Aconteceu...
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
Devo iniciar meu relato confessando que não me arrependo.
Nunca pensei em trair meu marido, muito menos ter intimidades com outra mulher.
Meu nome é Silvana, cabelos castanhos, olhos castanhos, seios de médio para grande, quadril largo, bumbum bonito e carnudo, 1,75 m magra.
Moro em um condomínio fechado com meu marido com quem sou casada a dez anos, na época dos fatos, eu contava com trinta e cinco anos e meu marido com quarenta e dois. Nosso casamento já era bem gostoso, até então, bem tradicional, nos amávamos com regularidade, sem sobressaltos, até que mudou para a casa ao lado da nossa a Daniela e o Luiz, ambos muito bonitos, portes atléticos e muito sensuais. Logo nos primeiros dias, eu e Dani passamos a correr juntas pelas alamedas do condomínio e notei que ela me olhava com um ar estranho, posso dizer até que com certa malícia, o que era muito gostoso, mas atribui ao fato de que, por ela ser sensual como era, meu subconsciente estava me pregando uma peça e não dei importância ao fato. Já com algumas semanas naqueles encontros diários, ela fazia questão de enxugar meu suou com a toalha dela e o dia que ela entrou em casa após me enxugar cheirando a toalha em seguida, fez minha bucetinha piscar e minha auto estima foi lá em cima. Entrei direto no banho, quando terminei, lembrei que o top que eu queria usar ainda estava dependurado no varal da área de serviço, que fica a distância da largura de dois carros da área de serviços de Dani, coloquei a bermuda e enrolei uma toalha na parte de cima do corpo e saí rapidinho para pegar o top, Dani estava na porta que liga sua área à cozinha e sorriu ao me ver, fiquei sem ação por alguns segundos e ela maliciosamente fez sinal para eu tirar a toalha, eu tomada por sua sensualidade naquele movimento, abri a toalha exibindo meus seios, que modéstia a parte são muito bonitos. A expressão de Dani se transformou, seu rosto era de uma pessoa tarada pronta para atacar sua vítima, envergonhada por meu ato impensado, votei para dentro de casa e me tranquei o dia todo, sem conseguir esquecer a avidez que vi naquela expressão, assim que Paulo chegou, ainda envergonhada, contei tudo para ele, que ouviu calado e para minha surpresa ralou: "Seria uma delícia ver vocês duas juntas". Antes que eu pudesse reagir, Paulo me agarrou, levantou minha camiseta e mamou em mim, me levou para cama onde tivemos uma relação excepcional, especialmente porque quando notou que eu estava entrando em extasse, voltou a chupar um dos meus seios. Sem deixar ele perceber, imaginei Dani no lugar dele. Na manhã seguinte, fiz questão de correr ao lado dela, só pelas pistas principais do condomínio sem tocar no assunto, já no dia seguinte, ao passarmos ao lado do bosque, ela deu um pique em direção a pista entre as arvores. Percebi a manobra dela, mas depois do que tinha ouvido do meu marido, resolvi pagar para ver e a acompanhei, ela parou em um ponto em que as arvores em volta da pista são mais densas e quando me aproximei já sem ar ela me abraçou e deu-me um tempinho para eu recuperar a respiração e me beijou, saboreei cada segundo daquele beijo, sentindo minha bucetinha molhar e encostei minha cabeça em seu ombro dizendo: "Contei a meu marido que você está me seduzindo". Ela olhou no fundo dos meus olhos e voltou a me beijar, foi a primeira vez que eu alisei o bumbum de uma mulher sentindo prazer em faze-lo, minha sorte é que ela me puxou pela mão para continuarmos correndo, pois caso contrário eu me entregaria a ela ali mesmo. Entramos em nossas casas como de costume e no começo da tarde, chegou uma mensagem em um convite bem trabalhado onde estava escrito: "O casal Daniela e Luiz convidam Silvana e Paulo para um jantar intimo, hoje às vinte horas". Ansiosa como uma colegial, retransmiti a mensagem para Paulo que quase imediatamente respondeu : "Delícia". Atônita, mas tesuda por meu marido estar vibrando para me ver nos braços daquela mulher que mexia com meu libido, corri para o banheiro, passei creme em todo meu corpo, lavei os cabelos, enchi a banheira com sais e fiquei de molho um bom tempo, fiz lavagens profundas tanto em minha vagina quanto no ânus, depois de secar os cabelos fiz um coque, maquiagem leve e preparei meu tomara que caia branco que ficava agarradinho no meu corpo. Quando meu marido chegou, eu estava tremendo de nervoso e ele me beijou transmitindo-me segurança, ele colocou uma bermuda, uma camisa polo e calçou um mocassim só então coloquei meu vestido e um sapato baixo. Batemos na porta dos vizinhos. Luiz abriu a porta vestido de modo semelhante a Paulo e me deu um beijinho no rosto e em pé no meio da sala de estar estava minha amiga dentro de um vestidinho leve acinturado aparentemente tão nervosa quanto eu. Nos juntamos e sem qualquer palavra para o deleite de nossos maridos, trocamos um ardente e demorado beijo. Ela fala no meu ouvido: "Não sei como começar, você mexeu comigo como nenhuma outra mulher, embora eu e meu marido tenhamos fantasiado um momento como esse, isso nunca aconteceu". Olhei dentro daqueles olhos lindos e disse: "Também não sei, acho que o Paulo até tinha vontade, mas nunca falamos sobre isso, estou muito nervosa, vamos deixar acontecer". E nos beijamos e sentamos no sofá juntinhas. Os machos abriram uma garrafa de vinho e nos deram uma taça para cada uma, fizemos um brinde a nossa amizade e eles foram para a sala de jantar para petiscar nas duas tabuas de frios que estavam sobre a mesa, deixando eu e minha "namorada" na sala de estar, assim que nos vimos a sós, passamos a nos alisar e a trocar deliciosas chupadas em nossos pescoços sem nos importarmos com possíveis marcas e logo estávamos trocados mamadas e completamente loucas, passamos agarradas pela porta da sala de jantar em direção a suíte, com nossos vestidos enrolados nas cinturas. Quando os ansiosos maridos chegaram a suíte, já estávamos completamente nuas nos mordendo e enfiando nossos dedos em nossos orifícios produzindo gemidos e gritinhos safados. O que nos faltava em prática lésbica, nos sobrava em vontade de nos comermos e provavelmente por experiencias trazidas por nossas transas com nossos maridos, armamos um nervoso sessenta e novo. Nos chupamos como duas loucas em uma sinfonia de sons safados e gemidos do fundo de nossas almas até que gozamos profundamente uma na boca da outra. Levamos alguns segundos ainda conhecendo nossas bucetas, resolvemos sentar na cama e olhando para frente vi o cacete de Luiz apontando para o teto a poucos centímetros da minha cara, olhei para o lado, lá estava meu marido na frente da mulher que eu acabara de transar, não fiz charme, abocanhei o pau do meu vizinho e pelo estalo, minha vizinha gostosa estava chupando meu marido. Deitei com os joelhos para cima lado de Dani, enquanto os homens encapavam os cacetes trocamos mais um beijo delicioso com gosto de buceta e Paulo me penetrou. Apertei a mão de Dani que já estava levando a vara do meu marido na buceta, os dois gozaram juntos. Certamente como resultado da conversa dos dois na sala de jantar, ambos puxaram nossos corpos e deixaram nossas bucetas juntinhas e nossas pernas entrelaçadas. Luiz visivelmente excitado falou: "Esfreguem". Não foi preciso falar novamente, em dois ou três movimentos acertamos o ritmo enquanto nossos maridos maravilhados, cada um de um lado da cama, passaram a se masturbar e tivemos o nosso primeiro gozo grupal, enquanto nossa bucetas vertiam líquidos, os cacetas nos irrigavam com seus espermas. Aquela, foi a primeira noite a quatro.
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Comentários (1)
Casado: Que delicia de conto
Responder↴ • uid:2qkz7tpd2