#Estupro #Incesto #Teen #Virgem

Meu padrasto me tirou a virgindade

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doce de buceta

Eu sempre fui uma garota esforçada, isso é verdade. Mas meu maior vício, meu ponto fraco, era a pornografia. Quase todos os dias, não importava o que tivesse acontecido, eu acabava com a mão dentro da calcinha, me tocando até gozar várias vezes.

Quando eu tinha 15 anos, minha mãe arrumou um novo namorado. Ele era tudo o que uma garota na minha idade podia fantasiar: alto, corpo definido de quem malha pesado, tatuagens marcando os braços e o peito, e ainda por cima era extremamente charmoso e simpático.

Eu estudava em período integral numa escola técnica cara pra caralho. Na real, eu mal prestava atenção nas aulas. Minha cabeça vivia longe, imaginando cenas safadas, e assim que chegava em casa o ritual era sempre o mesmo: tomar banho e correr pro quarto pra bater uma siririca bem gostosa, às vezes por horas.

Mas naquele dia eu estava exausta demais. Nem quis tomar banho na hora. Me joguei no sofá da sala, achando que estava sozinha em casa. Liguei a TV, abri um pornô bem pesado e, sem nem pensar duas vezes, tirei a calça e a calcinha de uma vez, abrindo as pernas sem vergonha nenhuma. Minha mão desceu direto pro clitóris inchado, circulando ele devagar no começo, depois cada vez mais rápido, enfiando dois dedos na boceta molhada enquanto gemia baixinho. Eu gozei forte, o corpo tremendo no sofá, o tesão escorrendo entre as coxas.

Depois do orgasmo, finalmente fui tomar banho. Passei o resto da tarde no quarto vendo série, relaxada e satisfeita.

No jantar, porém, tudo mudou. Meu padrasto estava estranho. Ele me olhava de um jeito diferente, mais demorado, mais intenso. Era como se ele soubesse exatamente o que eu tinha feito no sofá mais cedo... e, pelo sorrisinho discreto que aparecia no canto da boca dele de vez em quando, parecia que tinha gostado pra caralho do que sabia.

Depois do jantar, voltei pro meu quarto ainda sentindo o olhar do meu padrasto queimando na minha pele. Fechei a porta, tirei toda a roupa e me joguei na cama completamente pelada. Estava com tesão de novo, aquela fome safada que nunca passava.

Abri o laptop, coloquei um pornô bem pesado: uma garota novinha sendo fodida por um cara mais velho, forte e tatuado, bem parecido com ele. Ela gemia alto enquanto ele metia fundo, chamando ela de putinha. Eu adorei. Abri bem as pernas, uma mão apertando meu peito e beliscando o bico duro, a outra descendo direto pra boceta já molhada.

Comecei devagar, esfregando o clitóris inchado em círculos lentos, depois enfiei dois dedos bem fundo, imitando o ritmo do cara do vídeo. Meu quadril rebolava sozinho contra a mão enquanto eu imaginava que era eu ali, sendo comida por ele. Os gemidos da menina no pornô misturavam com os meus, cada vez mais altos e desesperados. Gozei forte, apertando a boceta em volta dos dedos, o corpo tremendo inteiro na cama. Mesmo depois do orgasmo, fiquei me tocando mais um pouco, preguiçosa, até que o cansaço bateu.

Apaguei pelada, pernas abertas, a boceta ainda brilhando de tesão e gozo.

No meio da madrugada, acordei com uma sensação quente e pesada. Mãos grandes e ásperas apertavam minha bunda com força, abrindo as nádegas, enquanto outra mão massageava meu peito, apertando o mamilo entre os dedos. Meu corpo reagiu antes mesmo da minha mente entender. Um gemido escapou da minha boca.

Foi quando senti: dois dedos grossos deslizaram devagar pela minha entrada molhada e entraram fundo na minha buceta, abrindo caminho com facilidade. Meu corpo inteiro estremeceu.

Abri os olhos de repente, o coração disparado.

Meu padrasto estava ali, ajoelhado na beira da cama, me olhando com um desejo selvagem. Seus dedos entravam e saíam devagar da minha boceta encharcada, o polegar roçando meu clitóris inchado enquanto ele apertava minha bunda com a outra mão.

Ele sorriu no escuro quando viu que eu tinha acordado, sem tirar os dedos de dentro de mim.

Abri os olhos assustada, o coração batendo forte no peito. Os dedos dele ainda estavam dentro de mim, entrando e saindo devagar da minha boceta molhada, como se tivessem todo o direito de estar ali.

— Que porra você tá fazendo?! — consegui sussurrar, a voz rouca e trêmula, tentando fechar as pernas.

Meu padrasto não tirou a mão. Pelo contrário, enfiou os dedos mais fundo, curvando-os contra aquele ponto que me fazia tremer inteiro. Ele sorriu no escuro, os olhos brilhando de tesão.

— Eu que pergunto, princesinha… Você que pediu isso. Ficou lá no sofá, bem de frente pra porta, batendo essa siririca gostosa com a perna toda aberta. Essa bucetinha apertadinha e rosada toda exposta pra mim ver, brilhando de tesão. Você sabia que eu tava em casa, não sabia? — A voz dele era baixa, rouca, quase um rosnado. — Meu pau ficou latejando o dia inteiro por causa disso. Tive que me segurar pra não te comer ali mesmo na sala.

Ele tirou os dedos de dentro de mim por um segundo, só pra abrir o zíper da calça. O pau dele saltou pra fora, grosso, pesado, com a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Era bem maior do que eu imaginava vendo pornô. Latejava no ar, veias marcadas, apontando direto pra mim.

Eu fiquei paralisada, olhando pro pau dele, sentindo minha boceta pulsar de desejo e medo ao mesmo tempo.

— Não… por favor… não faz isso — implorei baixinho, a voz saindo fraca, quase um gemido. — Eu sou virgem… você não pode…

Ele não respondeu com palavras. Apenas subiu na cama, abriu minhas pernas com força e se posicionou entre elas. A cabeça grossa do pau roçou minha entrada molhada, pressionando devagar contra a bocetinha apertada.

— Shhh… você já pediu demais hoje — murmurou ele, segurando meus quadris com as duas mãos.

E então meteu com tudo.

Um grito abafado escapou da minha garganta quando senti o pau dele rasgando minha virgindade, abrindo minha buceta virgem de uma vez só. Ele enterrou até o fundo, sem piedade, as bolas batendo contra minha bunda. A dor veio forte no começo, misturada com um prazer sujo e intenso que me deixou sem ar.

Ele parou só um segundo, gemendo baixo contra meu ouvido:

— Porra… que buceta apertada… tão quentinha e molhada pra mim.

Depois começou a se mexer, metendo fundo e forte, estocadas longas e possessivas, como se estivesse marcando território. Meu corpo traía minha mente: a dor foi virando prazer rápido demais, e eu não conseguia segurar os gemidos que saíam cada vez mais altos enquanto ele me fodia na minha própria cama.

— Para… por favor, para! — implorei, a voz saindo entre gemidos desesperados enquanto ele metia fundo dentro de mim. — Eu sou virgem… você não pode fazer isso sem camisinha! Vai me engravidar… por favor, tira!

Ele riu baixo, rouco, segurando meus quadris com mais força e dando uma estocada ainda mais profunda, fazendo meu corpo inteiro tremer.

— Engravidar? — murmurou ele contra meu ouvido, o pau latejando dentro da minha boceta apertada. — Puta safada como você merece levar muito esperma direto no útero. Vai carregar filho dos outros pra aprender a fechar essa perna e parar de ficar se exibindo pelada pela casa batendo siririca. Essa bucetinha gulosa vai engolir tudo que eu te der hoje.

Sem tirar o pau de dentro de mim, ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo forte, mais fundo ainda nessa posição. Depois me colocou de quatro, agarrando meu cabelo como rédea enquanto socava sem parar, as bolas batendo contra meu clitóris inchado. Eu gemia alto, o corpo traindo completamente minha mente — a dor da primeira vez já tinha virado um prazer sujo e viciante.

Ele me virou de novo de costas, abrindo bem minhas pernas e colocando meus pés sobre os ombros dele. Nessa posição ele conseguia meter ainda mais fundo, a cabeça do pau batendo direto no fundo da minha buceta virgem. Eu choramingava e gemia ao mesmo tempo, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto meu corpo pedia mais.

Foi nesse momento que ouvimos a chave girando na porta da frente.

Minha mãe tinha chegado em casa.

Meu coração disparou de pavor. Tentei empurrá-lo, sussurrando desesperada:

— É a minha mãe… para… ela vai ouvir!

Mas ele não parou. Pelo contrário, cobriu minha boca com a mão grande e continuou fodendo com mais força, estocadas longas e pesadas que faziam a cama bater contra a parede. Os gemidos abafados escapavam mesmo assim.

Do corredor, ouvimos a voz da minha mãe:

— Cheguei! Vocês estão acordados?

Ele só sorriu, tirando a mão da minha boca por um segundo pra responder com a voz calma:

— Estamos aqui no quarto dela conversando. Pode ir dormir, amor.

E continuou me comendo sem piedade, cada vez mais rápido, o pau inchando dentro de mim. Eu mordia o lábio pra não gritar, o medo e o tesão misturados de um jeito insano.

Quando ele sentiu que ia gozar, segurou meus quadris com força bruta e meteu até o fundo, rosnando baixo no meu ouvido:

— Toma tudo, putinha…

E gozou. Jatos quentes e grossos de esperma inundaram meu útero, enchendo minha boceta virgem até transbordar. Ele ficou lá dentro, pulsando, esvaziando cada gota enquanto minha mãe andava pela casa, completamente alheia ao que estava acontecendo a poucos metros dela.

Só depois de terminar ele saiu devagar de dentro de mim, olhando satisfeito pra minha boceta vermelha e escorrendo esperma.

No outro dia acordei com o corpo todo dolorido. Minha boceta latejava, inchada e sensível. Quando me mexi na cama, senti um filete quente escorrendo entre as coxas — o esperma dele ainda vazava de dentro de mim, misturado com um pouco de sangue da minha virgindade perdida. A sensação era estranha: uma mistura de vergonha, dor e um tesão residual que me deixava com raiva de mim mesma.

Levantei com dificuldade, as pernas bambas. Tomei um banho rápido, tentando lavar tudo aquilo, mas cada movimento fazia minha buceta arder. Vesti o uniforme da escola, coloquei uma calcinha mais grossa pra tentar conter o desconforto e saí de casa sem olhar na cara do meu padrasto. Durante o dia inteiro na escola eu mal conseguia me concentrar. Sentada na cadeira, sentia a dor latejante toda vez que mexia as pernas. A boceta ficava pulsando, lembrando a cada segundo do pau grosso dele me abrindo na noite anterior. Voltei pra casa andando devagar, com medo de que minha mãe percebesse alguma coisa.

Ele não me deu sossego naquela semana. Quase todas as noites, depois que minha mãe dormia, ele entrava no meu quarto em silêncio. Às vezes me pegava de quatro, outras vezes me virava de lado ou me colocava sentada no colo dele, metendo fundo e gozando sempre dentro. Eu implorava pra ele usar camisinha, chorava baixinho dizendo que ia engravidar, mas ele só ria e respondia a mesma coisa:
“Puta como você merece levar porra no útero. Vai aprender a se comportar carregando filho dos outros.”

Uma semana depois, eu estava desesperada. Comprei um teste de gravidez na farmácia e fiz escondido no banheiro de casa. Esperei os minutos mais longos da minha vida… e o resultado veio: negativo. Respirei aliviada, mas o alívio durou pouco. Porque ele continuou me fodendo. Duas, três vezes por semana. Sempre sem camisinha. Sempre gozando bem fundo.

Até que, um mês depois, eu não aguentei mais. Conversei com meu pai por telefone, inventei uma desculpa qualquer e pedi pra ir morar com ele em outra cidade. Minha mãe achou estranho, mas acabou concordando. Meu padrasto ficou quieto quando soube da notícia. No último dia antes de eu viajar, ele entrou no meu quarto à noite pela última vez.

Me fodeu devagar, olhando nos meus olhos, como se quisesse gravar aquela boceta na memória. Gozou mais uma vez dentro de mim, enchendo meu útero de porra quente enquanto sussurrava:

— Quem sabe um dia você volta pra levar mais.

No dia seguinte entrei no ônibus com a boceta ainda dolorida e escorrendo um pouco do gozo dele. Deixei aquela casa, aquela cidade e aquele segredo para trás.

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  • Rita: Tesão

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