O prêmio de guerra
O celeiro abandonado cheirava a feno velho e terra úmida. O som distante de corvos ecoava lá fora. Elena estava de quatro no chão sujo, o vestido marrom e bege rasgado na altura dos ombros, os seios pesados quase saltando do decote apertado. Seus olhos castanhos estavam arregalados de terror.
Acima dela, imponente como uma estátua de ferro, o cavaleiro Sir Garrick permanecia de pé, totalmente coberto pela armadura de placas reluzentes. O elmo fechado com visor perfurado escondia seu rosto, mas a voz grave e rouca saía clara e cortante:
— Você é meu troféu de guerra.
Elena tentou recuar, mas ele colocou a bota de metal pesada sobre o tecido do vestido, prendendo-a no lugar. Com a mão enluvada, ele agarrou os cabelos dela por trás e puxou sua cabeça para cima, forçando-a a olhar para o elmo frio.
— Esse reino já está perdido — rosnou ele, a voz ecoando dentro da armadura. — Seu rei fugiu como um covarde. Suas muralhas caíram. Suas bandeiras foram queimadas. Agora tudo isso pertence ao meu senhor... e você também.
Ela abriu a boca para implorar, mas só saiu um gemido assustado. Garrick soltou os cabelos dela e, com um movimento brusco, empurrou seus ombros para baixo, fazendo-a apoiar o peito e o rosto contra o chão de terra. A bunda dela ficou empinada, o vestido subindo pelas coxas.
Sem pressa, ele abriu as fivelas da parte inferior da armadura. O som metálico ecoou no celeiro vazio. Seu pau grosso e quente saltou para fora, já duro de excitação pela vitória. Ele se ajoelhou atrás dela, levantou o vestido até a cintura e rasgou a fina roupa de baixo com os dedos de ferro.
— Por favor... — sussurrou Elena, a voz tremendo.
— Silêncio, troféu — ordenou ele. — Mulheres como você servem para uma coisa agora.
Ele segurou os quadris dela com as duas mãos enluvadas e pressionou a cabeça grossa do pau contra a entrada molhada da boceta. Empurrou com força bruta. Elena soltou um grito abafado quando ele a invadiu de uma vez só, abrindo caminho fundo dentro dela. Garrick começou a meter com estocadas pesadas, o metal da armadura rangendo a cada movimento.
— Esse reino é perdido — repetiu ele entre dentes, socando mais fundo. — E você agora é minha puta de guerra. Toda vez que eu quiser, vou te foder assim... no chão, como uma cadela vencida.
O som molhado da carne batendo preenchia o celeiro. Ele metia sem piedade, o pau grosso entrando e saindo rápido, as bolas batendo contra ela. Elena gemia e choramingava, os dedos cravados na terra, o decote do vestido cada vez mais baixo, expondo quase completamente os seios.
Depois de longos minutos de foda violenta, Garrick grunhiu alto dentro do elmo. Seu corpo inteiro tremeu e ele gozou forte, jorrando porra quente e grossa bem fundo dentro dela.
Ele ficou parado por alguns segundos, ofegante, o pau ainda enterrado. Então, sem tirar, ele se inclinou sobre ela, a voz baixa e cruel:
— Não pense que acabou, troféu. Esse reino perdeu tudo... e você ainda tem muito para me dar.
Ele puxou o pau para fora, viu o sêmen escorrendo pela boceta inchada, e mirou mais acima. Cuspiu na mão enluvada e esfregou a saliva no cuzinho apertado de Elena.
— Não... aí não... — implorou ela.
Garrick apenas riu por baixo do elmo.
— Tudo que era do seu reino agora é meu. Inclusive esse cu virgem.
Ele forçou a entrada com um golpe firme. Elena soltou um grito rouco quando o pau grosso invadiu seu ânus. Garrick segurou os quadris dela com força e começou a meter no cu com a mesma brutalidade, o som da bunda batendo contra a armadura ecoando alto — plap, plap, plap, plap.
— Toma no rabo, sua princesa caída — rosnava ele. — Esse reino é perdido... e você é só mais uma buraco para o vencedor usar.
Ele socava cada vez mais forte, o metal frio da armadura contrastando com o calor do corpo dela. Elena choramingava e gemia, o rosto sujo de terra, enquanto o cavaleiro continuava fodendo seu cu sem piedade, repetindo entre estocadas:
— Esse reino... está... perdido...
Só quando gozou pela segunda vez, enchendo o ânus dela de porra quente, ele finalmente puxou o pau para fora e se levantou, deixando Elena caída no chão, tremendo, com o vestido rasgado e o sêmen escorrendo de ambos os buracos.
Ele fechou as fivelas da armadura e olhou para baixo, a voz fria dentro do elmo:
— Fique aí. O troféu não se mexe até o dono mandar.
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