Entrega anal de uma crente recatada.
Sabe aquela mulher que todo mundo acha santa na rua, mas vira demônio puro quando as luzes apagam? Pois é, essa é a minha história com a Juliana.
Resumo rápido pra você não largar: eu, um cara comum de Recife, cruzei com essa crente de saia até o chão na saída da igreja em Boa Viagem. Voz doce, sorriso tímido, mas um rebolado que denunciava tudo. Ela confessou que sonhava ser possuída de verdade, principalmente por trás, onde nunca tinha deixado ninguém entrar. Prometi que ia ser eu o primeiro — e o último que ela ia querer lembrar toda vez que sentasse no banco da igreja. O que começou com olhares safados terminou com ela de quatro, gemendo alto enquanto eu arrombava aquele cuzinho virgem com força, lubrificante escorrendo, tapas na bunda ecoando, peidos escapando de tesão misturado com dor gostosa, e gozo quente enchendo tudo por dentro. Depois disso, ela ficou viciada. E eu também. Se quiser acompanhar as próximas aventuras minhas e dela (e de outras que virão), é só procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Agora segura aí que o conto vai esquentar de verdade.
Tudo começou numa tarde quente de domingo, na calçada da Igrejinha de Boa Viagem. Eu tava passando de moto quando vi ela saindo, saia longa azul-marinho balançando, cabelo preso num coque certinho, Bíblia debaixo do braço. Mas quando nossos olhos se cruzaram, ela sustentou o olhar dois segundos a mais. Aquele tipo de olhar que diz: “eu sou comportada, mas se você souber apertar o botão certo…”. Parei a moto, tirei o capacete e soltei um “Boa tarde, moça. Tá calor hoje, né?”. Ela sorriu, mordendo o canto da boca.
— Calor mesmo… dentro e fora — respondeu baixinho, quase sussurrando.
Meu pau deu um pulo dentro da calça só com aquilo. Conversa vai, papo vem, descobri que o nome dela era Juliana, 28 anos, solteira, frequentadora assídua da assembleia ali perto. Mas por trás daquela fachada de santinha, tinha uma fila de fantasias trancadas a sete chaves. Uma delas: ser dominada completamente. Outra: entregar o cu pra alguém que soubesse mandar.
— Nunca deixei ninguém… lá atrás — confessou ela, corando até a raiz do cabelo. — Mas penso nisso toda noite.
Eu não aguentei:
— Então vai ser comigo, Juliana. Vou te mostrar como é bom ser minha putinha obediente.
Ela riu nervosa, mas os olhos brilharam.
— Você promete que vai devagar no começo? Que vai cuidar de mim?
— Prometo meter com força quando você pedir… e fazer você gozar gritando meu nome.
Marcamos pra sexta à noite, no meu apê em Pina. Ela chegou pontual, vestido longo vinho, salto alto preto, batom vermelho discreto, cheiro de baunilha misturado com um perfume caro. Parecia pronta pro culto, mas o decote sutil mostrava o começo dos peitos fartos, e quando virou de costas pra pendurar a bolsa, a bunda empinada esticou o tecido do vestido. Meu Deus do céu (ou melhor, sem Deus dessa vez), aquilo era crime.
Fechei a porta e já puxei ela pra um beijo molhado, língua brigando com língua. Ela gemia na minha boca, mãos trêmulas apertando minha camisa. Levei ela pro quarto devagar, acendi só o abajur, clima quente. Coloquei ela de quatro na cama, levantei o vestido até a cintura. Calcinha preta de renda, já com uma mancha escura no meio. Puxei pro lado e vi a buceta inchada, molhada, brilhando. Mas meu alvo era outro.
Abri as nádegas dela com as duas mãos. Aquele cu rosado, apertadinho, piscando de nervoso. Cheiro de sabonete misturado com o tesão dela. Lambi devagar o rego inteiro, subindo e descendo, parando na entrada pra girar a língua. Ela tremia toda.
— Ai, Juninho… isso é pecado… mas que delícia…
— Pecado é você esconder esse cuzinho gostoso tanto tempo — respondi, enfiando a ponta da língua pra dentro.
Ela soltou um gemidinho alto, empinando mais. Peguei o lubrificante, espremi bastante no dedo e comecei a massagear a portinha. Um dedo entrou devagar. Ela apertou, gemeu de dor misturada com prazer.
— Tá doendo um pouquinho… mas não para…
Dois dedos. Ela rebolava, empurrando contra minha mão. O barulhinho molhado misturado com os gemidos dela me deixava louco. Tirei os dedos, abri a calça e tirei a rola dura, latejando. Rocei a cabeça no anel apertado.
— Respira fundo, minha crentinha safada. Vai sentir cada centímetro.
Forcei devagar. A cabeça passou, ela gritou:
— Ai caralho! Dói… mas é bom… não tira!
Fiquei parado, só a cabeça dentro. Ela respirava pesado, suava. De repente empinou mais, desceu sozinha mais uns centímetros.
— Vai… mete tudo… quero sentir você me arrombando…
Enfiei devagar até o talo. O cuzinho dela apertava como se quisesse me engolir. Comecei a bombear devagar, depois mais rápido. Paf… paf… paf… o saco batendo na buceta molhada. Ela gemia alto, pedindo mais.
— Me chama de puta… me bate… me fode mais forte!
Segurei no coque, puxei o cabelo pra trás, dei tapas firmes na bunda que ficava vermelha. Um peido escapou dela de tanto tesão e pressão, barulhinho safado que só aumentou o fogo.
— Isso, solta tudo, sua cadelinha… deixa eu ouvir como você tá entregue.
Ela gozou primeiro, tremendo inteira, buceta pingando na cama, cuzinho piscando em volta do meu pau. Gritou meu nome misturado com gemidos roucos. Não aguentei: meti até o fundo e gozei forte, enchendo aquele cu virgem com jatos quentes. Senti ela apertar mais, como se quisesse guardar cada gota.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela virou pra mim, olhos brilhando, sorriso safado.
— Agora toda vez que eu ajoelhar pra orar… vou lembrar do seu pau me preenchendo. E vou querer mais.
Eu ri, beijei a testa dela.
— Então se prepara, Juliana. Isso foi só o começo das nossas aventuras.
Se você chegou até aqui babando, imagina o que vem nas próximas. Quer saber o que rolou na praia de Porto de Galinhas? No motel em Olinda? Com ela e uma amiga que também “se converteu” pro lado safado? Então comenta aí embaixo o que você quer ver acontecer… e corre pra me achar em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Te espero lá, porque o fogo só aumenta. 🔥
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