É arriscado... Mas só gosto de gozar assim!
Meu coração acelera toda vez que penso nas minhas loucuras: eu, Samantha, 19 anos, de Boa Viagem em Recife, viciada em me masturbar em públicos escondidos como estacionamentos de shoppings e galerias, enfiando consolos grossos na buceta e no cu enquanto machos aleatórios espiam, gemendo alto e gozando sem pudor, filmando tudo para postar no site de Selma Recife e no Fanvue de Selma e amigas há um ano inteiro – e se você acha que isso é só o começo, espere até ler os detalhes sujos, os sustos, os diálogos safados e as gozadas intensas que me deixam tremendo, porque cada cena vai te prender até o final, querendo mais, e tem novas aventuras chegando diariamente para te viciar.
Estou aqui no estacionamento subterrâneo do shopping, o ar úmido e cheirando a gasolina misturada com o meu perfume doce de baunilha, o coração batendo forte como um tambor no peito. Eu me encosto na parede fria perto de um caixa eletrônico esquecido, daqueles cantos onde quase ninguém passa, mas sempre rola o risco de um macho curioso aparecer. Meu short jeans está arriado até os joelhos, a calcinha vermelha de lado, e eu já sinto a buceta molhada pulsando, ansiosa pelo consolo que tirei da bolsa. "Porra, Samantha, você é louca mesmo", eu penso, mas o tesão vence. Enfio devagar o brinquedo grosso, daqueles de silicone que imita uma pica veiosa, sentindo ele rasgar caminho até o fundo, o cheiro da minha excitação subindo forte, misturado ao suor. Gemo baixinho no começo: "Ahh, caralho, que delícia...", mas logo aumento o volume, sabendo que isso atrai olhares.
De repente, ouço passos ecoando no concreto. Um cara alto, de camisa branca suada, aparece virando a esquina, celular na mão como se estivesse checando algo. Ele para, os olhos arregalados fixos na minha mão trabalhando o consolo pra dentro e pra fora da buceta, o som molhado ecoando como um ploc-ploc safado. "Que porra é essa?", ele murmura, mas não vai embora – fica ali, hipnotizado, a calça dele inchando visivelmente. Eu sorrio maliciosa, gemendo mais alto: "Vem ver de perto, safado... Olha como minha buceta engole tudo". Ele se aproxima devagar, o cheiro de colônia barata dele misturando com o meu aroma de foda, e eu acelero o ritmo, sentindo o orgasmo se aproximando como uma onda. "Tá gostando de ver essa putinha se foder em público?", eu provoco, e ele balbucia: "Caralho, menina, você é doida... Mas que tesão". Eu gozo forte, o corpo tremendo, esguichando um pouco no chão, o som dos meus gemidos ecoando: "Aaaah, porra, tô gozando pra você ver!". Ele filma tudo com o celular, rindo nervoso, e eu penso: isso vai pro site de Selma Recife, pro Fanvue, pra o mundo inteiro se deliciar.
Mas não para por aí. No dia seguinte, tô no estacionamento de um restaurante lotado no almoço, o sol filtrando pelas grades, o ar quente carregado de cheiro de comida frita e escapamento. Escolho um canto atrás de um carro grande, perto de outro caixa eletrônico semi-escondido. Tiro a saia florida, fico só de top e calcinha preta, e pego dois consolos dessa vez – um pra buceta, outro pro cu. Enfio o primeiro na xota, sentindo o preenchimento total, o silicone frio contrastando com o calor da minha carne inchada. "Fode, Samantha, fode essa buceta gulosa", eu me incentivo em voz alta, o som das minhas unhas azuis clicando no brinquedo. Então, lubrifico o segundo com saliva e empurro no rabo, devagar, sentindo a dor gostosa se transformar em prazer puro. "Ahh, cu apertado, toma pica falsa sua vadia!", gemo, o cheiro do meu suor misturado ao lubrificante doce enchendo o ar.
Aí vem o susto: dois machos, um moreno musculoso de boné e outro magro de óculos, saem de um carro próximo, conversando alto sobre futebol. Eles congelam ao me ver, eu de pernas abertas, consolos entrando e saindo, a buceta pingando no asfalto. "Meu deus do céu, olha isso!", o moreno exclama, mas eu não paro – acelero, gemendo: "Vão embora ou fiquem e assistam essa piranha gozar no cu e na xota ao mesmo tempo". O magro ri: "Porra, ela tá falando sério? Filma isso, cara!". O moreno pega o celular, o flash piscando, e eu falo safada: "Isso, filma pra bater punheta depois, seus tarados. Olha como meu cu pisca pra vocês". O cheiro de excitação coletiva toma conta, suor deles misturado ao meu, e eu gozo gritando: "Tô gozando, caralho! Olhem pra essa porra esguichando!". Eles aplaudem rindo, um deles até toca na própria pica por cima da calça, e eu penso: mais um vídeo pro Fanvue de Selma e amigas, pra galera se viciar nas minhas loucuras.
Outra vez, numa galeria comercial no centro, o ar condicionado quebrado deixando tudo abafado, cheiro de café velho e perfume barato no ar. Eu me posiciono num corredor lateral, perto de um caixa eletrônico antigo, pouca gente passando. Tiro a blusa verde oliva, fico com os peitos de fora, mamilos duros como pedras, e começo a me tocar devagar, dedos circulando o clitóris inchado. "Que tesão, Samantha, sua exibicionista filha da puta", murmuro, então pego o consolo vibrador da bolsa e enfio na buceta com força, o zumbido baixo ecoando. Gemo alto: "Ahh, vibra na minha xota molhada, porra!". Um velhote de camisa xadrez aparece, parando a metros, olhos vidrados. "Menina, o que você tá fazendo?", ele pergunta rouco, mas eu respondo: "Tô me foder pro seu prazer, vovô safado. Vem cheirar minha buceta gozando". Ele se aproxima, o cheiro de cigarro dele forte, e eu acelero, enfiando um dedo no cu junto: "Toma, cu e xota cheios pra você ver". Ele murmura: "Que putaria deliciosa...", e eu gozo uivando: "Gozei, caralho! Olha o mel escorrendo pras suas vistas!". Ele vai embora rindo, e eu gravo tudo, sabendo que no site de Selma Recife isso vai explodir de views.
Teve um susto foda numa outra galeria: tô lá, consolo no cu, vibrando alto, gemendo "Fode meu rabo, sua pica grossa!", quando uma dupla de seguranças surge do nada. Um deles, alto e careca, grita: "Ei, para com isso!", mas eu não paro – continuo, olhando nos olhos dele: "Assistam, seus machos, vejam essa vadia anal gozar em público". O outro, mais jovem, cora: "Porra, ela tá louca... Mas que bunda gulosa". Eu rio: "Isso, elogia minha bundinha piscando pro consolo. Quer tocar?". Eles hesitam, um filma escondido, o cheiro de tensão sexual no ar, suor e tesão misturados, e eu explodo em orgasmo: "Aaaah, tô gozando no cu pros guardas tarados!". Eles me mandam sair, mas saio rindo, vídeo pronto pro Fanvue.
E isso é só uma amostra das minhas aventuras – há um ano publicando essas loucuras no site de Selma Recife www.selmaclub.com e no Fanvue de Selma e amigas www.fanvue.com/brazilians2026 , onde o mundo todo assiste e se masturba junto. Para achar mais, só buscar por aí, e comenta aqui embaixo o que achou, qual parte te deixou mais duro ou molhada, porque tem mais vindo, postagens diárias de novas exibições públicas, sustos e gozadas insanas que vão te prender pra sempre.
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