#Incesto #Teen

Conhecendo minha filha e minha neta

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Alberto

Após quarenta e dois anos de serviços, durantes os quais mudei de carreira três vezes, sempre mediante concursos público, aposentei no topo de uma carreira bastante prestigiada, garantindo assim, uma vida confortável, além de ter juntado um considerável patrimônio na forma de imóveis, o que me deixou em uma situação econômica bem tranquila. Aos vinte e um anos, casei-me com uma mulher com trinta e dois, com a qual tive uma filha, nosso casamento durou pouco mais de um ano e meio, ela pediu o divorcio e a guarda da menina, na época, eu já trabalhava e estudava como um louco e concedi a guarda. Além de meu cargo principal, eu também tinha a função de professor para o pessoal de formação superior da instituição a que servi, na prova final da última turma para qual lecionei , informei o nome de solteira da minha ex-esposa para que os examinados descobrissem, usando vários portais tudo sobre ela e seus descendentes. Descobriram que minha ex-esposa estava morta, que minha filha era viúva, que eu tinha uma neta, que minha filha era dona de posto de gasolina em uma cidade de mil e duzentos habitantes do Nordeste Brasileiro e algo que guardei com muito carinho a data de nascimento de minha neta. Seu aniversário coincidia com o meu. Acomodado já com a vida de aposentado, troquei meu carro por uma caminhonete quatro por quatro, avisei meu procurador o destino que tomaria e me lancei na estrada subindo pelas estradas do litoral até chegar ao Estado em que "as meninas" moravam, rodei por péssimas estradas e cheguei ao tal lugar, que tinha apenas uma praça, onde estava instalado o único posto de gasolina no raio de cinquenta quilômetros, duas ruas largas e algumas casas sem arruamento. Parei ao lado da bomba e vi uma jovem com corpinho mignon com os belos olhos verdes da avó, ela me olhou fixamente. Eu pedi para ela encher o tanque, a menina ressabiada vendo que eu a estudava exatamente no dia de seu aniversário de dezoito anos, perguntou meu nome, disse-lhe apenas o prenome : "Sergio". Ela mostrando-se mais interessada pergunto o nome inteiro, respondi com outra pergunta: "Qual o nome inteiro do seu avô ?". A menina em um jeito impulsivo, pulou sobre mim, agarrando meu pescoço e prendendo minha cintura com as pernas disse: "Não acredito, o senhor é o meu avô. Desde criança sempre alimentei a esperança que você apareceria no meu aniversário". Vendo a cena, minha filha, uma bela quarentona de corpo capaz de fazer inveja a qualquer menina, sai de dentro do posto e nos abraça. Depois da emocionante reunião, passamos a tarde conversando. Fiquei sabendo de fatos curiosos, o único adulto jovem da "cidade" era minha neta e a segunda mais jovem era minha filha com quarenta anos, muitos aposentados iam para lá devido ao custo de vida baixíssimo, ocupando o lugar dos jovens que iam para as cidade maiores para ganhar a vida. Aquele dia que eles consideravam inverno estava fazendo trinta e cinco graus na sombra. As dezessete horas, minha filha fechou o estabelecimento comercial no horário normal, quando passamos pelo único mercadinho, já estava fechado e chegamos a uma casa simples, porém confortável, a única porta interna era a do banheiro, os demais batentes eram guarnecidos por cortinas. Após um demorado banho frio, sai do chuveiro só de bermuda e quando procurei uma camiseta, minha filha disse que eu não precisava por, isso no exato momento que minha neta sai do banheiro vestindo apenas uma camiseta soltinha e uma calcinha, minha filha, esperta, percebeu minha ereção e me deu um sorrisinho sacana. Quando Silvia, minha neta me deu um beijinho de boa noite, encostou os biquinhos dos seios no meu braço e novamente meu pau armou a barraca, Suzi aflita deixou a filha ir para o quarto e confessou: "Aqui não existe homens com menos de oitenta anos, minha filha nunca deve ter visto um pinto duro". Da forma que ela falou, sua expressão e sua boquinha entre aberta estava claro que ela estava subindo nas paredes, viúva a mais de três anos naquele lugar... Me senti na obrigação de satisfaze-la, beijei de leve seus lábios, ela olhou dentro dos meus olhos e beijou-me com sofreguidão, ao mesmo tempo que segurou meu pau com força, alisei seus seios que estavam sem sutiã por baixo da sua camisola de malha, ela gemeu, abri o zíper da bermuda e minha filha caiu de boca no meu cacete, passei a mão por baixo da camisola, encontrando uma calcinha enxarcada e a puxei pela mão para o quarto que era destinado a mim, ela não soltou meu cacete durante todo aquele tempo e com medo de fazer barulho e chamar a atenção de minha neta, deitei no chão já sem a bermuda, minha filha tirou a calcinha e ajoelhou puxando a camisola pela cabeça e desesperadamente aponta minha rola para sua racha e desce vagarosamente, sua expressão iluminada pela luz da lua que entrava pela janela era digna de ser fotografada e antes mesmo de iniciarmos os movimentos, ela gozou forte gemendo alto. Ela passou a quicar como uma profissional, seus seios maravilhoso para uma mulher de quarenta anos, balançando na penumbra, exigiram de mim um esforço muito grande para eu não gozar, mas quando o corpo de minha filha tremeu indicando que ela estava iniciando novo gozo, eu despejei meu leite paterno em sua bucetinha carente, ainda tentando me recuperar, vi o vulto da minha neta na porta. Minha filha antes de tirar o cacete de dentro dela, rebolou e falou no meu ouvido: "Você veio para acabar com meus dias de masturbação". Beijou minha boca e foi para o banheiro. Minha neta entrou rapidamente no quarto, segurou minha caceta que ainda estava dura, deu dois apertões e saiu do quarto. As duas levantaram bem cedo, antes de saírem minha neta entrou no quarto, achando que eu estava dormindo ou por sacanagem, trocou de roupas e ao ver minha piroca duríssima ainda dentro da bermuda, deu mais dois apertões e saiu acompanhando a mãe. A visão daquele belo corpinho jovem, ficou na minha mente como uma foto, tomei banho com uma vontade tremenda de me masturbar, mas eu tinha obrigação de resolver o caso da minha e filha com grande possibilidade de resolver o da minha neta também. Fui andando até o posto de gasolina, quando cheguei lá minha filha me pediu a caminhonete emprestada pois precisava ir a farmácia em outra cidade, preocupado perguntei se ela estava doente e ela disse que não, queria comprar anticonceptivo, pois queria aproveitar minha permanência ali. Minha neta estava enchendo várias bombonas(recipientes de plástico) que estavam em um reboque de um trator, para distribuir nas casas e fazenda, ela com uma carinha e jeitinho de menina levada pede: "Vô posso ver seu pinto duro?". Surpreso com a objetividade da menina respondi: "Posso lhe mostrar, mas você terá que fazer ele ficar duro e depois amolece-lo". Entramos no pequeno escritório do posto. Ela ficou olhando para meu ventre com grande expectativa e eu abri a bermuda, claro que já estava duro e ela com clara admiração pergunta: "O que eu faço?" Mostrei para ela como masturbar um cacete e ela pega na vara desajeitadamente, mas logo domina a arte, deixando-me doidão e lhe perguntei: "O que você está sentindo meu amor". Ela inocentemente responde: "Estou com vontade de fazer xixi, minha pombinha está doendo.". Cheio de tesão falei : "Baixa a calça e senta na ponta da cadeira que o vovô vai resolver isso". Nossa, vi aquela bucetinha jovem que nunca tinha aparado os pentelhos e um grelinho durinho parecendo um botão e cai de boca na terceira geração, a menina se contorceu, continuei chupando aquele grelinho e enfiando minha língua naquela bucetinha virgem. Sem aviso, a menina estremece o corpo e dá um gemido prolongado, empurrando a buceta contra minha boca, fazendo experimentar seu mel que borrifou abundantemente. Como é natural ela como toda mulher tenta levantar minha cabeça após terminar o gozo e eu a beijo fazendo-a conhecer o gosto de seu sexo. Minha inocente neta diz: "Como é gostoso vovô, quero de novo". Sentindo que ela trazia na bagagem a tradição da família, mostrei para ele o cacete estourando de tesão, pedindo para ela chupar. Mal ela colocou na boca, enchi pela primeira vez aquela boquinha com leite de macho. Ela se engasgou com os jatos na garganta, mas sorriu com o beiço cheio de porra, mandei ela lavar a boca, mas a sacana respondeu que não queria desperdiçar nada e passou o dedo no beiço e colocou na boca, respondi que ela podia lavar porque quando quisesse mais era só falar.

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Comentários (1)

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  • Sofii: Eu queria muito conversar sobre contos assim... T Sofirsk

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