Durante a graduação
Relatarei os principais fatos obedecendo a linha do tempo. Aos dezoito anos incompleto, eu morava em um bairro de classe média já próximo saída de minha cidade do Litoral de São Paulo. Acordava as quatro e meia da manhã para as cinco estar encostada no balcão da padaria da esquina de casa, de olho para não perder o ônibus fretado para ir para o ABC Paulista para assistir aulas do primeiro ano de engenharia. Naquele ano, éramos apenas cinco mulheres no ônibus de quarenta e quatro lugares, eu era a última a embarcar na ida e a primeira a desembarcar na volta. Ainda cabaço, tinha certeza que acabaria namorando algum dos rapazes do ônibus, até que o filho do dono da padaria que servia meu café e preparava meu sanduíche todas as manhãs, criou coragem e me convidou para ir a um show de música em um sábado. Marcos é o fenótipo do português, branco, olhos e cabelos castanhos, atarracado e sempre bem humorado. Começamos a namorar e ainda naquele ano, às vésperas do natal, em uma tarde ensolarada, aproveitando o horário de folga de Marcos, subi a sua casa que é em cima da padaria e chupei pela primeira vez uma pica. Nossa achei uma delícia. Passei a tomar leitinho toda a tarde. Assim que Marcos passava o serviço da gerencia da padaria para sua mãe, já subia, tomava banho e me esperava para ordenha-lo e em janeiro, já estava chupando minha buceta com perfeição, levando-me a gozos fenomenais. Vendo que a coisa ia evoluir, passei a tomar pílulas e não deu outra, em uma tarde antes do início das aulas do segundo ano, nos trancamos no quarto de Marcos e mais uma ver estávamos fazendo um sessenta e nove, surpreendi meu macho, deitando-o com a pirocava para cima, ajoelhei com um joelho em cada lado do seu quadril, segurei a piroca e desci devagarinho. Senti cada um daqueles quinze centímetros me rasgar por dentro, louca para gozar aprendi rapidamente a quicar e recebi porra no meu canal vaginal. Passamos a meter quase todos os dias e já aprovada no segundo ano, inicio de dezembro, fui morar na casa dos pais de Marcos. Naquele verão quente, me adaptei ao horário de Marcos, acordávamos as quatro da manhã, eu descia com ele para ligar as máquinas, fazia o café e depois subia para arrumar nosso quarto ou pegar o ônibus fretado nos dias úteis. Em uma daquelas tardes, eu já viciada em pica, inventei de dar o cu. Marcos tarado como é, não perdoou, assim que viu meu anelzinho piscando para ele, puxou meu quadril, eu que estava de quatro, ao sentir meu anel ser invadido, gritei de dor e elevei meu corpo ajoelhando, com dor até na alma, mas o portuguesinho esperto, me segurou e não deixou a cabeça sair, empurrando meu corpo para eu voltar a posição de quatro, Marcos não sei se por nervoso ou se por tesão, passou a dar tapas nas minhas nádegas, me levando a um tesão louco, quando já tinha enterrado tudo no meu cuzinho, dobrou o corpo e encostou o dedo no meu grelo, foi minha primeira convulsão de prazer em que eu pedi para ele bater mais e mais forte. A partir daquele anal violento, nossa cama mudou, passamos a nos comer como dois loucos e passamos um período muito gostoso, mas Marcos passou a falar e insistir que queria me ver foder com um dotado, já tinha até sugerido um nome, aquilo pareceu quebrar o encanto e não tendo com quem conversar, em uma manhã chuvosa, sentei ao lado da Lucy, a única outra mulher que no quarto ano da faculdade, continuava usando o mesmo fretado que eu. Me aconcheguei naquela manhã fria em seu ombro e dormi, coisa que não costumava fazer, acordei na frente do Campus com um beijinho carinhoso na testa dado por minha colega. Sem graça e ainda tentando me encontrar retribui o beijinho com um selinho. Assisti as aulas sem nenhuma novidade e ao final, com aquele friozinho do ABC Paulista, corri para o ônibus onde minha colega tinha guardado o lugar a seu lado para mim, na volta Lucy me fez carinhos dissimulado nas mãos, só estranhei quando ela alisou meus seios, em um carinho que eu já nem lembrava mais como era, pois com Marcos a coisa estava mais selvagem que nunca. Nos despedimos com um novo selinho. Almoçamos e ainda pensativa sobre aquele carinho nos seios feito de forma tão gostosa, dei a meu companheiro a desculpa que minha mãe queria falar comigo e fui para a casa dela, levando meu notebook. Chegando lá falei rapidamente com minha mãe e me tranquei em meu antigo quarto, assim que liguei o notebook vi que Lucy estava online e a chamei por uma ligação por vídeo, ela me atendeu com seu belo sorriso e usando só um casaquinho de cachemira bem decotado direto na pele. Começamos a conversar besteiras, até que arisquei falar do decote e ela em um gesto rápido tirou a vestimenta exibindo-me seus seios redondos com aureolas rosas e mamilos pontudos, perguntando se daquele modo ficava melhor, estranhamente minha boca salivou e eu resolvi mostrar meus seios também, tirei minha blusa de flanela e meu sutiã, ela com os olhos arregalados disse: "Eu tinha certeza que você é uma falsa magra, de roupa, ninguém diz que você tem uns seios tão bonitos, aposto que tem um grelo bem grande". Aquele comentário me deixou cheia de tesão e respondi que não sabia pois nunca tinha visto outro grelo de perto para poder comparar. Ela sensualmente falou que poderia dar uma opinião se visse. Rimos nervosamente, para deixar a conversa mais leve, perguntei se ela tinha namorado e naquela altura, a resposta de que tinha rompido com a namorada não me surpreendeu e passou a me contar como tinha sido seduzida por uma colega de escola quase me levando a uma masturbação. No fim da tarde, Marcos tentou me agarrar, mas estranhamente apesar de adorar meter, eu aleguei que não estava bem e que precisava estudar. Sentei na mesa da sala, onde costumava estudar e juro que tentei, mas a visão daqueles seios não saia da minha cabeça. Na manhã seguinte, uma sexta feira, trocamos carinhos bem disfarçados no ônibus e eu a convidei para almoçar comigo. Descemos em frente da padaria e quando subi, percebi que Marcos estava tomando banho, bati na porta do banheiro e o avisei para não sair nu pois tínhamos visita. Almoçamos os três e Marcos foi deitar, o pai dele desceu para ajudar a minha sogra na padaria, eu e Lucy abrimos nossos livros e logo passamos a ouvir Marcos roncar, sem perder tempo trocamos nosso primeiro beijo na boca demorado e lascivo que fez minha rachinha humedecer minha calcinha e passamos a nos alisar, o toque de Lucy era algo muito diferente do que eu estava acostumada, provocava-me arrepios em todo o corpo, suas mãos habilidosas pareciam penas alisando meu pescoço e ela ajoelhou na frente de minha cadeira eu cheia de tesão abri as pernas, ela entrou por debaixo da minha saia, afastando minha calcinha exclamou: "É enorme". Dizendo isso, abocanha meu grelo, levando-me instantaneamente a um orgasmo profundo, devo ter gemido alto demais, pois Marcos parou de roncar e gritou do quarto pedindo que eu levasse para ele um copo de agua. Levei a agua ainda tremendo por efeito daquele gozo forte e quando voltei para sala, Lucy já tinha arrumado as coisas para ir embora. Antes de abrir a porta para ela sair, trocamos mais um beijo maravilhoso quando conheci o gosto de buceta na boca da minha amante. Voltei a fingir que estava estudando e não resisti, mandei uma mensagem para Lucy perguntando a que horas poderíamos estudar em sua casa, já que seria sábado, ela retornou com o endereço e apontando o horário de nove horas. Aquela noite demorou a passar e antes do despertador tocar, acordei meu companheiro e cumprimos o ritual das manhãs, juntei meus livros e avisei que tentaria cobrir a matéria toda até a hora do almoço, mas se não conseguisse, antes do fim da tarde eu estaria em casa. Chegando no apartamento de Lucy, constatei que só ela estava em casa, vez que seus pais são feirantes e seu irmão os ajudava na barraca. Nos beijamos avidamente e caminhamos para o quarto agarradinhas, nos despimos ao lado da cama e pudemos finalmente dar o direito a nossas mãos de conhecerem nossos corpos. Nos jogamos na cama fazendo nossos seios se esfregarem dando-nos uma sensação maravilhosa, estranhamente, naquele momento, senti-me mais mulher do que nunca e nos posicionamos em nosso primeiro sessenta e nove cheio de carinho e toques mágicos, gozei de modo diferente , profundamente mas sem pressão, de um modo leve, trocando carinho o tempo todo e fodemos a manhã toda. Com a chegada da família de Lucy demos uma parada, mas logo nos trancamos em seu quarto e continuamos a nos deliciar. Tão logo começamos os estágios, passamos a nos encontrar em hotéis do ABC e quando nos formamos, abandonei o Marcos. Eu e Lucy alugamos um apartamento em São Bernardo e estamos morando juntas a dois anos.
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Comentários (2)
Klaus Black: 5 estrelas, conto maravilhoso.
Responder↴ • uid:1czjyuufs3z1Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk