#Estupro #Incesto #Sado #Teen

A nova realidade que mudou o mundo – parte 92: A chegada

1.3k palavras | 3 | 3.67 | 👁️
AnãoJediManco

A chegada

(Nessa parte da história, ao invés de vermos o lado do jornalista, vamos contá-la pelos olhos e sentimentos da esposa dele, a doce e prendada Caroline, que está chegando ao novo mundo, com a sua filha Julie).
Ilusão

Meu nome é Caroline, sou uma mulher magra, de altura mediana, corpo pequeno, mas bem definido, com cabelos castanhos claros, olhos amendoados, seios médios e cintura fina. Sou psicóloga de formação e de alma. Minha carreira, construída com a paciência de quem ouve mais do que fala, sempre foi o meu refúgio para compreender a complexidade humana, uma herança que carrego com orgulho de minha linhagem europeia. Vindo de uma antiga família do interior da Áustria, fui criada entre os Alpes e a tradição de gerações que valorizavam a introspecção e a resiliência, traços que hoje aplico no meu consultório, onde ajudo outros a desvendarem seus próprios labirintos emocionais. Apesar da seriedade que a profissão exige, meus gostos são simples e profundos, adoro a poesia da vida, o silêncio das tardes chuvosas e o aroma de lavanda que plantei em meu jardim, pequenos prazeres que me ancoram em meio à saudade constante de meu marido.
Há três meses, ele, um jornalista destemido, cujo olhar curioso sempre me fez sentir a mulher mais interessante do mundo partiu para o Novo Mundo em busca de histórias para contar. E que história a nossa tem sido! Enquanto ele atravessa fronteiras físicas, eu atravesso as silenciosas do coração, esperando por suas cartas que chegam irregulares como o vento, mas que sempre trazem consigo o cheiro de sua pele e a certeza de que, apesar do oceano que nos separa, seguimos escrevendo juntos o mesmo capítulo. É nessa espera que me divido entre a mulher que fui antes dele, a psicóloga que acolhe dores alheias e a esposa que conta os dias para o seu retorno, mantendo viva a chama da cumplicidade que sempre nos definiu.
Minha verdadeira obra-prima, porém, não está nos livros ou nas sessões de terapia, mas sim nos olhos de minha filha. Julie, minha adolescente, é um paradoxo vivo que tem um rosto de traços angelicais, digno das madonas renascentistas que meu avô colecionava, mas possui uma doçura no falar que desarma qualquer tentativa de rigidez. Com seus longos cabelos claros que lembram a neve dos Alpes de minha infância, olhos verdes como os lagos austríacos e um corpo bonito que ela ainda não sabe como habitar por inteiro, ela transita entre a timidez inocente e uma curiosidade esperta sobre o mundo. É doce como mel, sim, mas é também forte, e ao observá-la crescer tão bela e tão pura neste mundo, percebo que, em meio à ausência do pai e às minhas próprias inquietudes, ela é a certeza de que tudo o que plantamos em terras antigas continua a florescer onde quer que o amor decida se estabelecer.
Ela tem um corpo pequeno, aparenta ter menos idade do que ela realmente tem, é curvilínea, de cintura fina, quadril largo, coxas torneadas, barriga lisa, e seios que parecem uma taça com um pequeno morango na ponta.
Ela morre de saudades do pai.
A realidade.

Ao colocarmos os pés no interior da aeronave, um calafrio que não era proveniente do ar-condicionado percorreu minha espinha. Julie, que até então se mantinha com a curiosidade habitual de sua idade, apertou minha mão com uma força incomum, como se buscasse em mim a confirmação de que a estranheza que sentia era apenas fruto de sua imaginação adolescente. Mas eu, Caroline, que passei anos afinando minha percepção para captar o que se esconde sob as superfícies, sabia que não se tratava de fantasia. Havia no ar uma densidade incorreta, uma quietude que não era paz, mas sim vazio. Olhei ao redor e, pela primeira vez, notei o óbvio que minhas esperanças haviam me feito ignorar. Éramos as únicas duas mulheres em todo o voo.
Os comissários de bordo, todos homens de feições excessivamente simétricas e sorrisos que não alcançavam os olhos, nos receberam com uma cortesia que beirava o ensaiado. Seus uniformes impecáveis e seus movimentos sincronizados me lembraram menos de uma tripulação e mais de algo que eu não conseguia nomear, uma coreografia vazia, uma performance. Enquanto nos conduziam aos nossos assentos, um deles inclinou-se levemente na direção de Julie, e eu instintivamente coloquei meu braço à frente dela. O homem, sem perder o sorriso, murmurou algo sobre como éramos "corajosas" por fazermos a viagem sozinhas, e acrescentou, com um brilho no olhar que tentei convencer-me de que era apenas profissional: "Logo, logo chegarão ao melhor spa de suas vidas."
A frase ecoou em minha mente com um peso que não consegui justificar. Senti o corpo de Julie tremer junto ao meu, e por um momento fui tomada por uma vontade absurda de levantar-me, pegar nossas malas e descer daquela aeronave, mas o avião já começava a taxiar, e o mundo lá fora, o mundo que eu conhecia, diminuía pela janela. Eu, que passei anos ajudando outros a distinguir o perigo real do imaginado, sentia-me agora incapaz de dizer onde um terminava e o outro começava. Apertei a mão de minha filha com mais força, recitando mentalmente as cartas de meu marido, tentando encontrar nelas a razão que explicasse por que aquele voo, que deveria ser uma ponte para o reencontro, me parecia, a cada segundo que avançava, o prelúdio de algo que eu ainda não tinha coragem de nomear.
O voo percorreu seu destino, e foi em um silêncio absurdo entre nós duas. O medo, mesmo que irracional até ali, tomou nossas mentes, como que prevendo o que estava para acontecer no futuro.

O desembarque

O avião tocou o solo, estávamos muito perto de desembarcar. Eu ansiosa par ver meu marido, e Julie para ver o pai. Isso nos deu uma falsa esperança, e por um momento, abaixamos nossos muros, e relaxamos. Nesse momento, um comissário nos informou, que eu e Julie deveríamos esperar para sermos as últimas a descer. Concordei, pois achei mais confortável.
Esperamos, e assim que todos desceram, fomos orientadas a desembarcar. Ficamos em pé, no corredor, em direção a porta da aeronave, e nesse momento, dois homens nos agarraram, apertaram de uma forma que não pudemos gritar ou espernear, o corredor estreito também ajudou a nos manter longe de uma fuga.
Nesse momento, uma fita prateada foi colocada tapando a minha boca, e também Julie recebeu a dela, ao mesmo tempo que tivemos nossas roupas arrancadas e cortadas. Ficamos apenas de sapatos, nuas em pelo, no meio de vários homens. E não deu para tentar esconder nossas vergonhas, pois fomos algemadas com as mãos para trás, e recebemos uma coleira de ferro no pescoço, com uma corrente de cachorro, que não deixava a gente sair correndo.
Fomos levadas para fora do avião, e o que eu vi, é surreal. Homens vestidos, e todas as mulheres, que trabalham no aeroporto, inclusive, toda a mão de obra do aeroporto, são de mulheres nuas, com correntes e um olhar vazio. Todas marcadas e com o corpo magro.
Estava chovendo, estava frio, e eu estava morrendo de medo. E desejei a cada segundo ver o meu marido.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (3)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Beto carreiro: Mas que bom que voltou. É o melhor escritor de cobtos do Brasil

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
  • Beto carreiro: Voltou! Achei que tinha sido preso anao!

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
  • Jalxv: muito bom o conto

    Responder↴ • uid:1dbtbhtumgll