#Assédio #Coroa #Gay #Teen

O Colega De Quarto

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Asmodeus

Relato de quando eu era adolescente e trabalhei em uma obra no interior e as consequências que vieram depois.

Eu tinha 16 anos, eu era um jovem de Acopiara no Ceará muito sonhador, havia me mudado cedo para Fortaleza e com 15 anos, eu já trabalhava em estágio. Acontece que o contrato não dura mais de 1 ano. E quando me vi sem emprego, fiquei desesperado por dinheiro, sempre gostei de ser independente. Nesse meu antigo trabalho, eu conheci o Marcos, que posteriormente, com a apresentação do meu pai, se tornou o namorado da minha tia Marcela. Meu pai também trabalhava nessa empresa, e toda vida que ele viajava, ele tinha mania de ficar no quarto com os homens vestido somente toalha e marcava muito o pau dele, que era bem avantajado. Por conta disso, o pessoal começou a deduzir que eu também tivesse e começaram a me encher o saco pra eu mostrar também. Desde novo, e não querendo me gabar, eu também tinha um pau grande. 22 cm levemente inclinado pra esquerda. Fiquei sendo apelidado na empresa depois disso como Madeirão.
Pois bem, depois que eu saí da empresa, logo em seguida o Marcos saiu. Mas ele havia conseguido um novo trabalho, só que era muito longe, num interior do Ceará chamado Croatá. Eles estavam precisando também de pessoas para ajudar a colocar calçamento numa rua, então ele me convidou. Já tinha largado os estudos mesmo, não pensei duas vezes, eu fui.
Era cansativo, o dia inteiro no sol rachando de quente. Tinha começado a me arrepender de ter ido, o que me confortava era saber que eu tinha um amigo ali. Ele era como eu, a diferença é que ele era um quarentão e eu, um garoto agora com 16 anos. Mas eu sempre me dei bem com os caras mais velhos, principalmente os que gostavam de brincar que nem eu. Mas a putaria começou mesmo foi nos dias de folga. Ele dividia o quarto comigo, uma suíte. Certa vez, entrei no quarto de supetão e ele estava trocando de roupa. Ficou todo envergonhada e eu disse "calma meu fih, todo mundo pode ter pau e caneco", ele riu e disse que pensava do mesmo jeito. Dali fomos criando intimidade. Outra vez, ele entrou no quarto, e o banheiro não tinha porta. Então ele me pegou no ato de fazer o número 2 no vaso. Só que desde pequeno, eu tenho o costume de fazer isso de cócoras, pois eu vim de um lugar tão pobre que nem vaso sanitário eu tinha na época. E quando tive, só conseguia fazer minhas necessidades assim. Ele chegou bem nesse momento e viu meu pau balançando. Soltou logo "eita que bichão, daqui a pouco tá maior que o do Ednardo (meu pai)". Eu ri e disse "aí dento". E daí pra frente, foi só pra trás...
Nas folgas, ele ficava no quarto com a chibata de fora mesmo. Com o tempo, fui me acostumando e comecei a andar no quarto assim também. Vez ou outra, eu ficava vendo ele me manjando, mas eu achava que tava doido, até que aconteceu... Como eu disse, eu não estava aguentando o sol, o estresse estava me matando e começaram a não pagar direito. Dei meus pulos e voltei pra Fortaleza. Não deu outra, ele voltou também. Ninguém quer ficar numa cidade sendo explorado.
De votos a Fortaleza, ele começou a frequentar muito a casa dos meus pais, porque ele era namorado da amiga da minha tia. E aí então, meu pai decidiu que queria fazer uma obra lá em casa para reformar o andar de cima e criar o meu quarto. Na época, eu dormia na sala. Então eu comecei a ajudar ele nessa obra. Meu pai trabalhava viajando, minha mãe trabalhava de doméstica, minha irmã ficava na minha tia. Só ficamos nós dois em casa. As coisas começaram como um papo inocente, depois escalou para brincadeiras. E aí foi quando ele decidiu me mostrar umas coisas no celular dele. Ele me mostrando umas fotos na galeria, do pessoal da obra e PAM! Do nada um rabo aberto na tela. E eu soltei "Eita rabo grande da mulesta!". Então ele contou que aquele era um novinho que ele andava comendo no sigilo, que ele fissurado em um cu, mas que a minha tia não liberava. E eu disse "um cuzão desse, até eu queria". Foi mais do que suficiente pra essa conversa se inclinar pra um rumo que não tinha volta. Ele me solta "Oxi, só não te dou o meu porque teu pau é grande demais". Eu ri, achava que era brincadeira. Voltamos a obra. Continuamos a conversar e a brincar, até que ele começou com umas brincadeiras mais pesadas, de pegar no meu pau por cima do short e dizer "ó o carro do leite". Foi quando eu disse "tu tá querendo é mamar minha pica é?", e ele respondeu na lata "bota aí pra fora, pra ver se eu não mamo". Rapaz... Eu botei, tava mole, achei que ele estava brincando. Mas ele pegou e colocou na boca. Meu pau começou a endurecer naquela boca quente, meus hormônios estavam a flor da pele. Eu não tava me raspando, não tava esperando visita, ele enfiou a cara na mata. Quando ele tirou da boca, ele disse "eu sempre fui apaixonado nesse teu pau sabia? Desde aquele dia que te vi no banheiro. Pessoal dizia que era grande e eu comprovei. Babei pra caralho, e tu já tem cheiro de macho. Eu sempre curti um novinho, mas eu sempre queria só comer, mas tu, desde que vi teu pau, eu queria te dar o meu cu". E ele voltou a mamar. Ele mamava com gosto, eu não tinha nem reação. Eu estava com muito tesão, meu pau ficando muito babado. Fomos pro quarto do pai e da mãe, ele se deitou de frango assado e abriu o cuzão pra mim. Não aguentei. Enfiei, enfiei com tudo mesmo. Ele soltou um grito. Não liguei, comecei a bombar com força. E ele começou a dizer "Ai, vai, come meu cu de macho vai seu novinho caralhudo". Ele batia punheta enquanto eu socava forte no cu dele. Eu já tinha comido uns garotos do meu interior, mas era a primeira vez que eu comia o cu de um homem adulto. Ele segurava as bandas da bunda e abria pra eu ir mais fundo. Eu metia cada vez mais forte, cada vez mais rápido. Até que ele começou a gozar sem se tocar. Só parei quando ele pediu. Não queria gozar. Queria continuar metendo.
E foram 5 dias assim, ele me dando, eu comendo, ele me mamando, eu sem gozar. Não conseguia, eu não queria parar. Ah, boas reminicências de um colega de quarto... Hoje, ele e minha tia não estão mais juntos. Ele foi pro interior, em Cascavel. Moram ele e a filha somente. Vez ou outra trocamos mensagens. Hoje sou pai, e ele até ficou interessado no meu filho. E até hoje, meu contato no celular dele é salvo como "Madeirão".

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Comentários (1)

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  • Princesinha sofia: Amo ser mulher e gostar disso, sinto que sou a melhor de todas assim... T Sofiaayk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj