Capitulo 4: A Vingança Eterna – A Putinha de Luana
Depois daquela noite em que tudo se repetiu mais uma vez — eu te fodendo com o strap enquanto Tonilson gozava dentro de mim e você gozava sem nem se tocar, chorando de prazer e vergonha —, você finalmente quebrou. Na manhã seguinte, com os olhos vermelhos de tanto chorar, você disse as palavras que eu nunca imaginei ouvir:
“Luana, acabou. Eu não aguento mais. Eu te amo, mas isso está me destruindo. Eu quero terminar.”
Eu fiquei paralisada. O arrependimento que eu carregava no peito se transformou em uma raiva cega, fervente. Você, o homem que eu amava, que eu transformei em submisso, agora queria me abandonar? Me largar como se eu fosse descartável? A humilhação que eu te causei virou contra mim, e eu senti o ódio crescer como veneno. “Você não vai embora assim”, eu pensei. “Você vai pagar caro por isso. Você vai ser minha putinha para sempre.”
Eu planejei tudo com frieza. Fingi aceitar o término, chorei na sua frente, pedi desculpas, disse que entendia. Mas por dentro, eu já tinha contatado quatro homens que eu conhecia das noites em que você assistia, calado e excitado. Eles eram brutos, sem limites, e adoravam uma boa sessão de dominação. Eu marquei para uma noite em que você estaria sozinho em casa, achando que eu tinha ido embora de vez.
Você abriu a porta quando eu bati, surpreso de me ver. Antes que pudesse reagir, eu entrei com os quatro atrás de mim. Eles te agarraram, te arrastaram para a sala e te amarraram firme em uma cadeira de madeira que eu tinha preparado — pulsos e tornozelos presos com cordas grossas, boca amordaçada com uma bola de silicone. Você debateu, olhos arregalados de terror, mas era inútil. Eu me aproximei, tirei a mordaça por um segundo só para sussurrar no seu ouvido:
“Você quis terminar? Agora você vai ver o que acontece quando tenta me deixar. Você vai ser minha putinha para sempre, João. E vai gostar.”
Eu me despi na sua frente, devagar, deixando você ver cada curva do corpo que você tanto amava. Os três primeiros homens me cercaram. Um me pegou por trás, metendo forte enquanto eu gemia alto olhando nos seus olhos. Outro enfiou na minha boca, fodendo minha garganta até babar. O terceiro apertava meus seios, mordendo os mamilos enquanto eu rebolava entre eles. Eu gozei gritando, olhando para você o tempo todo, vendo suas lágrimas escorrerem enquanto seu pau traidor endurecia na calça.
Enquanto isso, o quarto homem — o mais bruto de todos — se posicionou atrás da cadeira. Ele baixou sua calça, cuspiu na mão e lubrificou seu cu. Você tentou gritar, mas a mordaça voltou. Ele te penetrou devagar no início, depois com força, estocadas profundas que faziam a cadeira balançar. “Olha só o corno virando putinha”, ele ria. Você gemia de dor e humilhação, mas seu corpo traía: seu pau pulsava, vazando pré-gozo. Ele gozou dentro de você, enchendo seu ânus com jatos quentes, e saiu escorrendo pelas suas coxas.
Então veio a troca. Os três que me fodiam se viraram para você. Um após o outro, eles te penetraram — na boca, no cu, alternando. Eu assistia, masturbando-me, gozando só de ver você ser usado como um brinquedo. Quando eles terminaram, deixando você coberto de porra, rosto, peito, barriga e cu pingando sêmen alheio, eu entrei na brincadeira.
Eu vesti o strap-on maior que eu tinha — preto, grosso, com veias salientes. Lubrifiquei e me posicionei na sua frente. “Agora você vai engolir tudo, minha vadia.” Eu enfiei na sua boca primeiro, fodendo sua garganta até você engasgar, ficando roxo, os olhos lacrimejando, quase desmaiando. Depois virei você de lado na cadeira, ainda amarrado, e meti no seu cu já aberto e gozado. Eu fodia com raiva, com força, batendo no fundo enquanto você gemia alto, o corpo tremendo. “Você é minha agora. Minha putinha. Pra sempre.” Você gozou sem nem tocar, jorrando no chão, humilhado ao extremo.
Quando acabou, os quatro saíram rindo, me deixando sozinha com você. Eu te desamarrei devagar, te levei arrastando para o banheiro. Lá, prendi uma coleira de couro grosso no seu pescoço, com corrente presa na parede. “Você não vai mais embora. Vai ficar aqui, preso, bebendo minha urina toda manhã, lambendo minha buceta gozada de outros homens toda noite, e sendo fodido por mim sempre que eu quiser.”
Eu mijei na sua boca aberta, forçando você a engolir, depois enfiei o strap de novo, devagar dessa vez, enquanto você chorava. “Eu te amei tanto, João… mas você quis me deixar. Agora você é minha propriedade. Minha putinha eterna.”
O arrependimento ainda queimava em mim — eu me odiava por ter chegado nisso, por ter transformado o homem que eu amava em um objeto de humilhação. Mas o poder… o controle absoluto… isso me excitava mais que qualquer coisa. E eu sabia que nunca mais pararia.
Você, acorrentado no banheiro, olhos vazios, corpo marcado, gozado e quebrado, agora era só meu. Para sempre.
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Fiquem ligados no próximo capítulo 🔥
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