#Estupro #Grupal #Lésbica

Sapatona e ladrona

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Sandra

Uma amiga me recomendou uma massagista que acabara de se estabelecer perto de minha casa. Por telefone reservei horário para fazer uma massagem linfática e no dia marcado, um fim de tarde ensolarado, fui caminhando as seis quadra, chegando lá, constatei que era um corredor a céu aberto com uma porta no fundo, toquei o interfone e Martha, a massagista abriu a porta e eu a conheci, uma mulher alta, ombros largos, quadril largo, seios médios e corpo malhado. A massagem foi ótima, exatamente o que eu queria. Saí de lá já com hora marcada para semana seguinte. Naquela segunda vez, tive que ir de carro e tive a sorte de que bem em frente, tinha um carro saindo, eu estacionei na vaga e entrei correndo tentando proteger meu cabelo da chuvinha com uma revista e assim que toquei o interfone Martha abriu para mim, só que antes de eu bater a porta, três camaradas me empurraram para dentro, percebi logo tratar-se de um roubo e dei minha bolsa na mão de um deles. Martha tão assustada quanto eu, já entregou o celular na mão de um outro que só então percebi ser uma sapatão. Tentei pedir calma e o que parecia ser o chefe, um mulatão forte me deu um tapa na cara e eu cai em uma poltrona da sala de espera, dois entraram e constataram que não tinha ninguém no banheiro nem na sala de massagem. Passaram a separar as coisas que pretendiam levar e o mulatão segurou minha cabeça e tentou me roubar um beijo, mas mantive minha boca fechada e ele falou: "Pedrinho, essa aqui não sabe beijar". A sapatão retrucou: "Não acredito que uma gostosinha como essa não saiba beijar gostoso. Não faz mal, temos a noite toda para ensinar". Me puxou pela mão, passou os braços na minha cintura, olhou nos meus olhos e nos beijamos. Pode ter sido o medo, mas a sapata sabia beijar e nossas línguas duelaram por mais de dois minutos. Pedrinho, a sapatão riu alto e falou: "Ela não te beijou porque é lésbica seu otário, aposto que as duas tem esse lugar para colar os velcros". O branquinho que não tinha falado nada quase grita: "Quero ver". O morenão apoiou a sugestão do branquinho. Pedrinho mais perversa que os dois falou: "Vamos organizar essa zona, todo mundo nu". Quase chorei, a única pessoa que me tinha visto sem roupa depois de adulta era meu marido, um homem bom, gentil e que eu amava muito. Martha tentou segurar o janelo e o branquinho já sem camisa dá um tapa na cara dela também que chorando começa a se despir, vendo que não adiantaria fazer corpo mole, tirei rapidamente as minhas roupas, tentando proteger com os braços meus seios não só por vergonha, mas também por saber que sua beleza atrairia as atenções. O morenão pegou a massagista pelo braço e mandou ela sentar na mesa de massagem com as pernas abertas, achei que ele ia meter aquela ferramenta gigantesca na buceta de Martha, mas as coisas sempre podem piorar, ele vira para mim e diz: "Chupa ela". Quase desmaiei ao ver Pedrinho deitar a Martha na mesa, mandar ela escorregar e fixar o pé na ponta da mesa com os joelhos levantados com as pernas separadas, aquela bucetona ficou escancarada enquanto Martha soluçava de tanto chorar, me aproximei e quase me neguei mas com medo, fiz como meu marido faz para mim. Dois ou três minutos depois, a Pedrinho fala: "Aí Patricinha, agora é sua vez de ser chupada, deita no lugar dela". Ainda sentindo o gosta da buceta de Martha na boca, fiquei com pena dela, por ser obrigada a me chupar. Deitei sentindo meu corpo inteiro tremer de medo, quando vi o morenão puxar a Martha para a sala de espera e logo entendi, a sapatona enfiou a cabeça entre minhas pernas e passou a me chupar e fazer carinhos em minhas coxas, o branquinho também foi para sala de espera. Pedrinho estava mostrando que sabia chupar uma buceta e segurei sua cabeça para ela continuar. A danada se empolgou e passou a sugar com mais força, a meter a língua mais fundo e passa-la em volta do meu canal vaginal como meu marido nunca tinha feito, levando-me a um gozo fantástico, no qual não controlei o volume do som que faço quando estou gozado e mesmo que quisesse não conseguiria controlar meu corpo se debatendo contra aquela mesa de massagem. Estava voltando a mim quando o mulatão falou: "Opa essa e mais gostosa que a outra, quero esse cu". Aí me apavorei e comecei a chorar, o pau do meu marido era bem menor e muito mais fino que aquele e quando conseguia me comer por trás com muito gel me deixava dolorida por uma semana, eu não conseguiria resistir a um arrombamento do negão. Ele me puxou com brutalidade e me colocou de pé e fez meu corpo dobrar sobre a mesa de massagem e pincelou com aquela cobra enorme o meio de minhas nádegas e com incrível pontaria acertou minha argola de primeira, acho que perdi os sentidos por alguns segundos e segurei com todas as minhas forças na lateral da mesa e o safado continuou empurrando aquela piroca gigantesca fazendo-me contorcer e chorar de dor. Só nesse instante a Pedrinho tirou o bermudão e sentou no chão, entrando entre as pernas do negão e as minhas que estavam toda arreganhadas e passou a tocar uma siririca olhando para cima e se deliciando ao assistir a aquele estupro brutal e naquele instante em desespero, tentando me livrar da dor eu implorei: "Pedrinho, por favor, chupa a minha buceta". Fui prontamente atendida a Pedrinho esticou o queixo e enfiou a língua em mim enquanto o filho da puta metia com toda a força me arrombando toda por dentro e em determinado instante fui da dor estrema a uma convulsão de prazer chorando como uma louca. Os três se vestiram e na hora da saída deles, quase agradeci a Pedrinho pelas gozadas fortes que ela tinha me proporcionado, mas ela se adiantou dizendo: "Não se preocupe, patricinha, agente se tromba por aí". Eles foram embora e levaram nossas roupas e celulares, ficamos as duas nuas chorando uma no ombro da outra, quando ela me contou, que o branquinho tinha comido sua buceta e seu cu. Já tarde da noite, meu marido tocou o interfone para saber de mim, pedi pelo interfone mesmo que ele nos trouxesse roupas e quando ele voltou contei tudo para ele. Fomos a polícia e depois ao hospital. Dois meses depois, ainda tomando remédios preventivos contra doenças sexualmente transmissíveis , quando eu estava fazendo compra na feira, eu escuto alguém falar no meu ouvido: "Oi patricinha". Tremi, mesmo antes de virar para trás eu sabia quem era e olhei dentro dos olhos da Pedrinho. Ela sorriu para mim, ainda desnorteada, a puxei pelo braço para o meio de duas barracas e disse o que veio a minha cabeça: "Oi Pedrinho, não pude te agradecer..." Ela ficou mais confusa que eu, mas mais malandra falou: "Pode me agradecer na cama". Aquele calor subiu barriga acima e com o coração batendo na boca, fiz sinal para ela me acompanhar e entramos no meu carro e muito tesuda, dirigi a um motel de quinta categoria que eu conhecia por ficar em uma rua que eu sempre passo. Entrei e estacionei em frente a um quarto, Pedrinho voltou a pé até a portaria e pegou uma chave, assim que entramos no quarto, eu a agarrei em um beijo devorador e nos despimos completamente, me joguei na cama e escancarei as pernas recebendo na minha buceta aquela língua mágica que me levou a um orgasmo múltiplo. Passei aquela tarde toda levando chupadas e dedadas na tarde mais louca de minha vida. Dei a Pedrinho todo meu roteiro, onde eu ia, quando ia e quando ela queria, me encontrava até o dia que li no jornal que ela tinha sido morta em um roubo, de lá para já experimentei várias outras línguas, mas acho que não vou encontrar nenhuma igual a da Pedrinho.

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Comentários (1)

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  • Wass: Excelente Conto 👏👏👏👏👏

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