#Lésbica #Sado #Teen #Virgem

Mulher de malandro

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Sandra

Bem novinha fui descabaçada pelo Luizão e quando ele caiu em cana, fui morar no barraco do meu irmão, no morro ninguém se atrevia mexer comigo, não só por causa do meu irmão, mas também por saberem que Luizão em pouco tempo poderia estar de volta. Eu vivia subindo nas paredes, só batendo siririca, o dia que conseguiram uma documentação me dando a idade de dezoito anos, Marcão colocou meu nome para as visitas intimas, os guardas do presidio sabiam que eu e outras novinhas usávamos documentos falsos, mas faziam vistas grossas e nos tratavam com muito respeito e nós entravamos para foder muito. Na ala reservada para os encontros, eram só gemido e gritinhos o tempo todo. Na primeira visita que fiz, Dona Carmem, uma carcereira que só ia ao presidio para fazer revistas arregalou o olho logo que me viu, achei que ia sujar, mas ela se aproximou e fez uma revista minuciosa no meu cu e na minha buceta e eu entrei na ala já tesuda, não só pela seca de meses sem meter, como também pela som do pessoal metendo, umas gritavam como loucas, outras choramingavam e falavam besteira e sentei naquela piroca dura e quiquei desesperadamente, fiz meu macho gozar duas vezes em meia hora de visita e gozei três. Por várias semanas seguidas, Dona Carmem me revistou usando aquela luva grossa, mas naquele sábado, ela tirou a luva e quando eu deitei na maca para ser revistada, ela não enfiou os dedos na minha buceta como é para fazer, ela massageou meu grelo falou para a outra carcereira: "Amanhã vou ter que dobrar na carceragem da delegacia do Município, doze horas de dia, é mole?". Entrei e dei gostoso para meu macho, sem comentar com ele daquela dedada gostosa. No dia seguinte, logo que acordei, coloquei meu biquininho, joguei um camisão por cima e peguei o ônibus para praia que passava perto da delegacia. Dei um tempo no ponto que desci e logo que vi que não tinha nenhum conhecido por perto, fui em direção a delegacia. Entrei pela lateral e toquei a campainha da carceragem, um guarda veio atender e eu perguntei pela Dona Carmem, ele gritou: "Galega, tem uma novinha te procurando". Ela colocou a cara para fora da sala onde estava e fez sinal para o cara me deixar entrar. Assim que entrei na sala que só tem um beliche e um conjunto de armário, a Clara abriu meu camisão, alisou minha cintura já me arrepiando toda e caiu de boca no meu pescoço, não teve jeito minhas pernas começaram a tremer e passei a gemer como uma putinha. Passei a mão para trás do meu corpo e soltei o laço do meu sutiã, ela como uma loba abocanhou um de meus seios esfregando os dedos no meu biquini bem em cima da minha racha, percebi logo que a carcereira sabia fazer uma mulher gozar e foi o que fiz. Com o corpo inteiro tremendo gozei pela primeira vez sendo bolinada por uma mulher. Ela me deitou na parte de baixo do beliche baixando a calça do meu biquini que eu acabei de tirar com os pés e ela abocanhou minha buceta como uma fera faminta, gozei forte, mais forte de que quando gozava na pica do Luizão, só então a loira tirou a calça e a calcinha, exibindo um grelo enorme e duro, me colocou de quatro, abriu minha nádega esfregando aquilo que até parecia um pintinho no meu cuzinho fazendo-me sentir uma puta vontade de gozar novamente, enfiei dois dedos na minha buceta encharcada e com o dedão massageei meu grelo, foi o gozo mais forte de todos que eu tinha tido até então ouvindo o rugido de prazer da machinho. Cai no colchão sem lençol quase desfalecida. Ela me beijou a nuca e me deixou descansar um pouco. O guarda bateu na porta da sala avisando que a comida das presas estava chegando e Carmem mandou eu colocar a roupa. Naquela noite quando deitei, senti aquela sensação do grelo de Carmem cutucando meu anel e me masturbei gostoso. Na quarta feira, liguei para a delegacia e falei com minha macho, ela me deu o endereço da pensão onde morava e passei a ir toda semana na visita ao Luizão aos sábados e nas terças ou quinta a noite na pensão de Carmem, até o Luizão sair. Na primeira noite dele em liberdade, esfreguei minha bunda em seu pau, ele me deu um tapa na cara, dizendo que cu é coisa de cadeia e meteu a noite inteira na minha buceta. Deixei de ir na pensão de Carmem com medo que Luizão descobrisse. Seis meses só tomando rola via vaginal recebi a notícia que Luizão tinha sido preso novamente e enquanto ele não podia receber visita, fui a delegacia, não era dia de serviço da Carmem, mas quando eu ia indo embora, vi um investigador que vivia dando batida no meu morro. Ele com aquela cara de sacana diz: "Aí novinha, essa vida de mulher de vagabundo é foda, não é mesmo? O Luizão está na grade de novo". Puta da vida respondi: "Por pouco tempo". Quando eu dei as costas para ir embora ele falou: "Ei gatinha, vamos ali tomar um negócio". Quase disse que com polícia não, mas aquela carinha de safado me convenceu. Ele tentou tirar de mim informações sobre o morro, quando viu que não ia conseguir, na maior cara dura fala : "E essa bundinha, tem jogo?". Nossa, meu cuzinho piscou e sorri. Ele me instruiu, como chegar em um hotel discreto e foi na frente, subi as escadas e vi no fim do corredor porta de uma suíte aberta e entrei. O cara me deu um amaço gostoso, durante o qual, tiramos toda nosso roupa. Já completamente entregue, ajoelhei na beira da cama e ele de pé atrás de mim esfregou a cabeça da pica na minha entradinha, todos os músculos do meu corpo passaram a tremer e o sacana continuou me torturando só esfregando a pica no meu rego e na portinha até que eu implorei: "Me fura, vai, me arromba, mete a pica em mim". O macho me puxou ao mesmo tempo que empurrou a piroca, vi um clarão e uma dor insuportável e chorando voltei a implorar: "Tira, tira, você me rasgou toda, aí caralho, tá doendo muito". O policial com nítida satisfação na voz diz: "Tu não é mulher de malandro, rebola na pica do polícia". Aceitei a sugestão e passei a rebolar na tentativa de diminuir a dor e ele já com o pau todo enterrado em mim, passou a esfregar o dedo na minha buceta. Assim que recebi aqueles jatos de porra no fundo do meu cu, gozei como uma puta. Daquele dia para cá, tornei-me informante da polícia e já dei o cu para quase todos os investigadores que acabei conhecendo.

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