Junior tirou minha virgindade parte 1 & 2
O quarto estava mergulhado em uma penumbra densa, o único som era o da minha respiração curta e descompassada. Eu, o Matheus, nunca tinha chegado nem perto de um momento desses. Sentado na beira daquela cama, sentindo o lençol amassar entre meus dedos suados, eu era o retrato do nervosismo puro. Eu era virgem de tudo, nunca tinha sentido o toque de outro homem, e ali estava você, o Júnior, de pé na minha frente, exalando uma confiança que me fazia tremer por dentro.
Quando você deu um passo à frente e levou a mão ao zíper, meu coração deu um solavanco. O barulho do metal abrindo pareceu um trovão no silêncio do quarto. De repente, o mundo mudou.
O Batismo da Inocência
Seus 18 centímetros saltaram para fora com uma força que me deixou zonzo. Era uma peça de carne viva, pulsante e intimidadora. Antes mesmo de qualquer toque, o seu cheiro me atingiu em cheio — um cheiro forte de homem, de bicho, um odor másculo e pesado que parecia impregnar o ar ao meu redor. Era o cheiro do pecado que eu estava doido para cometer. Eu olhei mais de perto e vi que a cabeça do seu pau já estava babando de pre-gozo, uma gota cristalina e viscosa brilhando na ponta, escorrendo lentamente pela lateral e deixando um rastro brilhante na pele quente.
"Ei, olha pra mim, porra," você disse, segurando meu queixo com força e levantando meu rosto. "Abre essa boquinha de virgem. Hoje você vai descobrir o gosto de um homem de verdade."
Eu obedeci, tremendo. Quando a cabeça do seu pau encostou nos meus lábios, secos de puro nervosismo, eu senti um choque elétrico. Sem lubrificante, sem frescura, era só a minha saliva e a sua vontade bruta. Você segurou a minha nuca com uma força que me deixou sem saída e empurrou.
No começo, eu engasguei. Era muito pau, era profundo demais, preenchendo cada milímetro da minha garganta que nunca tinha recebido nada. Meus olhos lacrimejaram, mas o prazer que veio junto com aquele sufoco era viciante. Eu sentia o calor da sua pele contra a minha língua e o som da minha própria saliva tentando dar conta daquela invasão bruta.
A Explosão e o Beijo de Porra
"Isso, Matheus... engole tudo, caralho. Sente o tamanho dessa porra na sua garganta," você rosnou, e eu me perdi naquele ritmo, querendo provar cada centímetro.
De repente, senti seu corpo tencionar. Suas mãos enterraram no meu cabelo, me prendendo ali embaixo, e eu soube que o mundo ia desabar. Foi uma explosão violenta. Muita porra, jatos quentes, grossos e infinitos inundaram minha boca de uma vez. O calor era surreal. O gozo batia na minha língua, subia pelo céu da boca e começava a transbordar, escorrendo pelos cantos dos meus lábios, sujando meu queixo e pescoço. O gosto era forte, salgado — o sabor exato do seu domínio sobre mim.
Eu ainda estava ali, ofegante, com a boca cheia da sua essência, quando você se abaixou. Você me puxou pelo queixo e selou nossos lábios com uma fome que me deixou zonzo.
Aquele beijo de porra foi o fim da minha inocência.
Sua língua invadiu minha boca, misturando o seu gozo com a minha saliva. A textura era espessa, cremosa, e a gente compartilhava aquele melaço quente como se fosse a coisa mais sagrada do mundo. Eu sentia o sabor do Júnior em cada canto, um gosto que agora fazia parte de mim. Quando nos afastamos, um fio viscoso e longo de porra prateada ligava nossas bocas, brilhando sob a luz fraca antes de arrebentar e cair sobre o meu peito.
O Próximo Passo
Você segurou meu rosto, sujando minhas bochechas com o melaço que ainda estava nos seus dedos, e encostou sua boca quente no meu ouvido. Sua voz veio rouca, baixa:
"Caralho, Matheus... olha só pra você," você sussurrou, e senti sua língua dar uma lambida rápida no meu lóbulo. "Todo lambuzado da minha porra, com essa carinha de virgem destruído. Quem diria que esse rostinho de santo ia aguentar 18 centímetros na garganta e beber cada gota do meu leite? Sabe o que isso significa, né? Que agora não tem mais volta. Esse gosto na sua boca é a minha marca. Eu te batizei, porra. Você agora é minha putinha oficial."
Você me deu um tapa leve no rosto e me empurrou devagar para o meio da cama, abrindo minhas pernas enquanto sua mão já buscava o lubrificante na cabeceira.
"Fica de quatro, Matheus. Vamos ver se esse seu rabo é tão guloso quanto a sua boca. Eu vou te preparar com toda a calma, porque eu quero sentir você me engolindo por baixo do mesmo jeito que me engoliu por cima."
Eu apenas obedeci, sentindo o rastro da sua porra esfriando no meu pescoço, pronto para ser aberto por você.
Parte 2
Eu me posicionei atrás de você, Matheus, enquanto você se ajeitava de quatro no meio da cama, com os braços tremendo e o rabo empinado, exatamente como eu mandei. O cheiro da minha porra ainda estava impregnado no lençol e na sua pele, e eu conseguia ver o brilho do melaço que ainda restava no seu queixo.
Eu peguei o tubo de lubrificante na cabeceira e despejei uma quantidade generosa na palma da minha mão. O gel estava frio, mas o meu toque era puro fogo.
A Primeira Dilatação
"Relaxa esse rabo, Matheus... se você travar, vai ser pior," eu rosnei, espalhando o lubrificante na entrada do seu anel.
Você soltou um gemido agudo quando sentiu o meu primeiro dedo encostar. Era um território virgem, apertado pra cacete, lutando contra a invasão. Eu comecei a massagear a entrada com calma, sentindo a musculatura pulsar sob o meu toque. Eu não tinha pressa; eu queria que você sentisse cada milímetro daquela abertura cedendo para mim.
"Isso, garoto... solta o ar devagar," eu disse, enquanto enfiava o primeiro dedo até o talo.
Você arqueou as costas, o rosto afundado no travesseiro, soltando um som abafado que era metade dor e metade um prazer que você nunca tinha sentido. Eu comecei a girar o dedo lá dentro, mapeando as paredes internas, sentindo o calor absurdo do seu corpo me abraçando. O gosto da minha porra ainda estava na sua boca, e eu fiz questão de lembrar disso:
"Tá sentindo o gosto da minha rola enquanto eu te abro, né? É assim que funciona comigo. Eu te preencho por todos os buracos."
Abrindo Caminho
Sem tirar o primeiro, eu forcei o segundo dedo para dentro. O estiramento foi maior, e eu senti você tremer por inteiro. A resistência era deliciosa, mas eu era mais forte. Comecei a fazer um movimento de tesoura, alargando aquele aperto, preparando o caminho para os meus 18 centímetros que logo iam te invadir.
"Olha como você tá dilatando, caralho...", eu sussurrei, vendo o seu anel ficar vermelho e úmido, se moldando aos meus dedos. "Você é apertadinho demais, Matheus. Vai ser um prazer te arregaçar e deixar você com o meu formato."
Eu enfiei o terceiro dedo, e a pressão foi tanta que você soltou um grito rouco. Eu parei por um segundo, deixando você se acostumar com aquela plenitude nova, sentindo como se eu estivesse mexendo direto na sua alma. Você estava sendo aberto, marcado, e o cheiro de sexo no quarto estava ficando insuportável de tão bom.
"Agora você tá quase pronto," eu disse, tirando os dedos devagar e ouvindo o estalo do lubrificante saindo de você. "A boca já foi batizada, o rabo já tá aberto... agora eu vou colocar essa tora inteira dentro de você e te mostrar o que acontece quando um virgem encontra um dono de verdade."
Eu me ajoelhei logo atrás de você, segurando meu pau que latejava de vontade, e encostei a cabeça dele na sua entrada latejante.
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