Terra da Prostituição Adolescente: Um Parque de Diversões para Pervertidos
"Vamos lá, Teddy, me ajude a me sentir bem por dentro", disse a menina.
Capítulo 1: O Espetáculo de Palco...
Tom chegou à ilha de iate, foi buscado por uma limusine e levado ao castelo. O castelo era enorme. Tinha que ser, já que servia como hotel e área de lazer para os homens ricos que faziam parte do "Clube Padrão Ouro". Esses homens eram os frequentadores do PTP Land. Tom estava sendo recrutado para o tal clube. Um homem de terno preto esperava na vasta entrada do castelo enquanto a limusine chegava. O homem se apresentou como Sr. Erickson, o dono da ilha.
"Você chegou a tempo para o show, Tom, siga-me", disse Erickson. "Siga-me."
Tom foi conduzido pelo salão principal do castelo. O salão estava repleto de um número surpreendente de jovens garotas. Poderia ser o salão de uma escola só para meninas. Eles entraram em um auditório com algumas dezenas de mesas. Nas mesas, havia vários homens e até mesmo algumas mulheres. Bem no centro, um palco enorme.
"Acho que vocês vão gostar do show. Temos uma apresentação especial às 11h, 13h, 15h e 17h. Achamos que isso realmente ajuda a ativar a energia. Embora não seja como se a maioria dos convidados precisasse disso", disse Erikson.
A cortina se abriu e revelou no palco um berço gigante. O lado voltado para a plateia estava aberto. Dentro do berço, havia uma menina de 14 anos com uma camisola rosa que ia até um pouco abaixo da virilha. Ela também usava fraldas. Na boca, uma chupeta enorme. Seus cabelos loiros estavam presos em duas tranças com fitas rosas. Do outro lado, havia um urso de pelúcia gigante. Tom percebeu rapidamente que, na verdade, era uma pessoa, provavelmente outra menina, fantasiada de urso. O urso de pelúcia tinha um vibrador saindo do meio do corpo. O vibrador também era coberto de pelos, assim como o resto da fantasia do urso. A menina rastejou até o urso e o abraçou. Ela o beijou no nariz.
"Oh, ursinho, eu te amo tanto", disse a garota. "Hum, minha vagina está toda arrepiada."
A garota tirou a camisa e se deitou de costas. Com uma das mãos, enfiou a mão na fralda. Tom observou enquanto ela arqueava as costas e começava a gemer de prazer, se masturbando no palco. Ela estava no meio da masturbação quando o ursinho de pelúcia entrou em ação. Levantou-se e se aproximou da garota. Ao vê-lo chegar, ela tirou a mão da fralda e a removeu, revelando sua vulva depilada.
"Vamos lá, Teddy, me ajude a me sentir bem por dentro", disse a menina.
Ela se pôs de quatro e o urso se aproximou por trás. Ele enfiou a ponta do seu vibrador nela e começou a movimentá-lo para dentro e para fora. Ela começou a gritar de prazer.
"Ah, sim, Teddy, mais forte, mais forte. Me foda, Teddy, me foda." Ela chorou.
Tom mal podia acreditar no que ouvia e via. Enquanto observava a cena com os olhos fixos à sua frente, o Sr. Erickson começou a ficar excitado.
"Como você pode ver, Tom, este lugar está cheio de surpresas interessantes. E se você tiver dinheiro, pode realizar qualquer fantasia pervertida que desejar. Nossas garotas são profissionais que amam o que fazem. Elas têm entre 14 e 16 anos. Elas ganham dinheiro o tempo todo que estão aqui, e esse dinheiro é guardado para que, quando completarem 18 anos e não precisarmos mais delas, tenham acumulado uma pequena fortuna", explicou Erickson. "Por uma taxa anual razoável, você pode vir aqui quantas vezes quiser, aproveitar nossas instalações cinco estrelas e ter toda a buceta de pré-adolescentes que você puder imaginar. Depois do show, mostrarei algumas das instalações do Castelo."
Tom observou a garota sendo fodida pelo ursinho de pelúcia e se perguntou o que mais poderia estar reservado para ele.
O castelo e a pequena mulher...
Após o show, o Sr. Erickson acompanhou Tom pelo castelo e mostrou-lhe vários salões enormes reservados para entretenimento. O primeiro salão lembrava um clube de striptease, com garotas jovens fazendo pole dance usando apenas fio dental, e duas cabines reservadas para lap dances. No salão seguinte, havia garotas em uniformes escolares com a cabeça e os pulsos presos em cepos. Os convidados tinham o privilégio de dar palmadas nelas. Ou, se quisessem gastar um pouco mais, podiam bater com uma palmatória ou um cinto. Chegaram a um terceiro salão que estava cheio dessas garotas em uma orgia gigantesca! Elas estavam se tocando, lambendo as vaginas umas das outras ou se beijando, aparentemente alheias aos homens que as observavam ou até mesmo se masturbando e depois ejaculando iogurte umas nas outras.
A quarta sala era uma das mais interessantes. No centro, havia vários currais com chão de terra. Erickson e Tom se aproximaram do mais próximo e se juntaram à multidão que assistia ao espetáculo. Havia um banquinho acolchoado no meio e uma menina de 14 anos debruçada sobre ele. Um homem conduziu um bode para dentro do curral e até a menina, que estava com o bumbum empinado e as pernas um pouco afastadas. O bode, sem muito incentivo, a montou. Tom e Erickson observaram enquanto o bode começava a penetrá-la, enquanto ela gritava de prazer e implorava para que ele continuasse.
"SIM! VAI, SR. CABRA, ME FODE!" Ela gritou com um adorável sotaque sulista.
"CABRA! CABRA! CABRA!" gritava a multidão.
A multidão a incentivava enquanto ela se impulsionava para trás, encontrando as investidas selvagens do bode em sua doce vagina. Logo ela começou a gozar loucamente enquanto o bode ejaculava dentro dela. Quando o bode finalmente se afastou, o sêmen acinzentado do animal podia ser visto escorrendo de sua vagina quente.
"Ah, Savanah, ela é uma verdadeira jogadora de equipe. Ela faz praticamente qualquer coisa para divertir os convidados. E olha só que traseiro!!! Ela é uma das minhas favoritas", disse Erickson, com admiração.
Em seguida, passaram por uma sala bem menor, onde viram outra menina bonita de 14 anos. Ela era mais alta que a média, tinha longos cabelos castanhos, usava calça jeans azul justa e uma camisa preta do time de futebol americano Steelers. Usava óculos e estava sentada lendo um livro.
"Que quarto é este?", perguntou Tom.
"O quarto da Mallory", respondeu Erickson. "Ela está no intervalo dela."
"Ah."
Eles caminharam pelo corredor principal e uma menina de 14 anos se aproximou de Erickson. Ela tinha cabelos loiros na altura dos ombros e vestia calças cáqui e uma blusa verde. Tinha sardas e era magra. Aos olhos de Tom, ela era linda. Para surpresa de todos, a menina usava uma aliança de casamento.
"Oi, pai", disse a menina.
"Olá, Brianna", respondeu Erickson.
"Tom, esta é minha filha e minha esposa", explicou Erikson.
Tom ficou surpreso com esse pequeno anúncio. "Uhh, prazer em conhecê-lo(a)."
"Prazer em conhecê-lo também", disse ela, estendendo sua pequena mão para ser apertada.
Tom apertou a mão dela educadamente.
"Por que não vamos todos jantar fora? O PTP Land tem um ótimo restaurante", anunciou Erickson.
Capítulo 2: O Jantar...
Tom ficou mais uma vez muito surpreso. O restaurante no PTP Land Castle tinha um ambiente agradável e comida maravilhosa. Mas o que realmente o impressionou foram as garçonetes. Todas elas eram as mais velhas, com cerca de 14 anos. E todas tinham seios grandes. Muitas tinham seios do tipo que qualquer stripper sonharia em ter. Erickson percebeu a reação do homem às garçonetes, assim como Brianna.
"Não é legal ficar encarando", disse Brianna, dando uma risadinha.
"Não provoque o Bri-Bri", repreendeu Erickson.
"Desculpe, é que todas parecem tão desenvolvidas. E você disse que não empregava nenhuma menina com mais de 14 anos", disse Tom, continuando a olhar em volta, perplexo.
"Geralmente preferimos manter as garotas naturais, mas, por necessidade, todas as garçonetes precisam ter implantes de silicone e ter 14 anos", disse Erickson.
"Por quê?", perguntou Tom, confuso.
"Peça a sobremesa especial e você verá", disse Erickson.
A garçonete chegou. Ela era baixinha, loira e tinha seios bem avantajados. Assim como todas as garçonetes, usava shorts vermelhos e uma camiseta branca com o logo do restaurante.
"Meu nome é Raechel, posso anotar seu pedido?", disse ela.
"Vou querer apenas a sobremesa especial", disse Tom.
"Papai, posso ter um também, por favor?", perguntou Brianna.
"Claro, querida", disse Erickson.
Raechel sorriu. "Certo, já vou falar."
Raechel e outra garçonete logo retornaram. Quando voltaram, Raechel estava com os seios à mostra e a outra garçonete trazia uma bandeja cheia de doces. Raechel deitou-se em um carrinho de sobremesas especial. A outra garota pegou uma colher de sorvete e colocou uma bola entre os seios fartos de Raechel. Em seguida, cobriu o sorvete com chantilly e finalizou com uma cereja. Ela também adicionou chantilly aos seios de Raechel. A jovem Brianna agarrou os seios de cada uma das garotas mais velhas, enfiou a cabeça entre eles e começou a comer o sorvete que estava ali. Tom estava hipnotizado enquanto observava aquela cena erótica. Raechel soltou um leve gemido enquanto Brianna lambia o chantilly de seu mamilo. Assim que Brianna terminou sua sobremesa, foi a vez de Tom. O processo se repetiu e outra bola de sorvete foi colocada entre os seios impressionantes da adorável Raechel. O sorvete e seus seios foram então cobertos com chantilly. Primeiro, Tom lambeu o chantilly de seus seios firmes e jovens e depois passou um tempo chupando seus mamilos duros. Ele colocou a mão na coxa dela e acariciou sua perna lisa e sensual enquanto comia o sorvete.
"O que você acha da nossa famosa sobremesa?", perguntou Erickson.
"Fabuloso", disse Tom enquanto enxugava o rosto.
"Papai, posso fazer um pirulito de vagina?" perguntou Brianna.
"Claro, querida", disse Erickson. "Acho que Tom pode gostar muito de assistir a isso."
A outra garçonete limpou Raechel com uma toalha e, enquanto Raechel esperava, foi até a cozinha e voltou com um picolé. Ela o entregou a Brianna e, em seguida, usou dois lenços para amarrar os pulsos de Raechel nas laterais do carrinho de sobremesas. Tom observava, com uma mistura de fascínio e desejo, enquanto a jovem Brianna lambia as laterais do picolé e o inseria na vagina de Raechel. Raechel gritou e começou a gemer e chorar enquanto a pequena Brianna bombeava o picolé para dentro e para fora dela. Enquanto a penetrava com o picolé, Brianna agarrou um de seus grandes seios e o apertou.
"Ai sim, ai meu Deus, ai sim, estou GOZANDO, SIM!" Raechel gritou enquanto gozava em cima do picolé.
Brianna tirou o sêmen mole e molhado de sua vagina e começou a chupá-lo e lambê-lo. O pobre Tom agora ostentava uma ereção enorme e estava completamente sem palavras.
Capítulo 3: O Terminal...
"Então, o senhor gostaria de ter um ou dois companheiros de brincadeira esta noite, Sr. Andrews?", perguntou o Sr. Erikson.
Era uma pergunta simples, mas repleta de possibilidades.
"Com certeza", respondeu Tom, tentando ao máximo não parecer excessivamente entusiasmado.
"Excelente. Siga-me e eu lhe mostrarei como usar o terminal", disse Erikson.
De mãos dadas com a esposa, ele conduziu Tom até um terminal de computador. Tom já tinha visto vários deles espalhados pelo castelo. Erikson fez um gesto para que Tom se aproximasse e lhe mostrasse como usar o aparelho. No terminal, havia várias páginas com miniaturas. Clicar em uma delas abria uma página sobre uma garota disponível para o "entretenimento" da noite. Todas as páginas continham uma foto de rosto, uma foto de corpo inteiro, o nome da garota, sua altura, peso e idade. Erikson mostrou-lhe como inserir seu nome de usuário e senha pessoais.
"Quando você vir uma garota que lhe agrade, basta clicar no botão 'adicionar ao carrinho'. Ela estará esperando por você no quarto que você selecionar às 21h em ponto, e será toda sua até às 9h da manhã seguinte. Isso é para que as garotas possam começar a trabalhar pela manhã. O sistema não permite que você escolha mais de quatro por vez, então é melhor escolher apenas uma ou duas para começar", disse Erikson. "Elas farão tudo o que você quiser."
"Qualquer coisa?" perguntou Tom. "Posso... posso até ser um pouco bruto com eles?"
"Contanto que você não os machuque gravemente ou deixe marcas, você pode fazer o que quiser", disse Erikson.
Após procurar um pouco, Tom encontrou duas meninas de quem gostou: Danielle, de 14 anos, com cabelos loiro-avermelhados, e Emily, de 14 anos, com cabelos negros como azeviche.
"Boas opções, vocês preferem um quarto normal ou um quarto temático?", perguntou Erickson.
Capítulo 4: Encontro Romântico...
O quarto que lhe deram era agradável e lembrava o quarto de uma menina. Tinha uma cama grande com lençóis e cobertores cor-de-rosa. Bichos de pelúcia enchiam o quarto e havia várias decorações e obras de arte que contribuíam para a atmosfera. Danielle e Emily estavam à espera. Danielle com uma blusa listrada verde e branca e uma saia verde, e Emily com uma blusa branca e calções cáqui. Ambas eram absolutamente adoráveis.
"Hum, olá meninas", disse Tom, nervoso, ao entrar na sala.
"Olá, Tom", disseram em uníssono. Aparentemente, já lhes tinham dito o nome dele antes de serem enviados para o quarto.
Tom não tinha certeza de como proceder. Ele havia fantasiado sobre isso exatamente 397 vezes, incluindo 150 vezes em que deveria estar trabalhando. Mas agora que estava em uma situação para realizar suas fantasias pervertidas, estava nervoso e se sentia constrangido. E se elas se recusassem a fazer o que ele queria?
"Hum, o que foi?" perguntou Emily, que estava acostumada a uma franqueza muito maior.
"Nada, nada. Vocês farão tudo o que eu quiser, certo?" perguntou Tom.
"Sim", disse Emily.
"Sim", disse Danielle.
"Ótimo, então quero jogar um joguinho", disse Tom.
"Qualquer coisa que você quiser", disse Danielle.
"Que legal, vamos nos divertir!", acrescentou Emily.
"Excelente. Quero que vocês dois lutem. Quero que lutem um contra o outro com toda a força, como na TV, e quando um de vocês imobilizar ou forçar o outro a desistir, vou punir o perdedor e comemorar com o vencedor, ok?"
Ele quase não precisou dizer àquelas garotas o que tinha em mente para a 'comemoração'.
Emily se virou para Danielle. "Vou te dar uma surra."
"É mesmo? Eu sou maior que você", disse Danielle.
Emily era de estatura baixa.
"Nada de socos, arranhões ou mordidas", disse Tom. "Mas fiquem à vontade para se estapearem à vontade. Comecem quando eu disser 'já'. JÁ!"
Emily deu um tapa na cara de Danielle com toda a força que tinha. Danielle gritou, agarrou os pulsos de Emily e a empurrou. Emily a chutou no estômago. Danielle soltou-a rapidamente e se curvou. Emily deu outro tapa forte nela e Danielle caiu. Emily pulou em cima de Danielle e tentou agarrá-la pelos ombros para imobilizá-la, mas a garota mais velha tinha uma grande vantagem de tamanho. Danielle empurrou a outra para longe, rolou e agarrou as duas longas tranças de Emily. Ela puxou com força e a fez cair de costas. Danielle sentou no peito de Emily, mas Emily agarrou o mamilo da outra por cima da blusa e torceu com força, fazendo Danielle gritar. Danielle soltou as tranças de Emily e começou a dar tapas nela repetidamente com toda a força, mas Emily continuou se contorcendo.
"Pare, pare, eu desisto, eu desisto!" gritou a pobre Daielle com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Emily a deixou ir.
"Eu ganhei! Eu ganhei!" Ela gritou.
"Com certeza, querida", disse Tom. Ele se virou para Danielle. "Já vou falar com você. Quero que se sente num canto, de frente para a parede, e pense em como você falhou."
Danielle se afastou para um canto do quarto e soluçou baixinho.
Tom voltou sua atenção para Emily, que sorria triunfante. "Sobe na cama, querida. Deita de costas."
Emily fez o que lhe foi dito. Tom colocou as mãos em suas virilhas e deslizou-as por suas pernas lisas e esbeltas até chegar ao short. Tom desabotoou-o e o tirou, fazendo o mesmo com sua calcinha amarela de passarinho. Ele a virou de costas, segurou seus tornozelos e a puxou para a beira da cama. Segurou seus tornozelos e levantou suas pernas, abrindo-as. Com estocadas fortes, penetrou fundo e com força na vagina macia e doce da garota. Com as pernas dela apoiadas em seu peito, ele estendeu a mão e agarrou uma de suas tranças em cada mão. Ele a penetrou repetidamente enquanto ela gritava. A cada estocada, ele começou a puxar seus cabelos para trás enquanto ela implorava por mais.
"SIM! SIM!" Ela exclamou enquanto Tom, maravilhado, continuava a insistir.
Tom sentiu uma luxúria ardente renovada crescer dentro de si e começou a transá-la com mais força e rapidez do que nunca. Ele a penetrava com tanta força e rapidez que suava profusamente. Finalmente, a pressão dentro dele aumentou a tal ponto que ele não conseguiu mais contê-la. Ele ejaculou dentro da garota enquanto ela uivava como uma loba. Tom ofegou e retirou o pênis dela. Ele afastou as pernas dela para os lados e a puxou pelas tranças até que ela se sentasse. Ele olhou para ela.
"Lambe meu pau até ficar limpo", ordenou ele.
A linguinha delicada de Emily começou sua tarefa de lamber o esperma do pênis dele. Ele então voltou sua atenção para Danielle, que havia permanecido em seu canto o tempo todo.
"Danielle, venha aqui", ordenou Tom. Danielle levantou-se e aproximou-se. Tom afastou Emily delicadamente e sentou-se na beira da cama. "Tire a roupa e deite-se no meu colo."
Danielle fez como lhe foi instruído. Assim que a garota se acomodou em seu colo, Tom passou a mão em sua bunda lisa e sentiu a carne jovem e deliciosa.
"Quero que você leve umas palmadas na bunda", instruiu Tom. "Por perder essa briga de gatas, você vai levar dez palmadas."
Emily se acomodou para poder assistir ao programa.
PAM!!!
"Ai! Uma." Danielle fungou e mordeu o lábio depois que a mão de Tom bateu em sua bunda.
PÁ!! Choro. Dois. PÁ!!! Choro. Três... Quando ele finalmente chegou a dez, lágrimas escorriam pelo rosto dela e sua bunda estava bem vermelha. Emily parecia muito divertida com o azar da amiga.
"Tudo bem, mocinha, chega de lágrimas." Ela se levantou do colo dele e ele a beijou na boca, suas línguas se entrelaçando. Eles interromperam o beijo e ele olhou para Emily. "Vocês duas se entendam."
Emily e Danielle se aproximaram e se beijaram, suas mãos percorrendo o corpo uma da outra enquanto se pegavam. A mão de Emily deslizou até a vagina de Danielle. Ela começou a dedilhar a outra garota freneticamente. Danielle retribuiu o favor e logo ambas estavam se penetrando com os dedos enquanto esfregavam seus corpos um no outro em um desejo desesperado. Tom logo ficou muito, muito excitado novamente.
"Emily, desce mais um pouco na cama. Danielle, você pode lamber a buceta dela, mas mantenha sua virilha na ponta da cama", ordenou Tom.
Ambos fizeram exatamente como lhes foi instruído.
"Ah sim, ah, isso é tão bom." Gemeu Emily enquanto Danielle a estimulava com vigor.
Tom aproximou-se de Danielle por trás e afastou suas nádegas bem torneadas. A garota se enrijeceu. Tom sorriu; ela não estava acostumada com sexo anal. Tom a penetrou analmente com seu membro e ela gritou como um cachorro. Ele começou a estocá-la enquanto ela fazia sexo oral em Emily. Ele enfiou seu pênis em seu ânus apertado com uma estocada dolorosa após a outra até que não aguentou mais e ejaculou dentro dela.
Estas foram as melhores férias de sempre dele.
Capítulo 5: A História de Jessica
Jessica Lopez, de 14 anos, entrou nos estranhos e sagrados corredores do Castelo de PTP Land. A pequena latina acabara de chegar e estava sendo acompanhada por uma mulher alta, vestindo uma blusa branca impecável e calças de couro pretas justas.
"Bem-vinda ao castelo, minha querida. Tenho certeza de que tudo já lhe foi explicado, mas quero garantir que tudo esteja perfeitamente claro. Você vai ser fodida. Repetidamente, frequentemente e de todas as maneiras e formas. Você fará tudo ao seu alcance para agradar nossos hóspedes. Não importa o que eles queiram, você fará. Em troca, receberá um salário que lhe ajudará bastante e será pago integralmente ao final do seu emprego aqui. Um quarto foi designado para você, e você poderá ir para lá quando estiver de serviço para relaxar, mas antes disso, gostamos de colocar as garotas para trabalhar imediatamente, para que se acostumem rapidamente. A propósito, meu nome é Srta. Stern e sou uma espécie de mãe adotiva aqui. Meu trabalho é garantir que todas as garotas estejam fazendo seus trabalhos e estejam onde deveriam estar o tempo todo. O Sr. Erickson é o chefe aqui, mas geralmente está ocupado com os hóspedes, então eu sou essencialmente uma mãe adotiva/gerente/e, se necessário, disciplinadora. Pronta para começar, querida?" Perguntou a Sra. Stern.
"Sim, senhora", disse Jessica timidamente.
Jessica estava incrivelmente nervosa; ela nunca tinha feito sexo antes. Mas pressentiu que a mulher com quem conversava não tinha muita paciência.
"Muito bem, minha querida, por favor, entre neste quarto e vista a roupa que está lá dentro o mais rápido possível", disse a Sra. Stern.
Jessica entrou em uma sala simples com um espelho, uma cadeira e uma mesa. Ela ficou muito surpresa ao perceber que a roupa que deveria usar era algo que talvez usasse para ir à escola: uma camiseta vermelha básica e uma minissaia jeans justa. Os sapatos, porém, eram outra história: botas de salto alto que quase cobriam todo o corpo e chegavam até suas panturrilhas. Havia também uma grande quantidade de colares de ouro.
Ao sair da sala, a Sra. Stern a observou com admiração. A garota tinha um rosto bonito, longos cabelos negros e pernas absolutamente deliciosas.
"Sigam-me, por favor", disse ela. "Lembrem-se de que nossos convidados trabalham de 80 a 90 horas por semana e se dedicam arduamente às suas respectivas empresas. É nosso dever sagrado ajudá-los a realizar todas as suas fantasias. Atravessem esta porta e sigam todas as instruções de Kerri."
Jessica atravessou a porta e de repente se viu em um grande palco, sob os holofotes. Havia dezenas de mesas ocupadas por homens e até algumas mulheres. Moças circulavam servindo os convidados. Os olhares da multidão estavam fixos em Jessica. Dividindo o palco com ela estava uma jovem de vinte e poucos anos. Ela tinha cabelos curtos e pretos e seios fartos. Era bonita e extremamente enérgica. Era Kerri, a apresentadora dos shows.
Kerri saiu de trás dela e falou: "Boa tarde, senhores e senhoras. Hoje temos um show especial. Bingo das Virgens!"
Houve aplausos entusiasmados.
"O sortudo ganhador do bingo vai tirar a virgindade da jovem Jessica aqui, da maneira que ele ou ela escolher, bem aqui no palco. Então, não quero perder tempo, vamos começar logo. Jessica, por favor, fique aí no centro do palco. Quero que todos vejam o que está em jogo. Se todos tiverem suas cartelas de bingo, começarei a chamar os números", disse Kerri.
Enquanto Kerri começava a anunciar os números, B2-C4-G8, Jessica olhava para a multidão. As pessoas ali reunidas marcavam freneticamente seus cartões de bingo. Jessica não conseguia acreditar no quanto todas aquelas pessoas queriam desesperadamente a chance de transar com ela! Estavam todas loucas para ganhar um único prêmio: ela. Jessica ficou parada, observando, e começou a se sentir cansada por estar usando botas de salto alto e por estar parada no mesmo lugar por tanto tempo. Kerri pareceu perceber o desconforto da garota e interrompeu o anúncio do bingo por um instante.
"Acho que todos vocês deveriam perceber pelo que estão jogando, não é?", perguntou Kerri.
A ideia foi recebida com fortes aplausos.
"Então deixa eu despir essa gracinha!" disse Kerri.
Houve aplausos muito mais altos. A mulher puxou a saia da garota para baixo e a tirou, e depois fez o mesmo com sua calcinha. Por fim, ansiosa para agradar, Jessica tirou a própria blusa. Com todas as pessoas olhando para ela, sentiu-se muito nervosa e constrangida. As botas permaneceram. Isso irritou Jessica porque eram muito desconfortáveis.
"Vamos colocar uma música", disse Kerri. Uma música começou a tocar. Kerri se inclinou e sussurrou no ouvido de Jessica: "Quero que você dance, o mais sensual que puder, enquanto eu chamo os números."
Jessica assentiu com a cabeça e começou a rebolar e dançar como as garotas nos videoclipes. A multidão estava quase enlouquecida, observando o corpo nu e rebolante da garota.
Ela sentiu uma estranha mistura de alívio e ansiedade quando alguém finalmente gritou...
"BINGO!!!" gritou um homem um tanto corpulento, vestindo um terno azul.
"Parece que temos um vencedor", disse Kerri em meio a murmúrios de decepção dos outros convidados.
O homem que segurava a cartela de BINGO premiada estava de pé, agitando-a freneticamente. Levantou-se e correu para o palco como um daqueles participantes ansiosos do programa "O Preço Certo". Claro que estava empolgado, afinal, ia ganhar uma cereja com uma aparência deliciosa. Os outros convidados começaram a aplaudi-lo. Kerri entregou-lhe um microfone.
"Qual é o seu nome, senhor?", perguntou Kerri.
"Bob, Bob Irvin."
"Bem, Bob, que tal se você se deparar com a jovem senhorita Jessica?", perguntou Kerri.
"Hum, podemos fazer 'Ride 'em Cowgirl'?" perguntou o homem, agora muito animado.
"Claro que pode", disse Kerri.
Dois assistentes de palco trouxeram uma poltrona reclinável sem apoio para os braços; o homem sentou-se e recostou-se. Em seguida, Kerri caminhou até Jessica. Jessica estava muito nervosa naquele momento. Kerri piorou a situação ao amarrar as mãos de Jessica atrás das costas com uma corda.
"EI!" Ela protestou.
"Shhh, querida, faz parte do jogo", disse Kerri.
Ela foi levada até a poltrona reclinável, onde as calças de Bob já estavam abaixadas e seu pênis estava completamente ereto. A garota foi erguida na poltrona e obrigada a sentar-se sobre as coxas de Bob. Ele logo colocou as mãos em suas lindas, torneadas e bronzeadas pernas. Sentiu a maciez e a firmeza das pernas de Jessica, que lhe deu um sorriso tímido. Para sua completa surpresa, Kerri colocou um chapéu de caubói em sua mão.
"Aqui estão as regras", disse Kerri. "Neste jogo, Jessica vai cavalgar no pau do Bob como uma cowgirl. Mas ela precisa manter o chapéu na cabeça o tempo todo. Se o chapéu cair, Bob vai dar uma surra nela em público. Mande um grande YEEE HAWW!"
YEEE HAWWW
Jessica realmente não queria levar uma surra em público. E isso além do nervosismo que sentia por ter sua primeira vez de forma tão pública e com um completo estranho. Mas já era tarde demais para reconsiderar e, de qualquer forma, Bob rapidamente agarrou os quadris de Jessica e guiou sua vagina virgem até seu pênis. Sem cerimônia, ele a empalou com força. Ele a empurrou para baixo até que seu pênis encontrasse sua virgindade e, nesse momento, a penetrou com autoridade. Houve uma dor momentânea, mas Jessica manteve a calma. Certificando-se de que sua cabeça não balançava, ela começou a deslizar para cima e para baixo sobre o pênis. Bob ficou surpreso e satisfeito, segurando-a e ajudando-a a se mover para cima e para baixo. Ela estava sendo fodida e estava começando a gostar. Ela estava realmente começando a se divertir enquanto sentia o grande pênis invadir e preenchê-la repetidamente.
"SIM, OH SIM! EU AMEI! ISSO!!!" Ela exclamou em meio a um coro de "Yee-haws".
Ela praticamente se debatia no pau dele e era frequentemente vista arqueando as costas e gritando a plenos pulmões. Fotos estavam sendo tiradas, é claro, para o site PTP Land. Finalmente, a garota cavalgou Bob até o orgasmo e ele começou a ejacular dentro dela, enchendo sua vagina de esperma. A garota, exausta e ofegante, desabou contra ele, mas se levantou bruscamente ao perceber que seu chapéu havia sumido. Devia ter caído, percebeu, enquanto cavalgava. Isso era terrível. Ela tinha estragado tudo no primeiro dia! Mal sabia a pobre garota que não havia uma única pessoa presente que não preferisse vê-la ser punida. Kerri pegou o chapéu caído.
"Ops, coitadinha da Jessica, deixou cair o chapeuzinho dela. Você sabe o que isso significa, né?", perguntou Kerri.
PALMADAS! PALMADAS! PALMADAS!
Kerri desamarrou os pulsos da garota e ordenou que ela se curvasse e segurasse os tornozelos. Assim que ela estava na posição, Bob recebeu uma simples pá de madeira. Jessica mordeu o lábio de expectativa enquanto o homem erguia a pá e, sob uma ovação estrondosa dos demais membros do clube, a golpeava com força nas nádegas da garota.
PAM! PAM! PAM!
Seus gritos foram quase abafados pelos aplausos estrondosos da plateia, que demonstrava grande apreço. Cada golpe deixava seu lindo bumbum curvilíneo avermelhado. Lágrimas brotavam em seus olhos com a ardência de cada golpe. Assim que terminou, Jessica se levantou e esfregou o pobre bumbum. Bob Irvin fez uma reverência e foi aplaudido pela plateia entusiasmada.
O dia de Jessica estava apenas começando. Ela foi escoltada para fora do palco e levada para o salão principal. De lá, foi conduzida ao seu quarto para que pudesse se refrescar, pois tinha um longo dia pela frente.
Capítulo 6
Era o maior espetáculo do ano. Kerri, a Sra. Stern e o Sr. Erickson trabalharam neste evento a semana toda. Era considerado a prioridade máxima da ilha. O palco estava preparado. Haveria um casamento ao ar livre no pátio da frente do Castelo. O Sr. Erickson providenciou uma série de webcams ao vivo por todo o pátio; o custo para assistir à cerimônia seria simbólico, mas Erickson estava bastante confiante de que haveria um número significativo de pessoas assistindo. Ele esperava obter lucro, apesar do alto custo deste casamento em particular. Contratou organizadores de casamento bem pagos, além de pagar pelos vestidos sob medida necessários para as damas de honra. Os convidados do casamento incluíam apenas membros Platinum do clube da ilha, para grande decepção dos membros Gold e Bronze. Além dos sortudos membros Platinum, também estavam presentes a maioria das garotas que trabalhavam como "animadoras" no Castelo e alguns funcionários.
O casamento estava sendo realizado para Miaki e Miuki, de 14 anos, irmãs gêmeas idênticas. As duas lindas garotas eram de ascendência mista japonesa e americana e foram consideradas uma grande barganha quando o castelo as adquiriu. Desde sua chegada, a dupla trabalhava quase que ininterruptamente. Tantos membros queriam transar com gêmeas que Erickson teve que reservar as pobres garotas sobrecarregadas para os membros platina! As garotas eram inseparáveis e dividiam um quarto onde se entregavam à sua luxúria insaciável uma pela outra. Corria o boato de que elas transavam duas vezes mais entre si do que com os membros do clube, um boato que parecia, no mínimo, altamente improvável. Ainda assim, era muito excitante pensar nas duas garotas querendo transar o tempo todo. Foi então que Erickson teve uma ideia. Ele as uniria em matrimônio e o prestígio delas aumentaria significativamente. Quando apresentou a ideia às garotas, elas ficaram muito entusiasmadas. Ele deixou tudo nas mãos competentes de Kerri. Kerri trabalhou duro e com entusiasmo para que tudo acontecesse. Ela havia providenciado a música, o buffet e várias surpresas. Pouco antes do casamento, Kerri visitou a Sra. Stern.
"Então, as meninas estão prontas?", perguntou Kerri.
"Eu diria que sim", respondeu a Sra. Stern. "Eu os mantive separados nas últimas duas semanas, longe do palco e dos membros do Clube. Acredito que eles estejam desesperados para se agarrarem."
"Bom trabalho", disse Kerri.
"Você está me provocando. Meu trabalho é fácil. No que diz respeito a esses dois, o acordo é legítimo e vinculativo, e eles estão totalmente de acordo. Como estão as coisas por aí?", perguntou a Sra. Stern.
"Tenho ótimas opções de entretenimento para a recepção", respondeu Kerri.
A Sra. Stern revirou os olhos. "Para quê? Essa merda toda vai acabar virando uma orgia no final, por que diabos não acabar logo com isso e pular direto para o sexo?"
"Pelo mesmo motivo que estamos fazendo o casamento. Porque não se trata APENAS de sexo. Trata-se de fantasias e realização de desejos", respondeu Kerri.
"Tanto faz", respondeu Stern.
"A gente se fala depois", disse Kerri, enquanto ia verificar algumas outras coisas que precisava checar.
Ao meio-dia, todos estavam sentados para a cerimônia. Todos os convidados estavam vestidos com suas melhores roupas e aguardavam ansiosamente o início da cerimônia. O próprio Sr. Erickson oficiaria a cerimônia. A música "Lá vem a noiva" começou a tocar e Miaki foi a primeira a aparecer, vinda do castelo, e a caminhar pelo corredor, seguida por três damas de honra em vestidos cor de pêssego (três de suas colegas de trabalho). Miaki foi conduzida ao altar por ninguém menos que a Sra. Stern. A música parou e a primeira das duas noivas parou em frente ao Sr. Erickson e então se virou para a multidão. Ela usava um belíssimo vestido branco, com fendas laterais até o quadril. Usava também luvas de couro brancas e botas brancas de salto alto. Usava um colar de diamantes. Havia também um véu. A marcha nupcial tocou novamente e foi a vez de Miaki, que foi conduzida ao altar por Kerri. Ela estava vestida de forma idêntica à sua irmã gêmea. As duas meninas deram as mãos e se olharam com carinho.
"Caros amigos e ilustres convidados. Estamos reunidos aqui hoje para testemunhar o casamento de Miaki e Miuki. Que a união destas duas belas jovens nos inspire para sempre a alcançar níveis cada vez maiores de paixão. Miaki e Miuki, vocês se aceitam para sempre, para amar e honrar, enquanto ambas viverem?", perguntou o Sr. Erickson.
"Sim, eu aceito." Disseram as duas meninas ao mesmo tempo.
"Toque os anéis, por favor", disse o Sr. Erickson.
Stern entregou um anel para Miaki e, em seguida, Kerri entregou um para Miuki.
"Repita comigo, por favor: Com este anel eu te desposo." Disse o Sr. Erickson.
"Com este anel eu te desposo", disseram os gêmeos imediatamente.
"Então eu as declaro esposas. Podem beijar a Noiva", disse Erickson.
As duas moças levantaram os véus uma da outra e começaram a se beijar apaixonadamente. Os convidados se levantaram e aplaudiram. As duas noivas se viraram e caminharam de mãos dadas até o enorme salão de jantar ao ar livre, seguidas pelos convidados reunidos. No centro do pátio havia uma cama enorme com um colchão de borracha, cujo propósito ali era um mistério. Na área da recepção, havia seis grandes mesas redondas. Em cada mesa, havia uma moça amarrada. Cada uma dessas moças estava amarrada de pernas e braços abertos à mesa e estava nua. Cada uma estava amordaçada com uma maçã presa com barbante e seus seios e barrigas estavam cobertos com vários molhos para salada. Ao redor delas, nas mesas, havia vários pratos de vegetais apetitosos. Não demorou muito para que os convidados começassem a se divertir com essas moças-salada e a transá-las com palitos de cenoura e aipo. Um homem pegou duas fatias de pepino e as colocou sobre os olhos de uma das moças-salada, efetivamente vendando-a; em seguida, pegou uma faca de manteiga e mergulhou o cabo em um copo de água com gelo, mexendo algumas vezes até que ficasse bem gelada, e então a retirou. Ele pegou a mão fria e a enfiou na vagina da garota. A loirinha fofa gritou abafadamente pela mordaça de maçã e se contorceu enquanto ele girava e bombeava o cabo de metal gelado dentro dela, até que ela gozou. Várias pessoas que tinham vindo assistir o aplaudiram e elogiaram seu desempenho.
Em um palco, havia uma banda. Em cada canto do palco, havia um poste alto. Havia também quatro garotas nuas dançando no poste. Elas rebolavam e giravam com a habilidade de qualquer adulta. Em seu entusiasmo pelos eventos que aconteciam, elas até esfregavam suas jovens e suculentas vaginas nos postes. Seguindo a tradição, as duas noivas foram as primeiras a começar a dança. A banda começou com algo lento e romântico, e as garotas deram o seu melhor na dança lenta. Logo, convidados e artistas começaram a formar pares e dançar também. Erickson dançava com sua filha/esposa adotiva, Kerri dançava com Savannah (a artista mais popular do castelo), e a Sra. Stern simplesmente observava o que acontecia com um interesse muito discreto. Depois de algumas danças, Miaki e Miuki apresentaram um cha-cha-cha muito sensual que Kerri havia ensinado a elas. As garotas dançaram e se beijaram com amigos e membros do clube até chegar a hora do bolo de casamento. As garotas cortaram uma fatia uma para a outra e se esfregaram uma na cara da outra.
Após o bolo, todas as animadoras se alinharam para o lançamento do buquê. Todas as garotas estavam preparadas e foram instruídas a não se conterem. Miaki foi a escolhida. Ela virou as costas para a multidão e arremessou as flores para o grupo atrás dela. Foi um caos generalizado. A enorme massa de garotas avançou e elas começaram a se arranhar, morder, puxar os cabelos e rasgar as roupas umas das outras. Os membros do clube presentes estavam todos fascinados com aquela briga generalizada. Finalmente, agarrada a um buquê um pouco amassado, uma morena alta e magra se desvencilhou do grupo. Ela o ergueu enquanto chutava uma garota menor que tentava um último ataque desesperado. Kerri, porém, interveio rapidamente e levantou o braço da garota, declarando-a vencedora.
"Muito bem, pessoal, parece que a Mallory pegou os buquês. Agora, se todos os rapazes se reunirem, a Miuki vai jogar a liga para ela", disse Kerri.
Miaki ajoelhou-se em frente à sua irmã gêmea e deslizou a liga pela perna da outra garota, puxando-a para baixo e tirando-a. Miaki entregou-a a Miuki, que a jogou de volta para a multidão que aguardava. O homem que a pegou agitou-a alegremente no ar.
"OK, regras do Castelo: Você pode transar com quem apanha os buquês!" disse Kerri.
Após alguns aplausos, Mallory foi conduzida a um banco. A garota tirou o vestido e ficou em pé diante da multidão reunida, em toda a sua nudez gloriosa. O homem que segurava as ligas rapidamente se aproximou dela. Inclinou-se para a frente e a beijou enquanto agarrava sua bunda redonda e beliscava um de seus mamilos. Interrompeu o beijo e abriu o zíper da calça. Curvou Mallory sobre o banco e parou para observá-la, como se estivesse tomando uma decisão. Em seguida, abriu o zíper da calça e tirou o pênis para fora. Estava pronto para entrar em ação. Afastou as nádegas da garota e guiou seu pênis até a entrada de seu ânus. Mallory mordeu o lábio. Ela não era muito fã de sexo anal, na verdade, não tinha nenhuma preferência por isso. Mas as regras eram as regras e os membros do clube conseguiam o que queriam. Ele a agarrou pelos quadris com uma mão e pelos cabelos com a outra. Investiu e começou a penetrá-la enquanto ela se debatia e grunhia como um animal selvagem. A cada investida, ele puxava o cabelo dela para trás e ela empinava a bunda para encontrar cada estocada.
"SIM, SIM, ME FODE!" Ela gritou para o homem que não precisava de nenhum incentivo.
Num instante, ele gozou no cu dela e a dor da penetração anal chegou ao fim. O homem retirou o pênis lentamente, mas logo o substituiu pelo dedo. Ele o girou um pouco dentro do cu dela, depois o retirou e o levou até a boca de Mallory. Ela o chupou como um bebê com uma chupeta.
Foi depois disso que Kerri subiu ao palco e pegou o microfone para fazer um pequeno anúncio.
"Está todo mundo se divertindo?", ela perguntou. Houve um coro de "SIM!". "INCRÍVEL! Em todos os casamentos que já fui, faltou-me presenciar a única coisa que eu realmente queria ver: a consumação do casamento. É exatamente por isso que temos aquela cama ali."
Houve, mais uma vez, uma salva de palmas em massa.
"Agora, quero que as noivas tirem a roupa e pulem na cama..." ordenou Kerri. As duas jovens noivas obedeceram imediatamente, tirando seus vestidos de noiva e pulando na cama, onde começaram a se beijar instantaneamente. "Excelente! Quero todos os rapazes aqui fora ao redor da cama e fazendo o que todos sabemos que é natural."
Miaki e Miuki esfregavam suas vaginas quentes enquanto se beijavam. Não demorou muito para que suas mãos encontrassem as vaginas uma da outra e elas começassem a se masturbar freneticamente com os dedos enquanto rolavam no colchão.
"Sim, SIM, me fode, mana, ai meu Deus, eu te amo tanto!!!" gritou Miaki.
"SIM, oh sim, me foda, sim, mais forte, Deus, eu também te amo." Gritou Miuki.
Ao redor deles, os homens presentes tinham seus pênis expostos e se masturbavam freneticamente. Até as mulheres se excitavam com a cena. Kerri estava transando com Savannah usando uma cenoura enquanto apalpava os seios da garota, e Erickson recebia uma mamada de sua filha/esposa.
"Ei, meninas, tenho um presente de casamento especial para vocês!" anunciou Kerri enquanto jogava algo na cama.
As garotas pararam de se masturbar freneticamente e olharam com os olhos vidrados para o que havia caído em sua cama de casal. Era um strap-on! Miuki foi a primeira a pegá-lo. Ela o agarrou e o prendeu no lugar. Sua irmã gêmea/esposa se posicionou de quatro e logo estava gritando para que a irmã a fizesse gozar. Isso era demais para os homens que assistiam. Como qualquer tempestade, começou com um gotejamento, enquanto um a um os homens começavam a ejacular na cama e nas garotas. Logo se transformou em um dilúvio, com a cama e as garotas sendo salpicadas de esperma. As duas noivas encharcadas de esperma continuaram sua foda implacável, e a recepção degenerou em uma orgia completa!
Capítulo 7
O espetáculo das 15h no Castelo.
"Bem, tenho uma surpresa especial. Contratei uma atração muito especial para se apresentar aqui hoje: uma mágica maravilhosa chamada Eva Le Strange. Então, por favor, deem uma salva de palmas para Eva e sua filha, Bunny", anunciou Kerri.
Houve uma nuvem de fumaça e, de repente, no centro do palco, estava uma mulher muito sensual, com cerca de 29 a 21 anos. Ela tinha longos cabelos loiros e vestia um maiô de seda sem alças que realçava seus seios fartos. Meias arrastão pretas e uma gravata borboleta branca, além de um chapéu de mágico e sapatos de verniz de salto altíssimo, completavam o visual que a fazia lembrar um pouco a Zatanna da Liga da Justiça. A mulher tinha seios grandes e pernas incrivelmente longas e sensuais.
"Obrigada, Kerri, pela apresentação tão animada. Tenho certeza de que todos vocês gostariam de conhecer minha filha, então que tal eu apresentá-la?", disse ela.
A multidão estava absorta enquanto Eva começava a montar uma gaiola de arame muito simples. Ela jogou um pano preto sobre a gaiola.
"ABRA KADABRA!!!" gritou Eva enquanto batia com a varinha.
Ela puxou o pano preto, revelando que a gaiola agora continha uma menina de 14 anos. Houve aplausos, e com razão. Bunny era loira. Sua fantasia consistia em um vibrador curto e fino enfiado em seu ânus, com um rabo de algodão na ponta para que se parecesse com a coelhinha que lhe dava nome. Ela também usava orelhas de coelho e um laço rosa no pescoço. Para completar, sapatos de verniz rosa. Eva abriu a gaiola e a menina saiu. Ela era alta para a idade, devido às pernas longas, e seus seios e bumbum definitivamente começavam a se desenvolver. Bunny ficou ereta e imponente diante da mãe. Seu equilíbrio não era dos melhores por causa do vibrador no ânus e do arco extremo dos saltos.
"Ótimo, diga oi, Bunny", disse Eva.
"Oi, Coelhinha", disse Bunny, acenando para a multidão.
"Não, NÃO, não foi isso que eu quis dizer. Nossa, querida, você é tão distraída. E está me deixando totalmente constrangida", disse Eva fingindo estar brava. "Ok, deixe-me fazer meu primeiro truque. Coelhinha, por favor, fique na minha frente com as pernas abertas."
A menina prontamente fez o que lhe foi ordenado. Eva ficou logo atrás da menina e segurou sua varinha entre as pernas da filha.
"Todo mundo sabe o que os coelhinhos trazem na Páscoa?", perguntou Eva.
"OVOS DE PÁSCOA!" respondeu a multidão.
"Sim, é isso mesmo", respondeu Eva. "Então, que tal pedirmos ao Coelho da Páscoa para mostrar como os ovos de Páscoa são realmente feitos?"
Houve um coro de "sim".
"ABRA KADABRA!!!" Eva tocou a vagina da garota com sua varinha mágica e depois deu um passo para trás.
A princípio, nada aconteceu. Então, de repente, Bunny fez uma expressão perplexa. Ela começou a gemer e a se mexer desconfortavelmente, e seus gemidos logo se tornaram muito mais desesperados. A garota agora massageava os próprios seios e se inclinava um pouco para a frente. Ela apertou os seios e fez beicinho enquanto os apertava, e algo saiu de sua vagina. Era um grande ovo de Páscoa totalmente pintado. A garota estava agora muito suada e ofegante. Aplausos ecoaram.
"Senhoras e senhores, minha filha acaba de parir um ovo de Páscoa... vamos lá..." Eva foi interrompida quando Bunny perdeu o equilíbrio e caiu no chão. Aparentemente, era difícil ficar de pé de salto alto, com as pernas abertas e um vibrador enfiado no ânus, enquanto paria um ovo. "Por que você continua sendo tão desastrada? Levante-se agora, acho que você já me envergonhou o suficiente, mocinha. Gostariam de ver Bunny receber uma punição adequada?"
A garota balançava a cabeça freneticamente, mas a multidão aplaudiu a ideia. A mulher pegou uma capa e a segurou na frente da filha. A garota agora estava completamente escondida. Eva puxou a capa para longe, revelando uma estrutura quadrada de madeira à qual Bunny estava presa pelos pulsos e tornozelos. Mais aplausos. Eva sacudiu sua varinha com força e, de repente, ela se transformou em um chicote. Sem remorso ou compaixão, Eva começou a chicotear os seios da filha amarrada. A garota gritou e chorou enquanto se contorcia em suas amarras. Ela então começou a chicotear a vagina vulnerável da garota. Depois de dar cerca de sete chicotadas em cada um dos seios e da vagina, ela parou. Bunny desabou em suas amarras, mas sua mãe ainda não havia terminado com ela! Eva se posicionou atrás de Bunny. Eva desamarrou o vibrador e o deslizou para fora do ânus da garota. Em seguida, o empurrou para dentro da vagina da garota. Com a mão livre, ela acariciava o seio da garota. O rosto da garota era uma expressão de êxtase enquanto sua mãe a fodia com seu vibrador.
Capítulo 8: Festa de Natal
Holly Johnson ligou o computador e viu que tinha um e-mail. Seu coração disparou. Ela esperava um e-mail muito importante, abriu a caixa de entrada e esperou impacientemente que a maldita mensagem carregasse. E lá estava. Um e-mail do PTP Land. O clube exclusivo oferecia aos seus membros acesso a jovens escravas para lhes dar prazer de todas as formas possíveis. Holly havia passado por nada menos que quatro entrevistas e aguardava a oferta de adesão. Holly era uma empresária de 35 anos, dona de uma grande rede de floriculturas. Era uma mulher atraente e em ótima forma; tinha um belo bumbum e seios grandes e bonitos. Por causa dessas características, atraía a atenção de muitos homens. Ela não tinha o menor interesse em nenhum deles. Só se sentia atraída por garotas jovens. Entrar para o clube e ir para o PTP Land era o seu sonho.
"Prezada Srta. Johnson, temos o prazer de informar que sua adesão ao PTP Land Gold Club foi aceita e que a senhora está convidada para a festa anual de Natal do PTP Land, que acontecerá no fim de semana anterior a 25 de dezembro." O e-mail começava assim.
Holly estava tão animada que chegou a dar um gritinho de alegria. Em seguida, cobriu a boca, envergonhada. Aquele era, de longe, o melhor presente de Natal que ela já havia recebido. Ela terminou de ler todas as informações relevantes e ligou para sua agente de viagens; era hora de viajar. O e-mail prometia que a festa de Natal seria um evento espetacular. A imaginação de Holly disparou. As histórias sobre o que acontecia lá eram lendárias e, se ao menos metade fosse verdade, ela teria a garantia de realizar todas as suas fantasias.
A limusine a levou do luxuoso navio até o castelo. O castelo estava decorado para o Natal, com enfeites e neve artificial por toda parte. Um tapete vermelho estava estendido e cada limusine desembarcava um membro do clube que chegava a bordo. Holly saiu da limusine e começou a caminhar em direção à entrada do castelo. Ela usava um deslumbrante vestido preto para a ocasião, que realçava seu decote. O Sr. Erickson a esperava na porta.
"Senhorita Johnson, fico muito feliz que a senhora possa vir", disse o Sr. Erickson.
"Estou feliz por estar aqui. E, por favor, me chame de Holly", ela respondeu.
"Muito bem, Holly. Por favor, deixe-me mostrar-lhe tudo", disse o Sr. Erickson.
Holly o seguiu para dentro. O saguão principal tinha um grande pedestal no centro. Sobre esse pedestal, havia a exibição mais erótica e exótica que Holly já vira. Uma árvore de Natal. E ela estava equilibrada em um tripé peculiar. Os tripés terminavam em um vibrador inserido no ânus de uma garota. Havia um vibrador de 14 anos, representando a faixa etária do castelo. Esses vibradores eram mantidos firmemente no lugar por um cordão de luzes de Natal. As bocas das garotas eram mantidas fechadas por mordaças de bola incomuns. Elas eram vermelhas e semitransparentes, e dentro delas havia luzes vermelhas festivas e piscantes. As mãos das garotas estavam amarradas atrás das costas com luzes de Natal, e tudo isso as forçava a repousar sobre os joelhos, o peito e o queixo.
"Isto é espetacular", disse Holly, maravilhada.
"Obrigado, todos nós trabalhamos muito na decoração aqui", disse o Sr. Erickson.
Holly olhou para uma sala lateral no longo corredor e viu um homem vestido de Papai Noel. Bem, exceto pelo fato de que o zíper da frente estava aberto e seu pênis estava ereto e livre. Papai Noel estava sentado em uma cadeira semelhante àquelas que se encontram em qualquer shopping. Havia uma fila de garotas em frente à cadeira e dois elfos ao lado. Mas a garota que estava com Papai Noel naquele momento definitivamente não estava em seu colo. Era uma menina com longos cabelos castanhos presos em maria-chiquinhas que cavalgava freneticamente seu pênis. Seus dois "elfos" eram duas garotas loiras que se beijavam e se tocavam por baixo de suas saias verdes curtas e soltas.
"Aquele é o velho McGee interpretando o Papai Noel", explicou o Sr. Erickson. "Ele tem um talento muito incomum."
"O que é isso?" perguntou Holly, fascinada.
"Ele consegue manter uma ereção por até oito horas seguidas", anunciou o Sr. Erickson a uma Holly surpresa.
"O quê? Você está falando sério?", perguntou ela.
"Sim, sou eu", disse Erickson.
E não deu outra: a garota que estava montada no "polo norte" do Papai Noel começou a gozar e, quando desceu, o Papai Noel ainda estava com o pênis totalmente ereto. Outra garota, desta vez asiática, substituiu a primeira e, depois de tirar a roupa e pular no pênis do Papai Noel, começou a quicar nele com seus longos cabelos negros balançando ao vento.
Ele conduziu Holly pelo corredor até o quarto dela. O quarto de Holly também estava decorado para o Natal e ela tinha uma vista privilegiada da piscina pela janela. Isso era ótimo, já que sempre havia pelo menos meia dúzia de garotas de biquíni naquela piscina. Seu quarto estava cheio de caixas de tamanhos variados, embrulhadas para presentes de Natal. O mais importante, porém, era a garota sentada em sua cama. Ela tinha 14 anos, longos cabelos castanhos e seios que estavam começando a se desenvolver. Usava óculos e vestia um suéter branco e uma saia cáqui.
"O nome dela é Mallory, e de acordo com o seu perfil, ela é exatamente o seu tipo. Há algumas coisas interessantes nos pacotes. Divirta-se", disse o Sr. Erickson.
Erickson deixou Holly e Mallory para se conhecerem melhor.
"Feliz Natal", disse Mallory alegremente.
"Ficando mais alegre a cada minuto", disse Holly.
Holly sentou-se ao lado de Mallory na cama e colocou a mão na perna dela. Virou-se e beijou a garota, saboreando sua língua doce e quente enquanto acariciava a perna macia da menina.
"Tire suas roupas", ordenou Holly.
Mallory parou em frente a Holly, encarando-a. Tirou o suéter e depois a blusa. Por fim, tirou a saia. Estava usando uma calcinha estampada com pandas. Holly sorriu.
"Que fofo", disse Holly. Mallory corou. "Me ajude com o meu vestido."
Mallory ajudou Holly a desabotoar o vestido, que caiu no chão. Holly então tirou a calcinha. Mallory não conseguiu evitar olhar para os seios enormes de Holly. Holly a agarrou pelos quadris e a girou, jogando-a na cama. Elas trocaram um beijo quente e molhado antes de Holly puxar a calcinha da garota para baixo.
"Tem coisas legais nos presentes. Você devia desembrulhá-los", disse Mallory.
Holly sorriu para ela e começou a desembrulhar todos os presentes. Depois de dispor todos os presentes, ela se virou para Mallory.
"E você não se importa que eu use isso em você?", perguntou Holly.
"É para isso que serve", disse Mallory.
Um dos presentes era um par de algemas, e havia um anel preso a um dos postes da cama. Holly rapidamente algemou a garota a esse poste, prendendo um dos pulsos.
"Entre de quatro", ordenou Holly.
Mallory obedeceu. Holly pegou uma pá de aparência impressionante de sua coleção de presentes. Ela se aproximou de Mallory por trás e esfregou a pá em sua bunda nua. Mallory ficou nervosa e excitada. Holly pegou a pá e a deslizou entre as pernas de Mallory. Holly esfregou a lateral da pá com força contra a vagina de Mallory. Mallory gemeu baixinho. Holly retirou a pá de entre as pernas da garota e a bateu contra sua bunda.
"AI!!!" gritou Mallory.
PAM!
PAM!
PAM!
Mallory gritava a cada golpe da palmatória. Quando sua bunda ficou vermelha e inchada, Holly voltou à sua coleção de presentes e pegou um vibrador grande e um dildo de cinta. Holly enfiou o vibrador grande na bunda apertada de Mallory, fazendo a garota arfar. Holly ligou o dildo e observou Mallory rebolar. Holly colocou o dildo de cinta e levou a ponta até a vagina de Mallory. Holly agarrou os quadris finos de Mallory e começou a penetrá-la com força. Logo a garota gozou uma, depois duas vezes. Holly tirou o dildo de cinta e depois o vibrador. Mallory, exausta a essa altura, simplesmente desabou na cama. Holly acariciou o cabelo da garota e beijou sua bochecha.
"Você é incrível", disse Holly.
"Feliz Natal", disse Mallory antes de adormecer.
Holly se aconchegou ao lado dela e adormeceu.
Capítulo 9: Os 4 melhores
Havia um bom motivo para Savannah ser a garota mais popular do castelo. Para sua pouca idade, ela tinha um corpo escultural. Seios bonitos, cintura fina e uma bunda absolutamente incrível, combinados com uma disposição (ou até mesmo um entusiasmo) para fazer praticamente qualquer coisa que um membro do clube quisesse. A grande exceção era que ela não curtia muito sexo lésbico. O que, claro, ela ainda estava disposta a fazer, apesar de sua aversão. Era o trabalho dela, e muitos membros do clube achavam essa relutância dela extremamente excitante.
Savannah estava sendo fodida no cu pelo homem em cima dela. Havia também outro homem embaixo dela, que fazia o possível para foder sua buceta. Ela chupava o pau do homem à sua frente e fazia sexo oral nos homens de cada lado. Ela adorava ter um pau no cu e na buceta ao mesmo tempo. Ela adorava o jeito como os dois entravam e saíam dela. Ao redor dela, havia garotas jovens e homens mais velhos em várias combinações transando loucamente. Este quarto era conhecido como o Quarto da Foda por um motivo. Era uma orgia contínua e sem parar. Garotas e membros do clube entravam e saíam, mas sempre havia pelo menos alguma foda acontecendo no Quarto da Foda. Ela podia sentir o pau em seu cu ejaculando dentro dela. Ela também sentia o pau quente penetrando sua buceta repetidamente, mas surpreendentemente, pelo menos para ela, ele ainda não estava pronto para gozar. O homem que ela estava chupando de repente se soltou e ejaculou em seu rosto. Os dois homens que estavam recebendo sexo oral dela também ejacularam em seu rosto e cabelo. Finalmente, o homem que a estava penetrando gozou dentro dela. Assim que eles a deixaram, ela estava pronta para receber os próximos pênis, mas foi tocada no ombro pela Sra. Stern.
"Muito bem, mocinha, você terminou aqui", disse a Sra. Stern.
"O quê? Ora, eu posso ficar mais tempo", resmungou Savannah.
"Você está toda coberta de esperma, precisa de um banho", disse a Sra. Stern. Ela encarou o rosto bonito coberto de sêmen. "Minha querida, você parece uma rosquinha glaceada obscena. E eu adoro rosquinhas obscenas E glaceadas."
A Sra. Stern inclinou-se para a frente e lambeu a lateral do rosto de Savannah.
"Delicioso. Depois que você terminar de limpar, me encontre no meu quarto, querida."
Savannah foi para o quarto e tomou um banho. Depois de lavar todo o sêmen seco e secar o cabelo, vestiu um shortinho branco, uma camiseta rosa e umas botinhas rosa bem bonitinhas. Foi até o quarto da Sra. Stern. A Sra. Stern estava usando botas de cano alto e salto alto e luvas de couro pretas. Só isso.
"Venha cá, sua vadiazinha gostosa", disse a Sra. Stern.
Ela agarrou os quadris de Savannah, puxou-a para perto e começou a beijá-la com intensidade. Stern apertou a bunda de Savannah; ela adorava o traseiro da garota. Stern empurrou a garota de costas na cama. Desabotoou o cinto, abriu o zíper do short e o tirou. Stern afastou as coxas de Savannah e começou a lamber sua vagina aveludada. Savannah gemeu baixinho enquanto a Sra. Stern a estimulava com a língua. Ela parou de lamber a garota depois de algumas lambidas. Montou em seu rosto e esfregou sua vagina na boca dela.
"Me coma, vadia!" ordenou Stern.
A jovem loira e sensual obedeceu prontamente. Stern saboreou cada lambida sensual que tocava sua vagina quente.
"Sim, sim, coma. COMA!" Ordenou a mulher. Ela agarrou a nuca de Savannah e a empurrou com mais força contra sua vagina.
A Sra. Stern quase se contorcia de prazer enquanto a língua da garota se debatia dentro dela.
Shelby era uma gracinha. Tinha lábios carnudos, era loira, com cabelos muito longos e adorava usar shorts brancos curtinhos. Não que ela soubesse que eram brancos. Só lhe disseram que eram brancos. O fato é que Shelby era completamente cega. Shelby era guiada por seu cachorro, um golden retriever chamado Shep, e movia sua bengala de um lado para o outro enquanto caminhava pelos corredores do castelo. A maioria das pessoas educadamente saía do seu caminho, alguns membros do clube beliscavam sua bunda enquanto ela passava, se divertindo com suas reações de surpresa. Ela havia memorizado os corredores do castelo e chegou à sala onde os membros do clube a esperavam em um tempo surpreendentemente bom. Ela entrou na sala e ouviu as vozes de dois membros do clube.
"Que gracinha", disse alguém.
"É, isso vai ser divertido", disse o outro.
Shelby sentiu um homem a agarrar e beijá-la na boca. Shelby sentiu um segundo homem girá-la e também lhe dar um beijo. Ela levantou os braços quando sentiu alguém puxar sua blusa para cima e tirá-la.
"Ela tem um bumbum bonitinho, não acha?", perguntou um dos homens.
UHHH-OHHH, pensou a garotinha cega, ela sabia o que estava por vir. PAM! Sua bengala caiu dolorosamente sobre suas nádegas lisas.
"AI!!!" Seu grito de dor foi simplesmente respondido com mais algumas palmadas na bunda. "AI, ai, dói."
"Bem, nesse caso, mocinha, com certeza posso pensar em outra coisa para fazer com esse seu bumbum bonitinho", disse um dos homens.
Shelby foi forçada a se curvar sobre a beira da cama. Um dos homens segurou seus braços enquanto o outro a contornava por trás. Ele enfiou o pênis entre suas nádegas e o penetrou com força em seu pequeno e apertado ânus. Shelby se contraiu e sentiu a dor do membro penetrando-a. Cada estocada era como um ferro em brasa sendo enfiado nela. Ele a fodeu por alguns minutos antes de ejacular dentro dela.
"Minha vez", disse o outro homem. "Eu gosto mais de xoxota do que de bunda."
Shelby deu um suspiro de alívio.
Emily era uma garota doce e a favorita de MUITOS membros do clube. Ela era especialmente a favorita de um casal, Annie e Brian. A linda garota de cabelos negros conhecia muito bem os detalhes das preferências sexuais do casal. Por isso, ela não usava nada além de uma fralda e seu cabelo estava preso em duas tranças. Havia papel de parede com estampa de patinhos por todas as paredes. A cama de Emily (nesse quarto temático) até lembrava um berço gigante. As laterais desse "berço" se abriam para que os membros do clube pudessem ter acesso à sua garota. Ela chupava lentamente uma mamadeira enquanto esperava seus clientes chegarem. Annie e Brian entraram.
"Awww, como ela está fofa!" disse Annie.
"Querida, você sempre diz isso", disse Brian.
"Mas é tão verdade", disse Annie.
Brian desmontou uma das laterais do berço para que eles pudessem se divertir com a menina.
"O que tem na garrafa, querida?", perguntou Brian.
Emily tirou a garrafa da boca para poder responder.
"Gozo." Ela disse.
"Hum, que fofo", disse Annie.
Annie tirou a fralda de Emily. Ela colocou a mão na pequena vagina exposta e a acariciou carinhosamente.
"A mamãe vai fazer o bebê se sentir muito bem. Mas o bebê também precisa fazer o papai se sentir bem", disse Annie.
Annie se inclinou e deu uma longa e sensual lambida na vagina de Emily. Nesse instante, Brian tirou a mamadeira da boca da garota e a substituiu por seu pênis. Emily gemia com o pau na boca enquanto Annie enfiava dois dedos em sua vagina, movendo-os para dentro e para fora. Brian acariciava seus cabelos com carinho enquanto ela chupava seu pênis como se fosse uma mamadeira.
"Vamos trocar de lugar, querida", disse Brian para sua esposa.
Emily se deitou no chão na posição de quatro e Annie deitou de costas para que Emily pudesse lhe fazer um oral. Brian ficou atrás dela e enfiou seu pau duro na buceta apertada dela. Brian deslizou o pau mais fundo e sentiu o prazer de penetrar a garota com força. Enquanto ele fazia isso, Annie teve que segurar o cabelo com firmeza para que a cabeça não balançasse muito. Emily fazia o possível para fazer um oral em Annie enquanto era montada como um cavalo.
A bela e animada diretora de atividades do castelo, Kerri, estava no palco com um grande sorriso.
"Sejam todos bem-vindos ao espetáculo. Hoje temos uma grande surpresa para vocês: a Senhora Heidi, sua onça-pintada de estimação e nossa pequena Molly!" anunciou Kerri.
A cortina foi aberta e, atrás dela, estava uma mulher alta e loira. Ela vestia um macacão de couro preto justo e botas de salto alto. Seu cabelo estava preso em uma longa trança. Ela segurava um chicote na mão. Ao lado dela havia duas gaiolas; uma continha uma onça-pintada viva e a outra, uma linda menina loira de 14 anos.
Heidi abriu a gaiola de Molly e estalou o chicote. Molly saiu rastejando rapidamente.
Molly notou o grande pênis da onça. Lentamente, ela se ajoelhou no chão e posicionou a bunda de frente para o animal. Então, tudo aconteceu muito rápido. Ela sentiu uma língua áspera estalar contra sua nádega e ouviu o som da onça se aproximando. Aquela onça enorme cheirava sua vagina jovem e suculenta. Em seguida, ela sentiu o peso do animal sobre suas costas e se preparou para o impacto. Molly sentiu o animal se mover sobre ela. Ela sabia o que esperar. A onça a montou e, em seguida, Molly sentiu algo viscoso pressionando sua entrada. Ela levou a mão à entrada e sentiu um pênis longo e duro, posicionando-o em sua abertura. Molly continuou ajoelhada enquanto a onça começava a penetrá-la dolorosamente. O comprimento era impressionante; extremamente longo e grosso. A onça penetrava e saía dela cada vez mais rápido, e Molly sentiu que estava prestes a gozar. O ritmo do animal era intenso.
"Mais, mais forte!!" Heidi ordenou antes de estalar o chicote em direção a Molly e à fera, incitando-a a foder com mais força.
Molly pensou que aquilo a levaria ao chão enquanto a penetrava cada vez mais rápido. Ela sentia sua vagina se contraindo repetidamente enquanto gozava intensamente sobre o pênis penetrante da onça. Molly não tinha certeza se ela percebeu que estava gozando, mas o orgasmo também não durou muito. Antes que Molly se recuperasse completamente do próprio orgasmo, seu parceiro onça chegou ao clímax. Ele tremia, se contorcia e se debatia sobre ela, emitindo grunhidos e gemidos. Então tudo acabou e a fera desabou sobre ela.
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