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Sexo anal com sertaneja jovem, que nem água em casa tem.

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Boa tarde, meus amigos tarados por sexo sujo e nojento! Imaginem só: eu chegando nessa pocilga miserável no sertão, com a parede rabiscada de “FOME FOME MISERÁVEL” em letras tortas, roupas velhas penduradas fedendo a suor velho, chão de terra batida cheio de latas enferrujadas, panelas sujas e lixo espalhado, e lá está a Júlia, essa vadia casada linda e pobre pra caralho, suada dos pés à cabeça, vestida naquele maiô encardido que gruda no corpo dela como uma segunda pele, segurando os presentinhos coloridos que eu trouxe enquanto sorri com aquele olhar de puta no cio. O cheiro dela me acerta em cheio: axilas podres sem desodorante há dias, bunda enorme suja e suada que não vê água direito, e eu sei que em minutos vou estar lambendo aquele cu imundo, enfiando meu caralho no apertado dela até sair melado de bosta fresca e quente, ela gemendo, peidando alto e cagando no pau enquanto goza como uma porca desesperada, tudo enquanto o corno do marido dela rala na roça sem saber de nada. Se você é daqueles que fica com o pau latejando só de pensar em cheiros fortes de mulher suja, scat real nojento, dor no cu arrombado e foda corno bem podre, não desgruda da tela agora porque esse conto vai te deixar louco de tesão do começo ao fim, babando e querendo ver as fotos e vídeos dessa aventura pra imaginar cada detalhe nojento.

Pois é, boa tarde meus amigos aqui é novamente Daniel e vim visitar outra vez essa gostosa chamada Júlia que vocês já conhecem de outras fotos e vídeos. Pois Júlia eu já seduzi há mais de oito meses e virou mais uma de minhas amantes loucas do sertão. Quem acompanha meus vídeos, fotos e contos desde 2008 até hoje no site de Selma Recife e no FANVUE de Selma e suas amigas sabe que adoro seduzir mulheres casadas e lindas do sertão, dessas mulheres comuns muito pobres em locais que mal tem água para beber, pois assim eu sei que seus cheiros corporais ficam mais fortes e é isso que me deixa louco de tesão, os cheiros fortes, podres e mundanos que exalam principalmente das axilas e das bundas dessas mulheres casadas. Claro que é estranho no início e quem acompanha minhas aventuras sabe e até querem rejeitar, mas depois se entregam principalmente por causa de meus presentinhos maravilhosos que elas adoram. E claro que só visito elas quando o marido está trabalhando em algum emprego bem fodido que seja na roça ou no centro da cidade.

O marido de Júlia saiu cedo pra roça hoje, e ela logo de manhã colocou esse maiô tipo composto pra me esperar em seu corpo bastante suado, com aquele cheiro forte de mulher que não toma banho direito há dias. Quando eu entrei na cabana, o calor úmido e o fedor me bateram de uma vez: a corda esticada com sutiã bege velho e calcinha branca encardida balançando, o grafite na parede suja gritando “FOME FOME MISERÁVEL”, panelas velhas no chão de terra batida, um fogareiro improvisado com cinzas e uma lata de água suja ao lado. O sol entrava pela porta aberta mostrando o mato verde lá fora, mas dentro era puro nojo e tesão. Ela ali no meio, sorrindo safada pra mim, o corpo brilhando de suor, a pele suja de poeira e manchas escuras, o maiô grudado nas coxas grossas e na bunda enorme que aparecia quase toda.

“Vem cá, Daniel, meu nojento favorito”, ela disse rindo baixo, a voz rouca de tesão, “cheira meu pescoço primeiro, tô suada pra caralho desde ontem, o cheiro tá forte né? Nem troquei de roupa.” Eu aproximei o nariz do pescoço dela, e o odor azedo de suor velho invadiu minhas narinas, forte, penetrante, misturado com o cheiro de pele não lavada e um toque de terra. Meu caralho já latejou dentro da calça. Ela riu e levantou os braços devagar, mostrando as axilas peludas e molhadas de suor fresco e velho: “Olha aqui, não coloquei desodorante nenhum, tá realmente podre, esfrega sua cara aqui e lambe tudo, seu mundo! Chupa essas axilas fedidas que eu guardei só pra você.”

Eu obedeci como um cachorro, mergulhei o rosto nas axilas dela, o cheiro era insuportável, ácido como queijo podre misturado com suor rançoso e um fundo de mijo seco, e eu lambi devagar, sentindo o salgado amargo na língua, os pelos molhados grudando na minha boca enquanto ela gemia baixo “isso, lambe mais fundo, seu nojento, adoro quando você faz isso, me deixa toda molhada!” O tesão subiu rápido, eu chupava as axilas com fome, mordendo de leve a pele suada, o cheiro me subindo pra cabeça e fazendo meu pau babar pré-gozo. Ela se contorcia, apertando os peitos contra mim, o maiô já molhado de suor entre as pernas.

Depois ela virou de costas bem devagar, ainda no maiô sujo, mas logo puxou as alças pra baixo com as duas mãos, deixando o tecido cair no chão de terra e ficando completamente nua como nas fotos, colocou uns óculos na cabeça pra ficar mais puta e safada, empinou aquela bunda enorme e brilhante de suor na minha direção, apoiando as mãos na pedra grande ali do lado: “Agora a bunda tá mais podre do que nunca, vem cheirar e lamber meu cuzinho, Daniel! Enfia a cara bem fundo, eu sei que você adora esse fedor!” Eu me ajoelhei atrás dela, o nariz a centímetros das nádegas grandes e redondas, o cheiro da bunda subiu forte pra cima, um fedor pesado de suor acumulado, merda seca, bunda não limpa e um toque azedo de mijo que vazou durante o dia, me deu vontade de vomitar na hora mas meu caralho estava explodindo de tesão, latejando e babando. Eu meti a cara entre as nádegas quentes e suadas, a pele oleosa e brilhante grudando no meu rosto como cola, e passei a língua no ânus enrugado e sujo. O sabor era nojento pra caralho, amargo, com pedaços de bosta velha grudados, fungos e bactérias quentes e viscosos, o buraco pulsando na minha língua enquanto eu lambia fundo, girando e enfiando o máximo possível. Ela gemia alto “ahhh sim, lambe esse cu podre, seu safado, chupa tudo que tem aí dentro!”

Ela apontou pra manteiga derretida num pratinho ao lado do fogareiro: “Passa manteiga aí no meu cu e no seu pau, hoje vai ser anal de verdade, bem difícil e apertado como você gosta!” Eu passei a manteiga grossa e amarela, lubrificando meu caralho duro latejando e o cuzinho dela que piscava. Mas quando forcei a cabeça grossa do pau contra o buraco apertado, tava tão fechado e seco por dentro que ela gritou de dor “ai caralho, tá doendo pra porra, vai devagar seu filho da puta, tá rasgando meu cu!” Lágrimas saíram dos olhos dela, o rosto contorcido, mas ela empinava mais a bunda enorme, pedindo com a voz rouca “mete tudo, arromba esse cu nojento!” Eu forcei mais, o cu dela rasgando devagar em volta do meu pau, o calor insano apertando como um punho, e enfim entrei inteiro, socando devagar no começo, o pau deslizando na manteiga misturada com o suor dela, fazendo barulhos molhados e nojentos.

De repente puxei pra fora com força e o pau saiu todo melado de merda marrom e grossa, grudenta, pedaços saindo junto e escorrendo pelas minhas bolas. Mostrei pra ela bem perto do rosto: “Olha essa bosta no meu caralho, Júlia, tá cheio de merda sua!” Ela riu safada, ofegante e com os olhos brilhando de tesão: “É assim mesmo, mete de novo, eu vou cagar muito mais no seu pau, adoro isso, o corno nem imagina que eu sou uma porca cagando durante a foda dele! Socar mais fundo, quero sentir tudo saindo!”

Eu meti de novo, socando mais forte agora, o pau escorregando na merda fresca que ia saindo, fazendo barulhos “ploc ploc ploc” molhados e nojentos, o cheiro subindo cada vez mais forte. Ela começou a se tocar na buceta inchada, os dedos molhados de tesão, gemendo “isso, soca meu cu sujo, mais forte, porra!” De repente ela fez força com a barriga e soltou um peido longo e quente “prrrrrrrrrt”, fedorento pra caralho, seguido de mais bosta mole saindo empurrada pelo meu pau, grudando nas minhas coxas e na bunda dela brilhante. O cheiro era terrível, mistura de merda fresca, azedo e podre, me dando ânsia de vômito na garganta mas o tesão era tão grande que eu não parei, esfreguei o pau melado nas coxas grossas dela, na bunda enorme e suada, e meti mais fundo ainda, socando sem parar enquanto ela quase vomitava do próprio cheiro mas gozava forte “aiiii tô gozando, porra, continua metendo no meu cu cagado!” Eu também gozei junto, enchendo o cu arrombado dela de porra quente misturada com a bosta toda, jatos grossos saindo enquanto o cu dela piscava e soltava mais peidos curtos “pfft pfft”.

Ela saiu correndo com a mão no cu arrombado, esperma branco e merda marrom escorrendo pelas pernas grossas e sujas, o cu vermelho e aberto latejando, correu pro mato atrás da cabana porque no banheiro não tinha nem água pra lavar nada, e cagou ali mesmo no chão de terra, fazendo força pra soltar tudo que restava, usando folhas secas pra se limpar enquanto gemia baixinho. Eu gritei da porta: “Coloca areia por cima pra o marido não ver, senão ele vê o esperma na sua merda ali tão perto da casa, sua porca!”

E pra achar o autor desses contos picantes e ver todas as fotos e vídeos reais dessa foda nojenta, corre lá pro site de Selma Recife www.selmaclub.com e pro FANVUE de Selma e suas amigas www.fanvue.com/brazilians2026 . Depois disso eu ainda fiquei olhando ela se limpando no mato, o cu vermelho e aberto brilhando, prometi voltar logo com mais presentinhos e mais surpresas. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de putarias ainda mais sujas e nojentas. Comenta aí o que achou dessa foda podre, se seu pau ficou latejando lendo cada detalhe e se quer a próxima com ainda mais cheiro de bunda, peidos e scat bem real, meus amigos tarados!

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Comentários (1)

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  • Ricardo tarado: Delícia 😋 já fiz isso com uma de 8 no Piauí chorou ,gritou mas aguentou da saudade Ale192803

    Responder↴ • uid:7bteo5tk0c