#Outros

Patrocinei uma traição no sertão da paraíba e registrei o sexo imundo.

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Era uma tarde quente pra caralho no sertão da Paraíba, numa cidadezinha que eu prefiro nem nomear pra não dar merda. Eu sou o Pedro, meio comerciante, meio “facilitador” de sonhos alheios. Vendo de tudo: de fogão a lenha até geladeira usada, mas o que eu realmente gosto é de negociar com o que as pessoas não contam pros outros. Fetiches. Cheiros. Aqueles cheiros de mulher de verdade, suada, sem frescura, sem banho de chuveiro com sabonete cheiroso. Especialmente o cheiro de bunda natural, aquele fedor forte que sai depois de um dia inteiro ralando no sol, lavando roupa, carregando balde. Isso me deixa louco. E foi exatamente por causa disso que eu criei o maior “chifre” da história dessa cidade.

Tudo começou numa noite de cachaça no bar do Zé. Meu amigo Jandir, aquele bêbado de plantão que vive falando merda, tava mais solto que nunca. “Porra, Pedro, tu não imagina a Suzana… aquela morena de corpo de violão que casou com o Seu Antônio, o pedreiro. Eu namorei ela antes, cara. Iniciei ela no cu. Ela suava pra caralho, a bunda dela fedia tanto que dava pra sentir de longe… mas era tesão puro. Eu enfiava a cara lá e cheirava, lambia, mesmo fedendo. Ela ria, falava que eu era nojento, mas gozava igual.” Ele ria alto, cuspindo as palavras com bafo de cachaça. Eu só ouvia, pau já meio duro só de imaginar. Aquilo me lembrou direto do site da Selma Recife e do Telegram VIP dela. Lá tem de tudo: casadas suadas, cornos filmados, cheiros fortes, putaria sem filtro. Anos de vídeos, fotos, histórias pra baixar. Eu participo faz tempo, mas nunca tive coragem de gravar as minhas. Até aquele dia.

No dia seguinte, peguei o meu carro velho e fui até a casa da Suzana, lá no fim do mundo, zona rural pura. Casa de taipa, telhado de zinco todo furado, chão de terra batida. O marido dela tava no serviço desde cedo, só voltava de noite. Cheguei com um presentinho na mão — uma caixa embrulhada com laço vermelho, dentro um perfume barato e um vale-presente pra comprar carne no açougue. Ela tava no quintal, exatamente como na foto: vestidinho fino branco, suado, cabelo preso, sorriso largo. Segurava um balde de roupa suja numa mão e me olhou surpresa.

— Pedro? Que surpresa boa! — disse ela, rindo.

Puxei papo, elogiei a casa (mentira), perguntei do marido. Depois fui direto:

— Suzana, eu soube de uma coisa pelo Jandir… que vocês dois tinham um passado quente. Ele me contou tudo. E eu tenho uma proposta que vai resolver seus problemas. Quero que você faça umas fotos e vídeos com ele de novo. Só eu vou ter. Ninguém mais. Em troca, te dou dinheiro pra comprar aquela geladeira nova que você sonha e ainda pago a reforma do telhado. Tá quase caindo em cima de vocês.

Ela levou um susto, olhos arregalados.

— Traição? Pedro, tu tá louco? Meu marido me mata!

Eu sorri, calmão:

— Fica só entre nós três. E o dinheiro resolve. Pensa no frio que você vai passar sem geladeira esse verão.

Ela ficou quieta uns segundos, olhando pro chão de terra. Depois confessou, voz baixa:

— Saudade eu tenho… aquele safado lambia minha bunda como ninguém. Meu marido nem chega perto. Só mete e goza. Tá bom… eu topo. Mas tem uma coisa… faz dias que não tomo banho direito. A água aqui mal dá pra beber. Tô suada, fedendo…

— Perfeito — eu disse, sentindo o pau pulsar. — É exatamente assim que eu quero. Cheiro natural. Do jeito que o Jandir lembra. Ele vai pirar.

Chamei o Jandir. O filho da puta ficou maluco de tesão no telefone, mesmo com medo do marido. “Pedro, tu é doido… mas eu vou.” Combinei tudo pra dali a algumas horas.

Quando voltamos, Suzana tava exatamente como eu imaginava: suada pra caralho, vestidinho grudado no corpo, fazendo os afazeres. O cheiro dela enchia o quintal — suor, roupa suja, bunda que não via sabonete fazia tempo. Entrei com a câmera do celular ligada, discreto. Jandir já tava com o pau marcando na calça.

— Cheira — eu mandei, apontando pro traseiro dela.

Jandir se ajoelhou atrás dela, exatamente como na segunda foto. Enfiou o nariz bem no meio da bunda, por cima do vestidinho fino. A cara dele mudou na hora. O fedor era forte, azedo, de suor velho misturado com resto do dia inteiro ralando. Dava pra ver ele quase engasgando, olhos apertados.

— Porra… tá fedendo muito, Pedro… — murmurou ele, voz abafada.

Suzana ficou envergonhada, olhando pra mim:

— Tá fedendo, né? Eu avisei… faz dias…

Eu só sorri, pau duro pra caralho dentro da calça. Ela notou. Olhou pro meu volume e mordeu o lábio.

— Enfia a cara direito — eu ordenei. — Do jeito que tu tinha saudade.

Jandir meteu a cara com força. O nariz sumiu entre as nádegas suadas. Ele inalava fundo, quase vomitando, mas o pau dele tava duro que nem pedra. Suzana riu baixinho, já excitada:

— Vocês são nojentos… — e segurou a cabeça dele, apertando contra a bunda.

Eu paguei a promessa:

— Lambe agora, Jandir. Eu pago cachaça pra semana toda.

Ele começou a lamber. Língua passando no vinco suado, no buraco apertado que cheirava a suor e um pouco mais. Ele tossia, engasgava, mas não parava. Suzana gemia, mão dentro do vestidinho, se tocando.

— Mais fundo… lambe direito, seu nojento…

Depois eu mandei:

— Agora o cu. Anal. Do jeito que tu ensinou ela.

Suzana ficou de quatro no colchão velho do quarto. Jandir cuspiu no pau e tentou enfiar. Tava apertado pra caralho. Ela reclamou de dor:

— Ai, devagar… tá doendo!

Ele forçou. Entrou devagar, centímetro por centímetro. O cu dela tava seco, quente, fedendo. De repente ela peidou alto, bem no pau dele. Um peido quente, úmido. O pau saiu melado de uma merdinha marrom-clara. Suzana ficou vermelha:

— Pedro… eu tô me cagando… para, por favor!

— Não para — eu disse, firme. — Senão não tem geladeira nem telhado. Continua.

Jandir meteu de novo, agora mais fundo. O pau entrava e saía sujo, marrom, brilhando. O cheiro de merda enchia o quarto. Suzana gemia de dor e prazer, mão no clitóris, se esfregando rápido.

— Ai… tá saindo… mas continua… eu tô gozando…

Ela gozou forte, corpo tremendo, cu apertando o pau dele. Jandir mostrou o pau pra câmera: todo melado de merda. Depois meteu de novo, rápido, bruto. Gozou dentro dela, gemendo alto, enchendo o cu de porra misturada com o resto.

— Putaria do caralho… — eu sussurrei, gravando tudo.

Maridinho dela nem imagina. Chegou em casa de noite, viu a geladeira nova (eu entreguei no dia seguinte) e o telhado já com o pedreiro trabalhando. Achou que era sorte.

Eu? Eu tenho muito mais no meu perfil lá no site da Selma Recife e no Telegram VIP dela. Anos de vídeos, fotos, histórias reais de casadas do sertão, cheiros fortes, chifres filmados, putaria bizarra que ninguém acredita. Eu não faço tudo, mas adoro ir junto com as casadas e os filhos da puta que eu conheço. Quer ver a Suzana gemendo de verdade? Quer baixar o vídeo completo desse dia? Quer mais histórias iguais ou piores?

Entra lá agora. Site da Selma Recife www.selmaclub.com e Telegram VIP www.bit.ly/telemanu . Lá tem tudo isso e muito mais. Tu vai viciar, igual eu. Garanto.

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