Sorte com as virgens minha filha e sua amiguinha
Flavinha vinha fazer o trabalho de escola mais minha filha não estava.
No conto anterior falei de quando Flavinha veio fazer o trabalho em dupla com minha filha.
Sempre que tinha trabalhado para fazer Flavinha escolhia minha filha com a desculpa que as notas eram melhores, sem dúvidas eu relia os trabalhos delas dava opinião e as notas eram 9 ou 10.
Nisso a mãe dela sempre trazia ela para estudar junto com minha filha, até presentinho minha filha ganhava por ajudar Flavinha, eu gostava que sempre quando acabava eu ganhava um belo boquete.
Teve um dia que a mãe de Flavinha a trouxe , mais minha filha tinha saído com a minha esposa para fazer compras, como de costume a mãe dela buzinou e foi embora, até eu ir no portão, não consegui avisar. Falei para Flavinha que minha filha não estava e ela disse que não tinha problema que ela queria ficar aqui em casa, quando ela entrou eu fechei o portão ela já pulou nos meus braços e me deu um beijo de língua. Ergui ela fiquei beijando e me esfregando nela até meu pau ficar duro, coloquei ela em cima do capo do meu carro de pernas abertas, ergui seu vestido, puxei sua calcinha de lado, dei de cara com a bucetinha mais linda que já vi. Um belo capuzinho de Fusca, cai de boca, ainda bem que minha garagem e toda fechada. Quando ela gozou, carreguei até a sala deitei ela no sofá e fiquei pincelando meu pinto na entradinha e no clitóris tirei sua camiseta e chupei os peitinhos Flavinha abraçou minha cabeça forçando contra seus peitinhos fui descer para chupar a bucetinha mais ela pediu para continuar que ela queria gozar com meu pinto esfregando na bucetinha, fiquei esfregando por mais de 15 minutos mais quem gozou foi eu melando a bucetinha barriga e quando ia escorrer no tapete eu limpei com minha cueca.
Levei Flavinha para o banheiro para lavar, mais assim que entramos Flavinha se agachou e começou a chupar meu pau que demorou um pouco pra ficar duro, assim que endureceu Flavinha ficou de frente para a parede e pediu para enfiar no cuzinho, perguntei se ela já tinha dado o cuzinho e ela falou que seu primo gostava de comer o cuzinho. Passei bastante condicionador de cabelo em dois dedos e lambuzei o cuzinho um dedo entrou fácil mais quando fui enfiar o segundo ela falou para ir devagar que meu dedo era muito grosso, logo presumi que o pinto do primo dela era mais fino, fui laceando aquele cuzinho com calma e quando achei que já entrava direcionei meu pau, mesmo assim precisei de calma para não machucar ela, quando entrou a cabecinha ela pediu para esperar que estava ardendo muito. Falei para irmos para cama que seria mais fácil. Como estávamos no banheiro da minha suíte só nos secamos e fomos para a cama pelados, deitei na cama e Flavinha já pegou no meu pinto e começou a chupar, isso ela fazia sempre que via meu pau mole, enquanto ela chupava eu passei bastante KY no seu cuzinho que aceitou dois dedos com mais facilidade, falei para ela sentar em cima do meu pau, que ficaria mais fácil controlar a dor. Só que ela não conseguia relaxar e fazer movimentos, fazendo o cuzinho ficar comprimindo meu pinto, ela deitou por cima de mim de costas e direcionou meu pau no cuzinho apertado. Forcei devagar e entrou um pouco mais fácil mesmo assim demorei uns 15 minutos para meter tudo tirei várias vezes para passar mais KY, quando acostumou começou a rebolar e quicar até cansar, enquanto eu masturbava seu clitóris. Gozamos juntos, Flavinha ficou engatada até meu pau ser expelido do cuzinho.
Fiquei admirando aquela pequena deusa, lábios macios, peitinhos lindos e uma bucetinha maravilhosa.
Chupei seus peitinhos, sua barriguinha e Flavinha começou a me masturbar, quando cheguei na bucetinha Flavinha se pôs debaixo de mim para fazermos um 69, sabia que iria demorar para gozar, então chupei seu clitóris com força, o tesão que ela sentiu foi tão forte que ela não conseguia chupar e gemer ao mesmo tempo, fiz ela gozar, mais não parei de sugar seu clitóris fazendo ela explodir num gozo que ficou tendo espasmos por quase 1 minutos. Enquanto eu lambia suas coxas, passava a língua na barriga, chupava seus peitinhos fazendo os espasmos aumentarem, ela me abraçava e dizia que iria desmaiar de tanto gozar, aproveitei desse descontrole para posicionar meu pau na entradinha da bucetinha, esfreguei desde o clitóris até o cuzinho, fui forçando e tirando na bucetinha virgem a cada enfiada avançava um pouquinho até encontrar resistência no hímem. Não tem sensação melhor que sentir o hímem se rompendo, a cada enfiadinha via em seu rosto misto de prazer e dor, espasmos e retração mais eu segurava firme sua cintura para ela não conseguir fugir. A hora que rompeu de vez Flavinha me abraçou forte dizendo que quando mexia doía muito.
Fiquei parado até ela começar a forçar meu pinto para dentro, Flavinha forçava e tirava conforme ela aguentava a dor, demorou mais entrou tudo. Como já fazia muito tempo que estávamos metendo, falei para ela me avisar quando fosse mais gostoso, primeiro fiz movimentos longos da entradinha até o fundo, depois movimentos curtos só na entradinha e por último movimentos curtos só no fundo, só pelo mini espasmo que ela deu o ponto G dela era quase no fundo, fiz movimentos curtos no ponto G hora rápido hora lento. Em menos de 1 minutos ela explodiu em maís um gozo tendo espasmos descontrolados, com meu pau ainda enterrado na bucetinha, qualquer movimento que eu fazia ela me abraçava forte e mordia meu braço. Nós lavamos para tirar o suor e Flavinha pediu para eu levar ela em bora antes da minha esposa chegar.
Depois desse dia sempre dávamos um jeito de pelo menos dar uma rapidinha, e nos finais de semana que ela dormia aqui todos iam dormir ficava só eu e Flavinha assistindo TV até tarde. E quando minha filha insistia para Flavinha ir dormir a danada esperava minha filha dormir para voltar pra sala e meter até 2 ou 3 da manhã.
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