Banheirão passivo amador – Pegação gay em banheirão público
O dia começou como qualquer outro em Recife, mas terminou com meu cu ardendo, a boca cheia de porra e a cabeça explodindo de tesão por mais. Sou branco, cabelos bem pretos, 1,69 de altura, um bumbum bem generoso de 112 cm que balança quando ando e, confesso, tô um pouquinho acima do peso, mas isso só deixa minha bunda mais macia e convidativa pros machos que gostam de carne. Vou contar umas experiências bem reais que vivi por aí, e essa aqui foi das que não dá pra esquecer nunca.
Leia também: Comi o irmão gay da minha namorada e descobri um prazer que me viciou pra sempre.
A pegação entre homens em banheiros públicos, saunas e cantos escondidos é coisa velha em qualquer cidade grande, especialmente entre nós, os caras que curtem rola sem frescura, assumidos ou não. Mas vamos direto pro que importa, porque só de lembrar meu cu já lateja de novo.
Acordei cedo como sempre, tomei um café rápido na cozinha do meu apê no bairro de Boa Viagem, peguei a bike e pedalei até a universidade no centro. Aulas de manhã, almoço em casa com minha mãe reclamando do trânsito, depois voltei pra mais duas horas de aula. Tudo normal, até que no dia anterior minha amiga Júlia me encheu o saco pra eu ir com ela ao mercado Boa Vista, porque ela tava com medo de ir sozinha. Eu disse não umas dez vezes, mas ela insistiu tanto que acabei cedendo, resmungando.
Pouco depois das quatro da tarde saí da faculdade, guardei as coisas na mochila e fui encontrar ela no ponto combinado. Cheguei, olhei o relógio, ela ainda não tava lá. Fiquei puto da vida, já ia ligar pra xingar quando ela apareceu toda sorridente, desculpando-se com aquela voz manhosa. Entramos no mercado, pegamos as coisas da lista dela, mas logo senti uma vontade forte de mijar. Falei pra Júlia que ia rapidinho no banheiro e segui pro fundo do lugar.
Entrei direto no box como faço sempre, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos e saí. Foi aí que senti o clima estranho: uns cinco ou seis caras, todos parecendo normais, trocando olhares rápidos entre si e depois cravando os olhos na minha bunda. Meu coração acelerou. Saí rápido, mas na porta do banheiro parei. Lembrei de todas as vezes que bati punheta vendo vídeos de banheirões, sonhando em ser o putinho de plantão. Meu pau deu sinal de vida só de pensar. Respirei fundo e voltei, fingindo que tinha esquecido algo, passando a mão nos bolsos.
Quando entrei de novo, o ar mudou. Todo mundo já sabia. Eu sabia. Eles sabiam que eu queria.
Não demorou nem dois minutos. Um cara de uns 24 anos, pele morena, cabelos lisos até o ombro, uns 5 cm mais alto que eu, se aproximou com aquele olhar faminto. Sem dizer uma palavra, me puxou pro último box, trancou a porta e abaixou o short. A rola dele pulou pra fora: grossa pra caralho, veias saltadas, uns 21 cm fácil, cabeça rosada brilhando. Ele segurou minha nuca e falou baixo, com sotaque pernambucano bem marcado:
— Chupa, viado. Engole essa pica.
Fiquei meio receoso, coração batendo na garganta, mas o tesão falou mais alto. Caí de joelhos no chão frio do banheiro do mercado Boa Vista e abri a boca. O cheiro dele era forte, suor do dia misturado com algo masculino que me deixou louco. Mal cabia na boca. Era seco, então cuspi bastante, lambuzei tudo com saliva quente e comecei a mamar como se minha vida dependesse disso. Chupava com vontade, língua girando na cabeça, descendo até as bolas pesadas. Ele agarrou meus cabelos pretos com força e começou a foder minha garganta, me fazendo engasgar, baba escorrendo pelo queixo.
— Isso, engole tudo, sua puta gulosa — ele rosnava baixo, empurrando até a base.
De repente, num movimento bruto, ele enfiou tudo. A cabeça grossa rasgou minha garganta e eu senti lágrimas nos olhos, mas meu pau tava duro pra caralho dentro da calça. Enquanto eu engasgava, ele sussurrou:
— Quero ver esse cuzinho rosado agora.
Meu corpo inteiro tremeu. Nunca tinha dado pra estranho em banheiro público, mas naquele momento eu só queria ser arrombado. Ele mandou eu abrir o zíper e abaixar tudo. Fiz rapidinho. Com uma mão só ele abriu minha bunda generosa, viu meu buraco piscando e, pra minha surpresa total, se ajoelhou e começou a chupar meu cu com fome. Língua quente, molhada, entrando, girando, sugando. Cinco minutos de puro delírio, meu cu babando de saliva.
De repente a porta do banheiro principal abriu. Silêncio total. Abri os olhos e vi: todos os outros caras que estavam lá antes agora tavam em pé, olhando por cima da divisória, pau na mão, se masturbando devagar. A porta bateu de novo e o moreno me jogou contra a parede fria. Tirou uma camisinha do bolso, colocou, cuspiu na mão, passou no meu cu e no pau dele. Encostou a cabeça grossa na minha entrada e, sem aviso, empurrou.
A dor foi imediata. Gritei baixo, mordendo o braço pra não fazer barulho. Aquela rola de 21 cm abrindo meu cu virgem de banheiro como se fosse manteiga. Eu me contorcia, lágrimas escorrendo, mas ele não parava. Centímetro por centímetro até estar todo dentro. Respirei aliviado por um segundo, mas aí ele colou a boca no meu ouvido e sussurrou com voz rouca:
— Se prepara, negão. Agora vai doer gostoso.
E começou a socar. Sem piedade. Fundo, rápido, seco no começo, cada estocada fazendo meu cu queimar. A dor virou um prazer alucinante, meu cu piscando em volta daquela pica grossa enquanto os outros assistiam. Eu só gemia baixinho:
— Ai, caralho… tá muito grosso… me arromba…
Ele me virou, sentou no vaso e fez sinal pra eu cavalgar. Obedeci como um putinho bem treinado, de costas pra ele, e comecei a quicar. Meu bumbum grande batendo contra as coxas dele fazia um barulho molhado delicioso. Ele não aguentou meu ritmo lento: me segurou pela cintura com as duas mãos e começou a meter com força de baixo pra cima, me levantando e descendo como se eu fosse um boneco. Meu cu doía, ardia, mas eu tava no céu.
De repente ele me tirou de cima, arrancou a camisinha e me jogou no chão do box.
— Abre a boca, vadia.
Abri sem pensar. Jatos quentes e grossos de porra branca inundaram minha língua, meu céu da boca, escorrendo pelos cantos. O gosto era salgado, forte, viciante. Ele gozou tanto que transbordou. Quando terminei de engolir o que deu, ele já tava saindo do box, fechando o short.
Os outros não perderam tempo. Um por um entraram. Um cara careca de uns 30 anos me fez chupar enquanto outro metia os dedos no meu cu aberto. Outro gozou direto na minha cara. Eu abria a boca pra cada um, engolia o que conseguia, cuspia o resto no chão. Nenhuma porra foi tão boa quanto a do primeiro, mas todas me deixaram mais puto ainda.
Quando saí do banheiro, pernas tremendo, cu latejando, Júlia me esperava preocupada. Inventei que tinha passado mal e fomos embora. Mas dentro de mim só pensava: “Quero mais. Quero voltar aqui. Quero encontrar aquele moreno de novo e deixar ele me arrombar até eu não aguentar mais.”
Se você curtiu essa aventura real minha, imagina o que ainda vem por aí… banheiros da Avenida Boa Viagem à noite, saunas no Recife Antigo, talvez até um motel em Olinda com mais de um cara me usando ao mesmo tempo. Meu cu ainda tá sensível hoje, mas já tô planejando a próxima. Quem sabe eu não posto mais detalhes, fotos e vídeos das próximas putarias?
Pra acompanhar todas as minhas aventuras bem safadas e reais, é só me procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Me conta nos comentários: você já deu em banheiro público? Qual foi a rola mais grossa que já sentou? Quer que eu conte a próxima vez que eu voltar pro mesmo mercado e encontrar aquele moreno de novo? Deixa seu like, comenta e me segue pra não perder nenhuma sacanagem que eu viver por essas ruas de Pernambuco. Porque eu prometo: a próxima vai ser ainda mais pesada, mais dolorida e mais gostosa.
Tô esperando você lá.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
19cm grosso olinda: Quero fuder seu cu e leitar
Responder↴ • uid:5h70649kMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk