Família grande
Para o leitor entender os acontecimentos, temos que fazer uma preliminar. Somos onze irmãos, logo depois de meus pais casarem, minha mãe engravidou seguidamente todos os anos. As penúltimas a nascerem foram as gêmeas Nancy e Marly, gêmeas univitelinas(idênticas) e os últimos fomos eu (Alberto) e meu gêmeo Adalberto, também univitelinos. Para prover todos os filhos, meus pais mudaram-se para uma chácara bem grande, onde meu pai construiu um galinheiro enorme, um telheiro onde mantinha duas vagas de leite e vários canteiros com todas as verduras e legumes que se pode imaginar. Tínhamos duas kombis, nas quais éramos transportados normalmente com cestas de ovos no colo para ir distribuindo a caminho da escola. Tudo na casa de três quartos e dois banheiros era adaptado para aquela multidão de filhos, até duas "casinhas" para as necessidades urgentes tínhamos à disposição. Os vidros dos boxes eram opacos já que para evitar murros nas portas, papai não deixava trancarmos as portas do banheiro. E foi aí que tudo começou, eu estava com dezesseis anos, idade das punhetas, logo cedinho com todo mundo se preparando para ir para a escola, eu estava em baixo do chuveiro tocando uma, quando uma das gêmeas abriu a porta do banheiro, eu pensando que era o Adalberto abri a porta do box para saneá-lo mostrando meu pau esporrado, ao constatar meu engano, fiquei paralisado, sem ação com a rola apontada para uma das gêmeas e ela com o olho arregalado, parecia hipnotizada por minha caceta. Meu irmão entra atrás dela e puxando-a pelo braço. joga-a para fora do banheiro, entrando no box comigo e eu contei para ele o acontecido, perguntando-lhe se ele sabia qual das gêmeas ele tinha puxado pelo braço, ele também não sabia. Acabamos o banho e as duas estavam na porta do banheiro, ambas com uma expressão de sacana no rosto. Diante da impossibilidade de sabermos qual das duas tinha me dado o fragrante bolamos um plano. Deixamos as duas gêmeas entrarem na frente na Kombi para elas obrigatoriamente sentarem no último banco , que nessa época já era dirigida por uma de nossas irmãs mais velhas e subimos logo atrás delas, colocando no colo das duas cestas de ovos enquanto eu e Adalberto segurávamos um vasilhame de alumínio cheio leite cada um. Já na estrada, fiz sinal para meu irmão e ao mesmo tempo pegamos uma mão de cada gêmea colocando-as em nossos paus, achando que a que não tinha visto a rola dura ia puxar a mão e talvez até fazer um escândalo e que nos custaria mais uma surra, mas já estávamos acostumados. Para nosso surpresa ambas seguraram nos roliços e sorriram uma para outra. Fizemos a viagem inteira de pau duro sem podermos fazer nada, eventualmente elas davam uma mexidinha como se fossem nos punhetar, mas assim que nos animávamos, elas paravam e riam uma para outra. Chegamos no colégio e corremos para os reservados do sanitário para aliviar a dor no saco, mas tinha ficado a lição, as duas gostavam de segurar uma piroca. Na volta, nem precisamos controlar a entrada, as duas já entraram e assumiram os dois lugares que todos detestavam os do meio do último banco. No caminho todo, alisamos as coxas das duas e várias vezes, Nancy que estava a meu lado alisou minha piroca, depois do almoço, quando todos sentamos na grande mesa para fazer as lições, sentamo-nos entre as duas e as malandrinhas estavam usando shortinhos larguinhos, assim que abri o livro na minha frente baixei a mão direita e fui com o dedo direto no grelo da Marly que fez uma carinha de tesuda e eu passei a massagear aquele grelo durinho com meu dedo médio, até ela cruzar os braços sobre a mesa e baixar a cabeça sobre eles, só então Adalberto sacou a sacanagem, mas para azar dele, as duas levantaram juntas e foram ao banheiro, na volta, Nancy sentou-se a meu lado e voltei a fazer a mesma manobra, com uma diferença, Nancy diferente de sua gêmea deu alguns pulinhos na cadeira, mostrando ser mais tesuda que Marly e gozou também com a cabeça em cima dos braços cruzados, quando fui tirar um sarro do meu irmão, ele cortou meu barato dizendo que enquanto eu masturbava Marly, Nancy batia uma gostosa para ele. Fiquei puto. No fim da tarde quando fomos recolher os ovos no galinheiro, levei Marly para um cantinho e ela bateu uma gostosa punheta para mim, enquanto eu chupava seus peitinhos. No dia seguinte, um sábado, pela manhã tivemos que ajudar nosso pai e nosso irmão mais velho a limparmos o galinheiro enquanto as gêmeas ajudavam minha mãe a arrumar a casa e os demais irmão foram incumbidos de levar a produção para a cidade. No fim da tarde, novo tumulto, todos se arrumando ao mesmo tempo para irmos ao baile do clube. Nossos pais ficaram em casa e fomos os nove nas duas Kombis já que dois estudavam fora. Adalberto se ofereceu para guardar as chaves dos veículos, nossas irmãs mais velhas inocentemente as entregaram a ele. Entramos todo juntos na quadra do clube onde estava começando o baile e eu abracei a Marli e a levei em direção ao estacionamento, seguidos de perto pela gêmea e por meu irmão, entramos cada casal em uma kombi. Coloquei Marli ajoelhada no banco de trás de costas para mim, levantei sua saia, tirei sua calcinha, colocando-a em meu bolso e ela mesma apoiando o corpo no encosto do assento e abriu as nádegas com as mãos, virou a cabeça para trás oferecendo-me os lábios, troquei meu primeiro beijo de língua com minha irmãzinha, enquanto fazia pressão com meu pau em seu anelzinho virgem . Ela deu um pulinho quando a cabeça entrou, segurei seu quadril e vi as lágrimas rolarem por seu rosto. Parado, passei a língua em seu pescoço, a danada gemendo de dor, foi empurrando lentamente a bunda para trás, eu já estava pronto para gozar quando ela com voz sofrida fala : Me fode irmãozinho, a muito tempo esperamos por isso. Passei a mover o corpo para trás e para frente, enquanto minha irmã mexia na própria buceta e gozamos gostoso. Limpei o vidro da Kombi para ver como Adalberto estava se saindo, mas o vidro do veículo dele também estava embaçado, resolvi mamar mais um pouco na minha irmã, quando alguém bate na lataria, dizendo: Alberto, abre aí, vamos trocar. Abri a porta e Nancy entra com parte das roupas na mão e para surpresa minha de Adalberto, gruda Marly em um beijo bem safado e diz: Agora não precisamos mais brincarmos sozinhas, eles vão nos comer por muito tempo. Pusemos nossas irmãs ajoelhadas no banco uma ao lado da outra e pude constatar que as duas eram identicas até no diâmetro do cu.
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