Fodendo o CU virgem da lavadora de carros na rua.
Aninha tem 28 anos e mora num barraco apertado na Muribeca, onde o sol queima o chão rachado e o cheiro de esgoto sobe junto com o barulho dos moleques jogando bola nos escombros. Todo dia ela acorda cedo, pega o borrifador de água suja, o pano rasgado e vai pra rua cuidar de carro alheio — Fiat Uno detonado, Gol sem escapamento, Saveiro que mais parece sucata. Ganha trocado, às vezes um real a mais quando o dono tá de bom humor. A bunda dela, porém, é o que todo mundo nota primeiro: enorme, redonda, escura, balançando dentro do short jeans surrado que mal cabe. Ela sabe, finge que não vê os olhares, mas sente o peso deles.
Eu já tinha visto ela várias vezes, trocando ideia na esquina, rindo alto com as amigas, suada, o cabelo preso num coque bagunçado, cheiro forte de mulher que trabalhou o dia inteiro subindo no ar quente. Um dia parei o carro do lado dela, baixei o vidro e chamei:
— Ei, Aninha, tá afim de ganhar um dinheiro extra hoje?
Ela parou, limpou o suor da testa com o antebraço, olhou desconfiada.
— Que tipo de dinheiro, hein? Não sou de fazer putaria não, tô casada.
— Calma, só foto. Umas fotos legais, dentro do conjunto abandonado ali atrás. Tem um lugar foda, cheio de picho, entulho, parece cenário de filme. Pago bem.
Ela riu, balançou a cabeça.
— Tu é doido, né? Pra quê foto lá dentro? Tá cheio de rato, de caco de vidro…
— Exatamente por isso. Fica autêntico. Duas notas de cem e tu decide se quer ou não.
Ela ficou quieta uns segundos, olhando pro chão, depois pro meu rosto.
— Duas notas? Agora?
— Agora.
Ela mordeu o lábio inferior, coçou a nuca.
— Tá bom… mas só foto normal, hein? Nada de palhaçada.
Entramos no condomínio fechado. O portão rangia, o cadeado aberto há anos. O corredor era um túnel de paredes mofadas, pichações gritando “ACSIABU”, “MURIBECA DOMINADA”, cheiro de mofo, urina seca e poeira. Ela andava na frente, bundão rebolando, short colado na pele suada. Eu já tava duro só de olhar.
Comecei com fotos simples: ela encostada na parede, sorrindo, depois de cócoras perto do entulho, o borrifador na mão como se fosse pose. Ela relaxou, riu, fez careta. O calor lá dentro era insuportável, o suor escorrendo pelo pescoço dela, molhando a camiseta cinza que grudava nos peitos pesados.
— Tá calor pra caralho aqui — ela reclamou, abanando a camiseta.
— Tira se quiser. Ninguém vai ver.
Ela me olhou torto, mas levantou a barra da camiseta, limpando o rosto. A barriga macia apareceu, o umbigo fundo. O cheiro dela subiu forte: suor azedo, desodorante barato vencido, mulher quente depois de trabalhar o dia todo. Meu pau pulsou dentro da calça.
Cheguei mais perto, fingi ajustar o ângulo.
— Deixa eu sentir teu cheiro de axila?
Ela arregalou os olhos.
— Tá louco, porra? Tá fedendo pra cacete, faz dias que não tomo banho direito.
— É exatamente isso que eu quero.
Ela riu nervosa.
— Tu é muito doente, hein?
— Doente e pagando. Mais duzentão se eu puder cheirar tua axila e lamber.
Ela hesitou, olhou pros lados, como se alguém pudesse aparecer nos escombros.
— Tá… mas só isso.
Levantei o braço dela. A axila era uma mata preta densa, molhada, brilhando. O cheiro bateu como soco: ácido, salgado, mofo misturado com suor velho. Encostei o nariz, inspirei fundo. Ela arrepiou.
— Caralho… que nojo… — ela murmurou, mas não puxou o braço.
Passei a língua devagar na pele salgada, no pelos molhados. Sabor amargo, forte, quase metálico. Ela gemeu baixinho, surpresa.
— Tá gostando mesmo dessa porra?
— Demais.
Abaixei o olhar pro bundão esticado no short.
— E se eu pagar mais pra cheirar aí atrás?
Ela ficou vermelha.
— Tá fedendo muito, cara. Tô suada o dia inteiro, nem caguei hoje ainda… vai ficar com nojo.
— Eu gosto assim. Quatro notas se tu ficar de quatro e abrir pra mim.
Ela respirou fundo, olhou pro teto rachado, depois pra mim.
— Tá… mas se for pra foder, é mais caro.
— Quanto?
— Mil. E vai rápido, meu marido chega em casa às sete.
Colocamos o acordo. Ela se virou, apoiou as mãos num pedaço de concreto quebrado, empinou a bunda. O short já tava molhado de suor nas costas. Ajoelhei atrás, puxei o tecido pra baixo devagar. A calcinha preta barata apareceu, enfiada no rego escuro. O cheiro subiu pesado: bunda suada, cu azedo, um toque de merda que ela não limpou direito de manhã. Abri as nádegas com as duas mãos. O buraco piscou, marrom-escuro, enrugado, brilhando de suor e umidade. Veja e baixe tudo em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Inclinei o rosto até encostar o nariz bem no meio. Inspirei devagar. O fedor era tão forte que meus olhos lacrimejaram, mas meu pau babava na cueca. Passei a língua na roseta apertada. Sabor amargo pra caralho, salgado, azedo, um gosto residual de cocô que ela não conseguiu limpar. Ela gemeu alto.
— Porra… que nojo… tu gosta mesmo disso?
— Gosto pra cacete.
Cuspi no cu, esfreguei com o dedo. Ela apertou.
— Vai devagar… nunca dei essa porra pro meu marido.
Abri a calça, tirei o pau babando. Cuspi na cabeça, esfreguei na roseta. Ela gemeu de dor quando forcei a entrada.
— Ai, caralho… tá doendo…
— Relaxa, vai entrar.
Entrei devagar, sentindo o anel apertar forte. Ela gritou baixo, unhas cravando no concreto. Meti até a metade, parei. Ela respirava rápido.
— Tá rasgando… porra…
Cuspi mais, tirei e botei devagar. Aos poucos ela relaxou, o cu amolecendo. Comecei a socar mais fundo. O barulho molhado ecoava no corredor vazio. De repente ela peidou alto, fedorento, quente.
— Ai meu cu… tô com dor de barriga… vai logo, porra!
O cheiro de peido misturado com o fedor do cu me deixou louco. Notei o pau saindo melado, marrom-claro. Ela tentou segurar.
— Não aguento mais… vou cagar…
— Deixa sair, porra. Quero tudo.
Ela gemeu alto, começou a se tocar na buceta, esfregando o clitóris inchado. O cu piscava, soltando mais peido molhado. Meti forte, sentindo o pau deslizar no melado quente.
— Tá gostoso… doendo pra caralho mas tá gostoso… mete mais forte, seu filho da puta!
Ela gozou tremendo, gritando, o cu apertando meu pau como torno. Aquilo me acabou. Gozei jatos grossos dentro do buraco quente, sentindo o líquido escorrer misturado com a sujeira dela.
Saímos em silêncio. Ela puxou o short pra cima, limpou o rosto com a camiseta, olhou pra mim.
— Foi foda… mas não conta pra ninguém, tá?
— Claro. Mas tem mais aventura vindo. Vou postar tudo direitinho.
Ela riu, balançou a cabeça.
— Tu é louco mesmo.
Se quiser ver as fotos, o vídeo e saber das próximas putarias da Aninha e de outras minas da quebrada, me segue lá no perfil. Tem postagem nova todo dia. Deixa teu comentário aqui embaixo dizendo o que achou dessa foda suja no entulho — quero saber quem bateu uma pensando nessa bunda fedida e cagada.
Um abraço forte,
Daniel
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