Laurinha, a dama de honra
Iniciação hétero sexual de jovens inexperientes, mas com muito amor e carinho, mas sem faltar uma boa dose de sacanagem.
Meu nome é Márcio e atualmente tenho 25 anos. Sou branco de olhos e cabelos castanhos, tenho 1,73 cm de altura, 75kg é um pênis de 17cm. Vou narrar uma história onde tive um contato sexual com uma garota de nome Laura (hoje com 20 anos), peitinhos pequenos, bunda pequena bem redondinha, pela parda e de cabelos escuros na altura dos ombros.
Eu e a Laura somos filhos únicos de famílias simples, moradores da cidade de Camaçari no Estado da Bahia. Resolvi enviar este relato com a permissão da própria Laura, pois já faz bastante tempo e não trará constrangimentos para ninguém, caso alguém que nos conheça, repentinamente leia e reconheça nossa história.
O ano era 2015 no mês de maio.
A Laura seria dama de honra do casamento de sua tia e como nossos pais são amigos de infância, minha mãe resolveu ajudar nos preparativos e a Laura passava horas e horas aqui em casa participando dos ensaios na igreja e fazendo prova de vestido.
Eu já tinha ouvido a meses atrás, minha mãe conversando com meu pai a noite no quarto que a mãe da Laura estava revoltada com a menina, pois a tinha flagrado se esfregando em cima do amiguinho de mesma idade e por muito pouco o garoto não tirou a virgindade dela. Que a Laura estava dando muito trabalho na escola e não sabia mais o que fazer, pois já tinha conversado com ela e até dado surra, mas a menina era os pés do capeta, e que inclusive já tinha até pego a menina se esfregando numa almofada em cima da cama no quarto. Era como se a menina vivesse num cio constante, que apesar da pouca idade, era muito precoce. A mãe da Laura estava desconfiada da amizade dela com outras meninas um pouco mais velhas do colégio e que já estava pensando em mudá-la de escola.
Pois bem, num desses dias de preparação para o casamento da tia dela, a Laura ficou lá em casa sob minha responsabilidade enquanto nossos pais estavam no comércio comprando coisas, acertando salão de festas, alugando ornamentação e tudo mais dessas coisas.
A Laura era linda e um tesão da porra e eu já tinha batido dezenas de punhetas pensando nela. Um corpo bem desenvolvido e muito torneado já chamava a atenção dos homens.
Certa tarde, estávamos sozinhos em casa, assistindo TV e eu cuidando dela. Ela com um short curto fininho e todo enfiado no rabo. Ficava sentada do meu lado, abrindo e fechando as pernas numa agonia da porra. Eu não aguentando mais aquela visão maravilhosa daquela bucetinha inchada se exibindo pra mim, falei pra ela: fique aqui assistindo que vou no meu quarto dar uma olhada no computador e volto já.
Que nada... eu fui mesmo foi bater uma punheta pensando naquela buceta, pois eu ia acabar gozando no sofá sem nem sequer pegar no pau.
Só que eu estava alucinado de tesão e de olhos bem fechados, fantasiando em cima daquele corpinho gostoso e esqueci de trancar a porta. Eu já estava quase gozando...
Resultado: a safada entrou no quarto na pontinha dos pés e ficou do meu lado me olhando. Certo momento que abri os olhos... eita susto da peste.
Ainda nem tinha gozado. Briguei com ela e a mandei pra sala. Em seguida, dei uma bronca e disse que era pra ficar de bico calado sobre o que tinha visto.
Continuamos a ver TV na sala e ela quebrou o silêncio e falou: "Nossa, você tem o maior pintão!!" Falou mais: "A minha amiga do colégio disse que o pinto do primo dela era grande e macio e que já tinha acariciado várias vezes e que sempre no final saía um creme bem fininho. Que certa vez ela passou o líquido na língua e tinha gosto de castanha assada de caju."
Fiquei sem saber o que dizer na hora. Eu era donzelo, só batia punhetas e nunca tinha nem sarrado em ninguém. Aquela situação era nova pra mim e por incrível que pareça, a Laura estava tendo mais experiência e ousadia do que eu nesse assunto de sexo.
Na maior cara dura, ela disse que tinha achado meu pintão muito bonito e grande e me perguntou se eu a deixaria ver de novo e já foi jurando que nunca ia dizer a ninguém, até porque éramos como se fosse irmãos e achava que não tinha problema nenhum.
Eu fiquei sem saber o que dizer ou fazer, mesmo morrendo de tesão pela guria. Nesse momento, ela que estava do meu lado, pulou no meu colo e disse: "se você deixar eu ver seu pintão de novo, eu prometo que eu mostro a minha prikitinha pra você e ainda te deixo pegar"
Porra que tesão deu na hora!
Ela com short bem fininho sentada em cima do meu pau e eu estava com um tactel e sem cueca.
A moleca parece que fazia de propósito. Ela começou a espremer umas duas espinhas no meu rosto enquanto mexia lentamente a bundinha em cima da minha rola duríssima que certamente já estava babando que nem cachorro louco. Enquanto espremia minhas espinhas, ela sussurrou bem no meu ouvido: "eu tô sentindo como ela está dura. Tira pra eu ver, antes que chegue alguém."
Ela disse isso e já foi saindo de lado do meu colo e numa reação de pura adrenalina e tesão, coloquei o pau pra fora. Na hora ela até abaixou um pouco a cabeça pra olhar mais de perto e já foi perguntando se podia pegar um pouco, e antes que eu desse permissão, já pegou e ficou manuseando aquele cacete que até parecia estar maior que o de costume. A essa altura a minha pica dava pulos, latejando descontroladamente.
Repentinamente ela disse: vou te mostrar a minha prikitinha agora. A safadinha tirou o short completamente e jogou sobre o sofá e pra minha surpresa, estava sem calcinha. Era a bucetinha mais linda do mundo. Bem clarinha e começando a nascer pequeninos pêlos na região pubiana.
A Laura cheia de 'boas intenções', disse: "espera ainda falta espremer mais uma espinha..." e pulou rapidamente no meu colo.
Naquela cena majestosa, eu estava com o pau completamente duro e fora da bermuda e ela sentada sem calcinha, em cima do meu pau.
Percebi que ela parou de apertar minha espinha e se ajeitou de um modo que meu pau ficou apontando pra cima, bem no meio de suas coxas gostosas, aí ela cruzou as pernas e ficou apertando meu pau, como se estivesse dando um golpe de judô, de modo que dava pra sentir as contrações da sua vagina quente e perceptivelmente úmida. Eu fiquei quietinho afagando seus cabelos cheirosos durante alguns minutos e a deixei bem à vontade. De repente ela começou a gemer bem baixinho e acelerou os movimentos, daí ela apertou muito mais forte o meu pau e segurou fortemente, soltando um suspiro muito ofegante, acompanhado de um gemido um pouco mais alto e alguns tremores.
Após isso, ela relaxou e saiu do meu colo lentamente, estava bem suadinha e com as pernas trêmulas. Disse que não sabia o que aconteceu, mas que foi muito gostoso e me perguntou se eu deixava ela fazer de novo.
Eu disse que deixaria sim, só que agora era a minha vez de sentir aquela sensação gostosa que ela havia sentido. Então perguntei se ela poderia ficar beijando meu até eu mandar parar.
Ela concordou na hora e coloquei ela sentadinha de joelhos entre minhas pernas e segurei-a pela nuca, enquanto eu guiava a boquinha dela bem devagar, aos poucos introduzindo meu pau até a metade e tirando devagar daquela boca quente linda. Passou alguns minutos com ela babando completamente minha rola enquanto eu tentava enfiar até a garganta, mas não dava. Quando eu percebi que a porra estava pra explodir, eu preveni ela e disse: "olha vai sair um pouco daquela aguazinha que você falou, mas na hora que estiver saindo, você tem que continuar se movimentando com a boca até eu mandar parar.
Dito e feito: comecei a gozar que nem jegue enquanto a Laura continuava a me punhetar com a boca. Eu nunca tinha produzido tanta gala daquele jeito. Fiquei com o corpo todo arrepiado enquanto gozava. Foi maravilhoso!!!
Quando acabei, ela me disse que tinha saído muito e que tinha engolido bastante, mesmo sem querer. Na sequência, ela disse que o gosto não era muito bom, mas dava pra engolir sem problema, mas que não sentiu nojo. E relatou que uma amiguinha tinha confessado pra ela que o primo sempre fazia isso na boca dela, mas ela tinha nojo e o primo sempre mandava engolir.
Em seguida, fomos pro banheiro rapidamente e ela se lavou bem direitinho com sabonete e foi no quarto vestir a calcinha, voltando pra sala pra vestir o shortinho. Quando se vestiu, notei que o shortinho estava bem molhado no lugar da bucetinha. Imaginei que eu perdi a oportunidade de chupar aquela buceta e a bundinha toda, por falta de iniciativa minha.
Aproveitei e abri as portas da casa e até coloquei bom ar pra tirar um pouco do cheiro forte de esperma que sempre fica nessas ocasiões.
Ficamos na área da frente jogando dominó pra disfarçar por uns 20 minutos e foi o momento que nossos pais chegaram.
A mãe da Laura já chegou dizendo: tomara que vc não tenha dado trabalho pro Márcio. Se ele me fizer queixa de você, nunca mais eu lhe trago aqui.
Oxente... eu falei na hora: que nada! Ela se comportou certinho. Eu tava tirando umas dúvidas dela de matemática e tô ensinando a ela como usar a matemática pra ganhar nas partidas de dominó.
Todos nós fomos lanchar na cozinha e em seguida fui pro meu quarto. Quando elas já estavam de saída, a Laura foi buscar a mochila dela do colégio que estava no meu quarto. Nessa hora a Laurinha me deu um beijo de língua e pegou no meu pau dizendo: "na próxima eu quero sentir aquela sensação com seu pintão dentro."
Eu concordei e disse que não via a hora de fazê-la gozar de novo.
No bairro vizinho só de granfinos, mora um amigo meu chamado Luis Carlos. Nessa mesma época, os pais do Luís foram para uma casa de praia em Salvador. Eu estive conversando com ele e contei toda história. Ele muito meu amigo, me deu uma cópia da chave do portão dos fundos que dá acesso ao quarto da empregada. Então no dia 29 de maio de 2015, numa sexta-feira, a Laura fingiu que foi pro colégio e me encontrei com ela numa praça do bairro e levei ela na minha bicicleta para a casa do Luís que estava vazia e ficamos com o quarto da empregada só pra gente durante quatro horas seguidas.
Foi nesse encontro que perdi minha virgindade e também tirei o cabacinho da Laurinha.
Fizemos de tudo! Meu pau ficou quase em carne viva. Eu ejaculei tanto, que chegou ao ponto de gozar e não sair nenhuma gota de esperma. Quase tive um desmaio voltando pra casa de bicicleta e levando a Laura no quadro da bike até próximo da casa dela.
A noite eu até tive um pouco de febre e minha mãe achou que eu estava de garganta inflamada, mas eu acho que foi de tanto chupar buceta e engolir o gozo da Laurinha.
Mas os detalhes eu só conto numa outra oportunidade, caso os leitores tenham uma boa aceitação deste.
Eu sei que desperta muita curiosidade nas pessoas a respeito das nossas idades, mas não é mistério... É só fazer as contas das nossas idades atuais em 2026 e diminuir para o ano dos acontecimentos que foi em 2015.
Marcio Magalhães & Laura Vasconcelos.
Camaçari - BAHIA, 30 de março de 2026.
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