#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Minha irmã quase freira

1.5k palavras | 2 | 4.47 | 👁️
Sandra

Meus pais casaram logo depois de minha mãe engravidar de meu irmão quatro anos mais velho que eu, quando eu estava com dois anos, nasceu minha irmãzinha Estela. Meu pai é por essência um intelectual, alto, bonitão de corpo atlético, já minha mãe é uma mulher extremamente religiosa, tanto que quando eu era adolescente minha mãe abandonou meu pai para morar com um ex padre. Minha irmã passou a morar com minha mãe e seu padrasto no Sul do Brasil, já eu e meu irmão e meu irmão viemos morar com meu pai no Litoral de São Paulo. O tempo passou e quando meu irmão foi fazer faculdade no interior de São Paulo, eu e papai assumimos nosso caso incestuoso e passamos a morar maritalmente, sem eu abrir mão de minha opção bissexual e mantendo nosso caso em sigilo absoluto.
Meu irmão planejou casar na cidade natal de sua noiva no ABC (próximo de nossa cidade) e minha irmã que com dezoito anos já tinha abraçando a vida religiosa pois era noviça, conseguiu uma licença de um mês de seu convento para assistir o casamento e se despedir da família antes dos votos de freira.
Quando vi minha irmãzinha a quem eu não via a mais de dez anos, fiquei emocionada em ver que ela tinha se transformada em uma linda mulher, rosto bonito, corpo cheio de curvas que podiam ser notadas mesmo sob aquele habito. Nos abraçamos bastante e a levei para conhecer o quarto que ela dividiria comigo, meu antigo quarto, já que o quarto do meu irmão, tínhamos transformado em escritório, só então, percebi que o ar condicionado não estava funcionando, pois eu dormia na suíte que teoricamente era do meu pai, nunca mais tinha ligado o aparelho, naquele janeiro excepcionalmente quente, previ que as noites seriam problemáticas.
Na primeira noite com minha irmã em casa, já a choquei entrando no quarto para dormir só de top e calcinha, ela dentro de uma camisola de manga cumprida que ia até seus pés suava por todos os poros, a fiz escolher um de meus conjuntinhos de shortinho e camiseta, ela vencida pelo calor e muito acanhada escolheu um, quando a vi se trocando, quase tive um troço ao ver a calcinha ridícula que ela estava usando e escolhi uma das minhas para ela e o choque maior eu tive quando vi a selva que ela tinha no meio das pernas e lhe exibi meus pentelhos aparados baixinho formando um triângulo e todo o resto raspado, mesmo sob protestos, a levei para o banheiro, peguei o barbeador elétrico do meu pai, um descartável e equipamentos para depilação. Depilei as pernas de minha irmã e fiz nela um "penteado" deixando seus pentelhos iguais ao meu. Notando seu grelo gigante e suas coxas arrepiadas, não resisti e passei o dedo naquele grelo que mais parece um pintinho de criança e a vi morder os lábios, olhei fundo em seus olhos e vi um brilho diferente, mas ela envergonhada logo desviou o olhar. Ficamos até altas horas da noite naquela tarefa de atualização e embelezamento. Antes de deitar, vi a noviça se admirando no espelho e quase chorei ao perceber que ela estava se reconhecendo como mulher, mesmo depois de ter deitado, Estela alisava seu corpo como se estivesse se descobrindo e ao vê-la passagear seus belos seios fiquei tesuda, mas era minha irmã, então me controlei.
Na manhã seguinte, uma sexta feira, chamei a religiosa para ir a praia, já usando meu biquinho, ela com cara de assustada se negou, mas insisti e consegui leva-la usando uma bermuda agarradinha e um top para conhecer meus amigos da barraca de bebidas que era montada na areia em frente a meu prédio.
Enquanto eu jogava vôlei meus amigos "bem intencionados" faziam Estela dar bicadinhas nas batidas e nas caipirinhas, coisas que ela nunca tinha bebido na vida. Em um intervalo de jogo, minha irmã faz sinal para mim e ao me aproximar ela falou que tudo estava rodando e que ela precisava voltar para casa. Já no apartamento, dei a ela alguns remédios para evitar a ressaca e a coloquei embaixo do chuveiro nuazinha e vi aqueles peitinhos lindos me convidando, aquelas nádegas bem desenhadas me provocando, aquela racha encabeçada por aquele lindo grelo me esnobando, esqueci que aquela tesão era minha irmã e sem ela esperar a beijei lascivamente enquanto acariciava seu bumbum, certa que de era a primeira pessoa a faze-lo e para minha surpresa, a religiosa correspondeu ao beijo, gemendo quando chupei sua língua, percebendo que tinha vencido a fase mais difícil, enquanto a enxugava, levantei sua perna apoiando seu pé na banheira, chupei aquele grelão gigante, fazendo a fêmea choramingar e segurar minha cabeça em seu ventre. Sentindo os espasmos musculares de suas coxas, invadi aquele buceta gordinha fazendo-a emitir sons eróticos indescritíveis e a choramingar e tive que segurar a noviça para ela não cair no chão em uma autentica convulsão orgástica. Quando começou a voltar a seu estado normal, Estela chorou no meu ombro confessando que nunca tinha se permitido manipular sua genitália e dar vasão a todo o seu tesão por achar que aquilo era pecado. A beijei com volúpia e fomos parar na cama, onde a coloquei na posição de tesourinha, em poucos movimentos a danada pegou o jeito, fazendo aquele grelão duro comer a minha xoxota que um mantive aberta com os dedos o tempo todo e chegamos juntas a um dos melhores orgasmos de minha vida. Nos abraçamos e nos acariciamos por longo tempo eventualmente trocando alguns beijos excitante, até que ela se virou para me chupar e montamos um sessenta e nove fenomenal uma gozando na boca da outra. Tomamos um banho e descemos para almoçar no restaurante por quilo já no meio da tarde, no caminho de volta, minha gostosa para em frente ao salão de beleza olhando fixamente para um cartaz com desenhos de vários tipos de sobrancelhas e diz: Quero uma sobrancelha igual aquela. Entramos e acabamos ficando horas no salão, Estela pediu para cortar seus cabelos que iam até a metade de suas costas em um corte Chanel, fez as unhas e maquiagem leve ficou deslumbrante, a noite lhe emprestei um vestido branco que ficou colado em seu corpo valorizando todas as suas curvas, em particular suas bens formadas nádegas, ninguém dizia que aquela mulher maravilhosa era a noviça que tinha chegado no dia anterior, meu pai quase desmaiou quando a viu. Depois de experimentar vários sapatos conseguiu escolher um de salto largo que conseguia andar com ele, ainda com certa dificuldade, mas isso não diminuiu seu charme. Fizemos o maior sucesso e sambamos muito a noite toda, metade dela, Estela passou com os sapatos na mão e quando chegamos em casa, coloquei uma música apropriada para ela fazer um strip para mim, quando ela estava nuazinha, a levei para baixo do chuveiro lhe dei um banho caprichado e a deitei de barriga para baixo na cama e lhe instrui para abrir as nádegas e invadi seu cuzinho com minha língua enquanto com uma mão massageava seu grelo, com a outra eu tocava uma siririca nervosa e fiquei deslumbrada ao ver aquele mulherão se debater e empurrar a bunda contra minha cara, enquanto sua buceta não parava de verter liquido. Dormimos em uma cama só abraçadinhas nuas como viemos ao mundo. Pela manhã meu pai nos acordou com leves batidas na porta, Estela foi a minha gaveta de biquinis e escolheu um que deixava metade de sua bunda para fora e quando estávamos os três tomando café, minha irmã muito séria pergunta a meu pai se poderia vir morar conosco, pois os dois dias que passou conosco foi o suficiente para entender que não tinha vocação para freira.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mauro: O pai vai meter na filha freirinha

    Responder↴ • uid:40voci0kd9d
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk