Minha irmã nos seduziu
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
Logo que conclui o ensino médio, fui selecionado para cursar o ensino superior nos Estados Unidos, na época minha irmã Audrey tinha apenas seis anos. Durante meus anos de preparação, casei-me com Consuelo, uma Venezuela que também era bolsista da mesma organização que me patrocinava. Doze anos depois, já com um anos e meio de casados, aceitamos ofertas de emprego na Grande São Paulo. Já na primeira semana levei minha esposa para conhecer minha família que mora no Litoral do Estado. Fiquei impressionado com minha irmãzinha de vinte anos, linda e tão sensual quanto minha esposa e passamos a ter contatos todos fins de semana. Aquela menina mexia com meu libido. Encontramos uma casa em um condomínio fechado e nos mudamos para lá, minha esposa e minha irmã já havia estabelecido uma amizade bem sólida e as vésperas de um feriadão, Consuelo muito sem jeito me confidencia: "Tenho notado um comportamento meio estranho na sua irmã, não sei exatamente o que, mas estou preocupada". Tive que concordar, quando íamos ao Litoral, a menina largava tudo e nos acompanhava onde íamos, sempre fazendo questão de andar abraçada comigo ou com Consuelo, sempre com aquele fogo no olhar e exalando sensualidade. Para tirar a cisma, convidei Audrey a passar o feriadão em nossa casa nova. Quinta feira no fim do expediente, Audrey me aguardava em frente a firma, embarcamos no meu carro e fomos para minha casa. Ao chegarmos em casa, Consuelo já nos aguardava com uma sopa e bebida forte para acompanhar. Após tomarmos a sopa, nos deitamos no tapete da sala e passamos a mostrar fatos de nossas viagens para Audrey na televisão e quando voltei da cozinha onde fui buscar mais bebidas, as duas estavam trocando um beijo de fazer inveja a qualquer casal recém casado. Chocado, permaneci parado alguns segundo, as duas interromperam o beijo e minha irmã diz com voz sensual: "Hoje realizaremos nossas fantasias". As duas levantaram-se e dirigiram-se a suíte. Deitei-me ao lado delas já com meu libido no teto e abracei minha irmã por trás, enquanto ela mamava minha esposa, pincelei seu rego com minha caceta explodindo de dura e vejo Consuelo abrir as pernas para Audrey que ajoelhou na cama e baixou o corpo para enfiar a cabeça entre as pernas de minha esposa que eu sabia não ter até então qualquer experiencia lésbica, mas mostrava em suas feições toda sua excitação. Vendo aquela grutinha sem qualquer pelos vertendo liquido, enfiei meu pau na minha irmãzinha que passou a rebolar sem levantar a cabeça dos meios das pernas de minha esposa que choramingava de prazer e passei a fazer o movimento para trás e para frente com força hipnotizado com a visão e com o som produzidos por nós três. Enchi minha irmãzinha com meu esperma, gozando forte. Ao ouvirem meu uivo as duas entraram em extasse. Nos abraçamos e trocamos carinhos a três e depois de alguns movimentos, as duas passaram a me proporcionar uma chupeta em conjunto, elas sincronizaram os movimentos cada uma cuidando de uma parte de meu cacete, quando uma estava chupando a parte superior, a outra chupava a base e logo revessavam, gozei abundantemente e as duas limparam tudo, bebendo meu leite. Não satisfeitas, as duas belas posicionaram-se em um sessenta e nove tão excitante que não resisti e passei a filmar com meu celular, inclusive gravando o espetáculo das duas gozando loucamente uma na boca da outra. Dormimos os três na mesma cama. Acordei nu com as duas ajoelhadas a meu lado, assim que viram que eu já estava desperto Consuelo fala no meu ouvido: "Tenha um pouco de paciência, sua irmã quer experimentar o sexo por trás". Meu pau passou a ter a resistência do aço, Consuelo untou meu pau com creme para o corpo e minha irmãzinha ficou de cócoras enquanto minha esposa segurava a minha vara apontando para o cuzinho de Audrey, a menina baixou um pouquinho e a cabeça da minha rola sentiu o beijo do anal até então virgem, logo em seguida Audrey demonstra em sua feições as dores do rompimento de seu esfíncter e eu senti minha rola ser esmagada por um canal mais estreito que ela, minha esposa com feições de tarada hora mamava os peitos de minha irmã e hora beijava sua boca. Audrey mesmo com lágrimas nos olhos não parou de descer na estaca. Consuelo transtornada grudou Audrey em um beijo molhado e passou a manipular a buceta da empalada quando senti o anel piscar indicando que minha irmã estava gozando, enchi o cuzinho de esperma pela primeira vez. Passamos o feriadão nos comendo. Atualmente Audrey passa todos os fins de semana conosco.
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