A casa da minha avó XXII
Continuação da série de contos com o mesmo nome.
Olá, meu nome é Felipe.
Estarei dando continuidade aos relatos do tempo em que vivia na casa da minha avó.
Era oito da manhã na véspera de Natal quando eu acordei ao lado de Klésia. Meus movimentos na cama a despertaram e demos bom dia um ao outro. Era curioso como acordar ao lado dela me deu uma alegria diferente e mais duradoura do que quando fazíamos sexo.
Fizemos nossa higiene matinal e então fomos para o apê da minha tia.
A encontramos lá ainda com a bata de enfermeira. Tinha acabado de chegar do turno da noite. E provavelmente precisava dormir.
Cumprimentou Klésia e entrou no banheiro.
O café estava feito, e algumas torradas, manteiga e requeijão estavam postos na mesa onde Gabi, Calebe e Henrique merendavam. Juntaríamo-nos a eles, mas não tinha espaço na mesa, então comemos no sofá.
Mesmo assim, conversamos.
Meu primo havia dormido na sala, em sua rede, como sempre. Sandra no próprio quarto,e Calebe e Gabi no de minha tia onde tinha mais espaço.
Minha tia saiu do banheiro momentos depois, enrolada em uma toalha, indo para o quarto.
Klésia recebeu mensagem de seus pais, querendo que ela ajudasse a mãe com os preparativos para a ceia de logo mais. Ao que ela revirou os olhos.
Falei que se não tivesse problema, eu iria para lá ajudar, mas Klésia me olhou, evidenciando minha falta de habilidade na cozinha.
De qualquer modo teríamos de ir para lá mesmo.
Nos beijamos e ela se despediu. Gabi e Calebe resolveram ir junto dela. Deixando Sandra, Henrique e a mim. Como minha tia dormia pesadamente em sua cama, tratamos de realizar tarefas domésticas, varrendo a casa, o almoço e regando as plantas da minha avó.
Tia Ivone acordou depois das duas da tarde. Usava uma camisola que, embora de tecido grosso, ainda revelava as curvas de seu corpo.
Eram sete horas quando decidimos ir até a casa de Klésia, vestidos para a comemoração.
Eu usava uma camisa de manga longa da zara, Sandra, um vestido azul escuro de alça com um pequeno decote nos seios. Em seus lábios, passou um batom preto, e nas orelhas pôs brincos da mesma cor. Minha tia tinha brincos cristalinos nas orelhas. Vestia um vestido branco apertado no busto, realçando seus peitos, que estavam sem sutiã. Uma fenda no tecido ia da metade da coxa até os tornozelos. As duas estavam lindas. Meu primo estava bem vestido para a ocasião também, usando uma camisa de manga curta da Aramis.
Fomos recebidos por Seu Joaquim, que beijou o rosto de Sandra e os lábios de minha Tia. Apertou a minha mão, e cumprimentou Henrique, felicitando-o por ter se tornado homem.
Entramos sentindo o cheiro da comida e fomos conduzidos até a piscina. Onde uma mesa havia sido feita com peru, tigelas de arroz, macarrão, feijão e saladas.
Carne assava na churrasqueira e um senhor careca uns cinco centímetros mais baixo do que eu as mexia.
Conheci formalmente o seu Rafael, pai de Gabi e Calebe. Abri os umas cervejas e ficamos conversando eu, ele e seu Joaquim. E também Calebe, que brotou de algum lugar enquanto falávamos.
Minha tia e Sandra foram para a cozinha, onde seu Joaquim disse que dona Tereza e Cristiane estariam.
Klesia, que estava em seu quarto, desceu pouco depois, junto de Gabi.
Minha namorada usava um vestido verde colado ao corpo com uma fenda que ia do calcanhar até a metade da coxa. Sua prima, uma bata bege em uma saia de tecido fino preta que ia até os joelhos.
Conversamos e passamos o tempo até a hora da ceia, onde comemos à vontade. Inclusive tomando bastante daquela vitamina.
Seu Rafael era bem apegado aos filhos, estando ao lado deles e sorrindo o tempo todo, mas pareceu gostar especialmente da companhia de Cristiane.
Klésia me confidenciou que ele sempre teve uma queda pela empregada nas poucas vezes em que os dois se viram. Mas que nunca havia tentado nada por respeito a esposa e por Cristiane não parecer demonstrar interesse.
Aparentemente aquilo havia se resolvido na noite anterior.
Meu primo pareceu tímido no início, mas com a companhia de Calebe e Gabi, além das constantes brincadeiras de seu Joaquim que bancava o tio fanfarrão, ele se soltou.
Era duas da manhã quando a animação do jantar esmoreceu e começamos a nos ocupar com outras atividades.
Cristiane lentamente começou a guardar alguns pratos, até ser parada por seu Rafael, que pediu que deixasse isso para depois, e então começaram conversar um com o outro próximos a entrada da cozinha.
Henrique queria pular na piscina, porém minha tia proibiu para que não molhasse sua camisa e que não havíamos trazido calção de banho e que ninguém ia lá em casa buscar.
Dona Tereza sugeriu que ele só precisaria tirar a camisa e a calça e ficar só de cueca, pois entre nós não havia motivo para vergonha.
Mesmo assim, em meio a tanta gente, meu primo ficou envergonhado.
Calebe então tirou sua roupa e pulou na piscina só de cueca para encorajá-lo. Gabi tirou a bata e a saia, e então o sutiã, ficando só de calcinha rosa. Henrique então tomou coragem e o fez, pulando na piscina atrás deles.
Klésia também entrou na onda. Pediu para eu abrir o zíper de seu vestido e quando o fiz, admirando o conjunto íntimo que usava. Uma calcinha fio dental e um sutiã rendado vermelhos, que avantajava seus peitos. Abri o sutiã também, deixando seus seios livres. Ela me agradeceu com um beijo e saiu correndo para a piscina.
Vou lhes dizer uma verdade de porque insistimos em usar roupas mesmo já tendo uns aos outros pelados centenas de vezes. Não é pudor ou vergonha, com certeza. Não nos importávamos com o primeiro, nem tínhamos mais o segundo.
Usávamos roupas pelo prazer que era o ato de despir e olharmos uns aos outros nos despindo. Dava um toque a mais à liberdade que existia ali, e aumentava a tensão sexual entre nós.
Ao menos era o que eu sentia.
E assim, assisti os quatro a distância na piscina, brincando e se divertindo na água.
Tia Ivone se juntou a mim, sentando-se ao meu lado e suspirou.
“Acho que fizemos bem em trazê-lo”, ela disse.
“A senhora se sente mal ou arrependida?”, perguntei, sabendo que qualquer coisa ruim que surgisse daquilo seria minha culpa.
“Na primeira noite, sim, mas depois, não importou tanto. Só espero que ele não se arrependa também”, respondeu num tom de sinceridade.
“Verdade.”
“Agora, eles estão se divertindo, então é melhor deixar desse jeito”, Ela virou o rosto, olhando para algumas cadeiras de distância na mesa, onde Sandra estava sentada no colo de seu Joaquim rindo de alguma coisa que ele falava, enquanto dona Tereza estava ao lado bebericando uma taça de vinho.
“Sim”, concordei.
“Então é melhor fazermos o mesmo, não?” Minha tia me puxou e iniciamos um beijo, unindo mais os nossos corpos.
Passei a mão na perna exposta pela fenda do vestido, subindo até sua coxa. Minha tia começou abrir os botões da minha camisa, da minha gola até a cintura, onde a puxou de dentro da minha calça. Passou a mão pelos meu peito, abdômen e costas e então abriu meu cinto.
Ela se inclinou e começou a mamar meu caralho. Fiquei me deliciando, e comecei a acariciar seu pescoço e suas costas.
Estava de frente para a piscina, onde podia ver Gabi e Klésia nadarem peladas enquanto eram perseguidas por Calebe e Henrique. O primeiro levantou minha namorada e a levantou no ar, pondo-a sobre os ombros e girando. O segundo seguia Gabi de uma borda da piscina a outra, brincando num pega-pega.
Ao meu lado, Sandra ria e beijava seu Joaquim.
Ela parecia gostar de Calebe, e Klesia havia dito que Calebe tinha tesão por milfs, o que me levou a pensar que talvez não desse muito certo. Mas pelo visto os dois tinham algo em comum, pois minha prima parecia gostar de coroas, ou ao menos de caras mais velhos do que ela.
Seu Joaquim lhe sussurrou algo e Sandra de repente ficou em pé, de frente para ele, afastou as alças do vestido nos ombros e o baixou até o final. Ela usava uma calcinha tipo tanga preta fio dental, realçando sua bunda e um belo sutiã de tiras finas que não ficou muito tempo cobrindo seus peitos.
Seu Joaquim a pegou pela bunda a trazendo para mais perto e beijando-a.
Dona Tereza assistia a isso ainda com a taça de vinho nas mãos. Falou alguma coisa para o marido e então olhou para nós, vendo minha tia cuspir e chupar a cabeça do meu pau enquanto me punhetava.
“Ei, nós vamos subir, querem ir também?”, ela perguntou.
Concordamos, mas minha tia, olhou para a piscina, preocupada em deixar Henrique sozinho, mas se tranquilizou quando dona Tereza disse a Klésia que os quatro podiam ficar mais quinze minutos na piscina, mas que deviam entrar depois e se secar antes de subir até o quarto.
Subimos nós cinco pela escada. Sandra era a mais animada, hora beijando seu Joaquim, hora pulando em cima de mim e me abraçando. Talvez porquê não estava acostumada a beber e o tinha feito naquela noite.
Dei um tapa em sua bunda, e ela correu rindo, passando por seu Joaquim, que deu outro tapa na outra nádega.
Entramos no quarto de casal dos meus sogros, e me deparei com Cristiane de quatro com os braços algemados nas costas. Um mordedor estava em sua boca, empinando a bunda em cima da cama, enquanto recebia pancadas de um chicote que seu Rafael segurava, açoitando a bunda da empregada enquanto metia.
Seu Rafael olhou para nós e voltou ao que estava fazendo. Nós tão pouco ficamos espantados com aquilo.
Dona Tereza beijou seu Joaquim, enquanto Sandra se ajoelhava de frente para ele, abaixando suas calças e abocanhando seu cacete com bastante voracidade. Minha sogra usava um vestido com nós na parte de trás, o qual seu Joaquim desatou um por um, revelando o corpo cheio e proporcional, repleto de gordura nos lugares certos que ela tinha.
Também ajudei minha tia a se despir, abrindo o zíper de seu vestido branco. Ela se virou para mim e me jogou na cama.
Haviam duas coisas que eu não havia reparado ao entrar no quarto. A Primeira coisa era que além da grande cama de casal, que parecia ter sido afastada para o lado, havia outra, redonda e menor, que havia sido posta dentro do quarto a pouco tempo. Talvez porquê temiam de não haver espaço para todo mundo. A segunda coisa era algo que se tornaria bem excitante depois.
Haviam câmeras.
Dois tripés gravando o que acontecia nas camas e duas webcams postas em cantos opostos do quarto.
Tudo o que faríamos naquela noite ficaria filmado para ser assistido depois.
Eu caí sentado na cama pequena, tirando rapidamente o sapato, a calça e a cueca.
Tia Ivone passou o vestido por cima da cabeça, ficando vestida apenas com a calcinha vermelha e os brincos de cristal nas orelhas. Ela começou a brincar com os próprios peitos, apertando e mexendo-os, antes de dar dois passes sexys e subir em cima de mim na cama, me beijando e massageando meu pau. Seus peitos colaram no meu enquanto eu sentia o gosto de vinho em seus lábios. Passei minha mão por suas costas e bunda, apertando e balançando essa última.
Meu pau ficou roçando sua vagina por cima da calcinha, até minha tia pôr ela de lado e ficar o esfregando na entrada. Engolindo só a cabecinha com os lábios de sua xereca, subindo e descendo a mão por minha rola, e depois tirando a cabeça de dentro.
Quando fez de novo, apertei sua bunda, puxando seu corpo para mais perto do meu, e enfiei tudo. Ela pareceu soltar todo o ar que tinha, e eu não dei tempo para que recuperasse.
Comecei a meter, sentado e abraçado a ela.
Tia Ivone mexia seu quadril, respondendo ao meu. Abraçava-me, agarrando-se às costas e puxando meus cabelos, arfando cada vez que eu enfiava e puxava de volta.
Eu sentia sua buceta apertar meu pênis, minhas mãos espremerem sua bunda, seus peitos suados se esfregando contra o meu corpo enquanto nos movimentamos, e seu hálito quando nos beijávamos.
Separamos nossos corpos por um momento, para respirar um pouco, embora apenas a parte de cima.
Me inclinei um pouco para trás apoiando-me com os braços. Minha tia fez o mesmo, rebolando seu quadril sobre o meu, com meu pau sendo envolvido por sua xana.
Parei de me mover e apoiei-me nos cotovelos, baixando mais o corpo. Resolvi deixar minha tia rebolar à vontade.
Ela se ajeitou em cima do meu pau e começou a sentar de cócoras, com seu bucetasso engolindo meu pau até as bolas. Ver aquela cara de puta que ela fazia, enquanto seus peitos saltavam a cada sentada era uma visão de outro mundo.
Agarrei um dos seus seios e depois levei a mão até seu pescoço, apertando de leve. Subi mais ainda e enfiei meu polegar em sua boca, puxando seus lábios. Então dei-lhe um tapa no rosto e desci a mão para a coxa, agarrando com minha outra mão sua outra coxa farta e parando seus movimentos. Daí comecei a fodê-la com força, estalando meu pau em sua buça.
Minha tia jogou a cabeça para cima, se inclinando e apoiando-se para trás com os braços. Urrou alto.
Um pouco do seu líquido espirrou em minha barriga quando o corpo dela amoleceu. Eu parei e ela mudou de postura, sentada sobre mim de joelhos, com meu pau ainda duro em seu interior, porém não se moveu mais. Seu peito subia e descia ao movimento de sua respiração. Os cabelos caiam numa bagunça sensual sobre seus ombros enquanto me olhava ofegante.
Tirou o cabelo do rosto e deu-me um sorriso sacana, se inclinando sobre o meu corpo para me beijar. Abracei suas costas.
“Tesudo… gostoso”, sussurrou-me entre beijos.
“Se eu te disser que quero algo, você vai fazer?”, perguntei no seu ouvido e depois beijei seu pescoço.
Ela deu uma rebolada devagar no meu pau.
“Pede.”
“Fica de quatro que eu vou comer seu cu”
“Cachorro, sabe que não posso dizer não agora”, disse e saiu de cima de mim, obedecendo.
Botou o rosto no colchão e empinou a bunda.
“Abre pra mim”, mandei e ela fez, exibindo aquele buraquinho. Cuspi, enfiando meu dedo primeiro. Ouvindo ela reclamar de dor.
Me ocorreu que talvez ela nunca tivesse feito anal. O que me deu mais vontade de comê-la.
Fiquei enfiando meu dedo, abrindo devagar. Um tubo de lubrificante apareceu na minha frente, oferecido por dona Tereza com o cabelo bagunçado, que por um momento esqueci que também estava no quarto, que estava repleto de gemidos e som de carne se chocando a essa altura também.
Quando olhei para a outra cama, vi que seu Joaquim e Rafael dividiam Sandra. Um fodendo a boca e outro a buceta.Cristiane estava deitada ao lado, à primeira vista descansando. Porém percebi que ainda estava algemada, e com um vibrador enfiado na bunda.
Aceitei o lubrificante de minha sogra que tratou de lubrificar meu ela mesma antes, e depois arreganhou a bunda da minha tia para que eu colocasse.
Enfiar a cabeça foi a parte mais difícil, e a que a minha tia mais gritou. Porém uma vez dentro, o resto a acompanhou. Senti cada prega se rasgar lá dentro enquanto metia até o final daquele cu virgem. Minha tia gemeu de dor, recebendo apoio emocional de minha sogra para aguentar.
Devagar, comecei a me mover, tirando meu pau até a metade e enfiando de volta. Minha tia trincava os dentes, grunhindo de dor cada vez que eu invadia seu rabo apertado.
Conforme percebi que ela ia se acostumando, acelerei os movimentos, parando vez ou outra com o pau totalmente dentro, para admirar sentir aquela bunda gostosa. Então recomeçava, com estocadas lentas e profundas no começo, e depois batendo meus quadris com força no dela.
Minha sogra veio a mim, me beijando e perguntando se eu ia querer seu cu também.
“Só depois que encher esse aqui de porra”, respondi, continuando a arrombar mais e mais minha tia, que sofria para aguentar a primeira pica no cu.
Quando senti que ia gozar, enfiei tudo completamente dentro, expelindo a porra naquele buraco. Tirei, admirando meu trabalho, vendo aquele buraco rosado mais largo do que quando eu entrei. Dei um tapa forte em sua bunda, orgulhoso, pois tinha tomado uma virgindade que minha tia ainda possuía.
“Filho da puta”, ela me xingou com um risinho. Abaixou a bunda e ficou deitada de bruços.
Já ia no banheiro para lavar o pênis, porém minha sogra o tomou, chupando. Me perguntei como ela não sentia nojo, mas talvez ela só já não tivesse nojo de nada.
“Pera sogrinha, tava no rabo da minha tia”, avisei.
“Você acha mesmo que eu nunca lambi um cu? Ou limpei uma rola que comer um? Além do mais, tua tia é bem limpa”, ela retrucou, então deixei.
Na cama ao nosso lado, Sandra era fodida num papai e mamãe por seu Rafael enquanto virava a cabeça na borda da cama e recebia o pau do meu sogro até a garganta.
Cristiane, já solta, chupava seus peitos, apertando e puxando seus mamilos, recebendo dedada de seu Joaquim. Parecia ter gostado de bdsm.
Ouvi o som de passos e da porta se mexendo, vendo Calebe, Klésia, Gabi e Henrique surgirem.
A noite estava longe de acabar.
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