boca aberta, para ecoar o som de maneira limpa.
— Ããããh! , Ããããh !
Ficcionei por tempo suficiente para explodir em outro gozo.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
...
Saí de perto do meu irmão e me sentei junto ao meu pai no puff, beijando sua boca.
— Muda ele de posição para mim, papai? Pedi de um jeito dengoso.
— Eu quero ele reto, em pé, e com as mãos e pés amarrados e afastados.
Papai se levantou sem dizer nada, me retirou do seu colo e me colocou com delicadeza no puff em que estava sentado.
Foi até meu irmão e o desamarrou. Meu irmão caiu no chão e esticou o corpo, que estava com um pouco de rigidez por conta da posição em que estava amarrado por muito tempo.
Quando ele ficou de pé, fez uma cara de súplica para que terminássemos logo.
— Está cansado, meu filho? Meu pai perguntou a ele, arrumando as cordas novamente.
— Sim, meu pai!
— Tá acabando, tenha calma, seu irmão não deve demorar muito mais para terminar.
— Espero! Ele respondeu.
Papai começou a amarrá-lo novamente, do jeito que eu queria. Deixou seus braços suspensos, um em cada lado da sua cabeça, depois amarrou as pernas abertas e, com a deliciosa bunda do meu irmão Thiago, um pouco empinada para trás, os seus tornozelos foram amarrados separadamente e colocado um peso de cada lado de aproximadamente 5 kg.
— Pronto, meu amor, pode continuar a usar seu presente.
— Papai, quero que o senhor me ajude nessa parte.
— Como você quiser, amorzinho. O que você quer que papai faça?
— Quero que você me ajude a comer o cu dele!
— Que gostoso, filhote! Papai ajuda.
Meu pai foi para trás do meu irmão com um lubrificante rosa na mão. Eu fiquei na sua frente e comecei a punhetá-lo.
Ergui seu pau grosso junto com o saco e consegui, com meu pau duro, achar a entrada do seu cuzinho arregaçado. Posicionei a cabeça da minha pica e esperei por papai. Papai foi atrás dele de pau duro, expôs a cabeça rosa do seu cacete e passou lubrificante tanto na cabeça e corpo da sua pica quanto no cuzinho do meu irmão, e também acabou passando mais um pouco de lubrificante no meu cacete, que estava em posição para foder o cu do meu irmão.
Ele aproximou seu cacete junto do meu na entrada do cuzinho do meu irmão, que começou a piscar, olhou nos meus olhos por detrás do meu irmão e me perguntou:
— Está pronto?
— Sim!
— Então toma, filho da puta! Meu pai rosnou no ouvido do meu irmão e nós dois entramos juntos dentro do cuzinho piscante do meu irmão.
— Aaaaaaaaaaaah! Ele berrou.
— Huuuummmmm! Eu e papai gememos alto juntos, sentindo nossos cacetes invadirem e friccionar um no outro dentro do cuzinho guloso do meu irmão gostoso.
Nos enterramos até as bolas no seu cu. Meu irmão chorava com nossos paus enterrados no seu cu. Eu o beijava na boca, de língua, apertando sua bunda musculosa, tentando distraí-lo da dor no cu.
Eu e papai ficamos parados por um tempo, para meu irmão se acostumar com a invasão. E, aos pouquinhos, começamos a foder seu cu, entrando e saindo, entrando e saindo, entrando e saindo, com delicadeza no início.
Papai apertava o corpo do meu irmão de encontro ao seu, pegou no cacete duro do meu irmão e, enquanto nós comíamos seu cu, ele batia uma punheta lenta para meu irmão.
Conforme entrávamos e saíamos do cu do meu irmão, papai fez um sinal para mim, pedindo para que aumentássemos o ritmo gradativamente, até fodermos ele com brutalidade.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Ããããã, Ããããã, Ããããã, Ããããã Ããããã Ããããã
Gemiamos os três juntos, começamos a nos beijar intercalando as bocas; um minuto eu beijava meu irmão, no outro minuto meu irmão beijava meu pai, no outro eu beijava meu pai, mas no outro nós três nos beijávamos.
Estávamos suados, o quarto exalava um cheiro forte de sexo, pica e chulé de macho. Nós nos perdíamos no sexo selvagem, gemendo, Ãããh!, e finalmente gozando.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Nós três gozamos juntos, fazendo porra voar pelo quarto e dentro do cu do meu irmão.
Cansados, desabamos no colchão do quarto do meu irmão e ficamos lá por um imenso tempo.
...
Nós três ainda estávamos deitados pelados e gozados, quando papai puxou assunto conosco.
— Quero propor um acordo com você, meu filho! Meu pai disse para meu irmão Thiago.
— Que acordo é esse, pai?
— Eu quero te transformar em um escravo para me auxiliar. Você vai ficar responsável pelas punições, vai me ajudar a punir tanto seu irmão quanto os outros membros da família que infringirem as regras. O que você acha?
— Gostei da proposta, mas o senhor tem certeza disso?
— Tenho, porém você não terá muita voz ativa, não, eu vou decidir o que cabe ou não na punição e quem vai ser punido. Ah, e você também poderá punir seu irmão, mas somente com minha supervisão. Se punir ou brutalizar seu irmão de novo sem meu consentimento, aí eu te deserdo e te dou uma surra, bem pior do que essa e a primeira que te dei.
— Tudo bem! E quando o senhor quer iniciar isso?
— Daqui a alguns dias, vou marcar com toda a família, e vamos fazer o rito de iniciação. A sua é completamente diferente da do seu irmão, até porque você terá uma função diferente, ah! E também você servirá como passivo nessas punições, e não venha reclamar, senão vai ser pior para você.
— Porra, pai, eu não curto ser passivo, meu negócio é mais ser ativo.
— Problema é seu! Me obedeça e pronto.
Meu irmão se calou, e continuamos deitados.
...
Mais tarde, depois do almoço, mais especificamente no final da tarde, papai me chamou:
— Princesa, vem cá!
— O que houve, papai?
— Vou te dar uma folga por um tempo. Como das outras vezes, você não vai satisfazer nenhum membro da família por alguns dias, até a iniciação do seu irmão como escravo, e você vai participar dessa iniciação como cobaia para seu irmão.
— Vish! Tudo bem, meu senhor! Como o senhor quiser.
— Ótimo, papai conversa melhor com você depois, tá bom? Até mais tarde!
— Tá bom, papai! Saí do seu quarto e fui para o meu, me distrair.
Na minha cabeça passou algo que não pude evitar.
"Com certeza meu irmão está com o cu doendo! Kkkkk, quem sabe convenço o papai de me permitir foder o cu dele mais vezes. "
Sentei-me no computador e fui usufruir de meus hobbies.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)