Coisa de criança? - Parte 1: A prenda do fim do jogo
Jogar valendo prenda é sempre melhor. Aquele futebol com os amigos de fim de tarde.
Eu e meus amigos jogávamos futebol num campinho improvisado todos os dias.
Esse campinho era um terreno em anexo a minha casa, o terreno pertencia a meu Avô, então a gente podia usar ele de boa. O terreno era cercado de muro alto, o que ajudava a não perder a bola nos vizinhos. E no fundo do terreno, que fazia limite com o terreno de nossa casa, tinha uma pequena abertura que dava acesso. Era meio difícil de passar, mas dava. Meu trato com meus pais era, a gente podia usar o campinho desde que a gente deixasse ele sempre limpo, sem grama alta.
Nosso grupo era de seis pessoas. Daniel, Felipe, Thiago, Raul, Pedro e eu. Todo mundo tinha a mesma idade. Pessoal da escola. Não consigo lembrar como isso começou. Mas a gente sempre pagava uma prenda quando perdia. E esse prêmio era comer o cuzinho de quem perdia no melhor de três partidas.
Nas segundas o jogo sempre era mais disputado já que no final de semana não rolava jogo. E eu acho que todo mundo era fissurado em poder meter. Mas eu confesso que perder não era tão ruim também. Acho que todo mundo se sentia assim. Mas ninguém jamais iria assumir isso.
Numa tarde dessas os times ficaram Raul, Daniel e Thiago. E no meu o Pedro e o Felipe. O meu time era mais fraco, mas era escolhido na sorte. Eu já joguei a primeira partida pensando que ia voltar pra casa com o cu doendo pra casa, cada gol que nosso time levava eu dava uma piscada com o cu.
E a gente perdeu mesmo. Mas na segunda a gente ganhou por um. A terceira partida foi bem disputada. Quase saímos no soco por causa de uma falta. E pah. A gente ganhou. A quarta partida foi fácil, ganhamos de cinco a dois. Não sei o que aconteceu, jogamos muito bem.
Mas também todo mundo ficou morrendo de cansaço. A gente tinha um banco feito com tijolo e madeira. Tomou uma Coca e ficamos dando risada. Aí o Pedro disse "E aí. Quero meu cuzinho, já tá ficando tarde." a gente riu mas concordou. O Daniel falou "Porra hoje eu queria ganhar nem bati punheta ontem" e tirou o shorts e a cueca. Ficando de joelhos em frente ao banco com os braços sobre ele. "E aí, quem vai com quem?"
O time que ganhava podia escolher. Não que fizesse diferença. Cu era cu. Pelo menos pra mim. Diferente de quando eu estava no time que perdia. Eu gostava quando o Raul me comia. Acho que dos pau, o dele era o mais comprido e grosso. Não que fosse muito maior que o nosso. A gente já tinha medido e variava entre 12 a 14 cm. Mas o Raul sempre demorava pra gozar.
No dois ou um eu pude escolher em segundo. Como disse não fazia diferença, mas fui no Thiago, ele era o meu melhor amigo, e ele já tinha me pedido pra escolher ele sempre que pudesse, mas isso era um trato só entre nós dois, ninguém mais sabia. Fiquei de joelho atrás dele, meu pau estava muito duro, todo mundo estava, até quem ia dar tava com o pau duro, alguns já batiam uma punhetinha leve. Dei aquela cuspida no cuzinho, esfreguei o pau na portinha e fui entrando, e foi até que fácil. Eu estava igual ao Daniel, sem bater punheta a dois dias. Segurei ele pela cintura e comecei o vai e vem. Cada vez que eu metia o Thiago dava uma gemidinha gostosa, a gente já tinha perdido a vergonha e o preconceito. E ele tava aproveitando pra se masturbar junto.
Nenhum de nós demorava muito, até o Raul que demorava a gozar sempre levava uns 10 minutos metendo, ou 15 na punheta.
Do meu lado Pedro e Felipe também mandavam ver nas suas duplas.
Quando eu já estava quase gozando notei um movimento do lado direito. Em direção ao buraco que a gente usava pra chegar no terreno. Mas tava tão bom meter que deixei pra lá. Segurei o Thiago com força e meti fundo e gozei. Eu deitei por cima das costas dele, cansado, e como ninguém ia ver ou notar, segurei o pau dele e bati uma punheta com força pra ele. E ele gozou, era por isso que ele me pedia pra comer ele, nossa amizade me permitia fazer ele gozar. Mas isso era segredo para o grupo. E nessa hora eu olhei pro lado e vi quem tava nos olhando. Era Jéssica. Minha irmã. Ela olhava pra gente com cara de curiosa e assustada. Quando me viu olhando pra ela, saiu correndo.
Depois de todo mundo terminar, cada um foi pra sua casa. Eu estava nervoso com o que minha irmã ia falar. Quando cheguei em casa ela estava na sala assistindo TV. Me olhou com uma cara estranha e voltou a assistir. Eu nem falei nada com ela. Só fui tomar um banho.
Aquele fim de dia passou normal. Ela não falou nada comigo. Deixei quieto. Eu e minha irmã somos gêmeos e a gente sempre se deu bem. Eu pensei comigo mesmo “Ah ela deve entender o que é Troca Troca e tá de boa com isso.”
No dia seguinte a gente não jogou. Tava caindo uma chuva forte. Mas na quarta teve jogo.
Os dois times ficaram bem balanceados. Meu time ganhou a primeira, mas perdemos a segunda, a terceira e a quarta.
Nesse dia, quem perdeu foi Raul, Pedro e eu. Nas escolhas de quem ia meter, o Felipe me escolheu primeiro. O Thiago foi no Raul e Dan ficou com o Pedro.
Assim que eu fiquei de joelhos, já notei minha irmã no seu esconderijo, vendo a gente, tava torcendo pra que ninguém notasse ela ali. Ela também notou que eu a vi. Era uma coisa de irmãos gêmeos. A gente falava com os olhos. “Vai embora” “Não, quero assistir!” “Fica aí escondida, então” “Tá bom!”. Quando chegasse em casa ia falar com ela.
Felipe se ajoelhou atrás de mim, eu já batia minha punheta, Meu cu piscava ansioso pela rola, o pau dele era bem normal pra nossa idade. O diferencial dele é que ele metia sem dó, ele aproveitava a prenda. Só que isso fazia ele gozar mais rápido que todo mundo. Ele deu aquela cuspida e posicionou o pau na entrada, me segurou pelos ombros e me puxou, com força, meu cu se abriu, senti a cabeça passar pela portinha e ir até o final. Ele nem esperou e já saiu, e meteu de novo. Não era ruim, muito pelo contrário, eu gemia gostoso a cada investida dele. Ele metia forte, o som que fazia do corpo dele batendo no meu era o mais alto. Como eu sabia que ele iria gozar rápido, acelerei a punheta. Queria gozar junto, senti ele tremer um pouco. Ele me puxou com força, me abraçou pela barriga, e gozou no fundo. Eu senti três jatos fortes indo bem no fundo. Gozei também. Fomos a primeira dupla a acabar. Ele saiu de dentro de mim, e eu senti a porra dele escorrer pra fora. Pisquei o cu gostoso. Tava doendo um pouco. Mas bem pouco. Foi bom demais.
Depois de todo mundo acabar, falei meio sério com eles. “Pessoal, seguinte. Eu escutei meu avô falando que essa semana iria vir uns caras olhar o terreno. Acho que melhor a gente não vir aqui até depois disso. Imagina eles pegarem a gente aqui no bem bom?” Todo mundo riu mas concordou. Era mentira. Mas eu tinha que falar com a Jéssica, minha irmã. Que já não estava mais escondida assistindo.
Cheguei em casa. Fui tomar meu banho. Minha irmã estava em nosso quarto. A gente dormia no mesmo. Era assim desde que éramos crianças.
“Jéssica, preciso falar com você! Eu sei que você me viu com meus amigos…”
“Eu vi. Desculpa. Que estranho aquilo. Vocês todos pelados se esfregando…”
“É coisa de garotos. É tipo uma prenda de quem perde o jogo do futebol.”
“Mas é gostoso? Pra ser um prêmio quem vence deve ser.”
“Sim. É gostoso.”
“Mas é o que? Só se esfregar na bunda do outro?”
“Não. Não. Você não sabe? Como que te explico… SaSabe o pinto?”
“Ahan?!”
“Então. Ele fica tipo… duro. Aí a gente entra no cú do outro. E fica saindo e entrando.”
“Que? Credo! Que nojo. Que estranho. Como assim fica duro?”
“É fica duro. Não sei explicar. Só fica. Me dá seu celular aqui.”
Peguei o celular dela, naquela época já dava pra assistir coisas pelo celular, eu sabia sites com filmes porno. Entrei em um e achei um vídeo de anal e mostrei pra ela ver.
Ela assistiu alguns outros. Aí deu um grito de espanto. Fui ver e ela tava vendo um pau entrando na buceta.
“Como entra lá?”
“Entra! Tem um buraco. Você nunca colocou o dedo na sua?”
Mostrei o vídeo de uma mulher se masturbando, pra ela.
“Não. Nunca fiquei mexendo na minha coisa.” Eu ri dela chamar de coisa.
“Do que tá rindo?” disse ela brava.
“É que você falou “coisa”. A gente chama de buceta. O pinto a gente chama de pau.”
“Ah tá.”
A gente passou conversando até nossos pais nos chamarem para jantar.
Quando a gente voltou pro quarto. Perto de dormir ela me disse sussurrando:
Me ajuda a mexer na minha cois… na minha buceta?
Continua…
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