Mãe dedicada realiza desejos do filhinho.
Thiago saiu da cama ainda grogue, tomou um banho rápido e vestiu o uniforme da escola. Tinha sido uma semana infernal: provas finais, trabalhos, festas até altas horas na praia de Boa Viagem. Agora, finalmente, era só aparecer nas aulas e esperar a formatura na próxima semana. Desceu as escadas cambaleando, ainda meio sonolento, e foi direto para a cozinha do sobrado em Boa Viagem.
Seu pai, Roberto, estava sentado à mesa lendo o Jornal do Commercio, como sempre. Sua mãe, Renata, de 38 anos, estava na pia enxaguando louça antes de colocar na lava-louças. Renata era gerente de operações numa grande empresa de logística no Porto de Suape. Apesar da idade, mantinha o corpo escultural: cintura fina, quadril largo, pernas longas e uma bunda firme e empinada que ainda fazia os homens virarem o pescoço no calçadão. Vestia sua roupa habitual de trabalho — saia lápis cinza justa, blusa branca de botão e meia-calça fina.
Thiago parou atrás dela para pegar a caixa de cereal no armário de cima. Com uma mão abriu a porta e, com a outra, esticou o braço. Perdeu o equilíbrio e caiu para frente, colando o corpo inteiro contra a mãe.
Seu pau, já duro de manhã como quase sempre, encaixou exatamente entre as nádegas dela, pressionando a saia fina e a calcinha por baixo. O contato foi quente, direto, perigoso.
— Thiago! — ela exclamou baixinho, surpresa.
Ele tentou se endireitar, mas por um segundo seu quadril se moveu sozinho, esfregando o pau semi-ereto com mais força entre as nádegas firmes dela. O membro inchou ainda mais, ficando rígido como pedra.
— Desculpa, mãe… eu só queria pegar o cereal — murmurou, vermelho.
Renata virou um pouco o rosto. Os cantos da boca dela se curvaram num sorrisinho quase imperceptível.
— Percebi que você estava tentando pegar alguma coisa… só não tinha certeza do quê. Da próxima vez, tenta ter mais equilíbrio, filho.
Thiago olhou rápido para o pai, que continuava mergulhado no jornal, alheio a tudo. Tomou o café da manhã em silêncio, com o coração disparado, e saiu correndo para a escola.
Durante o caminho inteiro até a Escola Técnica Estadual, ele não conseguia pensar em outra coisa. A sensação daquela bunda quente e firme contra o pau ainda queimava na memória. Renata também não conseguiu esquecer. Fazia anos que o marido só transava com ela de vez em quando, sempre na posição missionária, rápido e sem graça. Sentir o pau duro e jovem do filho pressionando entre suas nádegas foi algo que ela não esperava… e que, para sua vergonha, a deixou molhada o resto do dia.
No dia seguinte, Thiago sentou-se à mesa de forma que a bunda da mãe ficasse bem na linha de visão dele. Renata lavava a louça e o quadril dela balançava levemente de um lado para o outro. Ele quase se arrependeu de não ter tentado de novo. Jurou que na próxima manhã não perderia a chance.
Renata percebeu que o filho tinha evitado chegar perto. Sentiu, estranhamente, uma pontada de decepção.
“Meu Deus, Renata… você tá ficando louca? Tá chateada porque seu filho de 18 anos não encostou o pau na sua bunda?”, pensou, balançando a cabeça.
Na quarta-feira, Thiago acordou mais cedo. Tomou banho, tirou a cueca de propósito e desceu. Renata estava curvada na pia. Ele se posicionou exatamente atrás dela, alinhou o corpo e se inclinou para pegar o cereal.
Dessa vez não houve acidente. Seu pau duro pressionou fundo entre as nádegas dela, separando-as por cima da saia. Ele ficou na ponta dos pés e fez um movimento lento, quase como se estivesse fodendo. Subiu e desceu uma vez, duas vezes.
Renata soltou um suspiro entrecortado, segurando na borda da pia.
— Thiago… — sussurrou, sem forças para reclamar.
Ele pegou a caixa de cereal e, antes de se afastar, deu mais uma esfregada lenta e deliberada.
— Consegui tudo, mãe — disse ele com a voz rouca, servindo o cereal.
Renata se virou, as bochechas vermelhas.
— Você conseguiu mesmo o que queria, né?
Os dois ficaram se olhando por um segundo longo demais. Nenhum dos dois sabia o que dizer.
O resto do dia na escola foi um inferno. Thiago se trancou no banheiro e se masturbou duas vezes pensando na bunda da mãe. Em casa, Renata passou a tarde inquieta, a calcinha úmida, imaginando coisas que uma mãe nunca deveria imaginar.
Na quinta-feira, o clima estava ainda mais carregado. Roberto lia o jornal. Renata, como se estivesse em transe, levantou-se da mesa e foi até a pia, curvando-se mais do que o necessário. Thiago não pensou duas vezes. Foi até ela, encostou o pau latejante entre suas nádegas e começou a esfregar com mais ousadia, fazendo movimentos claros de penetração por cima da roupa.
Renata parou de lavar a louça. Baixou a cabeça, respirando pesado. Por um instante, Thiago sentiu que ela empurrava a bunda contra ele, quase imperceptível. Ele continuou por mais tempo que nunca, até ela virar o rosto levemente para conferir se o marido ainda estava distraído.
Quando finalmente se afastou, Thiago fez algo novo: beijou a nuca dela.
— Tchau, mãe. Te vejo mais tarde.
Renata estremeceu com o beijo.
— Tchau, filho… — respondeu, a voz baixa e carregada.
À tarde, quando Thiago chegou em casa, encontrou a mãe saindo do carro. Quando ela abriu as pernas para descer, a saia subiu e ele viu claramente a calcinha branca de renda e o começo da meia-calça.
— Se você gosta tanto de olhar, quando eu tirar eu te dou de presente — disse Renata, com a voz misturando irritação e algo mais quente. — Ou você estava esperando ver outra coisa?
Thiago engoliu em seco.
— Desculpa, mãe… mas você é linda pra caralho. Não parece nem mãe.
Renata ficou sem palavras. Ele tinha dito exatamente o que ela precisava ouvir. Ela fechou as pernas devagar, levantou-se e foi para dentro de casa, o coração batendo forte.
Na sexta de manhã ela saiu cedo para uma emergência no trabalho em Suape. Thiago passou o dia irritado, obcecado. No sábado de manhã, Roberto saiu cedo para jogar golfe em um clube na Zona Sul.
Renata estava sozinha na cozinha, tomando café. Quando Thiago entrou, o olhar dela desceu direto para o volume enorme na bermuda dele.
— Acordou cedo pra um sábado… — murmurou ela, a voz rouca.
— É o primeiro dia do resto da minha vida. Formatura na terça… e depois a faculdade.
Ele parou na porta. Não foi até o armário de cereal.
O telefone tocou. Renata se levantou automaticamente e foi atender. Parou em frente à pia, exatamente como nos outros dias, de costas para ele, a bunda empinada dentro do shortinho de algodão que usava em casa. VEja e baixe mais em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu
Thiago caminhou devagar até ela. O ar da cozinha parecia pesado, quente, carregado de eletricidade.
Ele parou bem atrás dela, encostou o pau duro contra sua bunda e sussurrou no ouvido:
— Mãe… eu tenho certeza do que eu quero.
Renata fechou os olhos, segurou na pia com mais força e soltou um suspiro longo e trêmulo.
A tensão que vinha crescendo a semana inteira estava prestes a explodir.
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