Prosseguimos ...
Meus avós são pessoas muito religiosas e quando mamãe com dezessete anos revelou estar apaixonada por um dos engenheiros da construtora da família de 28nanos, noticiando que queria casar com ele. Meu avô surpreendeu a todos, não permitindo o casamento, disponibilizando para eles um excelente apartamento para que vivessem, mas exigiu o registro em cartório de um termo de convivência conjugal com total separação de bens, rendimentos e direitos futuros. Já no ano seguinte, quando mamãe tinha dezoito anos, eu nasci. Minha mãe formou-se em engenharia civil aos vinte e quatro e quando ela tinha vinte e seis, o relacionamento dos dois terminou. Meu pai sumiu no mundo. Minha mãe decepcionada dedicou-se ao trabalho em nossa firma e apesar de cortejada dia e noite, jamais namorou outra pessoa, a única pessoa com quem ela demonstrava afeto era eu, nos abraçávamos, trocávamos carinho, viajávamos juntas e mesmo em nossas longas conversas de verdadeiras amigas, ela jamais falou em homens e quando abordávamos o assunto sexo, logo a conversa virava conselhos para eu tomar cuidado com as pessoas. Uma manhã bem cedinho, entrei na suíte de mamãe para acorda-la com um beijinho e constatei que ela estava abraçada a um travesseiro com os olhos fechados e com uma expressão diferente no rosto, eu a teria beijado se não ouvisse aquele barulho elétrico que eu não conhecia, mas instintivamente imaginei o que poderia ser, ouvindo em seguida um som gutural emitido por minha mãe, recuei silenciosamente, puxei a porta, mas deixando uma fresta para acompanhar os acontecimentos e quando ela soltou o travesseiro e puxou o lençol tive certeza das minhas desconfianças, mamãe tirou do meio das pernas um vibrador, levantou e se dirigiu ao banheiro da suíte. Impressionada, voltei para minha suíte e me joguei na cama, instintivamente abracei meu travesseiro como mamãe abraçava o dela momentos antes e lembrei daquela expressão tesuda dela enquanto se masturbava com o pinto de silicone vibrador. Em um misto de pena da minha mãe, com tesão por ter visto a dona daquele corpão se masturbando e tendo prazer e ainda impressionada pelas gemidos que tinha ouvido a pouco, dirigi-me de volta aos aposentos de minha mãe. Ouvi o som da agua da ducha caindo e entrei no banheiro e vi mamãe se ensaboando. Aqueles seios firmes de uma mulher com pouco mais de trinta e cinco anos, suas nádegas cheinhas e duras, como eu nunca tinha reparado antes? Suas pernas bem torneadas me provocaram uma sensação que eu nunca tinha sentido antes, algo que eu não sabia definir, a única coisa que eu sabia é que queria abraçar minha mãe. Tirei a camisola e entrei no box junto com ela e a abracei ternamente. Inocente, encostei meu corpo ao corpo dela e encaixei minhas pernas na perna dela e senti pela primeira vez meu grelo duro encostar nas coxas daquela mulher carente. Mamãe notou e tentou afastar seu corpo, mas a segurei e instintivamente esfreguei minha xaninha naquelas coxas gostosas. Minha mãe me olhou nos olhos sem conseguir esconder sua paixão, alisou um de meus seios e acaricia meu mamilo, aquilo foi o suficiente para trocarmos nosso primeiro beijo incestuoso, delicado, demorado, licencioso, pecaminoso e excitante. Passamos a nos alisar como um casal de namorados e aquela necessidade de algo que eu não sabia determinar o que era cresceu em mim naquela loucura em baixo do chuveiro. Acabei por enfiar um dedo na buceta de minha mãe, ela mais vivida, massageou meu grelo e descobri o que procurava, meu primeiro gozo, gemi profundamente agarrada a minha mãe e logo em seguida veio aquela tremedeira gostosa e a paz interior. Vendo a respiração ofegante de minha mãe/namorada ofegante, massageei seu grelo como ela tinha feito no meu e senti seu corpo estremecer em meus braços e ouvi ela produzir no meu ouvido aquele mesmo som tesudo de quando ela estava com o vibrador enterrado na buceta. Voltamos a nos beijar mas agora o momento já não era mais de mãe e filha e sim de duas fêmeas famintas. Nos enxugamos e fomos para a cama de mamãe e continuamos nos afagando. Resolvi falar: Você me fez mulher. Mamãe me olhou com um brilho nos olhos que jamais esquecerei e disse: Acompanhei a transformação de seu corpo e você é uma bela mulher a um bom tempo. Não sei se podemos continuar com isso, que com certeza foi o momento mais lindo de minha vida. Com lágrimas nos olhos respondi: Não sei como podemos não continuar, eu quero muito ser sua namorada. Mamãe olhou séria para mim e perguntou: Você já se deitou com outra pessoa? Sorri e respondi: Nunca, com ninguém e agora não quero ter outra pessoa que não seja você. Enfia o dedo em mim e tire minha virgindade para selarmos esse momento inesquecível. Ela me olhou com admiração e logo vi seu olhar de desejo e ele disse: Assim não, a noite voltaremos a nos amar e farei sua vontade. Aquelas palavras deixaram-me ao mesmo tempo eufórica e curiosa. Quando ela chegou do escritório no fim da tarde, eu ainda estava sentada na minha escrivaninha tentando estudar e pela primeira vez a recebi com um beijo na boca e não no rosto como costumava fazer. Ela correspondeu ao beijo e falou: Demore bastante no chuveiro e depois vá a minha suíte. Tomei meu banho imaginando mil coisas e fui ao encontro de minha namorada enrolada em uma toalha. Ao entrar na suíte vejo minha fonte de prazer deitada de lado e seu lindo sorriso. Aquele calorão deu-me a impressão de que havia uma fogueira acessa na minha barriga e meu coração passou a bater em minha garganta. Com um lençol branco jogado sobre seu corpo minha bela sorriu para mim e ainda desnudou os seios, entendi de imediato e fiz o que a natureza nos ensina, só que com papeis trocado, mamei em minha mãe e a vi perder o controle me puxando contra seu corpo e como uma leoa faminta, abocanhou minha língua fazendo-me deitar sobre ela, só então senti algo entre nossos corpos, puxando o lençol pude ver que minha machinho estava usando uma cinta com um pau de silicone acoplado nela. Minha parceira de cama sorriu maliciosamente e perguntou com voz tesuda: Você ainda quer perder o cabaço? Nem respondi, virei o corpo e chupei aquele "negócio" como se fosse um pinto de verdade e ela me puxou dizendo ajoelha em cima de mim. Enquanto eu ajoelhava com o corpo de minha mãe entre meus joelhos, ela enfiou a mão embaixo do travesseiro e tirou um tubo de gel e colocou em "seu pau". Segurou minha cintura e nos beijamos com muita tesão, eu estava prestes a ser descabaçada pela pessoa que eu mais gostava no mundo, ela manteve uma mão na minha cintura e com a outra segurou o pau. Sentindo o cacete encostado no lugar certo, forcei meu corpo para baixo sentindo meu canal vaginal ser forçado e vi o rosto tesudo da minha comedora senti todo o prazer que ela estava tendo naquele momento e forcei um pouco mais, sentindo uma dorzinha do cabacinho tentando resistir a penetração e forcei mais ainda e rompi o obstáculo e com as mãos suadas alisei os mamilos excitados de minha fodedora e passei a fazer os movimentos como a natureza me ensinou, atingindo meu primeiro fabuloso orgasmo com a bucetinha preenchida. Fiquei com o cacete enterrado na buceta beijando minha fodedora. Minha amante levantou os dois travesseiros e me mostrou um arsenal de "brinquedinhos para mulheres" e com voz sedutora diz: Tenho uma virgindade que nunca imaginei entregar a ninguém, mas quero que você sinta o prazer que acabei de ter ...
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